Vereadores de Monte Belo aprovam três projetos por unanimidade de votos

Todas as matérias foram enviadas pelo Poder Executivo

Três projetos de lei foram aprovados por unanimidade de votos na Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Monte Belo do Sul da terça-feira (23).
A primeira matéria aprovada foi o PL nº 28/2019, por meio do qual o Poder Executivo altera redação dos artigos 25 e 42 da lei municipal 950/2009. “Estabelece o Plano de Carreira do Magistério Público do Município de Monte Belo do Sul, institui o respectivo quadro de cargos e funções e dá outras providências”, que passam a vigorar com a seguinte redação: “Art. 25º: O regime normal de trabalho dos professores, com atuação na Educação Infantil será de 20 e 40 horas semanais e no Ensino Fundamental será de 20 horas semanais sendo que 20% dessa carga horária fica reservada para as horas atividades.
§ 1º As horas de atividades são reservadas para preparação de aulas, planejamento, avaliação da produção dos alunos, reuniões escolares, contatos com a comunidade, formação continuada e colaboração com a Administração da escola e outras atividades a serem realizadas na forma definida pelo respectivo projeto político-pedagógico.
§ 2º A Secretaria de Educação, em conjunto com as equipes diretivas das escolas, definirá como, quando e onde serão realizadas as horas atividades.
Art. 42º. As contratações serão de natureza administrativa, ficando assegurados os seguintes direitos ao contratado:
I – Regime de trabalho de vinte horas semanais para professores do Ensino Fundamental e pedagogos; e 20 e 40 horas semanais para professores da Educação Infantil.
II – Vencimento mensal igual ao valor padrão básico do profissional da educação;
III- gratificação natalina e férias proporcionais ao término do contrato;
IV- Gratificação de difícil acesso e/ou classe especial, quando for o caso, nos termos desta lei;
V- Inscrição no regime geral de previdência social.”
Segundo a justificativa da matéria a alteração visa ajustar a redação dos artigos citados, mantendo atualizada a legislação após alterações inseridas quando da criação dos cargos de Professor de Educação Infantil com carga de 40h semanais, conforme solicitação da Secretaria Municipal de Educação e Desporto que justifica tais alterações.
Em seguida, os vereadores aprovaram o PL nº 29/2019. A proposição altera padrão de vencimento e atribuições do cargo de psicopedagogo, estabelecidos pela lei municipal 1193/2014. Segundo a justificativa, tem objetivo de atualizar padrão de vencimento do cargo de psicopedagogo, que equivocadamente, ao ser criado foi vinculado ao padrão de vencimento do Plano de Carreira do Magistério, quando deveria estar vinculado ao padrão de vencimento do quadro geral de servidores.
Por fim, o plenário aprovou o PL nº 30/2019. A matéria altera dispositivos da lei municipal nº 1.310/2017. “Institui o Programa Municipal de Incentivo ao Desenvolvimento Agropecuário, Econômico e Social Rural”, que passam a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 17 – Art. 17 É fixada por esta Lei a tabela de preços para os serviços com equipamentos do município ou contratados por processo licitatório, o valor corresponde a hora máquina, conforme segue:
I- Trator Sobre Esteiras: R$ 240,00/Hora;
II- Escavadeira Hidráulica: R$ 240,00/Hora;
III- Retroescavadeira: R$ 140,00/Hora;
IV- Motoniveladora: R$ 140,00/Hora;
V- Pá Carregadeira: R$ 120,00/Hora;
VI- Trator Agrícola: R$ 100,00/Hora;
VII- Caminhão Basculante: Gratuito;
VIII- Semirreboque /Prancha de Transporte – Gratuito;
IX- Mini Trator de Esteira: R$ 180,00/Hora;
X- Miniescavadeira Hidráulica: R$ 120,00/Hora.
De acordo com o projeto, a administração busca incentivar os agricultores a diversificarem a sua produção e através desta diversificação proporcionar opções aos jovens para que permaneçam no meio rural. Atualmente a agricultura ainda representa a maior parte da arrecadação do Município.
Requerimento
De autoria do Vereador Aristides Fantin, requer ao Chefe do Poder Executivo, que sejam realizadas medidas a fim de implementar a obrigatoriedade de comercialização de sucos naturais produzidos pelo município nas festas, comemorações e festejos locais, uma vez que tal bebida provem da uva, fonte de alimento e maior rendimento do Município.
Indicação
De autoria do Vereador Onecimo Pauleti solicita ao Executivo Municipal pintura do meio-fio das calçadas da área urbana e estudo para pintura das faixas nos trechos asfálticos.
Ouça na íntegra a Sessão da Câmara de Vereadores no link:
www.montebelodosul.rs.leg.br/institucional/audios/2019/sessao-ordinaria-23-07.2019?e=.mp3
A próxima Sessão Ordinária será no dia 05 de agosto, às 19h, aberta à participação da Comunidade.

