Quer remover sua tatuagem? Há técnicas eficientes, na Puraderm você encontra o mais completo tratamento a laser para remoção de tatuagens manchas e rejuvenescimento

A quantidade de pessoas com uma ou mais tatuagens pelo corpo cresce a cada dia. Acompanhando essa tendência, o número daqueles que se arrependem por ter realizado o procedimento tem se tornado cada vez mais frequente.
Para tirar definitivamente uma tatuagem da pele, é recomendado consultar um dermatologista para avaliar o tamanho e as cores da tatuagem e, assim, escolher a melhor forma para remover o máximo possível de desenho. De acordo com a Dra. Jessica Cima Fedrigo, as tatuagens mais fáceis de retirar são as pretas e feitas em peles claras. “A tatuagem colorida demora mais. “O número de sessões para remover tatuagens depende do tamanho do desenho. “São no mínimo seis sessões, mas pode chegar a 10 ou 12. Depende do tamanho e o que vai ser crucial é a tinta que foi utilizada”, diz. O intervalo entre as sessões é de um mês.

Dra. Jessica Cima Fedrigo é dermatologista e realiza a remoção de tatuagem Foto: Divulgação

Laser Spectra XT para Remoção de Tatuagens
Existem, atualmente, diversas marcas de Laser para remoção de tatuagens, mas poucos são considerados realmente eficazes e seguros no tratamento da maioria das tatuagens profissionais. O Laser Spectra XT é um dos equipamentos com tecnologia de ponta mais estudados para este tipo de tratamento.
Trata-se de um Laser do tipo Nd:YAG que apresenta grau de eficácia muito elevado e perfil de segurança superior, com ótima relação custo-benefício. Somado a isto, o Laser Spectra XT emite dois tipos de pulsos de Laser com cores diferentes, o que o capacita a atingir variadas colorações.
A onda de luz do aparelho atinge somente os pigmentos de tinta, sendo assim não danifica a pele que não está sendo tratada. Com pulsos ultra rápidos (nanossegundos) de alta intensidade, o Laser Spectra XT é considerado dos laser mais poderosos para remoção de tatuagens. Praticamente todas as tatuagens podem ser tratadas, no entanto, as tatuagens são altamente variáveis, com tatuagens profissionais geralmente exigindo mais tratamentos. A única maneira de saber quais resultados você pode esperar e quanto tempo eles levam para remover é marcar uma consulta de remoção de tatuagem.

A Remoção da Tatuagem Pode Ser Dolorosa
A remoção da tatuagem pode sim ser dolorosa, principalmente se houver muito pigmento injetado na pele naquele local. Tatuagens amadoras, geralmente não são tão densas e profundas, por isso na hora da retirada costumam doer menos.
Mas a dor irá depender da sensibilidade de cada um. No entanto existem algumas maneiras de amenizar o desconforto na hora de remoção de tatuagem, tais como o uso de cremes anestésicos, resfriamento da pele e aplicação de anestésicos injetáveis.
Dra. Jessica Cima Fedrigo é dermatologista e realiza a remoção de tatuagem em Bento Gonçalves e Porto Alegre. Agende seu horário para avaliação e planeje seu tratamento. Contato pelo WhatsApp: (54) 9 8165-5474 / Rua Senador Joaquim Pedro Salgado Filho,141-sala: 6- Cidade Alta, Bento Gonçalves / E-mail: clinicapuraderm@gmail.com

Bento Gonçalves amplia número de agroindústrias, em especial de vinho colonial

Vinhos Speranza é uma das três novas vinícolas coloniais do município Foto: Rejane Paludo-Emater/RS-Ascar

Mais quatro agroindústrias familiares de Bento Gonçalves receberam, na tarde desta sexta-feira (18/09), os certificados de inclusão no Programa Estadual de Agroindústria Familiar (Peaf) do Governo do Estado. A entrega contou com a presença do presidente da Emater/RS, Geraldo Sandri, e representantes do município e entidades.
A Bodegone, no Vale dos Vinhedos, e a Vinhos Speranza, no distrito de Faria Lemos, elaboram vinho colonial. A BioSabores também é uma vinícola colonial, a primeira do Brasil com produção orgânica, e a Casa Leopoldina comercializa massas. Ambas ficam no Vale dos Vinhedos. Com estas, já são 34 agroindústrias legalizadas no município, número que deverá aumentar até o final do ano.
Os empreendimentos tiveram total apoio da Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), desde a análise da viabilidade dos negócios até o acesso a oportunidades de mercado. “Para nós é mais uma conquista, porque somos exemplo para todo o Estado, mostrando que é possível o agricultor familiar ter um estabelecimento formalizado dentro da propriedade e podendo comercializar o seu produto tranquilamente, envolvendo todos os entes familiares também no negócio, e dando oportunidades para as novas gerações que estão nesses locais para constituírem suas famílias e permanecerem no campo”, destaca o extensionista rural da Emater/RS-Ascar, Neiton Perufo. De acordo com ele, a demanda pela legalização de novos empreendimentos é permanente no município e há oportunidades em diversas áreas ainda não exploradas, como laticínios, mel, embutidos e polpa de frutas, entre outras.
Proprietário da Vinhos Speranza, o agricultor Alceu Speranza diz que buscou a legalização da produção de vinho colonial, que é uma tradição de família, para ficar dentro da lei e ampliar os negócios. Neste ano, ele elaborou em torno de 15 mil litros da bebida com uvas próprias, mas já plantou novas variedades viníferas. As vendas acontecem na propriedade e, assim que as feiras forem retomadas, também nesses locais. Além do apoio no processo de formalização do empreendimento, Speranza também teve assistência da Emater/RS-Ascar na qualificação do vinho produzido e na gestão da agroindústria.

