Sicredi Serrana cresce cerca de 20% e ultrapassa os 105 mil associados

Cooperativa divulgou resultados positivos referentes ao exercício de 2018

Equipe Colaboradores Sicredi Serrana

A história que a Sicredi Serrana começou a escrever mais de três décadas atrás teve, em 2018, um de seus capítulos mais memoráveis, especialmente no que diz respeito à conquista de resultados: a cooperativa financeira de crédito sediada em Carlos Barbosa cresceu 19,36% em resultado (no comparativo com o ano anterior). Também foi o período que contabilizou recorde de novos associados em um único ano – foram 12 mil sócios recebendo as boas vindas, permitindo ultrapassar a marca total de 105 mil associados. Esses e outros números estão compilados no Relatório Anual 2018, lançado na manhã de 19 de fevereiro e que, agora, começa a ser distribuído nos 23 municípios de sua área de atuação.
No levantamento – uma espécie de prestação de contas do trabalho consolidado – é possível verificar que os resultados da Sicredi Serrana atingiram R$ 61,3 milhões – R$ 10 milhões a mais do que em 2017. Esse acréscimo, na casa dos 20%, vem acompanhado de outras marcas que ratificam o ano histórico da cooperativa.
Em 2018, a cooperativa tornou-se a principal instituição financeira de crédito comercial e de crédito para o agronegócio em sua região de atuação – significa que, do total dos R$ 600 milhões em empréstimos disponibilizados pelos bancos, 46% foi concedido pela Sicredi Serrana. Esse setor é tão importante que, em 2018, uma agência exclusiva para o atendimento do agronegócio e da agricultura familiar, a Agência Agro, foi aberta em Farroupilha. Ainda, a Sicredi Serrana obteve, no ano passado, um crescimento de 59% na carteira de crédito comercial, o que a posiciona como a principal instituição financeira também nesse segmento.
Na contabilidade de 2018, a cooperativa também comemorou o acréscimo de 14% no número de ativos, chegando a R$ 2,05 bilhões. O crescimento de crédito foi de 43,5%. A inadimplência registrada foi de apenas 0,57%. O patrimônio líquido teve um aumento de R$ 48,4 milhões, o que representa um crescimento de 20,55%. Constituído por R$ 156,27 milhões em reservas legais, ele garante sustentabilidade para as estratégias de crescimento da cooperativa, principalmente ao atendimento das necessidades de crédito dos associados a longo prazo.

Odair Dalagasperina, Marcos Balbinot, Cesar Possamai – respectivamente diretor executivo, presidente, gerente de comunicação e markting da sicredi serrana.Crédito Barbara Salvatti

Gestão por propósito
Parte dessas conquistas está enraizada numa crença que começou a ser colocada em prática em 2015, quando a cooperativa entendeu a necessidade de ressignificar sua gestão, priorizando ainda mais o foco nas pessoas. À época, a Sicredi Serrana conquistava resultados expressivos, mas ao mesmo tempo percebia seus colaboradores desgastados com os processos da instituição. “A partir de então, focamos na parte humana, reestruturamos o setor de negócios da cooperativa e passamos a difundir os conceitos e práticas de uma gestão de propósito”, comenta o diretor-executivo da Sicredi Serrana, Odair Dalagasperina.
Caminhando com essa orientação, a cooperativa abriu mão da meta de produtos como controle da rotina de trabalho – decisão ousada para uma instituição de crédito. Os colaboradores ganharam mais autonomia e maior valorização nos processos de crescimento profissional – inclusive participando da confecção do Mapa Estratégico, o planejamento da cooperativa para o futuro – e os laços com os ideais cooperativos foram reapertados, como o interesse pela comunidade.
Nasceu na Sicredi Serrana o que é chamado de “fazer o bem”. A partir do interesse em realmente entender as necessidades do associado, lhe são oferecidas as melhores soluções a fim de gerar resultados e desenvolvimento regional. Como não há metas, fica mais fácil perceber que, na Sicredi Serrana, um produto não está atrelado a outro, criando uma confiança espontânea do associado na cooperativa. “É possível gerar resultados fazendo o bem, e fazer o bem está no centro do negócio. Como instituição financeira, nós temos como contribuir de forma profunda na vida das pessoas, e isso é fazer o bem na maior forma de excelência”, pondera o executivo.

