Imersão através da arquitetura é destaque em Complexo Vinícola de São Paulo

Ponto de encontro chama a atenção e leva a experiências junto ao mundo do vinho em proposta inovadora no sul paulista

Reforçar a identidade do local, alinhando a arquitetura como um elemento ao mundo do vinho, é uma das características de um dos mais recentes projetos desenvolvidos no interior de São Paulo. Em Ribeirão Branco, pouco mais de três horas da Capital, está situado o Complexo Família Davo, que reúne Vinícola, Hotel e Restaurante.
Uma área com um ambiente rural, em meio à 50 hectares, com paisagens exuberantes. Mas para tornar a experiência memorável a quem visita, o projeto contou com a expertise da arquiteta Vanja Hertcert, de Bento Gonçalves-RS, no Vale dos Vinhedos.

Com inúmeras ações desenvolvidas no mundo do vinho, destaca que o foco é “em cada ambiente contar uma história e associar ao terroir de onde é feito”, comenta.
Na Fazenda São Judas, Sul paulista, já havia um núcleo edificado. Por esta razão a criação de um local organizando as ações para que tudo acontecesse com o mote do vinho ganhou força. O turista pode vivenciar momentos nos parreirais com um encontro através das trilhas, nesta praça, no Restaurante.
“Não é um hotel convencional, é de autor e a partir da praça tudo acontece”, reforça Hertcert, que tem diversos projetos arquitetônicos desenvolvidos em outros locais do País, como Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e o próprio estado de São Paulo.
O empresário do ramo de transportes, José Afonso Davo, diretor do Complexo, é um entusiasta da proposta e define que “a pessoa que chega neste paraíso não tenha dúvida que vai se encantar”, comenta.
A vinícola atualmente produz vinhos frescos, espumantes (carro chefe neste momento com aproximadamente 5 mil garrafas), sucos e está em processo de produção de uma nova linha com tintos de colheita de inverno em outra propriedade situada no Sul de Minas Gerais.
O Hotel e Vinícola Davo está localizado na Estrada Municipal de Ribeirão Branco, Taquarimirim, Ribeirão Branco-SP.
Veja neste vídeo a participação da arquiteta Vanja: https://www.youtube.com/watch?v=yeGIFqMdOp8
Acesse o vídeo e saiba mais: https://www.youtube.com/watch?v=fJT-BlPOm0I
Visite o site: http://www.hotelevinicoladavo.com.br

 

Inicia colheita do milho no RS

Foto em Tuparendi, no Noroeste do RS, por José Schafer

No Rio Grande do Sul, a semeadura do milho alcança 90% da área de 777.442 hectares projetadas para esta safra 2019/2020. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar, em parceria com a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), 39% das lavouras implantadas estão na fase de desenvolvimento vegetativo, 22% em floração, 35% em enchimento de grãos e 4% em maturação. Na regional de Santa Rosa, a colheita do milho já iniciou em 1% da área cultivada com o grão. No geral, o desenvolvimento da cultura e o estado fitossanitário estão bons. As lavouras apresentam baixo índice de ataque de pragas e de incidência de doenças.
O milho silagem também segue em desenvolvimento no Estado. Na regional da Emater/RS-Ascar de Frederico Westphalen, 10% das lavouras estão na fase de desenvolvimento vegetativo, 27% em floração, 60% em enchimento de grãos e 3% em maturação. Em geral, as lavouras seguem apresentando bom desenvolvimento, com ótimo potencial produtivo.
Na soja, a implantação da cultura alcançou 90% do total da intenção de plantio, que é de 5.978.967 hectares para a safra do RS. As lavouras se encontram 99% na fase de desenvolvimento vegetativo e 1% em floração. Na regional da Emater/RS-Ascar de Ijuí, por exemplo, o plantio da soja foi finalizado. Em aproximadamente 10% da área cultivada, as lavouras necessitam de aporte hídrico para regularizar a emergência. Das já implantadas, 98% estão em desenvolvimento vegetativo (estágios V4 e V6) e em 2% inicia a floração. Em geral, o estande de plantas se apresenta desuniforme. Nas áreas implantadas no início de novembro, o problema foi o elevado volume de precipitação, enquanto que nas implantadas entre o final de novembro e início de dezembro, a limitação é a redução da umidade do solo em decorrência da ausência de precipitações. Em pontos isolados, tem sido observada a morte de plantas devido ao estresse hídrico e a fatores como ataque de lagartas.
Nas Missões, a semeadura da soja não foi concluída devido à pouca umidade do solo. Nas lavouras implantadas recentemente, a emergência das sementes foi desuniforme em função de o plantio ter ocorrido com solo seco e a pouca profundidade. Em 3% da área total da região administrativa da Emater/RS-Ascar de Santa Rosa, os produtores necessitaram realizar replantio. Em geral, a situação das lavouras de soja ainda se mantém boa, com bom estande de plantas e estado sanitário. Os produtores da região realizam controle de invasoras e pragas (lagartas) e iniciam o monitoramento da prevenção da ferrugem asiática.
A cultura do arroz no RS chegou em 98% da área de 944.549 hectares estimada para a safra. O tempo favorável em todas as regiões permitiu aos produtores avanços no preparo de novas áreas e plantios. As lavouras estão 100% na fase de desenvolvimento vegetativo. Os produtores continuam executando tratos culturais para o controle de ervas daninhas, adubação de cobertura e manejo da irrigação.
A implantação do feijão 1ª safra no RS alcançou 92% da área prevista. Atualmente, 28% das lavouras se apresentam na fase de desenvolvimento vegetativo, 15% das lavouras estão em floração, 24% em enchimento de grãos, 23% em maturação e 10% já foram colhidas. Na regional da Emater/RS-Ascar de Frederico Westphalen, a cultura apresenta bom estande e bom aspecto. Os produtores seguem realizando adubação de cobertura (aplicação de nitrogênio) e controle de invasoras. Já na regional de Ijuí, as condições de tempo são favoráveis ao desenvolvimento da cultura, que se encaminha para o enchimento de grãos e maturação. O tempo seco favorece possibilita grãos de excelente qualidade nas primeiras lavouras colhidas; por outro lado, a ausência de umidade tem acarretado problemas em lavouras tardias, atualmente nas fases de floração e de formação do grão.