Beterraba com mais de 15kg é colhida

 

Beterraba com mais de 15kg Fotos: Divulgação Emater

Mais de 15kg é o peso de uma beterraba colhida na propriedade do agricultor Élcio Pancotto, no interior de Cotiporã.
O superdesenvolvimento da hortaliça, plantada há cinco meses, surpreendeu a família, assistida pela Emater/RS-Ascar local. A beterraba será destinada para o consumo da família, que também produz diversas variedades de uvas de mesa e tem uma indústria de rapadura.

O Senac Idiomas Fun at Home é inédito, totalmente on-line e inicia no mês de outubro

 

O Senac Idiomas Fun at Home é inédito, totalmente on-line e inicia no mês de outubro
Aprender inglês brincando, no conforto de casa. Esse é o Senac Idiomas Fun at Home, lançamento inédito do Senac-RS. A novidade, que começará no no mês de outubro, consiste em um conjunto de sete oficinas temáticas, totalmente on-line, pensadas exclusivamente para as crianças com idades entre 5 e 10 anos. Ao final das atividades, os alunos ainda ganham uma oficina de bônus, gratuita, com o tema “Slime Factory”.
O mundo está mais globalizado e o conhecimento de outra língua faz com que se tenha acesso a novas culturas e oportunidades. Levando isso em consideração, muitos pais têm buscado o ensino de línguas estrangeiras para as crianças desde cedo. Os pequenos têm uma facilidade muito maior em aprender um novo idioma pelo fato de ainda estarem desenvolvendo e aprimorando a própria língua nativa, sempre através de atividades lúdicas e recreativas, que lembram suas brincadeiras habituais.
No Senac Idiomas Fun at Home as turmas serão reduzidas, divididas por faixa etária e terão vagas limitadas para que as professoras de inglês, que são especializadas no ensino para crianças, consigam proporcionar o melhor aprendizado possível. As oficinas têm duração de uma hora e são realizadas uma vez por semana e também contarão com a participação de instrutores de educação física, musicalidade e recreação do Sesc-RS.
Mediante inscrição, os pequenos alunos irão receber um kit exclusivo com materiais para utilizarem nas oficinas, além de uma mochila, adesivos que brilham no escuro, tatuagem temporária e giz de cera. O pagamento pode ser parcelado no cartão de crédito e há desconto para pagamento à vista.
Confira abaixo a programação das oficinas e os horários das aulas:
Semana 1 – It’s all about games (brincadeiras com temas culturais) – 05 a 10/10
Semana 2 – We are puppeteers (oficina de criação de fantoches) – 12 a 17/10
Semana 3 – I like to move it (oficina de dança com participação de docente Sesc) – 19 a 24/10
Semana 4 – Picnic in the living-room (piquenique na sala de casa) – 26 a 31/10
Semana 5 – We make music (oficina de criação de instrumentos musicais com participação de docente do Sesc) – 2 a 7/11
Semana 6 – Halloween (oficina temática do dia das bruxas, à fantasia, com participação de docente do Sesc) – 9 a 14/11
Semana 7 – Head, shoulders, knees and toes (coreografias e partes do corpo, com a participação da família ou outro adulto que esteja em casa) – 16 a 21/11

Bonus (1 oficina extra, gratuita):
Semana 8 – Slime factory (oficina de slime) – 23 a 28/11

Dias e horários das aulas:
Turmas 5 e 6 anos: terças (17h45 às 18h45), quartas (9h às 10h) e sábados (14h às 15h)
Turmas 7 a 10 anos: quartas (10h30 às 11h30), quintas (17h45 às 18h45) e sábados (15h15 às 16h15)
Mais informações pelo site www.senacrs.com.br/fun