Satisfação do associado e do colaborador
As mudanças foram centrais para as conquistas financeiras da Sicredi Serrana nesses últimos anos. E também estão atreladas à satisfação tanto dos associados quanto dos colaboradores da cooperativa. “Com o foco no associado, entendendo suas necessidades e gerando bons negócios, nós crescemos em resultado. Isso passa a ser uma consequência da qualidade de entrega do serviço prestado, não é o foco da organização, é uma consequência”, justifica Dalagasperina.
Em 2018, a pesquisa de Clima Interno, medida entre os colaboradores, mostrou uma favorabilidade de 86% quanto à satisfação de trabalhar na cooperativa. Segundo a empresa de consultoria que elabora o questionário, a Sicredi Serrana está com a nota média acima das demais empresas que ocupam a faixa das 10% com as melhores notas. Outra prova da satisfação é a presença do Sicredi na lista das melhores empresas para se trabalhar e também para iniciar a carreira, ambas publicadas pela revista Exame.
Quanto a palavra vai para os associados, o cenário reportado é igual. A ferramenta utilizada pela Sicredi Serrana para medir a satisfação de seus sócios, conhecida como NPS (Net Promoter Score, do inglês Saldo Líquido dos Promotores), apontou índice de 77%. Quando esse dado ultrapassa os 75%, significa que a empresa atingiu um nível de excelência.

Encontro apresentou resultados positivos referentes ao exercício de 2018 – Crédito Barbara Salvatti

Atuação comunitária
Fortalecer as comunidades onde está presente é uma marca não só da Sicredi Serrana como do cooperativismo. Assim, os valores captados na região acabam sendo reinvestidos aqui, diferentemente de outras instituições financeiras, que acabam tendo seus depósitos financiando crédito em grandes centros urbanos país afora. A riqueza fica na própria comunidade, impulsionando um círculo virtuoso de desenvolvimento regional.
Isso significa financiar projetos educacionais e culturais em escolas e associações, como ocorreu em 2018, através da primeira edição do Fundo Social. Com 1% das sobras destinadas para tal fim, a Sicredi Serrana investiu mais de meio milhão de reais em 129 iniciativas dessa natureza.
Essa função de educar, formar e informar, um dos princípios do cooperativismo, também foi cumprida com o subsídio de até 80% da formação do associado, além do programa educacional “A União faz a Vida”, presente em 12 municípios, onde 500 educadores estimulam uma nova forma de aprendizagem para 3,6 mil alunos.
Também na linha educacional, o projeto das Cooperativas Escolares estimula o surgimento de novos empreendedores e de valores como cidadania. Presente em sete escolas de cinco munícipios – Carlos Barbosa, Bom Princípio, Barão, Boa Vista do Sul, São Vendelino e Boa Vista do Sul –, o projeto trabalha com a criação de cooperativas a partir de um objeto de aprendizagem. Assim, alunos aprendem, por exemplo, assuntos como custos de produção e margem de lucro.
A Educação Financeira é outra frente de atuação nesse campo da educação. Esse projeto já educou mais de 7 mil pessoas em empresas, entidades e até escolas. Em 2018, a inciativa foi reconhecida com o selo ENEF – Estratégia Nacional de Educação Financeira –, emitido pelo Comitê Nacional de Educação Financeira, formado por nove órgãos e entidades governamentais e quatro organizações da sociedade civil, que atesta a gratuidade da iniciativa e sua imparcialidade comercial.

Sobre a Sicredi Serrana
– A Sicredi Serrana atua em 23 municípios localizados na Serra e no Vale do Caí. São eles Barão, Bento Gonçalves, Boa Vista do Sul, Bom Princípio, Carlos Barbosa, Coronel Pilar, Cotiporã, Fagundes Varela, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, Monte Belo do Sul, Nova Pádua, Nova Roma do Sul, Pinto Bandeira, Santa Tereza, São Marcos, São Pedro da Serra, São Sebastião do Caí, São Vendelino, Tupandi, Veranópolis e Vila Flores
– Nessas cidades, possui 31 agências físicas, para atendimento ao público
– Ao todo, tem 105.381 associados
– A cooperativa tem R$ 1,32 bilhão de crédito
– A Sicredi Serrana é o principal repassador de crédito rural e comercial na região
– A Sicredi Serrana tem 422 colaboradores

Wine Pool Casacurta

Uma novidade para pular o Carnaval na serra gaúcha degustando vinhos na piscina

Vem aí a primeira degustação de vinhos na serra gaúcha na piscina. É o Wine Pool Casacurta. A ideia surgiu a partir das tardes cada vez mais quentes de verão nos vinhedos da região. E já que a temporada da Vindima pede um refresco, nada melhor do que unir Carnaval, vinhos e espumantes e piscina.

O WINE POOL – TIM-TIMBUM!!
Uma festa descontraída, aberta ao público, na piscina do Hotel Casacurta de Garibaldi. Com degustação de espumantes e vinhos de vinícolas da região, música e comidinhas finger food da Hostaria Casacurta. Uma tarde refrescante e alegre para comemorar o Carnaval brindando.

QUANDO
Dia 3 de março, domingo, das 14h às 19h

INGRESSOS
Os ingressos antecipados estão sendo vendidos no Hotel Casacurta e na Fanpage do Evento no Facebook. O valor antecipado é R$ 60 por pessoa e no dia do evento, R$ 70. O ingresso inclui taça, bebidas (vinho, espumante e água), comidinhas e acesso à piscina do hotel
Hóspedes do hotel, durante o Carnaval, tem entrada livre.