CULTURAS DE INVERNO
Trigo – Cultura na entressafra, com os produtores comercializando o produto estocado. Na regional da Emater/RS-Ascar de Caxias do Sul, o preço ficou estável entre R$ 40,00 e R$ 42,00. Nas de Ijuí e Frederico Westphalen, variou entre R$ 39,00 e R$ 40,00. Em Erechim, variou entre R$ 41,00 e R$ 42,00. Na regional de Passo Fundo o preço permaneceu em R$ 40,00/sc. Para o produto disponível, a cotação em Cruz Alta foi de R$ 44,00/sc.
Cevada – O tempo favorável na semana permitiu a finalização da colheita da safra da cevada no Estado. Em Canguçu, município que integra a Regional de Pelotas, as últimas lavouras colhidas chegaram à produtividade média de 2.115 quilos por hectare.
Aveia branca – O ciclo da aveia branca no Estado está tecnicamente encerrado. Em Hulha Negra, na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, os produtores aproveitaram a semana com clima seco para finalizar a colheita. A produtividade variou entre 1.200 e 1.500 quilos por hectare, e os grãos apresentaram bom peso, boa sanidade e umidade em torno de 12%. Os preços oscilaram entre R$ 0,70 e R$ 1,00/kg. A aveia Ucraniana, que obtém melhores cotações, foi comercializada entre R$ 1,10 e R$ 1,30/kg.

OLERÍCOLAS E FRUTÍCOLAS
Aipim/mandioca – Nas regiões da Fronteira Noroeste e Missões, as lavouras seguem em desenvolvimento vegetativo. Produtores realizam capina das ervas daninhas e segue a colheita das lavouras plantadas no ano passado. O preço pago ao produtor pelo produto descascado, destinado à agroindústria de polvilho, é de R$ 4,50/kg.
Cebola – Na região Sul do Estado, maior região produtora, com 2.785 hectares com a cultura, segue a colheita, com melhoria do produto colhido. Lavouras estão predominantemente em fase de tombamento e cura a campo. O preço pago ao produtor variou de R$ 0,50 a R$ 0,80/kg para tipo 3. Na regional de Passo Fundo, a colheita da cebola foi encerrada, com produto de ótima qualidade. As produtividades variaram de 15 a 55 toneladas por hectare, com uma média de 28 toneladas por hectare. Produtores comercializam o produto; o preço pago ao produtor baixou, ficando entre R$ 0,50 e R$ 0,60/kg.
Milho verde – Na Regional de Lajeado, iniciou a colheita, atrasada em relação aos anos anteriores, devido ao frio no início do ciclo. A produtividade é muito boa, de 13 toneladas por hectare e média de 45 mil a 50 mil espigas colhidas por hectare. Algumas espigas podem apresentar falha de granação devido ao excesso de chuva durante a floração no Vale do Taquari. O preço recebido pelos produtores varia de R$ 0,20 a R$ 0,25/espiga.
Pêssego – Na região Sul, a cultura está implantada em 5.311 hectares, sendo que 65% das lavouras estão no período de frutificação. Foram colhidos 35% do total. A frutificação é desuniforme. Seguem os tratamentos fitossanitários. O preço pago ao produtor é de R$ 2,00 a R$ 3,00/kg; para o produto para indústria, a sinalização de preços é a seguinte: para tipo 1, R$ 1,30/kg e para o pêssego tipo 2, R$ 1,05/kg.
Melancia – Na Regional de Soledade, a cultura está em colheita. As lavouras sem irrigação apresentam sinais de déficit hídrico. Já na Regional de Porto Alegre, segue a colheita. A baixa umidade já causa déficit hídrico. O preço pago ao produtor é de R$ 1,00/kg.