Turismo da Serra Gaúcha no pós-pandemia é tema de webpalestras do Senac EAD

 


Já não é novidade que o Turismo foi um dos setores mais impactados pela pandemia e pelo isolamento social. A Sondagem dos Meios de Hospedagem, divulgada pelo segundo semestre pela Fecomércio-RS, apontou que 50,4% das empresas pesquisadas tiveram perdas superiores a 50% na comparação com o mesmo período de 2019. Mas o Turismo está retomando e, para discutir esse novo cenário, o Senac EAD realiza o evento on-line “Turismo da Serra Gaúcha no Pós-Pandemia”. O ciclo de atividades acontece entre os dias 22 e 24 de setembro com webpalestras às 20h e acontece em alusão ao Dia Mundial do Turismo, celebrado no dia 27 de setembro.

Na terça-feira (22), a live aberta no Facebook do Senac-RS “Pós-pandemia: o retorno do turismo” abre a programação. O tema será debatido pelo presidente da GramadoTUR, Rafael Carniel de Almeida, e pelo presidente do Conselho Municipal do Turismo de Caxias do Sul (COMTUR), Jacson Papi.
As duas próximas atividades serão webpalestras voltadas apenas aos inscritos no evento, que já podem garantir a vaga gratuitamente, mediante inscrição no site www.senacrs.com.br, na aba “Próximos Eventos”. No dia 23 (quarta-feira), acontece a webpalestra “Além da imigração italiana – as novas gerações na Serra Gaúcha”, com a doutora em Educação Terciane Ângela Luchese e o Secretário de Cultura e Turismo de Farroupilha, Miguel de Souza.

Por fim, o “Boom no turismo – Atrações imperdíveis da Serra Gaúcha” será o tema que fecha o evento no dia 24 de setembro (quinta-feira). O assunto será apresentado pelo Secretário de Turismo de Bento Gonçalves, Rodrigo Parisotto, e pela turismóloga do Sesc/RS Daniela Carolina Marmitt.

Veja a programação abaixo:
Evento “Turismo na Serra Gaúcha na Pós-Pandemia”[ – Senac EAD
Inscrições gratuitas: www.senacrs.com.br, na aba “Próximos Eventos”
22/9 (terça-feira) às 20h – Live no Facebook do Senac-RS: Pós-pandemia: o retorno do turismo
Palestrantes: presidente da GramadoTUR, Rafael Carniel de Almeida; presidente do Conselho Municipal do Turismo de Caxias do Sul (COMTUR) e fundador da Mousai (Grupo de Preservação do Patrimônio Histórico), Jacson Papi

23/9 (quarta-feira) às 20h – Webpalestra: Além da imigração italiana – as novas gerações na Serra Gaúcha
Palestrantes: doutora em Educação – linha de Cultura e Sociedade Terciane Ângela Luchese, e Secretário de Cultura e Turismo de Farroupilha, Miguel de Souza

24/9 (quinta-feira) às 20h – Webpalestra: Boom no turismo – Atrações imperdíveis da Serra Gaúcha
Palestrantes: Secretário de Turismo de Bento Gonçalves Rodrigo Parisotto; turismóloga do Sesc/RS Daniela Carolina Marmitt

Sistema de Alerta do pessegueiro reinicia com mudanças

Armadilha bola com flores pessegueiros Foto: Vania Sganzerla

É época de distanciamento social, mas pragas e doenças na fruticultura desconhecem essa realidade. Todos os anos, independente de Pandemia, os fruticultores necessitam de orientação técnica para aprimorar o manejo nos pomares. Há cerca de dez anos, a Embrapa e parceiros implementaram o Sistema de Alerta Mosca-das-Frutas para a cultura do pessegueiro, e neste ano, mesmo vivendo a situação da presença do Coronavírus, o Serviço terá continuidade com adaptações às exigências do momento. A partir desta semana, serão realizadas as reuniões semanais e veiculados os novos boletins informativos para safra 2020/2021 para as Regiões de Pelotas e Serra Gaúcha.
As reuniões semanais entre técnicos e produtores parceiros serão virtuais, contando com maior integração e colaboração entre o grupo de trabalho das duas regiões. “No ano de 2020, a equipe da Embrapa Uva e Vinho, de Bento Gonçalves, e parceiros, irão começar a participar das tradicionais reuniões que a Região de Pelotas promove para discussão da situação e definição das recomendações para os produtores”, pontua o pesquisador Dori Edson Nava, coordenador do Serviço.
Os boletins informativos divulgados, que apresentam um panorama de como está a presença da mosca e as recomendações técnicas para o momento da cultura, são frutos desses encontros. Ao longo do programa permanecem como parceiros as Secretarias de Agricultura dos municípios, Emater/RS- Ascar, Associação de Produtores de Pêssego, Sindicato de Trabalhadores Rurais, Universidades, Sindicato das Indústrias de Conservas da região de Pelotas, Cooperativas e Indústrias das regiões envolvidas.
Para o pesquisador Marcos Botton, da Embrapa Uva e Vinho e que coordena o Sistema na Serra Gaúcha, o programa tem sido uma importante ferramenta na tomada de decisão pelos produtores. “Com a integração entre as regiões, teremos mais agilidade para nivelar informações entre os principais polos produtores, adaptando recomendações para as realidades locais”, avalia.
Outra novidade que a equipe está preparando para essa Safra será a reorganização da página do sistema com acesso facilitado aos materiais técnicos, que estarão agrupados por temáticas, e deverá estar disponível no início do mês de outubro.
Os produtores e técnicos interessados em receber o Boletim gratuitamente durante a safra da fruta podem solicitar a inscrição aqui.