VINÍCOLAS CONFIRMADAS WINE POOL
Courmayer
Cooperativa Vinícola Garibaldi
Domno
Don Guerino
Don Laurindo
Lidio Carraro

Sobre o Hotel Casacurta
O Hotel Casacurta nasceu com a vinda dos primeiros imigrantes que chegavam à serra gaúcha em 1870. No entanto, o hotel só ganhou o nome de Casacurta em 1953 com a inauguração do novo prédio inspirado nos belíssimos castelos do Vale do Loire na França. Até hoje, o hotel situado em Garibaldi, Capital Brasileira do Espumante, é referência em hospedagem charmosa na serra gaúcha. Desde 2013, sob a administração da família Nicolini, o Casacurta vem sendo restaurado e mantém inalterado seu jeito especial de receber com simpatia, elegância e boa gastronomia. São 31 apartamentos (categoria standard, luxo e suíte luxo) piscina, academia, dois salões de eventos, estacionamento privativo e restaurante referência na região.


Sobre o Hostaria Casacurta
O pequeno restaurante surgiu da necessidade de oferecer aos hóspedes do Hotel Casacurta uma inesquecível experiência gastronômica. É membro do movimento Slow Food, conceito que nasceu na Itália e promove melhorar a qualidade das refeições com alimentos que valorizem o produtor, o alimento local e o meio ambiente. Com pratos originais da cozinha italiana e francesa, a Hostaria se destaca pelas massas frescas produzidas artesanalmente há mais de 60 anos pela funcionária mais antiga do Hotel Casacurta, Dona Pina. A Chef Simone Carvalho também surpreende com suas receitas e experiências harmonizadas. A carta de vinhos e cervejas apresenta rótulos selecionados, principalmente da região de Garibaldi e Bento Gonçalves. Abre de segunda a sábado, para jantar.

Produtividade do milho deve ultrapassar estimativa inicial

Com boa qualidade de grãos, a produtividade do milho deverá ultrapassar a estimativa inicial de 6,8 toneladas por hectare. As regiões da Fronteira Noroeste e Missões já estão com 74%, dos 738 mil hectares cultivados com milho no Estado, colhidos. O Alto Uruguai apresenta 40% da lavoura colhido e a região Serrana recém está iniciando a colheita. De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira, 21 de fevereiro,  isso representa uma média de 41% já colhido do total da área semeada no Estado e outros 16% com o grão pronto para a colheita. Em enchimento de grãos, a cultura apresenta 26%.
As áreas de milho destinado à silagem plantadas como primeiro cultivo foram colhidas com bons rendimentos. Nas regiões Celeiro, Noroeste Colonial e Alto Jacuí, o segundo cultivo da cultura para silagem apresenta bom desenvolvimento. Os produtores estão realizando aplicação de adubação nitrogenada em cobertura.
A soja está em estágio principalmente de enchimento de grãos, com 72% do total da área plantada; as fases de grão maduro e colhido somam 5% da área cultivada. De maneira geral, a semana apresentou clima favorável ao desenvolvimento da cultura no Estado, com bom aporte de umidade no solo e temperaturas mais amenas, garantindo o seu potencial produtivo, embora se observe diferencial de potencial entre lavouras.
Novamente as condições climáticas da semana foram favoráveis para a lavoura orizícola, com boa insolação e temperatura, sendo que nos primeiros dias ocorreram temperaturas reduzidas nas madrugadas em algumas regiões. Também prossegue a aplicação de fungicidas e inseticidas, restrita às áreas em floração. Há expectativas de boa produtividade e produção.
A cultura da safra principal de feijão está em final de colheita; atingindo 76% da área estimada, apresentando boa produtividade e qualidade do produto dentro dos padrões requeridos para comércio. A volta da chuva na semana favoreceu a germinação e emergência da cultura do feijão segunda safra, que tem ótimo desenvolvimento vegetativo inicial. Estima-se que 85% da área de plantio prevista já esteja semeada.
O clima está favorável à cultura da batata-doce, que se desenvolve sem maiores problemas fitossanitários nas regiões dos vales do Taquari e Caí. Em algumas propriedades que utilizaram mudas oriundas de outros produtores houve eventual manifestação de sarna. O momento é de transplante e colheita da beterraba Boro. O uso de irrigação tem se intensificado nas lavouras após o transplante, neste período.
Na região do Litoral Norte, nos municípios de Morrinhos do Sul, Três Cachoeiras, Mampituba, Dom Pedro de Alcântara e Torres, os pomares de banana retomam a produção por conta da curva natural do clima. A produtividade da safra deverá ter redução, na ordem de 15%. O desenvolvimento das frutas cítricas neste período de entressafra é muito satisfatório na região do Vale do Caí, principal região produtora de bergamotas no Rio Grande do Sul. As chuvas frequentes e bem distribuídas têm contribuído para o crescimento das frutas, e a carga está muito boa.