Governo libera 51 agrotóxicos: 44 genéricos e sete com novas moléculas

Do total, 28 estão classificados como medianamente tóxicos, 17 como extremamente tóxicos, cinco são pouco tóxicos e um é altamente tóxico

Foto: Marlove Perin

O Diário Oficial da União (DOU) da segunda-feira (22/7) traz uma listagem com 51 novos agrotóxicos liberados para uso nos campos do Brasil. Do total, 44 são genéricos, com princípios ativos já autorizados, sete são novos no país – seis inseticidas e um herbicida. Os inseticidas contêm o ingrediente ativo sulfoxaflor, que controla pragas como pulgão, mosca-branca e psilídeo. Com este novo pacote de liberação, já são 262 agrotóxicos liberados desde o início da administração de Jair Bolsonaro.
Da lista de hoje, 28 estão classificados como medianamente tóxicos, 17 como extremamente tóxicos, cinco são pouco tóxicos e um é altamente tóxico. Ainda de acordo com o documento, 27 desses produtos são perigosos ao meio ambiente, 18 são muito perigosos, cinco são pouco perigosos e um altamente perigoso.O Ministério da Agricultura (Mapa) ressalta que os formulados só poderão ser usados nas lavouras se o produtor obedecer às várias restrições e seguir as orientações estabelecidas pelo Ibama, para “mitigação de risco para insetos polinizadores”. Entre as restrições está a aplicação em períodos de floração das culturas. Também é preciso respeitar as informações contidas na “bula” e rótulos do produto, como dosagens máximas e as distâncias mínimas de aplicação em relação à bordadura, para proteger as abelhas não-apis.De acordo com o Mapa, o ingrediente ativo sulfoxaflor teve o registro do produto técnico (de uso industrial) concedido no fim de 2018 e o produto formulado estava em avaliação final das autoridades ambientais. Depois de passar por consulta pública, o produto foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Em relação à saúde humana, o órgão afirma que o sulfoxaflor está na lista dos agrotóxicos 20% menos tóxicos.

