Pavimentação que liga Pinto Bandeira à Farroupilha recebe ordem de início, assinada pelo prefeito

Mais uma estrada do interior que recebe asfalto // Créditos: Divulgação Pref. Pinto Bandeira

O Prefeito Municipal Sr. Hadair Ferrari, assinou na última terça-feira, 30 de outubro, junto a empresa Concresul Engenharia Ltda, o contrato de pavimentação da estrada que liga a Linha Jansen Linha 32) em direção à Farroupilha. A extensão da obra é de 1.014 m e o valor que vem de recurso próprio é de R$ 571.155.20 (Quinhentos e setenta e um mil, cento e cinquenta reais e vinte centavos).

A previsão para começo da pavimentação asfáltica é de no máximo 05 (cinco) dias contados a partir da assinatura e para o término é de 75 (setenta e cinco) dias. O processo para empresa que irá desempenhar a obra, foi feita por meio de licitação.

A pavimentação será composta pela base compactada e o revestimento com concreto betuminoso (CBUQ), tendo a estrada 7 metros em duas faixas de rolamento. Ao final o trecho será sinalizado a fim de promover segurança aos usuários. O Prefeito ressalta, “A estrada será importante para o melhoramento do escoamento da produção de Pinto Bandeira, assim como para o deslocamento dos moradores entre municípios”.

Pudim de abóbora com coco

O pudim é uma receita tradicional, e por isso, existem diversos modos de preparo: desde os mais simples, feitos em micro-ondas, até versões mais que vão ao forno e devem gelar por algumas horas antes de ir à mesa.

Os ingredientes usados para preparar um pudim também variam muito. É possível fazer com ingredientes como leite condensado ou até mesmo com gelatina e frutas, que são opções mais saudáveis. Para mostrar quão versátil essa sobremesa pode ser, confira esta diferente mistura que leva abóbora e coco.

Ingredientes
Calda:
1/2 xícara de açúcar
1 xícara de água
15 ameixas secas

Pudim:
2 latas de leite condensado
5 ovos grandes
1 vidro de leite de coco (200 ml)
50 g de coco ralado úmido e adoçado
700 g de abóbora bem madura sem casca (corte em cubos, cozinhe em água e deixe escorrer)

Modo de preparo
Calda:
Atenção: Esta receita requer ao menos 4 horas de geladeira. Em fogo baixo, derreta o açúcar em fôrma de cone central (25 cm de diâmetro) e acrescente a água. Deixe ferver até dissolver o caramelo e engrossar. Espalhe o caramelo por todo o interior da fôrma e, no fundo, distribua as ameixas lado a lado. Reserve.

Pudim:
No liquidificador, bata bem o leite condensado com os ovos. Acrescente o leite de coco e o coco ralado e bata mais. Junte a abóbora e continue batendo até ficar uniforme.
Com uma concha, despeje lentamente na fôrma preparada (para não deslocar as ameixas) e leve ao forno médio preaquecido (200 ºC), em banho-maria (use água quente), por cerca de 1 hora ou até firmar (faça o teste do palito). Depois de frio, leve à geladeira por umas 4 horas antes de desenformar (aqueça levemente o fundo da fôrma na chama do fogão para facilitar).

Granizo causa grande prejuízos na agricultura da Serra em pelo menos 14 municípios

Os parreirais estão entre os mais prejudicados pela chuva

Pelo menos 14 municípios tiveram suas lavouras atingidas pelo temporal que ocorreu a partir da meia-noite da terça-feira (30). Os parreirais de uva estão entre as culturas mais afetadas pela chuva de granizo, pois muitos já estavam com cachos de uva e/ou em período de brotação.

Antônio Prado, Ipê, Farroupilha, Monte Belo do Sul, Bento Gonçalves, Pinto Bandeira, Monte Alegre dos Campos, Nova Roma do Sul, Nova Roma do Sul, Campestre da Serra, Bom Jesus, Flores da Cunha, São Marcos e Caxias do Sul também registraram prejuízos graves na agricultura.

