Irmãos relatam a vida de agricultores cooperados da Vinícola Aurora

Os irmãos Ivanir Rubbo, 37 anos, e Nestor Rubbo, 42 anos, da Linha Silva Pinto Norte, interior de Pinto Bandeira falam sobre a vida no campo, planos e o que os motiva a continuar na agricultura e de serem cooperados da maior vinícola do país, a Aurora. A família vive da agricultura, trabalham desde criança na terra e afirmam que esta é a vida que querem para si.
Juntos os irmãos vivem com a mãe, Lurdes Martina Basso Rubbo, 75 anos e suas esposas e filhos. Nestor é casado Débora, 33 anos e Ivanir é casado com Loirimar, 31 anos. Uma família inteira envolvida na produção de frutas. São 11 hectares de vinhedos, quatro do cultivo pessegueiros e quatro de ameixas. Toda a produção de uva é vendida à Cooperativa Aurora. São cultivadas as variedades, Cabernet Sauvignon, Merlot, Moscato Branco, Moscato Hibrido, Pinotage, Riesling, Rubia, Brs Cora, Brs Carmen, Concord e Isabel. Na safra deste ano, os produtores colheram 380 mil quilos de uva. “Entregamos uma safra de qualidade, motivo de grande orgulho para a Cooperativa, que evolui a cada ano no nível de produtos apresentados ao mercado. Esse ganho crescente, sem dúvida, é consequência do comprometimento de cada família associada em melhorar permanentemente o nível das uvas”, afirma Ivanir.
Os irmãos são cooperados desde os 18 anos de idade e seu pai, Danilo Rubbo, também foi. “A aurora é nossa segunda casa. As portas estão sempre abertas, nos sentimos em casa. Essa aproximação com o produtor e a diretoria é fundamental. A valorização das famílias contadas através das reportagens nos enche de orgulho porque daqui um tempo nossos filhos saberão a história de seus pais”.
Tecnologia
No campo é cada vez mais comum a inserção de tecnologias buscando meios para melhorar a vida do produtor rural e aumentar a produtividade. Pensando nisso, a Cooperativa Aurora tem inovado em seus serviços, através dos bins e agendamento na entrega de uva. “A cooperativa tem nos proporcionado uma tecnologia melhor com os bins, menos esforço físico, economia de mão de obra e agilidade. Só melhorou. O agendamento foi uma “mão na roda”,” avalia Nestor.
“Iniciamos a experiência com os bins há três anos com apenas dez unidades para trabalhar com a uva comum, para ver como a fruta chegava até a cantina e como agente se adaptaria a nova tecnologia. A partir disso, só ganhamos agilidade com a experiência. É fundamental que os produtores se adaptem a essas tecnologias “explica o produtor.