PASTAGENS E CRIAÇÕES
Os campos nativos e as pastagens cultivadas perenes de verão apresentam boa produção de forragem. A implantação das pastagens cultivadas anuais de verão sofreu atraso, mas em algumas áreas já começam a ser pastejadas. Em vários locais das regiões administrativas da Emater/RS-Ascar de Bagé, Pelotas e Soledade, o clima mais seco está afetando a qualidade e o crescimento das pastagens de verão, especialmente as anuais, em fase de desenvolvimento inicial.
BOVINOCULTURA DE CORTE – As diversas categorias de bovinos de corte no rebanho do RS apresentam bom escore corporal e ganho de peso. As condições sanitárias, no geral, estão satisfatórias. Nas regiões da Emater/RS-Ascar de Santa Maria e Caxias do Sul, vem aumentando a incidência de carrapatos e mosca-do-chifre. Nas diversas regiões do Estado, o período de cobertura das matrizes está em andamento em um bom número de propriedades, tanto por monta natural quanto por meio de inseminação artificial.
BOVINOCULTURA DE LEITE – Os rebanhos leiteiros do Rio Grande do Sul apresentam bom estado corporal e mantêm boa produção. As condições sanitárias são satisfatórias. Nas regiões administrativas da Emater/RS-Ascar de Bagé, Caxias do Sul, Pelotas e Santa Rosa, ocorre aumento da incidência de parasitoses causadas por carrapatos e moscas, especialmente pela mosca-do-chifre. Nas regiões de Pelotas, Santa Rosa, Erechim e Ijuí, são registradas situações de desconforto térmico dos animais. Este fato acarreta menor ingestão de massa verde por meio de pastejo, gerando necessidade de suplementação alimentar para manter os níveis de produção de leite. Com isso ocorre elevação dos custos de produção.
OVINOCULTURA – Os rebanhos ovinos gaúchos apresentam boas condições físicas e sanitárias. Com o desmame de cordeiros encerrado, as atenções do manejo concentram-se na recria e terminação. Outro destaque no manejo é a preparação de carneiros e ventres para o período de encarneiramento que começa no próximo mês, em boa parte das propriedades. A esquila já foi concluída em mais 90% dos rebanhos.
PESCA ARTESANAL
Durante a semana, na região de Porto Alegre, a pesca artesanal em águas do mar teve baixa produtividade, de uma forma geral. Já nas regiões de Santa Rosa e Pelotas, o período de defeso segue até o final de janeiro, nos principais estuários de água doce.

Slow Food no Natal Borbulhante

Voluntários vão servir sanduíche de costela feito com ingredientes locais na praça Loureiro da Silva, dia 17 de dezembro

Nessa noite, os voluntários do movimento vão preparar sanduíche de costela com ingredientes locais, das 19h às 23h, na Praça Loureiro da Silva Foto: Divulgação