De Monte Belo a Campestre da Serra
Os números das perdas ainda estão sendo calculados pela Emater Serra, mas de acordo com o engenheiro agrônomo Enio Ângelo Todeschini, esta tempestade foi a maior registrada desde 2010, quando também ocorreram grandes estragos devido ao granizo e ao vento. Na época grande parte da produção agrícola foi perdida na região. O engenheiro explica que a área atingida pelo temporal começou no município de Monte Belo do Sul e terminou em Campestre da Serra.

Caxias do Sul
Os prejuízos também estão sendo contabilizados, mas o presidente do Sindicato de Trabalhadores Agricultores Familiares, Rudimar Menegotto, informa que o temporal atingiu, principalmente, a localidade da 6ª Légua e os distritos de Fazenda Souza e Santa Lúcia do Piaí (com perdas de 100% em algumas culturas).

As culturas mais atingidas foram as frutas com caroço, devido ao tamanho que se encontravam no pé, como a ameixa e o pêssego. As frutas encontram-se ou no chão ou batidas. Já as lavouras de cebola e tomate em Santa Lúcia também teriam sido atingidas, mas o seu estrago ainda não foi totalizado pelos produtores atingidos. Neste momento é preciso que os agricultores que têm seguro acionem as empresas responsáveis.

Monte Alegre dos Campos
O município de Monte Alegre dos Campos, nos Campos de Cima da Serra também sofreu grandes estragos por causa da chuva. O prefeito Hildebrando de Almeida (PP) estima que de 60% a 70% dos produtores tiveram perdas próximas de 100% da safra da uva. De acordo com o prefeito, a cidade deve decretar estado de emergência nos próximos dias para proteger os produtores em relação ao seguro ou conseguir algum tipo de renegociação dos bancos para quem tem financiamento. O decreto deve ser protocolado ainda nesta quinta-feira (1).

Pinto Bandeira

Maior parte da produção de pêssegos foi afetada na cidade
Foto: Daniel Pavan / Divulgação

Daniel Pavan, secretário de agricultura e vice-prefeito do município, calcula que 70% da produção de pêssegos tenha sido atingida pela chuva de pedra. O pêssego, em fase de maturação, é especialmente suscetível ao granizo.

A estimativa é que pelo menos 240 produtores da fruta no município tenham sofrido prejuízos em suas plantações. A safra da fruta, que tinha previsão para mais de 18 milhões de quilos, deve ser bastante prejudicada. Algumas propriedades perderam 100% da safra da fruta.

Pinto Bandeira também é responsável por uma produção expressiva de uvas, e segundo o secretário de agricultura e vice-prefeito do município, até 40% dos proprietários podem ter sido atingidos pela tempestade.

Bom Jesus

Granizo cobriu a plantação de alho em propriedade do município
Foto: Marcelo da Silva Nunes / Divulgação

O Sindicato Rural da cidade recebeu relatos de perdas na fruticultura — pêssego, uva, maçã e ameixa — além de danos na lavoura de alho e batata. Em algumas propriedades, o cultivo de alho teve perda total, assim como parte da produção de maça, que não tinha cobertura contra geada.

Granizo destrói 90% da produção de uva em Nova Pádua

Após a destruição, o município de Nova Pádua decretou situação de emergência

Após o granizo que atingiu a Serra na madrugada desta quarta-feira (31) destruir 90% da produção de uva e 80% de outras culturas, como o alho, cebola e pêssego, o município de Nova Pádua decretou situação de emergência. O número dos estragos ainda pode aumentar, pois o levantamento ainda não foi finalizado.

São Marcos registrou granizo no interior e na área urbana
Foto: Cristiano Lemos / Divulgação

A Escola Estadual de Ensino Médio e a Escola de Educação Infantil Professores Bortolo Bigarela e Idalino Vailatti não tiveram aula devido a problemas na rede elétrica e ainda pela manhã, as equipes trabalhavam para desobstruir as estradas, além de seguir atendendo a outros chamados da comunidade.

Nova Roma do Sul
Os prejuízos em Nova Roma do Sul também segue grandes, fazendo com que o município decretasse situação de emergência neste quinta, 1. As perdas chegaram a 70% da produção de uvas e de acordo com o prefeito Douglas Pasuch. Plantações de alho, cebola, pêssego e ameixas também tiveram prejuízos. Não há estradas bloqueadas no interior, mas as condições são precárias, para quem precisar trafegar, o alerta é de atenção total.