Hamilton Mourão recebe demandas do setor vitivinícola

Comitiva da uva e do vinho entregou ao vice-presidente do Brasil documento com reivindicações. Encontro ocorreu na sexta-feira (22), em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha

Vice-presidente da República, Hamilton Mourão, recebeu representantes do setor vitivinícola Crédito: Adnilton Farias/VPR, divulgação

Uma comitiva do setor vitivinícola brasileiro, composta por produtores e dirigentes de entidades, se reuniu na tarde da sexta-feira (22) com o vice-presidente da República, Hamilton Mourão. O encontro ocorreu em Caxias do Sul (RS), após a solenidade de abertura da Festa Nacional da Uva, que será promovida no município até o dia 10 de março.
Além de apresentar um panorama setorial, o grupo se manifestou favorável à reforma tributária, defendendo que o vinho seja considerado parte da dieta alimentar para fins de enquadramento em alíquotas menores. Foi solicitada a criação de um crédito presumido de 100% do valor do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) gerado. A ideia é que o benefício possa auxiliar na redução do preço de venda dos produtos vitivinícolas brasileiros, na remuneração adequada da atividade e que, também, possa ser investido, por exemplo, no aumento de produção, em estratégias de promoção e divulgação setorial e na modernização das empresas.
“Justificamos esta solicitação para compensar o aumento médio do IPI ocorrido a partir de 2016. Este estímulo, a exemplo de outros já concedidos a outros setores econômicos, poderia ser por um período de 10 anos, o que estimularia a consolidação e o crescimento da vitivinicultura no Brasil”, diz no documento entregue. Ao grupo, o vice-presidente prometeu levar o pleito ao ministro da economia, Paulo Guedes.
Ainda sobre medidas para reduzir a tributação de vinhos e espumantes – que corresponde a mais da metade do valor final do produto –, os representantes setorial pediram apoio federal, por meio do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), junto aos governos estaduais para a exclusão dos produtos vinícolas do sistema de Substituição Tributária (ST). Entre as justificativas está a constatação de que o mecanismo da ST onera a indústria nacional por ter que antecipar o recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) antes mesmo da venda para o consumidor final.
“Há uma desvantagem do vinho nacional em comparação com o importado, porque o produto estrangeiro é tributado pelo valor de entrada, enquanto que no vinho elaborado no país é cobrado imposto sobre o valor da venda. Essa diferenciação tem nos causado prejuízos e tirado a nossa competitividade”, explica o diretor de Relações Institucionais do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), lembrando que este é o principal gargalo do setor.
Além da tributação, entraram na pauta linhas de crédito para financiamentos vitivinícolas, especialmente para comercialização e estocagem da safra com juros controlados e créditos compatíveis com o ciclo de produção; controle e fiscalização nas fronteiras brasileiras para se evitar o contrabando; investimentos de equipamentos para o Laboratório de Referência Enológica (Laren), gerando maior qualidade na inspeção dos produtos nacionais e importados; e a implantação do Cadastro Vitivinícola Nacional, a exemplo do que já é feito no estado Rio Grande do Sul.
“O fato do vice-presidente Hamilton Mourão ser gaúcho, conhecer a realidade do Estado e do setor, nos dá um pouco mais de esperança para que ele se solidarize com as nossas demandas. Alguns dos nossos pedidos são históricos e nunca foram atendidos pelos outros governos”, pontua o presidente do Ibravin, Oscar Ló.
A comitiva da uva e do vinho foi composta pelo vice-presidente do Ibravin, Marcio Ferrari; Deunir Argenta, presidente da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra); Benildo Perini, presidente do Sindicato da Indústria do Vinho, do Mosto de Uva, dos Vinagres e Bebidas Derivados da Uva e do Vinho do Estado do Rio Grande do Sul (Sindivinho/RS); Leocir Luvison, presidente da Associação Gaúcha dos Vinicultores (Agavi); Rudimar José Menegotto, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Agricultores Familiares de Caxias do Sul (STR-Caxias); Olir Schiavenin, representante da Coordenação da Comissão Interestadual da Uva e presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Agricultores Familiares de Flores da Cunha e Nova Pádua; Carlos Joel da Silva, presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS); e Carlos Paviani, diretor de Relações Institucionais do Ibravin. O deputado estadual Luciano Zucco também acompanhou o grupo.

Descubra conquista o título do Torneio Della Pinta 2019

Equipe venceu o Borussia na final por 1 a 0

O Torneio Della Pinta chegou ao fim no domingo, 11 de fevereiro, no Estádio Pompéia. A equipe do Descubra conquistou o título do Torneio Della Pinta 2019 em sua 29ª edição.
Chegaram para os jogos finais 24 equipes e, de forma eliminatória, as equipes do Borussia e do Descubra fizeram a grande final do Torneio. O Descubra garantiu o título após derrotar o Borussia pelo placar de 1 a 0. O campeão, além do troféu, o prêmio de R$ 2.500,00.
O Descubra havia vencido o torneio de Santa Tereza em 2017 e o Borussia havia conquistado a competição em 2018.

