Aliança Moscatel conquista mais alta premiação em concurso na Europa

O espumante Aliança Moscatel 2019, elaborado pela Cooperativa Agroindustrial Nova Aliança, foi o único espumante entre 16 países participantes a conquistar o Prêmio Gran CINVE, mais alta distinção oferecida no 15º Concurso Internacional de Vinos y Espirituosos, realizado de 31 de março a 3 de abril em Cáceres, na Espanha.
Cerca de 800 amostras, de 16 países, foram avaliadas por um júri internacional formado por 40 especialistas, entre enólogos, sommeliers, jornalistas especializados e distribuidores de diversos países. No total, o Brasil conquistou sete medalhas nas categorias Espumantes e Vinhos Tranquilos.
Para o gerente comercial da Nova Aliança, Fernando Matana, a conquista é a coroação do trabalho conjunto dos elos que compõe a cooperativa. “Os produtores que foram selecionados com suas melhores uvas para a formulação deste produto, a equipe técnica e de produção que está se empenhando na melhoria da qualidade e elaboração dos espumantes e do mercado que cada vez mais valoriza e da valor a produtos que são reconhecidos internacionalmente”, valoriza.
Matana salienta que a demanda pelos espumantes é crescente, tanto no mercado interno quanto externo e que a bebida continua entre as apostas comerciais da cooperativa para 2019. “Há uma demanda crescente e notável dos espumantes no mercado nacional durante o ano todo. Iniciamos 2019 e a venda do espumante continua ativa, diferente de períodos passados. Nas feiras do mercado externo que participamos o produto também foi muito elogiado e acreditamos que é um mercado muito potencial que podemos explorar”, adianta o gerente comercial.
Os vencedores de cada categoria que conquistaram a Medalha de Ouro obtiveram entre 90 e 100 pontos, a Medalha de Prata entre 80 e 89 pontos. Já os que obtiveram uma Grande Medalha de Ouro passaram por uma segunda prova entre o que conquistaram uma medalha de ouro. O maior prêmio é o Gran CINVE e é exclusivo dos vinhos considerados de qualidade superior.
O Concurso Internacional de Vinos y Espirituosos – CINVE – conta com a chancela da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) e da União Europeia (EU). Além de vinhos, o CINVE também reúne amostras de azeites de oliva extra virgem e, pela primeira vez, saquê japonês.

Sobre a Nova Aliança
A Cooperativa Agroindustrial Nova Aliança é fruto da união de cinco tradicionais cooperativas vitivinícolas da Serra Gaúcha: Cooperativa Aliança e a Cooperativa São Victor, de Caxias do Sul, a Cooperativa São Pedro e a Cooperativa Santo Antônio, de Flores da Cunha, e a Cooperativa Linha Jacinto, de Farroupilha. Hoje, a Nova Aliança conta com 755 associados, distribuídos em três distintas regiões vitivinícolas: Serra Gaúcha, Encruzilhada do Sul e Campanha Gaúcha.
A Nova Aliança possui uma das maiores e mais modernas plantas industriais de suco de uva integral da América Latina. Desde 2013 a produção de suco e, a partir de 2014, o envase de vinho e de espumante, estão concentrados na sede da cooperativa, em Flores da Cunha, que conta com prédio de 24 mil metros quadrados e capacidade para processar até 60 milhões de quilos de uva por ano.

Cooperativa Vinícola Garibaldi reúne equipe comercial em convenção de vendas

Cerca de 70 profissionais de todas as regiões brasileiras estiveram juntos para alinhar estratégias e posicionamento

Representantes da área comercial vindos de todas as regiões do Brasil participaram da convenção – Crédito Exata Comunicação

Oscar Ló, Alexandre Angonezi, Arthur Gubert e Maiquel Vignatti – Crédito Exata Comunicação

