Fritada de batata e salame

(Ormuzd Alves)

Bateu aquela fome, mas está sem tempo de fazer pratos elaborados? Então quem sabe fazer uma receitinha rápida e saborosa, com dois alguns ingredientes básicos, que você provavelmente tem em casa.

Ingredientes
3 unidades de batata médias
1 unidade de cebola pequena picada
5 colheres (sopa) de azeite de oliva
6 unidades de ovo
120 gramas de salame cortado em rodelas finas

Modo de preparo
– Descasque as batatas e corte-as em rodelas bem finas.
– Faça o mesmo com a cebola.
– Em uma frigideira antiaderente, aqueça 3 colheres (sopa) do azeite. Coloque as fatias de batata e cebola em camadas.
– Tampe a frigideira e deixe no fogo baixo durante 20 minutos.
– Bata bem os ovos e despeje sobre as camadas de batata e cebola.
– Distribua sobre elas as fatias de salame.
– Doure a fritada dos dois lados. Sirva em seguida.

Dica:
Se preferir você pode substituir o salame por linguiça calabresa cortada em rodelas finas.

Sensibilização do Programa de Educação Fiscal e Nota Fiscal Gaúcha

A Prefeitura Prefeitura Municipal de Monte Belo do Sul convida a comunidade a participar da “Sensibilização do Programa de Educação Fiscal e Nota Fiscal Gaúcha”, que acontecerá no dia 30 de outubro (terça-feira) às 9h no Gabinete do Prefeito Municipal.

A realidade e a esperança no definitivo

Foto: Pe. Luiz Antonio Mascarello, CP. Pároco e Reitor

A plenitude última se alcança no encontro com Deus. Na teologia, a escatologia, trata das realidades últimas da pessoa, da humanidade e do mundo. A realidade última é o que é definitivo e manifesta o máximo daquilo que cada pessoa pode alcançar: o encontro com Deus. É olhando a pessoa de Jesus que cada um de nós vê aquilo que é chamado a ser. Jesus é

a imagem perfeita do futuro do ser humano, pois Nele a humanidade reencontrou a sua ori-gem em Deus.

O futuro do ser humano é Deus pelo fato de que Nele temos nossa origem, Gn 1,27. Fomos criados por Deus e o nosso fim Nele está. Entre o início e o fim há, porém, um longo caminho… Caminho que cabe a cada um de nós tracejarmos.

Toda a experiência do Povo de Deus é uma constante busca de um futuro melhor. Abraão deixa tudo pela promessa de Deus. No meio do sofrimento, a fé na justiça de Deus faz com que se desenvolva no meio do povo a certeza de que, mesmo que os sofrimentos deste mundo pareçam invencíveis, a última palavra é de Deus. Neste contexto nasce a esperança da ressurreição (1Mac 7), como forma de recompensa para os que morrem por causa de Deus e de sua justiça.

No tempo de Jesus, a esperança que mantém vivo o povo dos pobres que sofre é a de que Deus vai enviar seu ungido para realizar Seu Reino.

Nós somos criaturas de Deus e por isso a nossa existência tem um começo e um fim. A morte é uma separação dolorosa, principalmente quando for alguém próximo. A morte nos lembra de que o que realizamos nesta vida está feito, é o fim da peregrinação terrena, é o tem-po da graça e da misericórdia. Na fé cremos que, pela participação na ressurreição de Jesus Cristo, nossa vida continua em Deus.

“A morte põe termo à vida do homem, enquanto tempo aberto à aceitação ou à rejei-ção da graça divina, manifestada em Jesus Cristo” (Catecismo da Igreja Católica, nº 1021).

Jesus enquanto redentor do mundo tem o pleno direito de nos julgar, pois ‘adquiriu’ este direito por sua Cruz e o seu julgamento é para a salvação. Portanto, sempre é tempo para mudarmos de vida e enveredarmos nos caminhos do Senhor.

A morte é o último evento da vida humana neste mundo. Ela não é o fim, mas o ponto de intercessão entre a existência no mundo e a vida definitiva em Deus. No Credo rezamos: “cremos na ressurreição da carne e na vida eterna”. A fé em Jesus ressuscitado nos dá essa certeza. Ele foi o primeiro. Como os discípulos foram enviados para anunciar o Cristo ressus-citado, assim também nós somos chamados a dar testemunho de Jesus Cristo.

Pe. Luiz Antonio Mascarello, CP.