Keep Cooler chega em videoclipe com Felipe Dylon em paródia ao seu hit “Musa do Verão”, de 2003

Lançada no dia 12 de fevereiro no Facebook e Instagram, ação temática “Keep no Verão” traz estética das décadas de 90 e 2000 em espírito nonsense

A Aurora é a vinícola mais premiada do Brasil nos concursos nacionais e internacionais, pela qualidade de seus vinhos brancos, tintos e espumantes, e líder no mercado brasileiro em suco de uva integral e em cooler, com a marca Keep Cooler Foto: Divulgação

A bebida jovem Keep Cooler, da Vinícola Aurora, chega ao Facebook e ao Instagram em um videoclipe com Felipe Dylon parodiando seu hit “Musa do Verão”, sucesso de 2003 (https://www.facebook.com/KeepCoolerBR/videos/606901266430720/ ). Criada pela Agência Batuca, a ação temática “Keep no Verão” está no ar desde o dia 12 deste mês, com uma estética remetendo aos anos 90 e 2000, que está atualmente no design, na moda, na arquitetura e na música. Keep Cooler foi a primeira bebida do gênero no Brasil. Em 2019, Keep Cooler e Felipe Dylon comemoram 32 anos de vida.
Com uma estratégia predominantemente digital, a marca entra em cena com um posicionamento que procura estreitar o relacionamento com o público jovem-adulto, buscando algumas referências dessas décadas, sem perder a conexão com os assuntos atuais. Se inspira na estética nonsense e esse espírito é traduzido no visual da campanha.
Além disso, em paralelo, Keep Cooler está realizando ações de live marketing no litoral do Rio Grande do Sul, com merchandising em supermercados da região e o “Karaokeep”, evento itinerante com karaokê e degustação nas praias gaúchas.
A Aurora é a vinícola mais premiada do Brasil nos concursos nacionais e internacionais, pela qualidade de seus vinhos brancos, tintos e espumantes, e líder no mercado brasileiro em suco de uva integral e em cooler, com a marca Keep Cooler.
Bebida refrescante e colorida, levemente gaseificada, é produzida a partir de vinhos brancos e suco de frutas. Seus sabores são morango, uva, pêssego e citrus e podem ser encontrados em grandes redes do varejo nacional. “Keep Cooler está no mercado há 31 anos, é referência de gerações e continua no radar do público jovem. Nosso objetivo é fortalecer ainda mais essa presença”, explica Rodrigo Valério, Gerente de Marketing da Vinícola Aurora. São mais de 30 profissionais envolvidos nessa ação, somando a equipe de marketing da vinícola, a Agência Batuca, produtoras de vídeo e agências de live marketing.

Retirada da Substituição Tributária e prejuízos de herbicida à produção pautam abertura de safra da uva e maçã

As demandas foram apresentadas em ato com a presença do governador Eduardo Leite e do secretário da Agricultura Covatti Filho na tarde do sábado (16), em Vacaria (RS)

Governador e presidente do Ibravin Oscar Ló (à direita de Leite), ao lado de parlamentares e dirigentes setoriais, abriram oficialmente a vindima no RS Foto: Cassiano Farina