A Cooperativa Vinícola Garibaldi vive um dos melhores momentos de sua história – e essas conquistas foram compartilhadas durante a Convenção de Vendas 2019 realizada nos dias 15 e 16 de abril, no Farina Park Hotel e na sede da Cooperativa. Durante o encontro, cerca de 70 profissionais, incluindo representantes da área comercial vindos de todas as regiões do Brasil, puderam conferir um panorama sobre os negócios e posicionamento da marca, traçando estratégias para ganhar cada vez mais mercado e se consolidar como referência na elaboração de espumantes.
Recebida pelo presidente, Oscar Ló; pelo diretor administrativo, Alexandre Angonezi, e gestores internos de todas as áreas, a equipe iniciou as atividades inteirando-se de tópicos como planejamento estratégico e o programa Somos Garibaldi, voltado para a aproximação com a comunidade. “A Cooperativa Vinícola Garibaldi quer ser reconhecida, principalmente, pela qualidade e diversidade de espumantes. Para isso, vida em harmonia, sustentabilidade e governança são pilares essenciais no sucesso da marca, desde a relação com os produtores até a aceitação dos consumidores”, avaliou Angonezi.
Em 2018, a Cooperativa registrou o maior faturamento de seus 88 anos: R$ 155 milhões, além de uma das safras mais representativas em volume de uvas recebidas no período 2018/2019, contabilizando 24.410.000 kg da fruta. Outro dado relevante é sobre a presença da marca no mercado brasileiro: dobrou o share de mercado entre 2015 e 2018: hoje, a Cooperativa Vinícola Garibaldi é responsável por 10% das vendas de espumantes nacionais. Para os próximos anos, a meta é manter a ascensão e atingir novos consumidores com o carro-chefe da vinícola. “Queremos nos aproximar do público que não está acostumado a beber espumante, mostrando que esse consumo pode ser descomplicado e acessível”, comentou o gerente de marketing Maiquel Vignatti.
O desafio de conquistar novos apreciadores para as bebidas borbulhantes vem com o respaldo dos números, que mostram ser essa uma grande oportunidade de mercado. “Hoje, no Brasil, o consumo de bebidas vinícola é muito pouco: temos estudos do Ibravin indicando que, dos 207 milhões de habitantes do país, apenas 32 milhões de pessoas são consumidoras regulares de vinhos (bebem no mínimo uma vez no mês). Isso é um indicador claro que temos muito espaço para crescer nos negócios”, disse o presidente Oscar Ló, ao apresentar detalhado o panorama setorial, durante a Convenção.

De olho nas tendências
A convenção também teve um momento para refletir sobre as tendências no mundo da comunicação e o uso de mídias sociais: os participantes assistiram a uma palestra com mediação de Arthur Gubert, apresentador do programa Pretinho Básico (rádio Atlântida). Em sua fala, o comunicador ressaltou a importância de as marcas estarem conectadas emocionalmente com o público. “Estudos mostram que a gente faz escolhas baseados na emoção. Isso significa que compramos baseados no que aquilo vai nos fazer sentir – e aí entra um ato humano importante: a comunicação de marcas”, destacou.
Outro momento marcante do encontro foi a apresentação de cases: histórias de vida de representantes e produtores contando de que forma a Cooperativa Vinícola Garibaldi impactou positivamente suas trajetórias. Após dois dias de programação intensa, os profissionais saíram com ânimo renovado para bater a meta de 2019: encerrar o ano com crescimento em torno de 20% no faturamento total. Para isso, o foco é ampliar a representatividade das vendas de espumantes e investir em melhorias no parque fabril para simplificar etapas e aumentar a capacidade produtiva.

Lançamento Prosecco rosé – Crédito Divulgação Garibaldi

Cooperativa Vinícola Garibaldi lança o primeiro espumante Prosecco Rosé do Brasil
A Convenção de Vendas também foi oportunidade de compartilhar com a equipe comercial mais um exemplo do pioneirismo da Cooperativa Vinícola Garibaldi: o lançamento do primeiro espumante Prosecco Rosé do Brasil. Batizado ‘Garibaldi Prosecco Rosé Brut’, o rótulo já está à venda no varejo anexo ao complexo enoturístico, e em breve chegará aos pontos de venda de todo o país e ao e-commerce.
Na avaliação do presidente da Cooperativa Vinícola Garibaldi, Oscar Ló, o lançamento segue a perspectiva de inovação. “Além de ser o primeiro Prosecco Rosé do Brasil, é possivelmente o primeiro do mundo, ou seja, largamos na frente de países tradicionais na produção de espumantes, como Itália, França e Espanha. Isso significa que a marca tende a ganhar cada vez mais holofotes por sua qualidade, inovação e excelência na elaboração de bebidas derivadas da uva”, pontua.
O segredo, de acordo com o enólogo Ricardo Morari, está na adição de uma pequena porcentagem de uvas tintas Pinot Noir à elaboração do Garibaldi Prosecco Rosé Brut. “Um espumante varietal (ou seja, que apresenta o nome da variedade de uva no rótulo), precisa ter no mínimo 75% dessa uva destacada na composição do produto. Como nosso objetivo era que a bebida permanecesse leve e fresca, prevalecendo características da Prosecco, utilizamos um percentual de Pinot Noir em torno de 3 a 5%, somente para dar o toque necessário de cor”, explica.
Além do aspecto visual de um delicado rosé, a nova versão do espumante possui perfil aromático mais complexo, encontrando notas florais, cítricas e de frutas vermelhas frescas. No paladar, o produto apresenta o mesmo frescor e cremosidade do branco, porém, com retrogosto mais frutado. Para harmonizar, vale degustar o espumante com canapés, saladas, sopas cremosas, peixes leves, frutos do mar e queijos.