O Slow Food Primeira Colônia Italiana será o responsável pela gastronomia do Natal Borbulhante de Garibaldi na noite da próxima terça, dia 17 de dezembro. Nessa noite, os voluntários do movimento vão preparar sanduíche de costela com ingredientes locais, das 19h às 23h, na Praça Loureiro da Silva. O lucro será destinado à manutenção das atividades do grupo, que promove o alimento bom, limpo e justo na Serra Gaúcha. Haverá opção vegana.
O movimento Slow Food, criado na Itália, é uma associação internacional sem fins lucrativos que defende o direito ao prazer da alimentação, utilizando produtos artesanais de qualidade especial e produzidos de forma que respeite tanto o meio ambiente quanto os produtores. Neste mês de dezembro, o Slow Food comemora os 30 anos da assinatura do Manifesto Slow Food, marcando formalmente a internacionalização do movimento. Atualmente, existem grupos em 160 países, num total de um milhão de voluntários, associados e ativistas.
A realização do Natal Borbulhante é do Ministério da Cidadania, Secretaria Especial da Cultura e da Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Turismo e Cultura. A programação segue até o dia 03 de janeiro, na rua Buarque de Macedo.

Mais sobre o Slow Food
O lema alimento “bom, limpo e justo” que o Slow Food difunde diz respeito ao prazer da alimentação redescobrindo os sabores e ingredientes da cozinha regional, valorizando a produção agrícola do entorno, preservando as raízes gastronômicas locais e respeitando a sazonalidade na oferta de alimentos. Qualquer um pode – e deve – ser membro do Slow Food. O movimento é baseado no voluntariado e ativismo.
O convívio Slow Food Primeira Colônia Italiana foi criado há seis anos e tem sede em Garibaldi, com o apoio da Secretaria de Turismo e Cultura local. O grupo difunde os conceitos do movimento por meio de mesas redondas, participação em eventos, educação para o gosto e a troca de experiências entre produtores, cozinheiros e consumidores.

Slow Food no Natal Borbulhante
Quando: 17 de dezembro, terça-feira
Horário: das 19 horas às 23 horas
Onde: Praça Loureiro da Silva, Garibaldi
O que: Sanduíche de costela preparado pelos voluntários do Slow Food Primeira Colônia Italiana com ingredientes locais (haverá opção vegana)
Quanto: R$ 15 cada sanduíche (facilite o troco!)

Atrações no dia 17 de dezembro:
18h30min – Orquestra Jovem de Garibaldi
19h30min – Banda Chá das Cinco
20h45min – Banda Disco Groove
22 horas – Pagode Samba Trio
Saiba mais sobre o convivium local do Slow Food: facebook.com/slowfoodprimeiracolonia/ ou www.instagram.com/slowfoodprimeiracolonia/
Associe-se em www.slowfoodbrasil.com

Mérito Empresarial do CIC-BG premia destaques em três categorias

Cooperativa Vinícola Aurora, Cenci e Cia e Giordani Turismo foram os agraciados

Nova Diretoria CIC BG 2020-2021 Foto: Gilmar Gomes

O talento empreendedor dos representantes da indústria, comércio e serviços de Bento Gonçalves teve seu merecido reconhecimento com a revelação dos agraciados pelo Mérito Empresarial do CIC-BG, entregue na noite de 11 de dezembro. A premiação é concedida de forma bienal a empresas que são referências em seus segmentos de atuação. Neste ano, os eleitos pelos associados à entidade para receberem a distinção foram Cooperativa Vinícola Aurora (indústria); Cenci e Cia (comércio) e Giordani Turismo (serviços). Conheça os agraciados:

Elton Paulo Gialdi e vencedores Mérito Empresarial Foto Gilmar Gomes

Segmento Indústria: Cooperativa Vinícola Aurora
Com quase 90 anos de história, a Cooperativa Vinícola Aurora é uma das marcas que simbolizam a vocação vitivinícola de Bento Gonçalves. Neste ano, foi eleita o destaque no segmento Indústria do Mérito Empresarial – coroando um 2019 de expansão da empresa, que inaugurou uma unidade fabril no Vale dos Vinhedos, em maio, focada na produção e na expedição de sucos de uva e de vinhos de mesa. São as constantes modernizações, a alta tecnologia e os rigorosos processos de produção da Aurora que legitimam mais esse prêmio para a vinícola. “Receber esse reconhecimento reitera o trabalho que estamos desenvolvendo nos últimos anos, e nos enche de orgulho saber que estamos no caminho certo. É motivo de gratidão representar as 1.100 famílias de associados e os mais de 500 colaboradores que fazem parte dessa imensa família, que é a Aurora”, diz o presidente do Conselho de Administração, Itacir Pozza, que recebeu a honraria do CIC-BG. Para ele, atributos como a tecnologia tem feito a diferença no cotidiano da empresa, facilitando processos e garantindo eficiência e rapidez na comunicação. “É indiscutível a evolução da empresa. Consolidamos a confiabilidade de nossa administração junto ao mercado, clientes, associados e colaboradores”, afirma Pozza.