Os pedidos para a retirada da Substituição Tributária (ST) para os produtos vitivinícolas no Estado do Rio Grande do Sul e uma solução para os prejuízos do uso inadequado do herbicida 2,4-D deram o tom do Ato Oficial de Abertura da Colheita da Uva no Estado do Rio Grande do Sul. O evento, que também marcou a abertura da colheita da maçã no RS, contou com a presença do governador Eduardo Leite, do vice-governador Ranolfo Vieira, do secretário estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR/RS), Covatti Filho, do presidente do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Oscar Ló, do presidente da Associação Gaúcha dos Produtores de Maçã (Agapomi), José Sozo, além de prefeitos e representantes dos municípios da região. Após o ato solene, foi realizada a colheita simbólica da maça em Monte Alegre dos Campos e da vindima na Vinícola Campestre, em Vacaria, ambas na região dos Campos de Cima da Serra.
Em entrevista coletiva e também em discurso, o governador Eduardo Leite afirmou que o uma equipe técnica das secretarias da Fazenda e da Agricultura está debruçada em revisar a cobrança da ST como ocorre atualmente. “Temos a compreensão de que este tema é fundamental para a competividade do vinho gaúcho e de que não se trata de redução tributária. Assim que tivermos concluídos esses estudos vamos propor a melhor solução para este tema específico”, garantiu.
Leite destacou o compromisso do governo gaúcho de criar no estado um ambiente favorável ao desenvolvimento, com suporte aos agricultores por meio de investimentos em assistência técnica, para o fortalecimento do agronegócio e à agricultura familiar.
O presidente do Ibravin, Oscar Ló, informou que a safra que está em curso neste ano até final de março ou início de abril, está dentro da normalidade histórica em padrões de volume e qualidade. O dirigente enfatizou a necessidade de extinção da ST para o setor vitivinícola. “Não estamos pedindo redução tributária, mas uma mudança no cálculo, já que como ocorre atualmente a indústria vitivinícola antecipa o pagamento de tributos antes mesmo da venda para o consumidor final. Isso acaba retirando a nossa competividade frente aos produtos oriundos de outros países”, reforçou. Ló também fez coro à manifestação do presidente da Agapomi para que o estado auxilie na resolução para o problema da deriva do herbicida 2,4-D, utilizados nas lavouras de soja em culturas vizinhas, em especial da fruticultura.
Ló destacou que o ano de 2018 foi de retomada no crescimento nas vendas do setor. Mesmo com os dados preliminares, Ló acredita que a indústria vinícola fechará com incremento de cerca de 14% nas vendas no mercado interno, mas que alguns produtos como o vinho elaborado com variedades Vitis-vinífera devem fechar o ano em queda em função da perda de competividade com o produto importado. “Essa redução está diretamente ligada à ST e à dificuldade de competição e acessos a mercado”, resumiu.
O secretário da Agricultura Covatti Filho citou a importância das duas cadeias produtivas para o estado, dando ênfase ao empenho do estado para a resolução do problema do 2,4-D e os prejuízos que vem causando à fruticultura no estado. “Temos um Grupo de Trabalho com o objetivo de elaborarmos um Projeto de Lei para a regulamentação de aplicação de defensivos por meio terrestre, com maior segurança jurídica, com condições para uma melhor fiscalização”, antecipou.
Também participaram do ato o senador Luiz Carlos Heinze, os prefeitos de Vacaria e Monte Alegre dos Campos, Amadeu de Almeida Boeira e Hildebrando de Almida, respetivamente, os deputados federais Jerônimo Goergen, Afonso Hamm e Júlio Redecker e os deputados estaduais Ernani Polo, Carlos Burigo e Neri O Carteiro, além de dirigentes dos setores da uva e vinho e da maça.
A abertura da vindima integra o calendário de eventos do Governo do Estado, instituído pelo Decreto 48.838/2012, e segue um rodízio entre as regiões vitivinícolas do Estado.
Os 11 municípios que integram a região dos Campos de Cima da Serra produziram 28,5 milhões de quilos de uvas destinadas à elaboração de vinhos, espumantes e sucos na última safra.

Campos de Cima da Serra em números:
– A área de vinhedos na região é de 2.135,69 hectares (ha), o equivalente a 5,29% do total plantado no Rio Grande do Sul;
– De acordo com o Cadastro Vinícola, na última safra, a região produziu 28.579.545 quilos de uva, 4,3% do total colhido no Estado. Deste montante, 27.293.461 de quilos foram de variedades americanas e híbridas e 1.286.084 de variedades viníferas;
– Ainda segundo o Cadastro Vinícola, a região dos Campos de Cima da Serra possui 11 vinícolas ativas;
– A região é composta por 1.160 propriedades vitícolas, o que corresponde a 8% do número de propriedades no Rio Grande do Sul. O Estado possui, ao todo, 14.417 propriedades vitícolas.

O setor vitivinícola gaúcho:
– O Rio Grande do Sul é responsável por cerca 90% da produção de uvas destinadas ao processamento de vinhos, espumantes e sucos e também por, aproximadamente, 90% da elaboração de produtos vinícolas no Brasil. A Serra Gaúcha responde por cerca de 85% da produção e do processamento do setor;
– As principais regiões vitivinícolas do Estado são: Serra Gaúcha, Campanha Gaúcha, Serra do Sudeste, Campos de Cima da Serra e Vale Central;
– Cerca de 15 mil famílias estão envolvidas diretamente no setor vitivinícola gaúcho. A cadeia da uva e do vinho movimenta cerca de R$ 3,5 bilhões anualmente no Estado;
– De acordo com estimativas do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e da Comissão Interestadual da Uva, deverão ser colhidas na safra 2019 entre 600 e 650 mil toneladas de uvas para processamento de produtos vinícolas. Neste ano, a vindima iniciou na primeira semana de janeiro e deverá ser colhida até o final de março.
Os números das últimas safras gaúchas*
Ano      Volume (milhões de quilos)
2012     696,9

2013     611,3

2014     606,1

2015     702,9

2016     300,3

2017      753,3

2018      663,2

* Fonte: Uvas para processamento de vinhos, espumantes, sucos de uva e derivados. Dados referentes ao estado do Rio Grande do Sul, provenientes do Cadastro Vinícola, mantido por meio de parceria entre Ibravin e Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR/RS), com recurso do Fundo de Desenvolvimento da Vitivinicultura (Fundovitis).

