Primeiros produtores de vinho colonial são apresentados pelo governo do Rio Grande do Sul

Produtores familiares registrados junto com o grupo de trabalho da Lei do Vinho Colonial no Rio Grande do Sul comemoram a abertura oficial da colheita da uva no Rio Grande do Sul

 Os primeiros empreendimentos familiares gaúchos aptos à comercialização de Vinho Colonial, enquadrados na Lei 12.959/2014, receberam seus números de registro no último sábado (27), durante a abertura oficial da colheita da uva no estado do Rio Grande do Sul – Safra 2018, em Nova Pádua, na Serra Gaúcha. Os produtores Aldo Lazzari, de Garibaldi, e Auri Flâmia, de Bento Gonçalves, foram os primeiros registrados pelo processo que permite a venda em feiras, cooperativas ou na propriedade utilizando apenas o talão de produtor rural para emissão de notas, sem a necessidade de abrir uma empresa.
A solenidade contou com a presença do governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, do secretário estadual da Agricultura, Pecuária e Irrigação (Seapi/RS), Ernani Polo, do presidente do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Oscar Ló, do chefe-geral da Embrapa Uva e Vinho, Mauro Zanus, além de representantes de entidades setoriais.
Durante o evento foi lançada, ainda, uma cartilha explicativa elaborada para auxiliar os produtores nas etapas de formalização. O material foi produzido em parceria entre Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Seapi/RS, Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo do Rio Grande do Sul (SDR/RS), Ibravin, Associação Riograndense Empresa Técnica Extensão Rural (Emater/RS – Ascar), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Uva e Vinho e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O material de apoio pode ser obtido gratuitamente nos Sindicatos Rurais, e, dependendo das regiões, nas Ematers, em entidades setoriais e também estará disponível online para download no site do Ibravin (www.ibravin.org.br), na aba de Downloads.

O produtor gaúcho de Garibaldi Aldo Lazzari (de camisa escura xadrez) acompanhado da esposa, recebe o número de registro do Diretor Técnico da Emater/RS, Lino Moura, com a presença do Governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, do Secretário Estadual de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR), Tarcísio José Minetto (primeiro à esq.), e do Chefe do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Sipov) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), José Fernando Werlang (à direita)

O produtor gaúcho de Bento Gonçalves, Auri Flamia acompanhado da esposa (ambos segurando os documentos), recebe o número de registro do Diretor Técnico da Emater/RS, Lino Moura, com a presença do Governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, do Secretário Estadual de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR), Tarcísio José Minetto (primeiro à esq.), e do Chefe do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Sipov) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), José Fernando Werlang (à direita).