Segmento Comércio: Grupo Cenci
Dedicada a oferecer prevenção e proteção às pessoas no trabalho, o Grupo Cenci foi eleito o vencedor do Mérito Empresarial no segmento Comércio. O diretor da empresa, Roque Cenci, diz que a premiação simboliza uma certificação às atividades do grupo, que comercializa equipamentos de proteção individual, uniformes e serviços ligados à segurança no ambiente de trabalho. “É importante por reconhecer nossos esforços em crescer e se desenvolver e também pela continuidade da empresa, que está há mais de 35 anos no mercado”, opina Cenci. Além de Bento Gonçalves, o grupo tem empresas sediadas em Chapecó (SC) e em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre, e está presente em mais de 10 cidades dos Estados do Sul e do Sudeste com unidades de negócios. Essa conexão entre Bento e outras regiões do Brasil foi apontada por Cenci como um dos motivos de a empresa ter recebido a distinção. “O prêmio também representa um reconhecimento do que a Cenci está proporcionando para nossa região”, comenta. Além disso, ele cita a estrutura da empresa, com seus cerca de 500 colaboradores, e o volume comercial como fatores que condicionaram a empresa à premiação.

Segmento Serviços: Giordani Turismo
Uma das agências turísticas mais atuantes e reconhecidas da região, a Giordani Turismo foi a eleita pelos associados do CIC-BG com o Mérito Empresarial no segmento Serviços. O reconhecimento, de acordo com a diretora executiva da empresa, Andréia Zucchi, atesta o trabalho desenvolvido pela empresa ao longo dos últimos 27 anos. “Atuamos na promoção de Bento Gonçalves como destino turístico em todo o Brasil, com o objetivo de trazer turistas e gerar negócios que proporcionem desenvolvimento de toda a cadeia turística, bem como dos colaboradores, dos parceiros e da comunidade”, comenta. Famosa por resgatar o passeio com a Maria Fumaça, um trem a vapor que corta as paisagens entre Bento Gonçalves, Garibaldi e Carlos Barbosa num passeio nostálgico, a Giordani também criou outro atrativo para fomentar o turismo na cidade: o Parque Epopeia Italiana. O espetáculo de som, luz, cenários e interpretação conduz o visitante para a Serra gaúcha na época da imigração italiana, no final do século 19. “Nossas ações realizadas em prol do desenvolvimento de Bento Gonçalves como destino turístico trouxeram retorno econômico e social ao município”, reforça Andréia. Mas a empresa contribui com o fomento da atividade turística por meio de diversas outras frentes de atuação. Também operacionalizou o receptivo local, com agenciamento de hospedagens, transfers e passeios para operadoras de turismo, agências de viagens, grupos, entre outros.

Membros do Conselho Superior do CIC-BG receberam diversas citações e agradecimentos pelas contribuições com a entidade Foto: Gilmar Gomes

Créditos: Gilmar Gomes

Prefeito de Monte Belo do Sul recebe troféu como gestão destaque estadual 2019

Prefeito Adenir José Dallé (esquerdo) recebe troféu como gestão destaque estadual 2019 Foto: Divulgação

O prefeito Adenir José Dallé recebeu, recebeu na quarta-feira (11), na Famurs – Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, o troféu como gestão destaque estadual 2019. A premiação é um reconhecimento público pelo desempenho do Governo de Monte Belo do Sul.
O título foi concedido por uma comissão julgadora da Revista Em Evidência, formada por membros da Revista Em Evidência, da CDP- Consultoria Direito Público e da Famurs. O prefeito fala da satisfação e contentamento pela distinção recebida. “Esse prêmio reforça ainda mais a nossa seriedade e o nosso comprometimento com a comunidade dia após dia. Trabalhamos para cuidar cada vez mais das pessoas e do nosso município”, disse o prefeito.