Casas e escolas atingidas
Mais de 100 casas e três escolas acabaram destelhadas devido ao temporal, além do prejuízo que afetou seriamente a agricultura de Flores da Cunha. Segundo o prefeito de Flores da Cunha, Lídio Scortegagna, a Linha 40, o Travessão Alfredo Chaves e a localidade de Sete de Setembro foram os pontos do interior mais atingido. A cidade também teve queda de árvore em diversas vias. o levantamento total dos estragos ainda não foi concluído, mas podem levar a Flores da Cunha também decretar estado de emergência.

Pedidos de ajuda federal
São Marcos e Monte Alegre dos Campos também avaliam o pedido de ajuda federal, sendo em São Marcos para obter financiamento por parte dos agricultores atingidos. Bom Jesus também registrou fortes estragos devido a grande quantidade de granizo, por isso, a prefeitura deve avaliar nesta quinta-feira (1), se decreta ou não emergência.

Família produz morangos sem agrotóxicos

Para produzir morangos o ano inteiro, a família Nunes é responsável por cuidar de 8 mil pés de da fruta

Há dois anos, na comunidade Santa Tecla em Santa Tereza, o produtor Pedro Nunes resolveu apostar no cultivo de morangos. Na época, resolveu plantar 8 mil pés da fruta, das variedades San Andréas e Albion, em uma área de dois hectares de sua propriedade.
Com produção e trabalho para um ano inteiro, a família inteira de Pedro, conseguiu realizar o sonho de deixar a cidade e voltar para a vida calma do campo. Com uma produção média de 300 gramas por planta, em torno de 1,5 mil quilos por ano, o negócio da família se tornou rentável.
De olho no crescente mercado dos orgânicos, e pensando em produzir frutas mais saudáveis, e que não ofereçam riscos à saúde, o agricultor reuniu forças com a esposa Iriam Nunes, 48 anos e do filho Mateus, 21 anos, para dar inicio a produção de morangos orgânicos. A produção de orgânicos contou também com o apoio da Secretaria de Agricultura de Santa Tereza, através do secretário Ernani Michelon e da Emater, através de Aldacir H. Pancotto, Técnico Agrícola.

Para começar a produção em sua propriedade, Pedro se reuniu com Ernani e Pancotto para visitarem outras plantações da fruta. O objetivo era colher mais informações e experiências com outros produtores. Andando por Feliz, Farroupilha, Caxias do Sul, Coronel Pilar, entre outros locais, foi possível construir uma base de informações para começar a sua própria produção.

Percorrendo um longo caminho até chegar aos morangos
Empresário há 20 anos em Bento Gonçalves, Pedro já era agricultor antes de virar empresário, cultivando soja. Depois de vender a empresa e comprar um terreno de 14 hectares na região, começou a voltar a suas antigas raízes. Começando com laranjas, o produtor apostou também, mais a frente, no cultivo de pimentões. O cultivo durou pouco, pois devido a um temporal Pedro acabou perdendo toda sua produção e o local onde eram produzidas. Com muito incentivo de Ernani Michelon, Aldacir H. Pancotto e Gilnei Fiori, prefeito do município, o produtor reuniu forças para começar mais uma vez do zero, mas desta vez com os morangos.
A plantação começou tímida, como uma forma de teste e aprendizado, com apenas duas estufas e 600 pés da fruta. Hoje, o produtor já conta com 8 mil pés e sua meta é de chegar aos 25 mil pés.

Produção de morangos orgânicos cresce na Serra
Nos últimos cinco anos, só na Serra Gaúcha a produção de morangos orgânicos cresceu cerca de 300%, sendo 40 mil toneladas da fruta por ano. Hoje, existem cerca de 25 produtores cadastrados junto a Rede Ecovida de Certificação e as perspectivas de crescimento para essa cultura são boas na região.
Com o alto apelo comercial e o crescimento do orgânico no mercado, a estimativa de produção para os últimos anos da fruta é de pelo menos 100 mil toneladas. Outro ponto positivo que influencia na produção é o preço da fruta, que quase não varia, ou seja, o valor consegue manter-se o mesmo durante o ano. Vale lembrar que o preço pago pela fruta através da produção convencional acaba sofrendo variações no decorrer da safra.