Garibaldi Prosecco Rosé Brut
Origem: Serra gaúcha (RS) – Brasil
Variedade: Prosecco
Visual: Coloração rosé delicada com perlage fino, intenso e persistente
Olfato: Boa intensidade e complexidade aromática, lembrando frutas cítricas, morango e flores vermelhas
Paladar: Delicado e cremoso, com uma acidez equilibrada e refrescante
Preço no varejo: R$ 30

Vinícola Aurora inaugura fábrica no Vale dos Vinhedos

Fábrica no Vale dos Vinhedos Foto: Giovani Faccenda

A Cooperativa Aurora inaugura a nova fábrica da vinícola, localizada no Vale dos Vinhedos, no dia 1º de maio. A nova unidade, prevista para iniciar atividades no primeiro semestre,com tecnologia de ponta e certificados de sustentabilidade, deverá absorver produção e envase de suco de uva, ampliando significativamente a capacidade produtiva da vinícola.
“Estamos finalizando a obra de uma fábrica modelo, com alta tecnologia, certificada como sustentável, em pleno Vale dos Vinhedos, que vai absorver a produção e o envase dos nossos sucos de uva integrais. Mais uma vez, a Aurora faz história no setor vitivinícola do Brasil”, afirma o presidente da Aurora, Itacir Pedro Pozza.
“Importante destacar que nossa matriz e demais unidades da Aurora em Bento Gonçalves continuarão funcionando, mais dedicadas às linhas de vinhos e espumantes finos”, explica Hermínio Ficagna. “Estamos ampliando significativamente nossa capacidade produtiva e de logística com essa nova fábrica, um fôlego para mais 50 anos de crescimento contínuo”, prevê o o diretor-superintendente

Emater fecha em R$ 6,6 milhões o balanço de perdas na agricultura da Serra

Mais de duas mil toneladas de caqui foram perdidas

Mais de duas mil toneladas de caqui foram perdidas Foto: Divulgação

O prejuízo com o temporal de granizo que atingiu a Serra Gaúcha no sábado (13) chegou a R$ 6,6 milhões na agricultura, segundo a Emater. A entidade finalizou o balanço na terça-feira (16), após levantamento em propriedades de Caxias do Sul, Garibaldi, Bento Gonçalves e Farroupilha.
As maiores perdas foram nas lavouras de caqui, com prejuízo de R$ 3,22 milhões. A área atingida foi de 225 hectares, provocando a perda de 2,1 mil toneladas. Segundo a Emater, isso representa quase um quarto da produção que ainda resta a colher, que seria próximo de 10 mil toneladas. Cerca de 30% do total, das 14 mil toneladas de caqui previstas para esta safra na Serra, foram colhidos até agora.
O segundo maior prejuízo na região foi por danos em coberturas plásticas, somando R$ 1,9 milhões, valor que já havia sido apurado em levantamento preliminar na segunda. O balanço de impactos no kiwi também foi mantido em relação à apuração preliminar, com perda de 65 toneladas e prejuízo de R$ 162,5 mil. Já o impacto na maçã Fuji foi atualizado para R$ 1,35 milhão em 45 hectares, com perda de 625 toneladas.
Conforme o agrônomo especializado em fruticultura da Emater/Serra, Ênio Todeschini, o impacto do granizo não foi maior ainda na agricultura da região porque a maior parte das variedades já havia sido colhida. No caso da cebola e do alho, ainda não chegou a época de implantação desses cultivos na região.
Além dos danos diretos, há os problemas indiretos, como a perda de folhas e os machucados nos ramos das árvores de variedades que já foram colhidas neste ano, incluindo a uva e o pêssego. A perda das folhas pode prejudicar o armazenamento de energia das plantas para o período de inverno, enquanto que os machucados nos ramos podem trazer doenças para as plantas. O relatório da Emater também pontua os estragos em estradas vicinais e internas das propriedades, como prejuízos indiretos ao produtor rural.