2019 encerra com 259 premiações em 14 países

Vinhos tranquilos arremataram 94 medalhas

Desde que o Brasil começou a enviar amostras de vinhos e espumantes para concursos internacionais sistematicamente, já foram alcançadas 4.535 premiações. Este número reflete a realidade de prêmios computados pela Associação Brasileira de Enologia (ABE) desde 1995. Somente em 2019, foram 259 medalhas, sendo 18 Grandes Medalhas de Ouro. O reconhecimento veio da Argentina, Brasil, Chile, Espanha, EUA, França, Grécia, Hungria, Inglaterra, Itália, México, Portugal, Suíça e Uruguai. A maior quantidade veio da Inglaterra com 101 medalhas, seguida pela França com 44, o que demonstra que estes países estão sendo visados pelas vinícolas brasileiras como importantes mercados.
Para o presidente da ABE, enólogo Daniel Salvador, conquistar este reconhecimento internacional em degustações às cegas com especialistas mundiais é sim motivo de comemoração. “Uma medalha é sempre brindada com muita alegria, pois é a aclamação de um júri qualificado. Se o mundo aprova, o Brasil reconhece”, comemora. Mesmo não tendo superado o número do ano passado, o desempenho está um pouco acima da média dos últimos 10 anos, só ficando atrás de 2014, 2016 e 2018. Salvador acredita que em razão do momento econômico tenha influenciado na diminuição do envio de rótulos uma vez que o valor é pago por amostra.
O espumante brasileiro já é uma sumidade mundial e segue arrematando prêmios importantes, inclusive no país do champagne. Mas o grande destaque a ser feito é para os vinhos tranquilos que somente este ano alcançaram 94 premiações, sendo 60 para variedades tintas. “O Brasil é um produtor do Novo Mundo que elabora vinhos de alta qualidade, comparados com os de tradicionais regiões do mundo. Evoluímos e evoluímos muito rápido. A prova está na taça. É só deixar de lado o preconceito e tirar a prova em degustações às cegas”, destaca o presidente da ABE.

O nosso ouro
Fora do circuito dos concursos internacionais, mas não menos importante, 2019 também foi marcado pela realização da 11ª edição do Concurso do Espumante Brasileiro, promovido pela ABE. Com a melhor performance da história, o espumante brasileiro conquistou 14 Grandes Medalhas de Ouro e 111 de Ouro. É a ‘explosão’ do espumante brasileiro, no melhor sentido da palavra. A sumidade da bebida é incontestável no mundo inteiro. A produção nacional, hoje em 18 milhões de litros por ano, conforme dados da Uvibra, vem crescendo cerca de 10% a cada safra e o reconhecimento faz parte de uma rotina diária. O 11º Concurso do Espumante Brasileiro, reflete esta realidade, num desempenho recorde de pontuação avalizado por 52 jurados entre enólogos, sommeliers, médico, jornalistas e wine influencers.
O Concurso – o maior de todos – não apenas cresceu no número de amostras, que nesta edição foi 20% maior que a de 2017, chegando a 376 espumantes de 89 vinícolas, como também evoluiu na qualidade. Prova disso, é que todos os 125 espumantes premiados atingiram notas superiores a 88. Os 14 espumantes que conquistaram Grande Medalha de Ouro superaram os 92 pontos. “Não precisamos mais provar nada a ninguém. O espumante brasileiro é reverenciado no mundo todo pela sua qualidade e diversidade, fruto de muito trabalho do enólogo, dos viticultores, dos vinicultores. Em dois dias, degustamos quase 400 amostras que expressam os diferentes terroirs brasileiros. E para nossa felicidade, comprovamos que a qualidade está presente em cada um desses estados que estiveram representados com amostras. O Brasil dos espumantes é um continente de terroirs e o prazer e orgulho é todo nosso”, festeja Daniel Salvador.
De forma inédita, o resultado premia amostras de todos os estados participantes: Bahia, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, o que demonstra o alto padrão do espumante nacional. Além disso, entre os premiados estão espumantes de pequenas, médias e grandes vinícolas, numa representatividade de dar inveja. “Foi emocionante ver e ouvir os jurados batendo palmas em cada Grande Medalha de Ouro alcançada. O brasileiro, definitivamente, precisa reconhecer o seu espumante, que é do Brasil. Valorizar o que é nosso com orgulho”, destaca Salvador.