O grupo de trabalho foi também o responsável por ajudar no processo de regularização das primeiras vinícolas que se enquadram na Lei do Vinho Colonial. Os viticultores interessados precisam estar enquadrados como agricultores familiares, com comprovação por meio da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP), estar incluídos no Programa Estadual de Agricultura Familiar (Peaf) e produzir até 20 mil litros por ano, com uvas próprias.
A coordenação da equipe que trabalhou por dois anos na elaboração da lista dos requisitos mínimos de instalações, equipamentos e boas práticas para vinho colonial, também chamado de vinho artesanal, e as consultorias para aplicação da lista de requisitos e elaboração de documentos de boas práticas em empreendimentos piloto foram realizados com recursos da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), em convênio com o Ibravin.
“A atividade contou com colaboração da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi/RS) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que visitaram alguns empreendimentos do grupo piloto acompanhados pela Emater para validação de materiais e orientação para adequação às exigências legais”, destaca a consultora do Ibravin, Janine Basso Lisbôa.
Janine explica que mesmo produzindo em menor escala e com processos considerados artesanais, as vinícolas deste modelo também precisam atender os requisitos relacionados às boas práticas e controle de qualidade, e ressalta que essa adequação não é difícil e tampouco exige intervenções complicadas. “A lei especifica que as exigências para o registro de estabelecimento produtor de vinho produzido por agricultor familiar ou empreendedor familiar rural devem ser adequadas às dimensões e finalidades do empreendimento e seus procedimentos devem ser simplificados. Por isso, com base na legislação vigente, trabalhamos para construir um material com orientações mais específicas e diretas para auxiliar o entendimento do que é necessário para a formalização”, observa a consultora.
O chefe do escritório da Associação Riograndense Empresa Técnica Extensão Rural (Emater/RS – Ascar) de Bento Gonçalves, o enólogo Thompson Didoné, conta que o processo para legalizar o grupo de pequenos produtores demandou esforços para viabilizar essa regularização em três eixos: tributário, sanitário e ambiental. Ele valoriza também a união das entidades do setor primário que, segundo ele, está sendo fundamental para o registro dos profissionais de vinho colonial. “É uma vitória da agricultura familiar. Logicamente, devem ser cumpridas as exigências sanitárias, mas levando em conta o aproveitamento das instalações já existentes e o aspecto cultural que envolve a produção colonial”, garante.
Segundo Alexandre Hoffmann, um dos articuladores do grupo de trabalho e pesquisador da Embrapa Uva e Vinho, o momento é de entrega de resultados, após o trabalho de diversas instituições que, ao longo de seis anos, não pouparam esforços para dar o suporte técnico na elaboração da lei e na viabilização do registro de forma mais ágil e simples para quem produz o vinho colonial. “Sabemos que o resultado obtido até aqui atende a uma parcela importante de produtores que tinham dificuldades em conseguir legalizar seus empreendimentos e querem ofertar um produto de qualidade ao consumidor. Pois tão importante quanto alcançar o registro é obter uma uva de alta qualidade e elaborar o vinho de acordo com as boas práticas, sem abrir mão da cultura que está imersa nesse produto tão apreciado”, afirma. “Com a adequação, os produtores terão segurança jurídica e os consumidores maior confiança na qualidade do vinho que adquirem”, resume o especialista da Embrapa.
Em abril de 2017 foram realizadas as visitas em empreendimentos interessados na regularização. Entre maio e agosto, a Emater apontou as alterações necessárias na estrutura física dos produtores e o Ibravin realizou consultorias para elaboração de documentos como memorial descritivo e manual da qualidade. A partir no mês de julho, a Emater assessorou o encaminhamento de documentos e na inserção de dados no Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos Agropecuários (Sipeagro).
O Rio Grande do Sul concentra a maior parte dos produtores de vinho colonial/artesanal, mas, segundo projeções, estima-se que cerca de quatro mil famílias produzam e vendam sem registar seu vinho no Brasil. A expectativa dos coordenadores do grupo é que essa experiência possa guiar e facilitar a legalização destes agricultores, como um importante fator de renda, sustentabilidade e manutenção da tradição da elaboração de vinho.
Além de Ibravin, Emater, Embrapa Uva e Vinho, Seapi/RS e Mapa, integram o grupo representantes da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo do Rio Grande do Sul (SDR/RS), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFGRS) e do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS).

Vinho e suco de uva atraem visitantes internacionais ao Brasil no mês do Carnaval