Rústica em Pinto Bandeira e Pinto Stock mobilizam comunidade

Em comemoração ao aniversário de Pinto Bandeira foi realizado no domingo, dia 7, a Rústica e Caminhada pela parte da manhã e a tarde o Pinto Stock. Mais de 200 atletas participaram da Rústica e Caminhada. O resultado pode ser conferido no site da Chip Brasil através desse link: https://bit.ly/2UPSbBH.
Alegria, música e gastronomia fizeram do parte do Pinto Stock que contou com carros antigos, shows bazar, artesanato, entre outras atrações.

Cães são destaque na rústica de aniversário de Pinto Bandeira

Centenas de participantes prestigiaram a rústica de aniversário de Pinto Bandeira, com largada na praça central. O destaque ficou por contas de três conjuntos (é assim que são chamadas as duplas de corredor e cão que praticam canicross) que comportados e com uma alegria contagiante, enfrentaram os 8Km subindo e descendo as lombas da região.
Letícia Casonatto e a Pipoca, Renato Silva e a Kim e o André Pereira com a Honda são embaixadores do núcleo Serra da Cusco Equipe de Canicross que promove o esporte canicross entre os amigos. O esporte canicross é uma corrida com cachorro, que com suas regras próprias cuida tanto do tutor quanto dos cães.
Ao término, as atuais campeãs gaúchas Letícia e Pipoca ainda conquistaram um lugar no pódio.
O pessoal da Cusco convida, você leitor, a conhecer o esporte canicross e fazer parte da equipe mais divertida e vitoriosa do Brasil. Informações 54-98134.9005 ou www.CuscoCanicross.com.

Porto Alegre terá curso de sommelier “master” de vinho

Porto Alegre terá curso de sommelier “master” de vinhoProfissionais de gastronomia e amantes de vinhos, também chamados de enófilos, terão uma opção da curso de sommelier master em Porto Alegre. Com duração de dois anos, as aulas serão no 4º Distrito e começam em 20 de maio. O curso foi criado pela Associação Brasileira de Sommeliers do Rio Grande do Sul (ABS-RS).
A programação está dividida em três níveis. No primeiro, o foco é compreender a história do vinho, métodos de elaboração e a relação com a gastronomia. No segundo nível, há o estudo da bebida conforme a origem. Já no último nível, são aprofundadas questões sobre serviço e mercado.
— A carga horária é de 320 horas, período semelhante ao de uma pós-graduação – salienta o presidente da ABS-RS, Orestes de Andrade Jr.
O profissional acrescenta que é diferente do curso de sommelier profissional, que tem carga horária de apenas 112 horas. Há maior aprofundamento e novos conteúdos, como a química do vinho e as relações da bebida com a saúde.
As incrições estão abertas, com informações pelo site da ABS-RS. Os preços são R$ 3.990 para associados e R$ 4.230 para o público em geral.

Emater/RS-Ascar avalia perdas causadas pelo granizo nas frutíferas em colheita na Serra

A Emater/RS-Ascar realizou um levantamento dos danos ocasionados à fruticultura e olericultura na região da Serra pelo granizo ocorrido no sábado (13/04), que atingiu os municípios de Bento Gonçalves, Farroupilha, Garibaldi e Caxias do Sul. O caquizeiro foi a cultura mais afetada. Com cerca de 70% da produção ainda a ser colhida, o granizo atingiu uma área de 225 hectares da planta, ocasionando perdas de 2.145 toneladas, o que representa quase 25% da produção que ainda resta colher.
Em menor escala, o granizo atingiu ainda cinco hectares de quivi e 45 de maçã, danificando 65 toneladas de quivi e 625 toneladas de maçã. Houve prejuízos também à plasticultura, ou seja, nem a estrutura de cobertura plástica utilizada em frutíferas e olerícolas para protegê-las das intempéries resistiu às pedras de gelo. Estima-se que 35 hectares tenham sido atingidos, o que, pelo custo elevado da tecnologia, que não tem seguro, apresenta prejuízos elevados, de quase R$ 2 milhões. O montante total de perdas, somando plasticultura e frutíferas, chega a mais de R$ 6,6 milhões.
O engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar, Enio Ângelo Todeschini salienta que o granizo ocorreu fora do período tradicional, que é a primavera, sendo que as perdas na produção só não foram mais intensas pelo fato de as principais espécies cultivadas na região atingida ou ainda não estarem implantadas, como é o caso da cebola e do alho, ou já terem sido na maioria colhidas. Ainda estão em colheita, nesta época, apenas caqui, quivi, maçã Fuji e tomate.
Todeschini também aponta como danos indiretos causados às culturas a perda da massa foliar das frutíferas justamente no período de acúmulo de nutrientes para suportar os rigores do inverno e possibilitar o início de brotação e florescimento após essa estação; além de lesões nos ramos, predispondo à incidência de doenças e com perda de gemas para a safra futura; e os estragos em estradas vicinais e internas das propriedades.