Comparando custos de uma produção orgânica
Para iniciar a produção de morangos orgânicos, é necessário um investimento relativamente mais alto, mas com a demanda de produtos cultivos sem a adição de agroquímicos é cada vez mais. O valor investido pode ser compensando com o retorno financeiro, que é mais significativo, além da concorrência que é menor.
O valor alto se da devido à cobertura, os substratos e as mudas. Mesmo com os custos altos, a instalação da produção acaba saindo o mesmo valor do que a da produção convencional. Os gastos de produção também são inferiores, já que a despesa com insumos é muito menor, visto que tudo o que o produtor precisar poderá ser feito diretamente na propriedade. Mas, como qualquer outro cultivo, o morango também passa por alguns problemas, como a falta de mão de obra e o risco de sanidade das plantas.

As vantagens da produção orgânica de morangos
Com uma demanda crescente e constante, sempre maior do que a produção, este é um mercado garantido, para o produtor que ainda possui alguma dúvida se deve ou não se aventurar.
Outra vantagem fica pelo preço do produto, que pode custar de 30% a 100% acima que o convencional, mesmo que em feiras a diferença não seja grande, no supermercado ela se torna evidente.
Os benefícios tanto para o consumidor como para o produtor também precisa ser levado em conta. Os alimentos orgânicos apresentam maiores teores de carboidratos e matéria seca, ou seja, quando o consumidor consome a fruta ele esta estará ingerindo um percentual a mais de “alimento real”. Para se ter uma ideia, 100 gramas da fruta orgânica fresca contém menor água do que a de um produto convencional, produzido com adubos químicos. Para o agricultor, além de custos de produção menores, a produção orgânica só agrega benefícios à saúde.

Como começar uma produção de morangos orgânicos?
As mudas de morangueiro podem ser compradas diretamente de um viveiro certificado ou produzidas na própria propriedade. Se, o produtor optar por produzir suas próprias mudas, é preciso que esse procedimento seja feito após a colheita, com o plantio das matrizes. Elas, não poderão ser feitas a partir das plantas que estão no lote de produção de frutas, pois estarão com o seu estado fitossanitário comprometido.
Para que ocorra a produção de mudas, é preciso que a planta tenha um crescimento vegetativo estimulado, e isso só acontece sob condições de dias longos e com temperaturas elevadas. Outro ponto a ser observado na “produção caseira” das mudas é o espaçamento e a quantidade de matrizes, que variam da regra para a produção de frutos. Para as matrizes, os espaçamentos mais indicados são de 1,5 x 2 m até 1,5 x 3,5m, cabendo cerca de 1.900 a 2.300 matrizes por hectare.
Seja para venda ou consumo próprio, é preciso ficar atento quanto à saúde das matrizes que originarão a produção de morangos, pois se o produtor acabar iniciando a sua produção de mudar novas a partir do lote que é utilizado para a produção de frutos.

Realizando o plantio
Uma das etapas mais importante é a operação de plantio da fruta. O período que o produtor começará a plantar faz parte desta etapa, pois para a produção de frutos, a planta precisa ter o seu florescimento estimulado, e isso só ocorre sob condições de dias curtos e temperaturas amenas ou baixas (meses de fevereiro e maio).
A quantidade e o espaçamento também precisam ser respeitados para que a produção vingue, por isso o recomendando é utilizar de 65 a 80 mil mudas por hectare. Os espaçamentos também são outra etapa importante, sendo os mais utilizados são o 30 x 30 cm, 30 x 35 cm, 35 x 35 cm e 40 x 30 cm. As plantas devem ficar dispostas em plantios quadrados ou em quincôncio, formando um grupo de cinco pés de morangueiro. O espaçamento deve variar também conforme o tamanho da fruta, sendo menor para as unidades menores e maiores para as de maior porte.
Nos canteiros, o produtor precisará distribuir as mudas em duas ou quatro fileiras, levando-se em conta o vigor do cultivar e a umidade do local.
A irrigação do solo, bem como o seu preparo também deve ser levados em conta. O controle do mato, que crescerá junto a muda precisará ser controlado manualmente, bem como o trato com as mudas da fruta. Essas, precisarão de olhar atento do produtor, que precisará retirar suas folhas velhas e também observar sintomas de doenças.