Preparando as Energias para as festas de fim de ano

Os cristais são ótimas fontes de boas energias. Concentre-se no quartzo rosa para atrair amor, ametista para proteção, citrino para prosperidade e esmeralda para eliminar a negatividade (Foto: GettyImages)

Chega fim de ano e é uma correria só, parecemos baratas tontas, querendo comprar, organizar, eventos para ir, festas de confraternização e tantos outros compromissos.
Então para facilitar um pouco sua vida e manter sua energia e a de sua casa equilibradas, separei umas dicas especial pra ti e que super funcionam. Vamos lá.
Dedicar uns minutos a uma limpeza energética de ano novo é fundamental para entrar no ano seguinte com melhores energias. Isso porque, diariamente, nós estamos em contato com pessoas, situações, e até mesmo com certos pensamentos e sentimentos nossos que acabam drenando a nossa energia.
Por isso é tão importante cuidar da sua energia, eu sempre digo, ficar bem dá trabalho, mas vale muito a pena. É preciso fazer uma faxina interna em você e na sua casa, sim, trato pessoas e ambientes praticamente iguais, porque é tão importante cuidar de nossa energia quanto do ambiente me que ficamos.
Dicas para ambientes:
Antes de fazer pare, feche os olhos e respire fundo no ambiente, ao terminar faça o mesmo processo e perceba a diferença.
1 – Limpe, lave, desapegue, jogue fora tudo que esteja estragado, mude moveis de lugar, compre algo novo, coloque cores alegres, faça pequenos consertos, pinte e se pinte junto.
2 – Acrescente no seu balde de água 1 jato de anil líquido para limpar a casa, é ótimo para a energia, inclusive pode usar também agua com anil para tirar o pó. Passe também um pano nas portas e janelas.
3 – Faça seu próprio spray energético: passe um café, coloque em um borrifador e borrife por toda a casa, principalmente nos cantos, janelas, portas, em cima das camas e banheiros.
4 – Use incenso de defumação nos ambientes, tenha sempre cuidado. Neste processo deixe a casa aberta para a energia circular.
5 – Palavras, sons, letras… tudo tem energia e vibra em uma certa frequência, como está a energia de seu lar? como são as letras das músicas que você escuta?
Escute músicas com letras positivas, não deixe o noticiário ligado.
Dicas pra ti:
1 – Tome um belo banho, depois sai da agua, passe sal grosso por todo ser corpo, fazendo respirações lentas e profundas, não tenha pressa neste processo, você estará fazendo uma limpeza energética, depois volte para a agua e enxague sem presa, respire, veja a diferença, finalize com um banho com chá de erva doce ou alecrim e uma colherinha de chá de mel, esse você não enxagua, deixa em seu corpo.
2 – Agradeça tudo o que aconteceu no ano que passou, todos fatos, acontecimentos, pessoas, boas ou ruins, inclua tudo no lugar certo do passado, com tudo você aprendeu e evoluiu. Assim, olhe daqui pra frente e siga mais livre e em paz. Perdoe, agradeça.
3 – Faça seus pedidos, tudo o que quiser, mas entregue e confie, que seja feito o melhor pra você.

Tatiane Parreira – Terapias Energéticas e Sistêmicas Foto: Divulgação

Nem um ritual de energia precisa ser seguido a risca, faça do seu jeito, use a sua intuição, veja com qual você se adapta. Cuide da sua energia e dos ambientes todo ano, não só no fim.
Feliz Natal e Ano Novo
Tatiane Parreira – Terapias Energéticas e Sistêmicas
54 981132097

Casa Marques Pereira, de Monte Belo do Sul, aposta no enoturismo e inaugura loja na Serra Gaúcha

Investimento faz parte do plano de expansão da marca, que prevê ainda construção de vinícola, pousada, restaurante e espaço de eventos junto aos vinhedos

Casa da década de 50 foi revitalizada e projetada para que os visitantes se sintam em um armazém. Espaço de 105 m² tem capacidade para acomodar até 44 pessoas Créditos: Bruno Zulian, divulgação