Como funciona o Sistema:
O monitoramento da mosca-das-frutas será realizado em pomares de produtores parceiros nos quais foram instaladas armadilhas, permanecendo até o final da colheita. Às segundas-feiras, na região de Pelotas um técnico do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Pelotas irá percorrer as unidades de observação em três municípios – Pelotas, Morro Redondo e Canguçu.
Já na Serra, os técnicos da Emater/RS-Ascar irão monitorar as áreas de produção de pêssego em oito municípios – Bento Gonçalves, Caxias do Sul, Cotiporã, Farroupilha, Nova Pádua, Pinto Bandeira, São Marcos e Veranópolis. A equipe do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS)- Campus BG, também irá apoiar a coleta de amostras.
O monitoramento das moscas-das-frutas é feito através da contagem de insetos capturados nas armadilhas McPhail (do tipo bola), para indicar se a população da mosca está alta ou baixa. O resultado do monitoramento das moscas é avaliado juntamente com os dados climáticos e com a fase do desenvolvimento do pêssego durante as reuniões. Essas informações irão compor o conteúdo dos boletins informativos, que são elaborados durante as reuniões semanais com as instituições parceiras e disponibilizados semanalmente na página do Sistema, via e-mail, whatsapp e nas redes sociais.

Bons resultados
A decisão de criar o Sistema de Alerta surgiu depois da safra 2008/2009, na qual caminhões lotados de pêssego foram perdidos na metade Sul do estado em função do ataque da mosca-das-frutas e de alterações nos produtos autorizados para a cultura. A crise foi uma oportunidade para que o pesquisador Dori Edson Nava, da Embrapa Clima Temperado, criasse o Sistema e implantasse uma nova visão na produção, com o monitoramento da praga no campo e escolha do método de controle adequado para a situação
Há quatro anos o sistema chegou na Serra Gaúcha, onde é realizado numa parceria entre Embrapa Uva e Vinho e Emater-RS/Ascar. Na avaliação do extensionista rural da Empresa de Extensão, Enio Ângelo Todeschini, que acompanha o sistema junto aos produtores, “o programa tem contribuído decisivamente na orientação dos fruticultores para o controle da praga de forma racional, com uso de iscas tóxicas e/ou aplicações de produtos registrados para a praga, refletindo em menor custo de produção e aumentando ainda mais a segurança alimentar para o consumidor”.
A região de Pelotas possui aptidão para produção de pêssego para indústria, enquanto que a região da Serra atende a produção de pêssego de mesa. As duas são responsáveis por atender mais de 95% da oferta de pêssego no país, sendo que o sistema de alerta também será realizado no município de Pinto Bandeira, que foi reconhecido como a capital Estadual do Pêssego de Mesa.

Vinícola Aurora lança linha Gran Reserva com rótulos da Campanha Gaúcha

Empresa expande fronteiras com os vinhos Tannat e Cabernet Sauvignon, variedades que expressam o terroir da região que foi palco de inúmeras batalhas da Revolução Farroupilha

Aurora Gran Reserva são vinhos que harmonizam com carnes, têm ótimo potencial de guarda e chegam nas variedades Cabernet Sauvignon e Tannat Foto: Eduardo Benini