Controlando pegas e doenças
No controle de pagar e doenças na agricultora orgânica, uma premissa fundamental: a saúde das plantas é fundamental e está muito dependente das práticas de manejo.
As técnicas da agricultura orgânica tratam do controle basicamente por meio de medidas preventivas rigorosas, diminuindo a todo custo o risco, favorecendo os processos biológicos, utilizando racionalmente os recursos naturais disponíveis.
No sistema orgânico o produtor deve seguir recomendações importantes, como evitar umidade excessiva ou falta de água, além de reduzir as fontes de inócuo, ou seja, restos de plantas que sobraram do cultivo anterior.
Uma das doenças mais preocupantes, que afetam o morango hoje em dia, é a chamada vermelhão do morangueiro, que têm destruído por completo plantações em diversas regiões do país. Para combatê-la, o produtor precisa seguir criteriosamente as recomendações para controlar a doença. Só assim, o custo de combate chegará a ser menor do que o tradicional, com o uso de agroquímicos.
As manchas fúngicas também são um problema comum dos morangueiros, porém podem ser controlados ou evitados quando realizado um manejo cultural adequado das plantas e canteiros.

Dentre os manejos culturais, podemos destacar:
– A utilização de cultivares resistentes.
– Eliminar folhas doentes.
– Eliminar restos de folhas doentes caídas no solo ou substrato.
– Usar sistema de rotação de culturas, introduzindo na área, depois do morango, outras culturas que possam dispensar a irrigação, como por exemplo, milho, mandioca, batata-doce, etc.
– Lavar e higienizar o material utilizado na propriedade.
– Utilizar mudas sadias e provenientes de locais conhecidos.
– Diminuir a dispersão dos fungos protegendo a culturas do respingo de gotas de água.
– Manter sempre as plantas arejadas e evitar locais muito sombreados e úmidos.

Benefícios do morango para a saúde
O morango é uma fruta de sabor ácido e adocicado, muito boa para ser incluída como sobremesa ou lanche em dietas de emagrecimento, pois cada morango tem aproximadamente 5 calorias. Além disso, o morango tem propriedades diuréticas, é rico em vitamina C, que ajuda na cicatrização dos ferimentos, fortalece a parede dos vasos sanguíneos melhorando a circulação e aumenta a absorção do ferro combatendo a anemia.

A fruta é rica em antioxidantes, como antocianinas e o ácido elágico, que conferem outros benefícios para a saúde:
– Combater o envelhecimento da pele;
– Ajudar a prevenir doenças cardiovasculares;
– Melhorar a capacidade mental;
– Prevenir o câncer;
– Ajudar a combater inflamações;
– Rico em fibras que combatem a prisão de ventre;
– Possui a “zeaxantina”, uma substância importante para a saúde dos olhos.

Creme de Chocolate Branco com Morangos
Ingredientes:
– 3 xícaras de chá de leite;
– 4 colheres de sopa de amido de milho;
– ¾ de xícara de chá de açúcar;
– 1 caixa de creme de leite;
– 400g de chocolate branco picado;
– 2 caixas de morangos orgânicos;
– 200g de raspas de chocolate branco (para decorar).

Modo de preparo:
Em uma panela, coloque o leite, o açúcar e o amido de milho e leve ao fogo, mexendo sempre até engrossar. Desligue o fogo e acrescente o creme de leite. Em seguida, adicione o chocolate branco e mexa até obter um creme homogêneo. Lave e pique 1 caixa de morango orgânico e reserve.

Montagem:
Em uma travessa, alterne camadas de creme e de morangos picados. Finalize com o creme e leve à geladeira por cerca de 2 horas, com um filme plástico sobre a superfície do creme (para não criar película). Decore com os morangos inteiros e as raspas de chocolate branco.