– Pároco e Reitor –

Exposição de Vicente Silveira abre no Museu Municipal de Garibaldi

A exposição “Uma imagem que fala”, sobre Vicente Silveira, foi aberta ontem à noite, 25 de outubro, no Museu Municipal de Garibaldi. A mostra segue até janeiro. O evento de lançamento contou com a presença de autoridades locais, candidatas a soberanas da Fenachamp 2019 e comunidade em geral.

Vicente atuou como fotógrafo, músico, cantor, poeta e escritor, e sempre foi reconhecido como defensor do patrimônio cultural e histórico de Garibaldi. As imagens contemplam construções históricas do Município, a natureza e a simplicidade do interior garibaldense, além de pontos turísticos. Também estão expostas máquinas fotográficas e demais instrumentos de trabalho, e, ainda, objetos pessoais do fotógrafo.

Edi Debenetti do Circolo Trentino // Créditos: Priscila Pilletti

A historiadora garibaldense Elenita Girondi contou sobre a motivação da mostra e lembrou a quantidade de fotos, de todo tipo, que Vicente registrou ao longo da vida. “De 1970 até a última década, Garibaldi esteve nas lentes do fotógrafo. As imagens documentam o início de vinícolas da cidade, as mudanças de hábitos, a evolução da cidade como um todo”, definiu. “O projeto contou com a ajuda de muitas pessoas: do escritor e historiador Diogo Guerra, das integrantes do Circolo Trentino, da arquiteta Patrícia Pasini, do ex-diretor do Museu Municipal Jones De Paoli e da equipe do Museu, a quem agradeço muito”, finalizou.

Em nome do Circulo Trentino, Edi Debenetti reforçou o olhar sensível e artístico do fotógrafo, que ficou mais evidente no livro “Perto das Estrelas”, um registro da memória arquitetônico-religiosa na antiga Colônia Conde D’Eu, com as fotografias de Vicente registrando capitéis, igrejas, capelas e grutas.

Inauguração da mostra Vicente Silveira // Créditos: Priscila Pilletti

O prefeito de Garibaldi, Antonio Cettolin, disse que Garibaldi se preocupa com a história e com a defesa do patrimônio. Reforçou que o local da exposição, o Museu Municipal, é ideal para o resgate, e que Vicente deixou um acervo de extrema importância para que a história do Município seja documentada. Lembrou ainda que a cultura fomenta o desenvolvimento do turismo quando traz experiências genuínas que contem a história do lugar e de um povo. “O turismo é feito de história, e Garibaldi tem muita”, destacou.

A iniciativa da exposição é do Circolo Trentino de Garibaldi e conta com apoio do Poder Público Municipal, por meio do Museu Municipal. A exposição integra ainda a programação do aniversário de 118 anos do aniversário de Garibaldi.

Coro Via Voz se apresenta em Pinto Bandeira

O Coro Via Voz esta realizando uma mini turnê pela Serra Gaúcha, se apresentando em quatro locais: Feliz, Caxias do Sul, Bento Gonçalves e Pinto Bandeira. Névio Nicchetti de Campos é que esta por trás da organização da turnê. Antigo morador de Caxias do Sul e “pintarol” por adoção. O grupo finaliza a turnê se apresentando, no dia 28/10, em Pinto Bandeira, no Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Pompéia, com missa às 9h e concerto às 10h.

Conheça a história do Coro
O Coro Via Voz foi criado pelo seu atual regente em setembro de 1987 como um octeto com intuito de fazer musica brasileira harmonizadas em até oito vozes. Tem um repertório eclético, não se prendendo a um estilo, mas procurando interpretar peças que tenham conteúdo poético, harmônico e artístico. Participou de festivais em Recife, Fortaleza, Natal, João Pessoa, Maceió, Salvador, Belo Horizonte e várias cidades de Pernambuco, assim como em solenidades e casamentos. É acompanhado pelo Maestro e Pianista Gilberto Santos Filho e nesta turnê está sendo acompanhado pelo Professor, Maestro e Pianista Artur Fabiano Araújo de Albuquerque.

Maestro João Coimbra
O Maestro João Coimbra, natural de Campina Grande/PB é formado pela Universidade Estadual do Ceará-UECE. Estudou regência com os professores D’Alva Stella Nogueira Freire, Repegá Fermanian, doctor Hugh Ross e Parcival Módolo. Atualmente rege o Coral Canto Livre/AABB Recife, o Coral SINDSEP/PE e o Coro Via Voz. Ocupa a cadeira de número 25 da Academia Pernambucana de Música e é Cidadão Pernambucano desde 20/12/2006.