Altas temperaturas aceleram maturação e colheita do milho no Estado

As condições climáticas predominantes da semana anterior de tempo seco, altas temperaturas e forte radiação solar, aceleraram a maturação fisiológica e colheita do milho, que já foi realizada em 28% da área implantada em todo o Rio Grande do Sul. De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira (07/02), assim é possível a colheita de grãos com uma umidade adequada que proporciona melhor debulha das espigas e maior rendimento da colheita. Por outro lado, as mesmas condições de temperatura aceleram a evapotranspiração, que de forma isolada, faz manifestar sintomas de estresse hídrico, amenizado pelas chuvas do decorrer da semana.
A colheita avança rapidamente nesse período, em paralelo ao segundo plantio da safra 2018-2019. No norte do Estado, a cultura alcança até 80% de milho colhido; na Campanha, 80% da cultura encontra-se em estado vegetativo. A produtividade das lavouras continua boa, com exceção daquelas cultivadas em áreas que estavam prontas para a colheita e foram afetadas pela enchente na Fronteira Oeste, região em que haverá perda da qualidade no milho, apresentando grãos ardidos, mofados e germinados na espiga.
Muitas lavouras no Estado estão superando a expectativa de produtividade média de 6,8 mil kg/ha no Estado, com relatos de que na Fronteira Noroeste e Missões há lavouras de milho sequeiro produzindo até 9 mil kg/há. E lavouras irrigadas com produtividade acima de 12 mil kg/ha, o que caracteriza uma grande safra.
A cultura da soja no Rio Grande do Sul apresenta-se em estágio reprodutivo, com pouco mais da metade das lavouras (52%) em enchimento de grãos e 37% em floração. As lavouras apresentam bom desenvolvimento, com exceção das áreas que foram alagadas em janeiro.
A cultura do arroz no Estado apresenta-se na fase majoritária de floração (37%) e de enchimento de grãos (32%), além de já apresentar início de colheita em algumas lavouras da Fronteira Oeste, nos municípios de São Borja e Itaqui, mas que ainda não chega a 1% da área estimada para o Estado.
A maior safra do Estado de feijão primeira safra continua em período de colheita, com 72% da área já colhida. Essa fase de colheita atinge todas as zonas de produção de feijão e se encaminha para o seu final. E segue em andamento o plantio da lavoura do feijão de segunda safra, sendo que as primeiras lavouras semeadas já se encontram em desenvolvimento inicial e a maioria encontra-se em fase de implantação. Essas áreas de safrinha vêm sendo beneficiadas pelas chuvas de janeiro, apresentando uma boa população de plantas e desenvolvimento vegetativo muito bom, sem presença de pragas.
A disponibilidade de produtos nas hortas domésticas diminuiu em decorrência do calor nas regiões das Missões e Fronteira Noroeste. Produtores estão aumentando o uso de telas protetoras e também intensificam o fornecimento de água, através de irrigação. Há oferta de repolho, couve, cenoura, alface, beterraba, rúcula, produtos originados em áreas protegidas. Segue em andamento a colheita de pepinos e tomate. Nas áreas de hidroponia, os sistemas também estão sendo um pouco prejudicados em função do aumento da temperatura da água da solução.
O comportamento do clima, no geral, continua sendo benéfico para desenvolvimento dos campos nativos e das pastagens cultivadas no Estado. Isto resulta em uma generosa oferta de massa verde, que proporciona aos animais boas condições alimentares e nutricionais.
Nas diversas regiões, os bovinos de corte apresentam boa condição corporal e sanitária. Favorecidas pela boa disponibilidade de pasto, as diversas categorias dos rebanhos mantêm o ganho de peso. No manejo sanitário, destacam-se os cuidados para controle de parasitos internos (vermes) e externos (carrapatos, bicheiras, bernes, mosca-do-chifre).
Bem alimentados pela boa produção de forragem dos campos, os rebanhos ovinos, nas diversas regiões, apresentam boa condição física. No aspecto sanitário, a condição é boa, no geral, mediante controle estratégico de verminoses e combate a parasitos externos como sarna, piolho e miíases. O perío
Durante a semana, houve menor atividade nas colmeias em função da redução de floradas e, em algumas áreas, do excesso de chuvas. Segue a captura de novos enxames para a safra de outono. Os açudes apresentam um bom nível de água, e as temperaturas têm sido favoráveis para as boas condições alimentares e o desenvolvimento dos peixes.

Práticas que melhoram os resultados no cultivo da soja são apresentadas em Dia de Campo