Neste mês de fevereiro, além do ritmo, da dança e da folia contagiante do Carnaval, visitantes de diferentes países virão ao país motivados por outras de nossas especialidades: o vinho e o suco de uva. Três grupos compostos por jornalistas e compradores de redes varejistas e restaurantes dos Estados Unidos, além de estudantes de mestrado da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) circularão pela Serra Gaúcha trazidos pelos projetos setoriais de promoção internacional Wines of Brasil e 100% Grape Juice of Brazil – realizados em parceria entre o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) – para conhecer, estudar e fazer negócios.
Entre os dias 6 e 9 de fevereiro, oito jornalistas e relações públicas de veículos de grande circulação na terra do Tio Sam, como Vogue, Condé Nast Traveler, Harper’s Bazaar, USA Today, Napa Valley Register, Eater, The Manual, Modern Farmer e The Wine Siren, farão tours enogastronômicos pela Serra Gaúcha, além de participarem de palestras técnicas sobre a produção nacional e as Indicações Geográficas brasileiras de vinho.
Na semana seguinte, no dia 19, aterrissam na região 18 estudantes do curso de mestrado da OIV para aprofundar seus conhecimentos a respeito das características do setor vitivinícola e o perfil dos vinhos nacionais. Em 2016, o Brasil integrou a grade do curso da entidade internacional, recebendo mestrandos que degustaram mais de 30 vinhos das principais regiões produtoras. O painel organizado pelo Ibravin foi conduzido pelo sommelier Maurício Roloff, que também fez uma apresentação institucional e tirou dúvidas dos participantes. “Para a maioria, foi o primeiro contato com vinhos brasileiros, e ficou claro que eles ficaram bem impressionados pela qualidade. Essa é uma característica dos nossos rótulos: a capacidade de surpreender”, resumiu Roloff.
No mesmo período, de 18 a 23 de fevereiro, será a vez de compradores de importantes redes gastronômicas e varejistas descortinarem as potencialidades das bebidas verde-amarelas. Os representantes da Full Circle Wine Solutions, Del Frisco’s Restaurant Group, Consolidated Restaurant Operations Inc. e Grand Cata farão um tour por 11 vinícolas de seis diferentes zonas vitivinícolas da Serra. Na taça, os visitantes estarão buscando a tipicidade brasileira para ofertarem no diversificado, porém concorrido, mercado norte-americano.
“Tanto o projeto com jornalistas como o de compradores têm como foco os Estados Unidos, um de nossos principais mercados-alvo. Já conseguimos chamar a atenção dos críticos e da mídia especializada, que querem saber cada vez mais sobre a nossa produção. E, assim como vamos trabalhando com a formação de imagem, paralelamente vamos construindo os canais de venda e distribuição”, observa o gerente de Promoção do Ibravin, Diego Bertolini.
Ainda em fevereiro, o Wines of Brasil estará desfilando seus os destaques verde-amarelos no Reino Unido, durante o Specialist Importers Trade Tastings – SITT Springs 2018, realizado no dia 26, em Manchester, e no dia 28, em Londres. Voltado exclusivamente para compradores, importadores, donos de lojas, sommeliers e jornalistas, o evento é uma grande oportunidade de prospectar parceiros locais, abrir novos pontos de venda e conversar diretamente com formadores de opinião nesse mercado. No total, 15 rótulos serão apresentados pela JK Marketing, agência de relações públicas do projeto no país.
stados Unidos, Reino Unido e China são os mercados-alvo do projeto Wines of Brasil por terem alto volume de importação e, no caso dos países ocidentais, também ostentarem um grande consumo per capita. “Este ano estaremos fortalecendo o nosso posicionamento como um dos melhores produtores mundiais de espumante, produto com o qual já temos reconhecimento no mercado internacional e que reflete a nossa alegria, jovialidade e profissionalismo”, observa Bertolini. “Além disso, estamos focando na união dos projetos de vinho e de suco. O mercado americano também é nosso alvo na exportação do suco de uva. A categoria representa 50% da uva processada no Rio Grande do Sul e mais de 115 milhões de litros comercializados interna e externamente”, completa.
Agenda Wines of Brasil em fevereiro:
6 a 9 de fevereiro – Press trip com jornalistas e relações públicas dos Estados Unidos. Os veículos de imprensa envolvidos são Vogue, Condé Nast Traveler, Harper’s Bazaar, USA Today, Napa Valley Register, Eater, The Manual, Modern Farmer e The Wine Siren.
19 de fevereiro – Apresentação do panorama vitivinícola brasileiro à turma de mestrado da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV).
18 a 23 de fevereiro – Projeto Comprador com redes gastronômicas e varejistas dos Estados Unidos. As empresas que enviaram representantes são Full Circle Wine Solutions, Del Frisco’s Restaurant Group, Consolidated Restaurant Operations Inc. e Grand Cata.
26 e 28 de fevereiro – Participação no Specialist Importers Trade Tastings – SITT Springs 2018, evento realizado em Manchester e Londres, no Reino Unido, voltado exclusivamente para compradores, importadores, donos de lojas, sommeliers e jornalistas.
Sobre o Wines of Brasil e o 100% Grape Juice of Brazil
O Wines of Brasil e o 100% Grape Juice of Brazil são iniciativas de promoção comercial dos vinhos, espumantes e suco de uva brasileiro no mercado externo, desenvolvidos, desde 2002, entre o Ibravin e a Apex-Brasil. Os projetos setoriais contam, atualmente, com a participação de 42 vinícolas e têm como mercados-alvo os Estados Unidos, Reino Unido, China e Paraguai. Nos últimos anos, cerca de 95% das empresas que aderiram as iniciativas conseguiram dar continuidade em suas exportações, devido ao suporte e aos programas de capacitação oferecidos e o trabalho setorial de consolidação da imagem dos rótulos nacionais no Exterior. Mais informações podem ser obtidas nos sites www.winesofbrasil.com, www.grapejuiceofbrazil.com e www.ibravin.org.br.