Gilberto dos Santos Filho
Iniciou seus estudos musicais na Igreja Presbiteriana da Encruzilhada, onde logo se tornou o pianista oficial e regente daquela instituição.
Em 1997 dedicou-se ao ministério de música e evangelismo – Grupo EMME – na Organização Palavra da Vida em Atibaia/ SP.
É graduado em Administração e Licenciatura em Música pela UFPE, onde participou dos seguintes grupos musicais: Txaimus, Coro Universitário, Coro Opus 2 e Contracantos.
Atualmente, além do Coral Padre Geraldo Pennock, é regente do Coro Adorai (Igreja Batista Missionária em Jardim São Paulo), Coro Voz Urbana (URB Recife), Coro Canto do Rouxinol (UNATI/ UFPE), Coro Amigos (Rotary Casa Amarela) e também atua como pianista dos coros Canto Livre AABB/Recife e Via Voz.

Arthur Fabiano Araújo de Albuquerque
Natural de Olinda/PE,iniciou seus estudos musicais com a Professora Naim Morais, na 1ª Igreja Batista de Rio Doce. Mestre em Música – Educação Musical, pela Universidade Federal da Paraíba (2011), Licenciado em Música pela Universidade Federal de Pernambuco (2007), Técnico em Piano Erudito, classe do Professor Levi Guedes, pelo Centro de Educação Musical – Cemo (2003). Atuou como pianista co-repetidor do Conservatório Pernambucano de Música. Trabalha na co-repetição de Corais como os da Chesf, AABB (Banco do Brasil), Canto no Ponto, Águas do Prata, Afag Olinda, Via Voz, dentre outros. É Professor de Música do quadro efetivo do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN Campus Nova Cruz), Regente do Coral Semear Alegria (Recife-PE) e do Coral Vozes do Agreste (IFRN Campus Nova Cruz).

Batata no forno com frango e presunto

Quem disse que para comer bem precisa ter tempo? Confira uma receita para fazer em apenas 20 minutos

Anda sem tempo para preparar pratos elaborados? Está cansando de comer macarrão instantâneo e comida congelada? Se você já tiver um frango desfiadinho pronto, fica ainda mais fácil. E, claro, você pode usar a batata que você quiser!

INGREDIENTES
500 g de peito de frango cozido e desfiado
800 g de batata cozida em rodelas
1 copo de requeijão
1 molho de tomate
azeitona picada a gosto
200 g de mussarela fatiada ou ralada
200 g de presunto fatiado ou ralado
orégano a gosto

MODO DE PREPARO
– Refogue o molho de tomate com óleo e tempero em uma panela e acrescente o peito desfiado
– Coloque um pouco de água e deixe ferver um pouco
– Depois, adicione a azeitona picada e desligue o fogo
– Pegue um refratário de vidro e coloque o frango com o molho por baixo
– Logo em seguida coloque o requeijão por cima do frango e depois as batatas cozidas em rodelas
– Cubra com o presunto e a mussarela e polvilhe orégano por cima
– Leve ao forno preaquecido entre 180°C a 200°C até o que queijo derreter
– Sirva quente

 

Conheça a orquídea de flores globulares

De fácil cultivo, orquídea possui flores globulares verdes e amarelas (Foto: Flickr/Alex Popvkin/Creative Commons)

A orquídea Catasetum luridum é uma planta brasileira encontrada em matas do litoral da Bahia até o Rio de Janeiro. De fácil cultivo, possui flores globulares verdes e amarelas, sendo alguns exemplares ponteados de vermelho tanto do lado interno quanto externo.

Ela pode ser confundida com as orquídeas Catasetum globiferum e Catasetum purum, devido à suas semelhanças. Este grupo de espécies raramente tem flores hermafroditas – com os dois sexos. Frequentemente, as plantas apresentam hastes femininas ou masculinas, que são sempre mais bonitas, mas podem ter vida mais curta, pois morrem assim que perdem o pólen.

Campylocentrum grisebachii – Uma das menores orquídeas do Brasil

A família das orquídeas conta com 35 mil espécies descritas, além das aproximadamente 65 mil formas híbridas produzidas por cruzamento de forma espontânea e cultivada. Existem orquídeas das mais variadas dimensões, desde pequenas plantas com flores do tamanho da cabeça de um alfinete, até plantas que chegam a ter três metros de altura.

As orquídeas estão espalhadas por todo o mundo, desde o Árctico até aos Trópicos, mas é nas regiões mais quentes que são encontradas em maior abundância e variedade de cores e formas. Em relação à altitude, podem ser encontradas desde o nível do mar até as regiões mais altas, como nos Himalaias, sendo mais frequentes entre os 500 e 2000 metros.