Foto Divulgação Globo Rural

vinícolas da Serra apostam em suco biodinâmico

A bebida biodinâmica começou a ganhar espaço e com uvas viníferas, além de rótulos feitos com motivação religiosa. A elaboração destes produtos, na maioria das empresas, ainda é reduzida, mas encarada com potencial para crescimento a longo prazo. Com fabricação de sucos orgânicos desde o início dos anos 2000, a cooperativa Garibaldi, de Garibaldi, decidiu ir um passo além. A empresa lançou, no início deste ano, o primeiro suco biodinâmico do país. Assim como a produção orgânica, a biodinâmica também abole o uso de químicos no cultivo das uvas. A técnica ainda leva em consideração a interação do ser humano com a terra e o cosmo. Sendo assim, aspectos como as fases da lua, por exemplo, influenciam o momento da semeadura, da poda e da colheita da fruta.
A Garibaldi produz cerca de 30 mil litros anuais da bebida biodinâmica. No caso dos orgânicos, o envase já chega a 500 mil litros anuais. Os volumes são modestos se comparados com o total de 11 milhões de litros de sucos que saíram da fábrica na Serra em 2018 e deixaram R$ 70 milhões em caixa.
Dos 400 associados da cooperativa, 25 entregam uvas orgânicas e outros quatro fizeram a conversão das parreiras para efetuar o plantio biodinâmico. Segundo Angonese, a tendência é de que a produção do suco biodinâmico cresça, em média, 20% ao ano.
Já a Casa Madeira, de Bento Gonçalves, encontrou no judaísmo a motivação para criar uma nova versão do seu suco integral. Há quatro anos, a empresa fabrica uma bebida kosher, seguindo as leis da religião. Tudo começou após um grupo de judeus ortodoxos de São Paulo visitarem a vinícola e terem feito uma proposta de parceria à marca, que pertence ao grupo Famiglia Valduga.
O processo de fabricação do suco kosher se assemelha ao do integral tradicional. A única diferença é que um rabino e outros dois ajudantes, também judeus, participam de todas as fases de elaboração, fazendo desde a limpeza dos tanques até o acompanhamento do envase nas máquinas. Durante o período de elaboração, a vinícola é fechada apenas para os judeus.
Além da bebida kosher, outra aposta inusitada da Casa Madeira está na produção de sucos com uvas viníferas. A empresa possui rótulos do tipo à base de moscato e cabernet sauvignon. Neste caso, o volume envasado chega a 15 mil litros a cada ano.

Vendas de suco de uva atingem o maior volume da história

Vinícolas gaúchas comercializaram 282 milhões de litros da bebida no ano passado, com 80% da produção feita na Serra

Negócios envolvendo a bebida mais do que dobraram desde 2008 Fotos: Divulgação

Em uma década, as vinícolas do Rio Grande do Sul mais do que dobraram as vendas de suco de uva. Entre 2008 e 2018, o volume comercializado da bebida passou de 123 milhões para 282 milhões de litros anuais, de acordo com levantamento do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin). O resultado representa expansão de 128% no período. Em um mercado que cresce dois dígitos, em média, a cada temporada, os negócios envolvendo o líquido alcançaram o maior patamar da história.
A tendência é de que o segmento siga batendo recordes. Desde 2004, a demanda pela bebida aumenta em escala exponencial. O único momento de retração foi enfrentado em 2016, quando a quebra na safra da uva reduziu drasticamente a capacidade produtiva das vinícolas. Excetuando o suco concentrado, que é negociado principalmente para a indústria e representa mais da metade da produção, a versão integral é a campeã de vendas. No ano passado, as empresas gaúchas negociaram mais de 120 milhões de litros deste tipo.
– O mercado cresce principalmente porque o consumidor está buscando produtos saudáveis. As pessoas estão olhando mais os rótulos e a composição dos produtos e acabam ingerindo um produto de maior qualidade, mesmo pagando um pouco a mais – constata Diego Bertolini, gerente de promoção do Ibravin.

Aurora, que vai transferir produção de suco para nova unidade, deve vender 47 milhões de litros neste ano Foto: Divulgação