No mês em que o Rio Grande do Sul celebra a Revolução Farroupilha, vem da região que foi palco de muitas batalhas, os dois novos rótulos da Vinícola Aurora. Em busca da expressão máxima do terroir Campanha Gaúcha, a cooperativa apresenta a linha Gran Reserva, nas variedades Tannat e Cabernet Sauvignon, ambos da histórica safra 2018. A linha Gran Reserva faz parte do projeto da Vinícola Aurora que mostrará a diversidade do vinho brasileiro, com castas emblemáticas de diferentes regiões do país. Os dois rótulos completam o portfólio que abrange 13 marcas, com 220 itens.
Com a potência característica da variedade, o Aurora Gran Reserva Tannat 2018 tem coloração rubi intensa, aroma com intensidade média alta, lembrando frutas vermelhas como framboesa, groselha, ameixa e toque mentolado, além de notas de madeira tostada, já que o vinho tem passagem de 12 meses por barricas de carvalho francês. Apresenta boa acidez, tanino potente, agradável, com bom volume de boca, boa estrutura e tem grande potencial de guarda.
De coloração semelhante e mesmo potencial de guarda, o Aurora Gran Reserva Cabernet Sauvignon 2018 tem aroma que lembra frutas negras maduras, especiarias, cravo e eucalipto, notas de madeira tostada, café e chocolate. No paladar é um vinho de excelente equilíbrio álcool/acidez, com tanino maduro e aveludado, de corpo médio alto e boa estrutura.
O enólogo-chefe da Aurora, Flávio Zilio, adianta que os vinhos Aurora Gran Reserva têm como característica o fato de serem elaborados com uvas de excelente maturação, sem uso de chaptalização (que é a adição de açúcar no mosto utilizada para elevar a graduação de álcool), e com as variedades que mais se adaptaram à região onde foi produzido.
“Estamos escrevendo mais uma página muito importante na história de quase 90 anos da vinícola, com dois grandes produtos que vão surpreender o consumidor que busca novidades e vinhos especiais, de uma grande safra”, garante.
Zilio acrescenta que a cooperativa viabilizou os novos rótulos através de parceria com um produtor da Campanha Gaúcha e que também levou em conta a boa aceitação do mercado brasileiro para as variedades Tannat e Cabernet Sauvignon.
“Os desafios nos fazem evoluir e este sempre é o objetivo da Vinícola Aurora. Queremos levar vinhos de qualidade cada vez maior para os consumidores, propor experiências diferentes em cada garrafa e estarmos abertos à evolução que o universo do vinho nos proporciona”, diz.
Os vinhos Gran Reserva 2018 tem edição limitada de 27,5 mil garrafas de cada variedade. O preço de referência (na loja da vinícola, em Bento Gonçalves) é de R$ 59,90.
Para harmonizar com o Aurora Gran Reserva Tannat, as sugestões são os clássicos da região da fronteira: carré de cordeiro, entrecot grelhado e costela bovina. A potência da variedade também combina com churrasco e queijos fortes. As harmonizações sugeridas com o Aurora Gran Reserva Cabernet Sauvignon também incluem carnes vermelhas, como picanha grelhada e costela de cordeiro, e ainda massas ao molho funghi, risoto de funghi e queijos médios.
Sobre o terroir Campanha Gaúcha
Localizada próxima à fronteira do Rio Grande do Sul com a Argentina e o Uruguai, a Campanha Gaúcha tem algumas características que a diferenciam das demais regiões vinícolas. Entre elas, está o clima, com temperaturas que facilmente chegam a zero grau no inverno, verões muito quentes e menor incidência de chuva em relação à outras zonas produtoras.
Outra característica marcante é o solo basáltico e arenoso, com ótima drenagem e pouca concentração de matéria orgânica. São estas condições de clima e solo, além do relevo marcado por planícies e pequenas ondulações, que favorecem à ótima maturação das uvas viníferas.
Com uma área de 1,5 mil hectares plantados com videiras, o território responde a cerca de 15% da produção de uvas viníferas (destinadas para vinho fino) do Rio Grande do Sul. As variedades escolhidas para a elaboração da linha Aurora Gran Reserva, a Cabernet Sauvignon e a Tannat, são as uvas viníferas tintas mais plantadas na Campanha Gaúcha e que, ao longo do tempo, se mostraram as que melhor se adaptaram às condições climáticas da região.
Em maio deste ano, a Campanha Gaúcha foi reconhecida pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) com a Indicação de Procedência (IP) para os vinhos e espumantes, se juntando às outras seis Indicações Geográficas de vinhos no Rio Grande do Sul.