Cada espécie de orquídea tem a sua particularidade, o seu habitat peculiar e as suas exigências para viver. Algumas espécies mais comuns são fáceis de manter e florir, outras são muito raras e difíceis, tanto de manter a planta saudável, como de obter as condições necessárias para que a planta dê flor. Cada tipo de orquídea é atraente para um tipo de insecto, e as formas, tamanhos e cores irão variar de acordo com a(s) espécie(s) que as poliniza(m).

Existem, por exemplo, orquídeas que são polinizadas por moscas, que têm flores pequenas de cor vermelho escuro combinando com verde pálido, que imitam a carne em decomposição, tendo muitas vezes um odor desagradável. Aquelas que são polinizadas por colibris investem no vermelho, ou em cores fortes, preferidas destas aves, tendo também grande quantidade de néctar. Mas, se gastam em néctar, economizam em odor, visto que estas aves praticamente não têm olfacto.

A classificação das Orquídeas depende do local onde vivem, podendo ser agrupadas em:
EPÍFITAS: desenvolvem-se sobre as árvores, usando-as apenas como suporte. Constituem a maioria das orquídeas cultivadas, por apresentarem menor dificuldade no trato diário.

RUPÍCULAS: vivem sobre as pedras, em locais super quentes; as raízes ficam escondidas por baixo do limo que nasce nas fendas das rochas.

TERRESTRES: crescem sobre o solo, onde fixam as suas raízes. Vivem em locais cuja terra é rica em material orgânico, resultante da decomposição das folhas.

SAPRÓFITAS: são raríssimas, dependem da matéria orgânica em decomposição e são desprovidas de clorofila; desenvolvem-se com a ajuda de um fungo, crescendo no húmus das florestas e chegando a florir debaixo do solo. Apresentam flores pequenas e pálidas.

Cochonilha verde no limoeiro, como combater a praga?

Para combater a praga, recomenda-se o uso de inseticidas junto com óleo minerala (Foto: Carol souza Santos/Wikimedia Commons)

A praga chama-se cochonilha verde, e nada mais é do que um inseto sugador de seiva muito comum em plantas de citros. Quando ocorre em grande quantidade, o volume elevado de substância açucarada que excretam na fruteira favorece ambiente propício para a incidência de outra praga. Um fungo preto, que é chamado fumagina.

Para combater a cochonilha, é preciso utilizar inseticidas específicos, junto com um óleo mineral. Os produtos, que devem ser comprados com a apresentação de receituário agronômico, podem ser adquiridos em casas agropecuárias no varejo local com a supervisão de um agrônomo ou técnico agrícola.

Projeto Comprador da Wine South America deve gerar mais de R$ 6 milhões em negócios

Rodadas incluíram mais de 130 representantes brasileiros e do exterior. Resultado da projeção que deverá ser atingida nos próximos 12 meses foi apresentado nesta quinta-feira (25)

Mais de R$ 6 milhões em negócios projetados para os próximos 12 meses e cerca de 700 contatos. O resultado do Projeto Comprador da Wine South America (WSA), apresentado nesta quinta-feira (25) em reunião do Conselho Deliberativo do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), foi considerado positivo pelo setor e, em especial, pelas quase cem vinícolas brasileiras que participaram da feira internacional, no final de setembro, em Bento Gonçalves (RS). A ação foi viabilizada por meio de parceria entre a empresa Milanez & Milaneze – representante do grupo Veronafiere – com o Ibravin, Sebrae Nacional e Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Na primeira edição foi registrada a participação de cerca de seis mil visitantes, com a presença de 250 marcas expositoras.

Foto: Profissionais de 25 estados brasileiros e de outros 10 países participaram do Projeto Comprador // Crédito: Augusto Tomasi/WSA

No Projeto Comprador voltado à exportação, 22 vinícolas participaram de mais de 400 rodadas de negócio com representantes de empresas de 10 países – Chile, Peru, Paraguai, Colômbia, Panamá, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Espanha e Rússia. Para incentivar as vendas no mercado interno, o Projeto reuniu compradores dos 25 estados brasileiros, que prospectaram negócios com 65 vinícolas e devem resultar em R$ 2,5 milhões em vendas nos próximos 12 meses. Já na ação voltada ao mercado externo, os 30 compradores encaminharam cerca de R$ 3,5 milhões para o mesmo período.