O Estado elabora 90% de todo o suco de uva do país, tendo a maioria das fábricas na Serra. Na região serrana, a bebida é o carro-chefe de muitas vinícolas. Esse é o caso da cooperativa Aurora, de Bento Gonçalves, a maior fabricante do líquido no país. Detentora de fatia próxima de 40% do mercado nacional, a empresa vendeu mais de 42 milhões de litros de suco no ano passado e espera chegar à marca de 47 milhões de litros em 2019. Tudo é feito com as uvas entregues por 1 mil famílias associadas. Entre as variedades mais utilizadas no beneficiamento estão bordô, isabel e niágara.
Atualmente, o suco de uva representa 60% da produção e 50% do faturamento anual da Aurora, gerando em torno de R$ 270 milhões. A importância da bebida é tanta que, ao chegar no seu limite de produção, a empresa decidiu investir R$ 50 milhões em uma nova fábrica, no Vale dos Vinhedos. A estrutura foi inaugurada em maio e concentrará toda a fabricação de suco. A linha de produção, hoje no Centro de Bento Gonçalves, deverá ser transferida para o local até outubro.
– O mercado cresceu tanto que a linha de produção não consegue acompanhar mais. Se não pensássemos em uma nova unidade, iríamos perder mercado. Montamos a nova fábrica para produzir até 100 milhões de litros ao ano. Se mantivermos o crescimento atual, podemos chegar a esse patamar em 10 a 12 anos – projeta Hermínio Ficagna, diretor superintendente da Aurora.
As regiões Sul e Sudeste são os principais destinos dos sucos envasados em solo gaúcho. Neste sentido, o presidente da cooperativa Nova Aliança, Alceu Dalle Molle, vê na expansão do consumo para outras regiões, como Norte e Nordeste, uma estratégia para manter o setor aquecido por mais tempo.
– Nos últimos anos, com a entrada de novos players no mercado, os preços diminuíram. O suco de uva se tornou mais acessível à população. Acredito que ainda há espaço para seguir crescendo. Hoje, o consumo não chega a meio litro por pessoa no Brasil – destaca Dalle Molle.
Com fábrica em Flores da Cunha, a Nova Aliança produziu em torno de 23 milhões de litros da bebida de uva em 2018. O artigo é responsável por 60% da produção e 60% do faturamento da cooperativa, rendendo mais de R$ 120 milhões em receita. Neste ano, a projeção é de que a empresa atinja a marca de 30 milhões de litros comercializados. Para dar conta da meta, a companhia conta com cerca de 750 famílias associadas que fornecem as uvas.
As três maiores cooperativas vitivinícolas do país (Aurora, Garibaldi e Nova Aliança) produziram 76 milhões de litros de suco em 2018, representando mais de 60% do mercado. O faturamento gerado pela bebida foi de R$ 462 milhões.
Em 2018, 52% das vendas foram de suco concentrado para a indústria e 42% de suco integral. Em seguida aparecem o suco reconstituído (3%), néctar de uva (1,5%), polpa de uva (1%) e outros produtos à base de uva (0,5%).

Nota fiscal eletrônica para produtores rurais passa a ser obrigatória

Elson Schneider, Presidente do Sindicato Rural da Serra Gaúchaem reunião com o Prefeito Guilherme Pasin Foto: Divulgação

Desde outubro de 2018, produtores rurais de todo Brasil estão autorizados a emitir Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). A emissão da nota fiscal eletrônica por produtores rurais deixa de ser opcional e passa a ser obrigatória a partir de 1º de julho nos estados do Mato Grosso e Bahia. A medida deve ser seguida gradativamente por outros estados e a expectativa é de que seja obrigatória em todo o Brasil em 2020.
De acordo com a Sefaz (Secretaria da Fazenda), a utilização da NF- garantir mais agilidade e segurança, os produtores também terão despesas menores, pois não precisarão mais se deslocar até as prefeituras para retirar e devolver talões.
O primeiro passo para emitir a NF-e de Produtor Rural é ter um certificado digital do tipo E-CPF, uma espécie de CPF digital para pessoa física. Ele assegura a validade jurídica das notas emitidas, e será utilizado para realizar a assinatura digital. Caso o produtor rural já tenha um CNPJ, ele precisará também de um emissor e certificado digital, que neste caso é o e-CNPJ.
Após adquirir o Certificado Digital, será necessário escolher o programa Emissor de NF-e Produtor Rural que será utilizado. É neste programa que o produtor rural digitará as notas fiscais e fará a transmissão para o servidor da Sefaz.
É importante lembrar que cada estado pode ter uma regra diferente e, portanto, os produtores rurais precisam entrar em contato com a secretaria da fazenda de seu estado.
Elson Schneider, Presidente do Sindicato Rural da Serra Gaúcha diz que o Sindicato oferece todo suporte para esclarecer dúvidas aos produtores sobre a NF-e. Schneider esteve reunido com o Prefeito Guilherme Pasin com objetivo de apresentar uma solução para a emissão da NF-e rural, conforme Decreto estadual 54197 de 2018, e buscar uma mobilização dos municípios em prol do projeto voltado aos produtores rurais. A iniciativa permite que o produtor entrasse em contato com a empresa por meio de um canal eletrônico, repassasse as informações e a Nota Fiscal Eletrônica seria gerada pelo estabelecimento. A partir disso, o documento seria enviado ao agricultor, que poderia apresenta-la por meio de um aplicativo. O projeto será apresentado ao secretário estadual da Agricultura, Pecuária e desenvolvimento Rural, Covatti Fillho, na próxima semana.