Voluntários promovem pedágio informativo sobre o câncer infantojuvenil em Bento Gonçalves

Ação faz parte da campanha Setembro Dourado, que tem o laço dourado como símbolo e alerta para a importância do diagnostico precoce

Voluntários da campanha Setembro Dourado estarão nos arredores da praça Vico Barbieri no próximo sábado, dia 19 de setembro, promovendo um pedágio informativo sobre esse movimento mundial, que alerta para a conscientização sobre o câncer infantojuvenil, que é a primeira causa de morte por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos. Para essa ação, a cidade vai receber a visita do Leão da Coragem, mascote do Instituto do Câncer Infantil (ICI), que vai participar do pedágio e depois circular pela cidade. Em caso de chuva, as atividades serão canceladas.
O mês de setembro tem um significado muito importante na temática do câncer infantojuvenil, que pode ter sintomas difíceis de notar ou comuns a outras doenças pediátricas. Campanhas informativas ocorrem no mundo inteiro e, em Bento Gonçalves, o Setembro Dourado já é desenvolvido por voluntárias há seis anos. Agora, as ações do município passam a contar com a chancela oficial do Instituto do Câncer Infantil, que tem sede em Porto Alegre e presta assistência a pacientes de oncologia pediátrica em todo o estado. A partir desse ano, a empresária bento-gonçalvense Renata Sandrin, que já era embaixadora do ICI, passa a integrar o Conselho de Administração do instituto para a gestão 2020/2024, o que possibilita ainda mais o fortalecimento da campanha no município.
Em Bento Gonçalves, há 15 crianças e jovens com tratamento multidisciplinar vinculado ao Instituto do Câncer Infantil. O atendimento a esses pacientes ocorre na própria sede do Instituto ou no Hospital Geral de Caxias do Sul, um dos seis complexos hospitalares no estado que têm centros de referência em oncologia pediátrica conveniados ao ICI. São hospitais públicos ou conveniados ao SUS cuja qualidade assistencial aos pacientes de câncer infantojuvenil não perde para os hospitais privados e cobrem praticamente todo o território gaúcho.
O acompanhamento do Instituto do Câncer Infantil vai muito além do tratamento ao paciente. Para ter as melhores chances de cura, o paciente de câncer infantil precisa de acesso rápido a centros de atendimento especializados. A resposta terapêutica nos casos de uma assistência integrativa, com profissionais de diferentes especialidades cirúrgicas e pediátricas, costuma ser excelente, de acordo com o dr. Algemir Lunardi Brunetto, um dos fundadores do ICI e atualmente superintendente da instituição.
Além do tratamento integrativo, em se tratando de câncer infantil, Brunetto pontua que não se trata apenas do paciente, mas do acolhimento à família, já que comumente o diagnóstico compromete a estrutura emocional das pessoas mais próximas, assim como a capacidade de trabalho dos pais e por consequência, as condições econômicas daquele núcleo. “A importância do Setembro Dourado está em criar um espaço para debatermos melhores políticas publicas de atenção integral ao paciente, assim como refletir sobre a importância da solidariedade e apoio a essas famílias para que nada lhes falte e elas tenham a chance do melhor tratamento”, destaca Brunetto.
O trabalho do ICI é permanente, mas ganha ainda mais visibilidade no mês de setembro. Especialmente nesses tempos de pandemia, a campanha Setembro Dourado tem um papel ainda mais crucial na disseminação de informações sobre o câncer infantojuvenil. O superintendente do instituto acredita que casos novos podem e devem estar aumentando sem um diagnóstico adequado devido às restrições no sistema de saúde que acarretam em desassistência. “O momento é difícil, mas com a conscientização de todos – agentes de saúde, políticos, imprensa e sociedade em geral – podemos buscar que o dano seja o menor possível. Em relação aos pacientes já em tratamento, é crucial que não deixem de ir ao hospital e cumpram seu tratamento na íntegra”, elenca.
Acompanhe as ações do Setembro Dourado nas mídias sociais do @institutodocancerinfantil ou no site reparenodetalhe.com.

Sobre o ICI
O Instituto do Câncer Infantil (ICI) há quase 30 anos assiste crianças e adolescentes com câncer de 0 a 19 anos, visando aumentar os índices de cura e a qualidade de vida dos pacientes e seus familiares. A instituição proporciona Consultas médicas, assistência integral e multidisciplinar nas áreas: Oncologia Pediátrica, Fisioterapia, Psicologia, Pedagogia, Odontologia, Psicopedagogia, Nutrição, Fonoaudiologia, Treinamento Funcional, Serviço Social, Apoio Jurídico e Terapias Alternativas como Reiki e Musicoterapia; Benefícios assistenciais como: Vestuário, calçados, cestas básicas e materiais de higiene e limpeza, além de apoio com transportes, medicações e exames especiais. Atividades de lazer e cultural, festividades, atividades de recreação e entretenimento para amenizar período de internação. Além da assistência, o ICI é referência em projetos de Pesquisas Científicas dedicados aos avanços de novos tratamentos e geração de conhecimento científico com parcerias nacionais e internacionais. Desde sua criação já foram atendidas 2.500 famílias.