O gerente de Promoção do Ibravin, Diego Bertolini, afirma que o Projeto Comprador foi umas das principais iniciativas realizadas junto à feira, destacando o período do ano como estratégico para o fechamento de negócios. “A vinda de mais de 130 compradores, entre os representantes brasileiros e do exterior, e o volume de negócios que foram encaminhados ajudaram a alavancar as vendas para o final de ano”, acredita. Bertolini acrescenta que no braço internacional o destaque foi para a presença de 70% de compradores de países da América Latina, mostrando o potencial deste mercado para o vinho brasileiro.

O diretor comercial Franco Perini participou das rodadas de negócios com compradores nacionais e destacou o projeto como uma importante plataforma de relacionamento. Segundo ele, mais do que fechar negócios, o objetivo é receber os compradores na região para associar as atividades comerciais com turismo e gastronomia. “São fatores que ajudam neste tipo de ação. Receber bem os compradores, mostrar novidades, mas também proporcionar momentos de lazer para esses visitantes. Tudo isso ajuda para atingir o objetivo principal que é a venda”, acredita.

A agente internacional Mari Balsan elogiou o foco dado à vinda de buyers da América do Sul. Segundo a executiva, são muitas as vantagens de negociar com os países vizinhos. “A proximidade com estes mercados acaba gerando custos menores, menor tempo para envio dos produtos, a logística toda é mais facilitada”, resume.

Mari enfatiza que o Brasil tem uma imagem positiva junto aos países da América Latina, o que auxilia no fechamento de negócios. “É importante nos fortalecermos como um bloco de países produtores, o que acaba ajudando também em outros mercados, como Europa e Ásia”, diz.

Mais do que os números positivos divulgados, a primeira edição da Wine South America foi marcada pela qualidade dos produtos apresentados, pela organização dos estandes e pelo reconhecimento internacional aos vinhos e, de forma especial, aos espumantes brasileiros.

Entre os 50 conteúdos técnicos, como palestras e degustações orientadas, destaque para a apresentação do Master of Wine britânico Alistair Cooper, que elogiou a qualidade dos espumantes brasileiros durante a palestra na WSA. Segundo ele, a variedade de estilos, a capacidade de produzir com profissionalismo tanto no método Tradicional como no Charmat e o custo-benefício estão entre os atributos da bebida.

“O Brasil está sendo Brasil com relação à elaboração de espumantes. Não está tentando ser Champagne ou Asti, e isso é muito bom. Seguramente, os espumantes brasileiros são os melhores da América Latina e me anima muito poder prová-los e conhecer mais sobre eles”, disse.

Outra atração da primeira edição da WSA foi o prêmio Catad’Or Wine Awards, que evidenciou um espumante brasileiro moscatel entre os 11 campeões e também distinguiu outros nove produtos nacionais. Ao comentar o resultado, o diretor executivo e organizador do Catad’Or, Pablo Ugarte, concorda com a opinião de Cooper sobre os espumantes brasileiros.

Ugarte lembra que teve um primeiro contato com o produto num concurso na França e, desde então, passou a incluir a categoria melhor espumante do Cone Sul na premiação. “Essa sutileza, elegância, o equilíbrio entre acidez e a fruta, a intensidade aromática, são algumas das qualidades que observamos nos espumantes brasileiros e que são reconhecidas em concursos no mundo inteiro”, explica. Ugarte também se mostrou impressionado com a qualidade de alguns vinhos tranquilos brasileiros que degustou na feira, em especial os produtos com potencial de guarda.

Porte rural de arma de fogo pode ser votado este ano

Fonte: Pixabay

De acordo com o deputado Alberto Fraga (DEM/DF), coordenador da bancada da segurança pública no Congresso Nacional, o projeto de lei 3722/2012, será votado após as eleições no Plenário da Câmara e que ele será o relator para propor um “texto mais enxuto”.

A criação da categoria de porte rural de arma de fogo e as condições simplificadas para o morador do campo ter acesso a esses equipamentos serão mantidas pelo parlamentar. A garantia de votação veio após uma conversa com o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM/RJ), no dia 23, no Rio de Janeiro, com a presença de 32 deputados.

O objetivo da alteração no texto é aprovar o mais importante e urgente no tema. O deputado cita dois pontos: o porte rural de arma de fogo é um deles. O segundo item é a subjetividade da comprovação de necessidade de uso da arma.

A votação ainda não tem data marcada e depende de dois fatores: a presença dos parlamentares e o clima político após as eleições. Mesmo se aprovado na Câmara, o projeto ainda precisa passar pelo Senado antes de virar lei.