Selo Arte vai beneficiar 170 mil produtores de queijos artesanais

Decreto atualiza legislação e permite venda para outros estados

 

Foto: Divulgação

Cerca de 170 mil produtores de queijos artesanais de todo o país vão poder vendê-los a outros estados. Foi assinado) decreto que regulamenta o Selo Arte, que numa primeira etapa será aplicado em produtos lácteos, como queijos.
O Selo Arte autoriza que produtos alimentícios artesanais sejam comercializados em todo o território nacional, desde que cumpram as exigências sanitárias, de fabricação e de boas práticas agropecuárias. Embora o selo seja federal, a fiscalização da qualidade dos alimentos caberá aos órgãos estaduais.
Com indicação de origem geográfica, o selo será primeiramente aplicado em laticínios. Em seguida, será estendido a derivados de carne (embutidos, linguiças, defumados), de pescados (defumados, linguiças) e de colmeias de abelhas (mel, própolis e cera).

Inauguração Confraria Amigas do Vinho Serra Gaúcha e Serra do Sudeste

Tirar a rolha, encher a taça, brindar e dar o primeiro gole é um ritual milenar que continua aproximando as pessoas e fazendo amigos. É justamente por isso que no dia 26 de setembro, será inaugurado em Bento Gonçalves a confraria Amigas do Vinho Serra Gaúcha e Serra do Sudeste. O evento será a partir das 19h no Cobo Wine Bar. A Confraria Amigas do Vinho: foi fundada no dia 2 de agosto de 2003 pela Presidente Nacional Maria Lúcia Rodrigues, com sede no Rio de Janeiro/RJ.
É uma confraria nacional, filiada a FEBAVE – Federação Brasileira de Confrarias e Associações Femininas do Vinho e do Espumante que proporciona encontros entre mulheres que apreciam vinhos, de forma moderada, lúdica, descontraída, com aprendizado e proporcionando a prática de networking. Conecta mais de 15 mil enófilas,  alguns estados como São Paulo, Paraná, Brasília e Goiás já têm sua “Seção Estadual” capitaneada por mulheres com a mesma filosofia de degustar bons vinhos e praticar o intercâmbio profissional e social. No dia15 de Fevereiro de 2019 foi inaugurado a Confraria Amigas do Vinho Seção Rio Grande do Sul. Em setembro será inaugurado na Serra Gaúcha, na qual a Bacharel em Administração de Empresas e graduanda em Jornalismo e Sommelière Marlove Perin irá presidir, juntamente com Lediane Scottá, Bacharel em Administração de Empresas, Coordenadora de Vendas da Dall Pizzol Vinhos e Alessandra Spalding, formada em direito, servidora pública e sommelier profissional formada pela ABS/RS. Na região da Serra do Sudeste, a Confraria Amigas do Vinho será presidida por Gabriela Brocardo, Sommelière de Chá com formação em Internacional escola internacional El Club Del Té, juntas irão proporcionar bons encontros com eventos relacionados à enologia, enogastronomia, enoturismo e afins.
A compra dos ingressos para a inauguração em Bento Gonçalves estão sendo disponibilizados no Sympla. As vagas são limitadas. A venda de ingressos é somente por este meio. Segue link:

https://www.sympla.com.br/inauguracao-confraria-amigas-do-vinho-serra-gaucha-e-serra-do-sudeste__591945