Os sintomas do câncer infantojuvenil
– Cansaço e palidez
– Dores de cabeça e vômitos
– Perda significativa de peso
– Dor generalizada sem causa aparente
– Febre prolongada sem causa aparente
– Caroços no corpo
– Sangramento do nariz ou gengiva
– Manchas roxas na pele ou sangramento
– Aumento de tamanho da barriga
– Dores nos ossos
– Diminuição da visão ou perda de equilíbrio
– Reflexo branco nas pupilas

A arte que vem do vinho

Cave do Sol, nova vinícola do Vale dos Vinhedos, transformou pipas de até 110 mil litros de vinho em móveis, portas imponentes e equipamentos do século passado em grandes obras feitas pelas mãos de artistas locais

Na Cave do Sol é possível fazer três tipos de visitas, que vão de 40min a 1h10min, sempre guiadas por enólogos e sommeliers

Quem visita a Cave do Sol encontra muito mais do que excelentes vinhos. Moderna, em estilo contemporâneo, carrega toda história que acompanha a Família Passarin, desde que Giuseppe Passarin saiu da Itália, vindo do Vêneto para o Brasil, em 1888. Grandes instalações com obras de arte externas e internas, uma linha do tempo, paredes revestidas com tijolos da vinícola desativada e madeira das pipas no mobiliário são testemunhos de que não há vinho sem história.
As memórias estão em cada detalhe, preservando não apenas a história da família como também da vinicultura brasileira. A arquiteta Vanja Hertcert, especialista na Arquitetura do Vinho no Brasil, com mais de 30 projetos de Norte a Sul do país, projetou muito mais do que uma vinícola, um empreendimento que por si só é a cronologia do vinho, com identidade e personalidade próprias. Apaixonada por vinho, um produto que vai além do imaginário, Vanja focou sua atividade no setor ainda na década de 1990. “Projetar a Cave do Sol foi um grande desafio e ao mesmo tempo um grande presente. Afinal, não é sempre que encontramos uma história tão rica em detalhes, com um patrimônio imensurável que viajou no tempo para se tornar o que é hoje uma vinícola única, eternizada nos seus detalhes”, destaca a arquiteta.

A arquiteta Vanja Hertcert, especialista na Arquitetura do Vinho no Brasil, com mais de 30 projetos de Norte a Sul do país

Quem visita a Cave do Sol, no Vale dos Vinhedos, degusta arte o tempo todo, da taça a cada detalhe da visita. “O acervo tão abundante foi inspiração para envolver artistas locais num processo de criação de grandes obras, a partir de objetos antigos preservados pela família, que ganharam valor artístico nas mãos destes artesãos. A Cave do Sol é a única vinícola do Brasil a seguir esta proposta”, ressalta Vanja.
As obras feitas a partir de peças utilizadas no processo de elaboração dos vinhos desde 1927 foram concebidas e têm a assinatura dos artistas locais Aido Dal Mass e Rubens Sant’Anna Filho. De grandes proporções, elas estão distribuídas no jardim e interior da vinícola. O espaço mais particular e restrito é a própria Cave do Sol, destino das degustações especiais e onde está a Enoteca da vinícola. Nela, o sol, imortalizado na arte, ganha a luz natural do astro, faça chuva ou faça sol. A designer Sirlei Chiminazzo deu vida ao sonho da família criando o logotipo, representado pelo talento da artista do Vale dos Vinhedos, Karen Poletto Jacobs, num mosaico multicolorido, iluminado naturalmente por uma cavidade idealizada pela família.


