Histórias de trabalho e família por trás do vinho da Cooperativa Aurora

Carlos Braz Puton com o filho Carlos e a esposa Maria Luiza

  Difícil alguém que tenha crescido no Rio Grande do Sul e nunca tenha visitado com a família ou ao menos ouvido falar da Cooperativa Vinícola Aurora. Uma das primeiras empresas a fabricar vinho, a Aurora é, na verdade, uma cooperativa, que recebe uvas de 1100 famílias produtoras de todo o entorno da Serra. Carlos Braz Puton, 66 anos, morador de Monte Belo do Sul é um dos cooperados que entrega uva para a Cooperativa. Junto com a esposa Maria Luiza Dal Pubel Puton, 65 anos, eles dministram 12 hectares de parreiras.

Carlos Braz Puton

Segurança, humanização e respeito são características do relacionamento entre a Aurora e seus cooperados. Muitos associados vêm do tempo de seus pais, como Carlos que há mais de 40 anos faz parte do cooperativismo e aproveita para falar sobre o orgulho de fazer parteda maior Cooperativa vinícola do país. Filho de agricultores cresceue acompanhou todo o crescimento da Aurora ao longo das suas décadas de existência. “Esta cooperativa faz parte da minha vida. Comecei com meu pai. Acompanhei de perto a evolução da empresa, desde os momentos bons e ruins, até os dias de hoje.Por isso me orgulho em fazer parte de sua história” disse. “É importante valorizar a história de cada associado. Este trabalho de contar um pouquinho de cada família faz com que nos sentimos parte dela no todo, porque atrás, estamos nós agricultores que levamos a uva para a cantina” avalia. “Estamos em uma época de muito trabalho, e também um período de muita festa, afinal, colheita significa comemoração” diz Puton, que iniciou a colheita da uva há poucas semanas”.