Câmara de Monte Belo do sul concede homenagem ao Agricultor Destaque 219 e ao padre Vinicius Fedrizzi Caberlon

Legislativo presta homenagens aos Agricultores Destaque e ao padre Vinicius Fedrizzi Caberlon Fotos: Marlove Perin

A Câmara de Vereadores de Monte Belo do Sul prestou homenagens aos Agricultores Destaque 2019. Foram homenageados o agricultor da Capela São José, Cleinir De Villa, da Capela Nossa Senhora da Saúde, Luciano Bombassaro e da Capela Fernandes Lima, Vinicius De Mari.
O Título foi criado no município em 2014, através do Decreto Legislativo 010/2014 ficou instituída a homenagem ao Agricultor destaque do ano, cuja indicação parte do presidente da Comissão Técnica Permanente de Obras, Assistência, Saúde e Agricultura, por um representante do Sindicado dos Trabalhadores Rurais, por um representante do Conselho Municipal de Agricultura, por um representante do Conselho Municipal do Meio Ambiente e por um representante da Emater.
O padre Vinicius Fedrizzi Caberlon também foi homenageado com uma Portaria de Louvor e Agradecimento pelos serviços prestados na Paróquia São Francisco de Assis. A homenagem foi proposta pela vereadora Nelsa Berselli Cecconi.

Agricultor da Capela São José, Cleinir De Villa e vereador Norberto Possamai

Agricultor da Capela Nossa Senhora da Saúde, Luciano Bombassaro e vereador Aristides Fantim

Vinicius De Mari agricultor da Capela Fernandes Lima e vereador Silvio Cesca

Padre Vinicius Fedrizzi Caberlon e vereadora Nelsa Berselli Cecconi

Cooperativa Vinícola Garibaldi integra associados em 5° Seminário de Produção Orgânica

5° Seminário de Produção Orgânica reuniu associados na Cooperativa Vinícola Garibaldi Oscar Ló, presidente da Cooperativa Vinícola Garibaldi disse que o projeto de produção orgânica esta alinhado a missão de gerar valor à cooperativa. Crédito Exata Comunicação

Aplicando de forma prática o slogan de que a vida deve ser vivida em harmonia, a Cooperativa Vinícola Garibaldi integrou mais de 30 associados no 5° Seminário de Produção Orgânica, realizado dia 15 de julho, na sede administrativa, em Garibaldi.
O encontro temático reuniu viticultores que cultivam uvas seguindo as determinações que regulamentam a produção orgânica – segmento que vem conquistando crescente participação no mercado e na preferência dos consumidores por seus atributos relacionados à saúde e qualidade de vida e, também, preceitos de sustentabilidade. No Rio Grande do Sul, a safra de 2019 registrou produção superior aos 628 mil litros de suco de uva orgânico e 42 mil litros de vinho orgânico. Essa é primeira vez que os produtos dessa categoria aparecem no relatório SISDEVIN/SDA (Sistema de Cadastro Vinícola), elaborado pela Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do estado do Rio Grande do Sul.
A programação do 5° Seminário de Produção Orgânica iniciou com a mensagem de boas-vindas do presidente da cooperativa, Oscar Ló, e seguiu com as apresentações técnicas de Lucas Garrido, da Embrapa, sobre o uso de microrganismos no controle de doenças da videira; e Sérgio Cruz, da AGRINOR, tratando do tema ‘como reproduzir os microrganismos na sua propriedade’. Na parte da tarde, houve troca de experiências e depoimentos entre viticultores orgânicos e interação com o departamento técnico da Cooperativa Vinícola Garibaldi.
Incentivadora de práticas que oportunizem novas oportunidades de negócios a seus associados – e estimulem o desenvolvimento sustentável em todas as etapas do processo produtivo – a Cooperativa Vinícola Garibaldi vem investindo na produção de orgânicos como diferencial de seu portfólio. “O projeto de produção orgânica está alinhado a nossa missão: gerar valor à Cooperativa, ou seja, a todas as partes envolvidas em sua operação, desde os associados, colaboradores, fornecedores, consumidores, comunidade; e também a questão da sustentabilidade, diretamente relacionada às práticas desse segmento. Apostamos nesse projeto especialmente por acreditarmos na importância de uma produção mais limpa, que agrega qualidade de vida, um processo de harmonia. E, também, pelo potencial de crescimento, enquanto negócio, que esse filão representa. É um projeto importante, que cultivamos com carinho, acreditando em sua expansão”, disse o presidente Oscar Ló.