Foto: João Carlos Reginato-Emater/RS-Ascar

O Dia de Campo Regional Lavoura de Resultados, realizado na terça-feira (12/02), na propriedade do agricultor César Ramon, em Vista Alegre do Prata, reuniu cerca de 150 produtores e técnicos de 13 municípios da região. A atividade, promovida pela Emater/RS-Ascar e Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, contou com quatro estações.
Na primeira, o engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar, Gabriel Pontalti, falou sobre o Manejo Integrado de Pragas (MIP). Na ocasião, foi demonstrado o uso do pano de batida como ferramenta fundamental no momento da tomada de decisão do uso ou não de inseticidas. Além disso, os agricultores tiveram a oportunidade de visualizar um insetário com alguns exemplares dos insetos coletados na área monitorada, dando destaque aos benéficos, que são os inimigos naturais das pragas e os insetos inofensivos muitas vezes confundidos com os que causam dano à lavoura. Os participantes também puderam observar uma parcela experimental onde semanalmente eram retiradas folhas das plantas da soja, notando que a planta consegue tolerar até 30% de desfolha antes da floração e 15% após a floração, sem perda de rendimento. Pontalti destaca que são três anos de trabalho na propriedade, com redução significativa do uso de inseticidas, nesta safra foi feita apenas uma aplicação contra lagartas e, até o momento, nenhuma aplicação para percevejos, enquanto outras lavouras já estão no quarto tratamento com inseticidas.
Em outra estação, o engenheiro agrônomo João Villa, também da Emater/RS-Ascar, abordou o tema dos solos, destacando o seu manejo e conservação, a fertilidade, além da inoculação de sementes. Quanto ao manejo e conservação do solo, Villa frisou a importância de mantê-lo sempre coberto e fazer a rotação de culturas para ter uma alta produção de material orgânico (palha e raiz), usando espécies que têm sistemas radiculares diferentes, como, por exemplo, soja e milho, que é o que Ramon faz há oito anos. O engenheiro agrônomo lembrou que a fertilidade do solo não é composta apenas pela química, de forma que tem igual importância a estruturação física e a atividade biológica do solo.
Com relação à adubação, Villa enfatizou a necessidade de ter uma análise de solo para saber o que a planta precisa e os dados de pesquisa que mostram que raramente os adubos foliares são indicados. “A adubação foliar apresenta um custo elevado para o produtor se feita sem critério técnico”, afirma.
O agrônomo também explicou sobre a inoculação ou coinoculação de sementes que, de acordo com ele, mesmo em área em que já tenha sido cultivada soja, pode representar um acréscimo de até 10% na produtividade, além de ter um custo bem baixo (de R$ 5 a 10 por hectare) e ser recomendada pela Embrapa.
Ainda, o engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar, João Becker, explanou sobre tecnologia de aplicação de produtos fitossanitários, destacando os fatores que envolvem uma boa aplicação: equipamentos, aplicador, condições ambientais e produto. “O aplicador tem que conhecer as características dos produtos, o equipamento e sua manutenção, a relação produto/alvo, as condições climáticas, realizar uma boa regulagem e ter sensibilidade na tomada de decisão para fazer uma aplicação de qualidade”, disse Becker.
Na última estação, os fiscais estaduais agropecuários Mauricio Santini e Altemar Magnabosco falaram sobre como o produtor deve proceder desde a compra até o descarte de embalagens vazias e produtos vencidos, tríplice lavagem e armazenamento na propriedade rural, destacando como deve ser a construção do espaço e organização dos vasilhames. De acordo com eles, o agricultor precisa estar atento ao uso dos equipamentos de proteção individual, desde o preparo da calda, na aplicação e na limpeza das embalagens. Também é fundamental que ele observe as condições climáticas para a aplicação, como temperatura entre 15 e 30 graus e umidade relativa superior a 60%. Já a armazenagem dos agrotóxicos deve ser feita em local isolado, construído com material não inflamável, de uso exclusivo para esses produtos, com espaço para ventilação, chão impermeável em caso de vazamento e distante, pelo menos, 30 metros da moradia. Os produtos vencidos em embalagens lacradas devem ser devolvidos para a empresa fabricante e as embalagens encaminhadas para Cimbalagem em Passo Fundo.

Atividade acontece no próximo dia 22, no Bem Vino Espaço Gourmet, em Bento Gonçalves

Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-RS) promove uma masterclass sobre drinks para o verão Foto: Eduardo Benini

Atividade acontece no próximo dia 22, no Bem Vino Espaço Gourmet, em Bento GonçalvesO verão está a pleno. E nada melhor do que uma bebida refrescante para saborear e aproveitar o melhor da estação mais quente do ano ao lado dos amigos e da família. Pensando nisso, a Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-RS) promove uma masterclass sobre drinks para o verão. A atividade acontece no próximo dia 22, a partir das 19h, no Bem Vino Espaço Gourmet, em Bento Gonçalves. “É a largada dos nossos eventos e degustações de 2019. Este ano, teremos uma ampla programação em Bento Gonçalves e Porto Alegre para atender nossos associados”, afirma o presidente da ABS-RS, Orestes de Andrade Jr.
No evento, o participante será apresentado aos princípios da coquetelaria, e terá a oportunidade de elaborar cinco drinques com vinhos e espumantes, tudo sob a orientação do sommelier Júlio César Kunz.
Masterclass Drinques de Verão:
Quando: 22 de fevereiro
Onde: Bem Vino Espaço Gourmet, na Rua Marquês de Souza, 188, em Bento Gonçalves
Horário: 19h
*Certificado digital de participação: Emitido pela ABS/RS
Inscrições e outras informações: contato@absrs.com.br e www.absrs.com.br