Crédito: Cassiano Farina/Ibravin

Gaúcho Luis Molossi, candidato a deputado na Itália, apresenta diretrizes do partido MAIE

“A proteção social dos imigrantes italianos, a promoção da nossa língua e cultura e a construção do ‘Sistema Itália’ no mundo são os princípios orientadores do Movimento Associativo Italianos no Exterior (MAIE). O movimento, de cunho político, cultural e social, não pretende privilegiar uma matriz ideológica específica, mas representar e defender o valor das comunidades italianas no exterior”, explica o advogado e contabilista Luis Molossi, natural do município de Nova Bassano, da Serra Gaúcha, candidato pelo MAIE a uma das quatro cadeiras da América do Sul na Câmara de Deputados de Roma.
A eleição no exterior acontece a partir da segunda semana deste mês de fevereiro, com o início da distribuição do material pelos correios. O voto de cada eleitor, para ser computado, deverá chegar aos consulados antes das 16 horas do dia 1 de março. A computação dos votos acontecerá em Roma. Já na Itália, o pleito ocorre no próximo dia 4 de março.
Oposição a vários governos italianos
Segundo Molossi, o MAIE foi oposição a vários governos italianos que, nos últimos anos têm destruído a rede consular italiana no mundo e violado os direitos dos italianos que vivem no exterior, com a introdução da taxa sobre a cidadania e o IMU -equivalente, na Itália, ao IPTU no Brasil. “Eles abandonaram a nova emigração italiana à sua própria sorte, cortando fundos destinados às Câmaras de Comércio no exterior e a promoção da língua e da cultura da Itália”, acrescenta. Ele acentua que os problemas vividos pela comunidade italiana no Brasil exigem uma abordagem mais prática, “além da mera discussão ideológica entre esquerda e direita”.
Senso de pertencimento
O candidato, residente em Curitiba, Paraná, ressalta que nos seus mais de 30 anos de vida profissional, como advogado e contabilista, ajudou vários empresários italianos que investem no Brasil a concretizar projetos relevantes para os dois países. “Mas, minha militância vai além. Luto por direitos iguais para todos e pela manutenção do forte senso de pertencimento que carregamos no sangue e que nos vincula à Pátria Mãe”, complementa ele.

Celebração do Ano Novo Tibetano

O Chagdud Gonpa Khadro Ling, centro de budismo tibetano Vajrayana, localizado na cidade de Três Coroas, no Rio Grande do Sul, realizará a apresentação pública de danças sagradas tradicionais, no dia 18 de fevereiro, domingo, às 10h da manhã. O evento concluirá as comemorações do Ano Novo Tibetano, o Losar. O ano que se inicia é o de 2145, ano do cachorro de terra, de acordo com o calendário tibetano.
As danças são realizadas com indumentárias, máscaras e implementos tradicionais tibetanos e representam a meditação em movimento. Elas expressam a aspiração de que a paz e a harmonia aumentem para todos os seres, e que o poder da intenção positiva de evitar que qualquer escuridão, distúrbios ou energias negativas do ano que passou sejam levados para o ano seguinte.
Este já é um evento tradicional da Serra Gaúcha, atraindo visitantes da região, adeptos e simpatizantes do Budismo de todo o Brasil, para juntos comemorar a entrada do novo ano. Neste ano, as cerimônias do Losar serão lideradas por Chagdud Khadro, diretora espiritual do Chagdud Gonpa Brasil.
Importante:
•As danças terão início às 10h, pontualmente. Agende-se para chegar ao local com antecedência para estacionar o carro e acomodar-se com tranquilidade. O portão será aberto ao público às 9h.
•O evento será realizado embaixo de uma tenda, portanto não será cancelado em decorrência de chuva ou tempo ruim.
•A entrada ao Centro Budista é gratuita e o acesso só poderá ser feito em carros de passeio.
Local e acesso:
O Khadro Ling está a 7 km de Três Coroas, com acesso por estrada de terra. Caso você venha de carro de Porto Alegre, siga pela RS-020 em direção a São Francisco de Paula. Dobre à esquerda na parada de ônibus 177, seguindo a sinalização. Se vier pela RS-115, dobre à direita no primeiro trevo de Três Coroas, em direção ao bairro Águas Brancas. Você vai seguir por 7 km em uma estrada de terra. Nas bifurcações, entre sempre à esquerda.

Conexão com as origens: cidadãos italianos no exterior podem votar em representantes para Parlamento.