“Ética é fundamental para a carreira”, diz secretária-executiva da Cooperativa Aurora

Rose Scussel é funcionária da Cooperativa há 36 anos e há 19 anos atua no cargo

Rose Scussel

Rose Scussel, é secretária executiva há 19 anos na Cooperativa Vinícola Aurora. Declaradamente apaixonada pela profissão, Rose está há 36 anos na empresa, tendo já passado por diversos setores da Cooperativa. Para ela, ser uma pessoa ética e discreta são requisitos fundamentais para se dar bem no mercado de trabalho. Leia abaixo a entrevista
concedida para o jornal Gazeta News RS – Monte Belo do Sul e Pinto Bandeira:
Gazeta News RS – Como é o dia-a-dia de uma secretária executiva?
Rose – As atividades são muito diversificadas. Somos multifuncionais. Temos que estar atentas a tudo, priorizar as tarefas do dia, coletar informações e estar sempre focada na solução de problemas e na busca de resultados, intermediando contatos e rotinas. Gerencio as informações, e ajudo na execução das tarefas administrativas, assessorando os diretores executivos no desempenho de suas funções, filtro informações a fim de que somente os
problemas pertinentes a eles cheguem, a fim de otimizar o tempo.
Gazeta News RS- Qual a maior dificuldade da carreira? E a melhor parte da profissão?
Rose – A maior dificuldade é estar sempre atualizada não perdendo o foco do cargo. A melhor parte é ser reconhecida pelo trabalho bem feito.
Gazeta News RS – Quais características uma secretária tem que reunir para se dar bem na
carreira?
Rose – Ética é fundamental. Dentre as características principais posso citar: formação escolar adequada, domínio em microinformática, boa fluência verbal, conhecimento de idiomas, dinamismo, maturidade emocional, iniciativa , flexibilidade, persistência, automotivação, organização, comprometimento com o trabalho, possuir capacidade de trabalhar sob pressão, saber administrar conflitos, facilidade no relacionamento interpessoal e em trabalho em equipe, pró-atividade, apresentação pessoal impecável, ser discreta, educada, bem-humorada, paciente e principalmente, amor, porque só fazemos bem aquilo que amamos. Ser secretária é muito mais que uma profissão é uma escolha. “Quando não se pode fazer o que se deve, deve-se fazer o que se pode da melhor maneira possível “é o meu lema, diz Rose.
Gazeta News RS – Que dica a senhora daria para quem quer fazer secretariado?
Rose – Em primeiro lugar é preciso gostar do que se faz. Procurar fazer os cursos formadores como o técnico, tecnólogo ou bacharel em secretariado, manter-se sempre atualizada com cursos extracurriculares, idiomas e estar sempre bem informada, através de leitura de jornais e revistas semanais e principalmente estar atento ao mercado, pois ele não é estático e sim dinâmico.