Linha Alcântara sedia o 2º Encontro Microrregional de Mulheres Regionais

Em comemoração ao Dia Nacional da Mulher, que ocorre no dia 30 de abril, a Coordenadoria da Mulher e o Centro Revivi, juntamente com a Emater/Ascar, Sindicato dos Trabalhadores Rurais e Sindicato da Serra Gaúcha promovem no dia 23 de abril, a partir das 8h30min, na Linha Alcântara, em Faria Lemos, o II Encontro Microrregional de Mulheres Regionais.
O evento visa um momento único para as mulheres do interior, onde serão realizadas palestras e atividades de acordo com a demanda solicitada pelas mesmas. Dessa forma, foi elaborada uma programação que reuniu assuntos de interesse da classe como aposentadoria e o papel da mulher rural no século XXI. A programação também contempla apresentações culturais e momento espiritual.
De caráter itinerante, o Encontro é realizado em um dos municípios da Microrregião que é composta por Bento Gonçalves, Pinto Bandeira, Monte Belo do Sul e Santa Tereza, e ocorre durante todo o dia.
A primeira edição ocorreu em Pinto bandeira em 2018. A Comissão Organizadora do II Encontro é formada pela Coordenadoria da Mulher de BG, Secretaria Municipal de Agricultura, Emater/Ascar, Sindicato dos Trabalhadores Rurais e Sindicato da Serra Gaúcha.
As interessadas poderão procurar o Sindicato Rural de seu Município para retirar seu ingresso, com um custo de R$ 35,00, bem como, se inscrever para o transporte gratuito que será disponibilizado neste dia.
Programação
8h30min – Recepção e café
9h30min – Abertura
10h – Palestra – “Mulher: brilho, poder e referência”, por Ainor Lotério
11h30min – Momento espiritual
12h – Almoço
13h30min – Mulheres Rurais x Aposentadoria, como Elisete Krinbauer Hintz, diretora da FETAG-RS
14h às 15h30min – Apresentações Culturais
15h30min – Encerramento e café

Estão abertas as inscrições para o Seminário de Pequenas Frutas em Vacaria

Os interessados já podem fazer a inscrição online (https://www.embrapa.br/uva-e-vinho/sbpf/inscricoes) no 10º Seminário Brasileiro sobre Pequenas Frutas, que vai acontecer nos dias 02 e 03 de julho em Vacaria. Até dia 31 de maio, o valor da inscrição nas categorias profissionais, público em geral e estudantes terão descontos especiais. Os cem primeiros inscritos vão receber um exemplar do livro “Morangueiro” (https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/179724/1/Luis-Eduardo-MORANGUEIRO-miolo.pdf) publicado pela Embrapa. Para fazer sua inscrição clique aqui (https://www.embrapa.br/uva-e-vinho/sbpf/inscricoes).
De acordo com Andrea de Rossi, pesquisadora da Embrapa Uva e Vinho e coordenadora do seminário, o tema destaque desta edição será o manejo de framboesa e do mirtilo em cultivo protegido, os quais serão apresentados por pesquisadores italianos. Ela destaca que o programa do evento (https://www.embrapa.br/pt/uva-e-vinho/sbpf) sempre é formatado com base na expectativas e nas demandas dos participantes das edições anteriores. “O evento representa uma oportunidade ímpar de conhecer novas tecnologias e alternativas de manejo das pequenas frutas”, destaca Andrea.
O Seminário Brasileiro sobre Pequenas Frutas tem como objetivo contribuir para a consolidação das pequenas frutas como alternativas viáveis de incremento de renda da agricultura familiar e do médio produtor rural, através da discussão dos principais fatores limitantes da produção destas espécies além de promover e divulgar tecnologias para o aumento da produtividade e melhoria da qualidade das pequenas frutas. Para mais informações sobre o evento, clique aqui (https://www.embrapa.br/pt/uva-e-vinho/sbpf)
O evento é promovido pela Embrapa Uva e Vinho, Embrapa Clima Temperado, Emater/RS e Prefeitura de Vacaria, com apoio de várias entidades públicas e privadas do setor como universidades e associações.