Encantadora e bucólica, Monte Belo do Sul reserva aos turistas atrações ainda pouco exploradas. Cenário de muitos filmes, novelas e documentários, a cidade de 2,5 mil habitantes é a maior produtora de uvas per capita da América Latina, com 45 milhões de quilos colhidos por ano. Por acreditar no terroir, ideal para a elaboração de vinhos, e no desenvolvimento do enoturismo, Monte Belo foi escolhida pelos irmãos Fábio e Felipe Marques Pereira, proprietários da vinícola boutique Casa Marques Pereira, para a abertura da loja da marca, na Rua Sagrada Família, 219. Atendendo em modelo soft opening desde o início de dezembro, o espaço será inaugurado oficialmente na próxima terça-feira (17) à noite.
A abertura do endereço de 105m² faz parte de um projeto de expansão da Casa Marques Pereira, que contemplará, ainda, um bistrô (junto à loja) – previsto para março – e a construção da vinícola junto aos vinhedos, localizados na Linha Armênio, a quatro quilômetros do Centro de Monte Belo do Sul. Para os próximos anos, o plano prevê também pousada, restaurante e espaço de eventos em meio a área rural de cultivo.
A casa de número 219, que existe desde a década de 50, foi revitalizada e projetada para que os visitantes se sintam em um armazém. Com capacidade para acomodar até 44 pessoas, a loja oferecerá, além da venda de produtos, degustações, cursos e workshops e também finger foods, como empanadas e brusquetas.
“Sentimos a necessidade de criar um espaço onde nossos clientes pudessem usufruir de experiências com o produto, aliadas à gastronomia. A loja nasce também com o objetivo de ser um ambiente de aprendizado, oportunizando aos visitantes atividades como degustações verticais, noite com o enólogo e encontro de confrarias. Estamos preparando uma agenda com diversas programações para que os turistas aproveitem o melhor da vindima”, explica o empresário Felipe Marques Pereira.
“A loja está sendo aberta em um período estratégico, de alta temporada. Com isso, a nossa expectativa inicial é que haja um incremento de até 40% no faturamento da empresa”, completa o sócio Fábio Marques Pereira.
O espaço Casa Marques Pereira funciona de segunda a sexta-feira, das 11h às 18h, e aos sábados, domingos e feriados, das 12h às 19h.

Sobre a Casa Marques Pereira
A Casa Marques Pereira produz uvas viníferas desde 2004, quando a família Marques Pereira, de Canoas (RS), adquiriu a propriedade da Quinta da Orada, na Linha Armênio, em Monte Belo do Sul. Na histórica safra de 2005 foram produzidos os primeiros vinhos, com objetivo de serem consumidos pelos proprietários e dados como presente aos amigos.
Em 2015, os irmãos Fábio e Felipe Marques Pereira transformaram a paixão em negócio, buscando diversificar a renda com a vitivinicultura. No mesmo ano, a vinícola lançou a linha Segredos da Adega, uma coleção de grandes safras que há anos estava guardada. Hoje, são 21 produtos, divididos em quatro linhas de vinhos e espumantes, elaborados pelos enólogos Marcos Vian e Anderson Schimitz. A produção anual é de 23 mil garrafas.
Nos 10 hectares de vinhedos são buscadas a máxima expressão de uvas tradicionais, como Chardonnay, Pinot Noir, Merlot, Tannat e Cabernet Sauvignon, e de variedades menos utilizadas na região, como Saperavi, Alvarinho, Sangiovese, Nebbiolo e Petit Verdot. Além destas, outras 13 cultivares estão sendo conduzidas em caráter experimental. Através da agricultura de precisão e qualidade de técnicas, o manuseio no campo e na vinificação conferem aos produtos grande potencial de envelhecimento.

SERVIÇO
Loja Casa Marques Pereira
Onde: Rua Sagrada Família, 219, Centro, em Monte Belo do Sul (RS)
Atendimento: segunda a sexta-feira, das 11h às 18h, e aos sábados, domingos e feriados das 12h às 19h
Informações: pelo telefone (54) 3698.8999 ou pelo e-mail loja@casamarquespereira.com.br
Instagram: @casamarquespereira
Site: www.casamarquespereira.com.br

AGAS premia Vinícola Aurora, pela 15ª vez, como Melhor Fornecedora de Vinhos do varejo gaúcho

A Vinícola Aurora foi eleita Melhor Fornecedora de Vinhos pela Associação Gaúcha de Supermercados (Agas) pelo 15º ano, sendo o 10° prêmio consecutivo. O prêmio Carrinho Agas foi entregue ao diretor superintendente Hermínio Ficagna, na noite do dia 25 de novembro, em Porto Alegre, em cerimônia realizada no Grêmio Náutico União, que reuniu os maiores representantes do setor de autosserviço do Rio Grande do Sul.
Com mais este reconhecimento do varejo gaúcho, a maior e mais premiada vinícola do Brasil mantém-se no TOP 10 do troféu da entidade, totalizando 21 troféus da Agas conquistados até hoje.
A eleição dos premiados teve a supervisão do Instituto Segmento Pesquisas e contempla a escolha de mais de 250 maiores supermercadistas do estado do Rio Grande do Sul.
Nessa 35ª edição do Carrinho Agas foram eleitas 37 empresas gaúchas nos diferentes segmentos, escolhas que seguiram critérios como share de mercado, qualidade dos produtos ou serviços, relacionamento com o varejo, índices de ruptura, capacidade de inovação e cumprimento de prazos de entrega.