Preservar a história permite conhecer e valorizar o passado, compreender dinâmicas e cultivar vínculos com elementos formadores da própria identidade. A conexão das pessoas com suas origens é viabilizada a partir do trabalho do Instituto Memória Histórica e Cultural (IMHC) da UCS, que atua em áreas relacionadas à preservação e ao estudo da memória individual e coletiva, pessoal e institucional, em diversos campos culturais.
Entre os programas que compõem o IMHC está o ECIRS – Elementos Culturais da Imigração Italiana no Nordeste do Rio Grande do Sul, que dedica-se ao levantamento sistemático de bens e valores culturais das comunidades rurais da região. O trabalho relaciona-se ao estudo e à preservação da cultura construída em terras brasileiras, associada ao processo de imigração italiana, que se evidencia na região.
Também é possível conectar-se às origens ao se manter informado sobre temas atuais e, inclusive, participar de processos cívicos vinculados às suas terras de origem. Exemplo nesse contexto são as eleições para o Parlamento Italiano, que ocorrem dia 4 de março. Você sabia que cidadãos italianos residentes no exterior ou brasileiros com cidadania italiana também podem escolher seus representantes? O voto de quem mora na América do Sul influencia na eleição de dois senadores e quatro deputados.
Os cidadãos italianos receberão em suas residências cadastradas no consulado as cédulas de votação, nas quais, para participar do processo, devem indicar dois candidatos ao Senado e outros dois à Câmara dos Deputados. Para que o voto seja contabilizado em tempo nas eleições, em Roma, o ideal é que seja postado no correio até 22 de fevereiro, o que pode ser feito sem custos.
Para saber mais sobre o processo, consulte o seu consulado. Seu voto pode refletir na política para imigrantes italianos.

Vinícola Aurora exporta, em janeiro, volume igual ao de todo o primeiro semestre de 2017

A Vinícola Aurora exportou 64.176 garrafas no mês de janeiro, de vinhos brancos e tintos, espumantes, Keep Cooler e suco de uva. Isso equivale ao total que exportou em todo o primeiro semestre do ano passado. O desempenho com vendas externas nesse primeiro mês do ano gerou um faturamento 4 vezes maior que o de janeiro de 2017.
A China foi o país que recebeu o maior volume nesse início de ano: 25.632 garrafas, sendo 15.552 de Keep Cooler e 10.080 de espumantes da linha Brazilian Soul, Moscato Rosé e Demi-sec branco – o país já importava Brazilian Soul Moscatel Branco e, a partir da participação da Aurora na Prowein China, em novembro, ampliou suas compras com esses novos itens.
O Japão recebeu 17.640 garrafas, de espumantes das linhas Aurora e Aurora Procedências, além de vinhos brancos e tintos das linhas Aurora Reserva e Aurora Varietal (13 rótulos diferentes), produtos de maior valor. Por isso, o país foi o maior mercado importador da Aurora em janeiro, responsável por 44,9% do faturamento com exportações no mês.
Taiwan completa os países asiáticos que importaram da Aurora no primeiro mês de 2018, com um novo cliente que iniciou os negócios com a vinícola importando 3.940 garrafas de suco de uva integral Casa de Bento. Assim, a Ásia respondeu por 80% do faturamento da vinícola em janeiro. “A Ásia segue sendo o foco da Vinícola Aurora para este ano e o suco de uva e o espumante Moscatel como carros chefes no projeto de expansão das exportações”, afirma Rosana Pasini, gerente de Exportaçõ
es da empresa.
A vinícola prepara novos embarques em fevereiro, para Europa e América do Sul, de várias de suas marcas. A Vinícola Aurora, maior e mais premiada do Brasil, comemora 87 anos de fundação em 14 de fevereiro.

Foto: Daiane Zatt

Festa da Cuccagna no Vale dos Vinhedos ocorre no dia 10 de fevereiro

Festa da Cuccagna no Vale dos Vinhedos ocorre no dia 10 de fevereiro
No próximo dia 10 de fevereiro, o Vale dos Vinhedos terá a Festa da Cuccagna. O evento ocorre ao lado da Igreja do 8 da Graciema, a cerca de 100 metros do Hotel Villa Michelon, a partir das 19 horas. A festa faz alusão a fartura de comida, facilmente encontrada na região da imigração italiana, como a Serra Gaúcha.
A abertura ocorre com sabragem, seguida por contação da história da Cuccgna. Haverá também colheita do salame, pisa das uva, campeonato árvore da Cuccagna e filò com comidas típicas.
Ingressos disponíveis na Mondê Chocolates, Cantina Barcarola, Varejo Vinhas do Vale, associados do Circolo Trentino e Trentino Promozioni, site www.passeiosnovale.com.br
Informações:
E-mail: circolotrentinobento@gmail.com
WhatsApp: +55 54 99142 771