As obras de arte
A primeira obra de arte que chama a atenção na Cave do Sol é o ‘Sol Negro’. É ele quem dá as boas-vindas a todos que chegam na vinícola. Instalado a 3 metros do solo e atingindo 8 metros de altura, é formado por um conjunto de oito moto bombas antigas, pesando mais de 2 toneladas. Através delas, passaram milhões de litros de vinho. A instalação pode ser vista, inclusive, por todos que passam pela RS 444 (Estrada do Vinho). Ao seu lado, uma fonte que partilha o seguinte texto: “A Cave do Sol foi construída numa TERRA abençoada, onde o AR puro chega abundante em cada estação. O FOGO representado pelo Sol, com nome e arte fundidos, aquece a paisagem. Para completar a homenagem aos quatro elementos, a ÁGUA que limpa, refresca e purifica, está nesta fonte que, com sua atividade constante, traz a certeza da vida em movimento”.
Ainda na parte externa, cercando a vinícola, a uva é representada em peças metálicas feitas com centenas de aros das antigas pipas da família. As ‘Uvas ao Sol’ têm dimensões que variam de 2 a 3 metros de diâmetro, atingindo até 800 quilos, ganhando vida à noite com iluminação cênica. São sete grãos de uva gigantes espalhados pelo jardim, simbolizando a fertilidade do solo do Vale dos Vinhedos. A presença e força do Sol sobre a videira também estão impregnados nos ‘Destiladores’, utilizados por mais de 70 anos pela vinícola e que hoje são peças emblemáticas que compõem o jardim, explorando a cor e luz naturais do cobre e do latão.
Depois de apreciar a arte do entorno, rampas de acesso conduzem o visitante à Loja e à Vinheria, espaços amplos e aconchegantes, ideais para quem quer curtir uma experiência sensorial inesquecível e descomprometida. Pequenos capiteis, livros e até um chuveiro de cobre aquecido a brasa, da década de 1950, que faz parte do acervo da família de Arnaldo Passarin, decoram o ambiente. A madeira das antigas pipas está em todo lugar, especialmente no mobiliário, destacando mesas, portas, prateleiras e detalhes das paredes da loja. Amplos sofás acolhem os visitantes, criando um ambiente descontraído e acolhedor.
No andar abaixo está a cave, revestida com tijolos que, segundo Arnaldo e Arlete Passarin, guardam as histórias da família, trazendo as marcas do tempo e dando vida à Cave do Sol. “Eles foram retirados da antiga vinícola, transportados até o Vale dos Vinhedos e agora fazem parte deste amplo complexo enoturístico que une tradição, história e modernidade”, comenta Passarin, proprietário da vinícola. No terceiro andar fica o restaurante e o Solarium, equipados para sediar eventos. É lá que está a obra ‘As Uvas do Sol’, um painel medindo 4 metros x 2 metros, que simboliza um cacho de uva, onde os frutos são representados pelos discos do destilador.

As visitas
Na Cave do Sol é possível fazer três tipos de visitas, que vão de 40min a 1h10min, sempre guiadas por enólogos e sommeliers. Em todas elas são degustados cinco produtos e está incluída uma taça de cristal exclusiva. Mas se a intenção é apenas viver uma experiência sem protocolos, é só chegar e aproveitar o que a Vinheria tem a oferecer ou ainda adquirir rótulos na Loja, canal que logo será incrementado com o e-commerce da marca.
Inicialmente, quatro linhas estão no mercado, partindo da Cave do Sol, passando pela Solar do Vale e Vulcano, até chegar a Monarca. Mas os ícones – homenagem feita pela família – são batizados com os nomes de Capitão Chico, como Arnaldo Passarin é chamado, e Vitória Lúcia. O primeiro se trata de um vinho tinto 100% Cabernet Sauvignon. O segundo, que carrega o nome das mães de Arlete e Arnaldo, respectivamente, é um espumante Nature Método Tradicional. Ao todo, são 34 rótulos entre espumantes, vinhos e suco de uva.
Os vinhos, espumantes e sucos da Cave do Sol são elaborados com uvas cultivadas na Serra Gaúcha, Campanha Gaúcha e Serra do Sudeste, compondo um portfólio rico em diversos terroirs, atendendo aos mais variados estilos.

Serviço
(Em razão da pandemia, inicialmente, abre em soft opening)
Sextas e sábados, das 10h às 17h
Domingos, das 10h às 16h

Contatos:
54 2521.2599 | 54 98418.9882 | turismo@cavedosol.com.br

Convenção do MDB de Monte Belo do Sul confirma candidatura de Dallé e Benvenutti

O partido confirmou a candidatura do atual prefeito Adenir José Dallé e Jorge Benvenutti a vice-prefeito, que buscam a reeleição Foto: Divulgação

No sábado, 05, aconteceu a Convenção Municipal em que foi definida a chapa de candidatos às eleições do MDB em Monte Belo do Sul. O partido confirmou a candidatura do atual prefeito Adenir José Dallé e Jorge Benvenutti a vice-prefeito, que buscam a reeleição. Já a nominata de vereadores é composta por 12 pré-candidatos: Alvaro Manzoni, Ana Maria Somensi Bruschi, Claudete Stringhini, Eder Angelo Zaffari, Lademir Moro, Luciano Bombassaro, Marinez Berselli Zanchet, Nadia Elisabet Faccin Faé, Onecimo Pauleti, Rosane Padilha, Silvio Cesca e Vitor Jacinto Perin.

A nominata de vereadores é composta por 12 pré-candidatos: Alvaro Manzoni, Ana Maria Somensi Bruschi, Claudete Stringhini, Eder Angelo Zaffari, Lademir Moro, Luciano Bombassaro, Marinez Berselli Zanchet, Nadia Elisabet Faccin Faé, Onecimo Pauleti, Rosane Padilha, Silvio Cesca e Vitor Jacinto Perin Fotos: Divulgação