Cooperativa Vinícola Aurora tem nova presidência

Diretoria Vinicola Aurora

Os viticultores associados Renê Tonello, Celito César Bortoli e Tiago Fronza Frare estarão à frente do Conselho de Administração

Foi eleita a nova presidência do Conselho de Administração da Vinícola Aurora. Os viticultores associados Renê Tonello (presidente), Celito César Bortoli (vice- presidente) e Tiago Fronza Frare (secretário) estarão representando as 1,1 mil famílias cooperativadas no biênio 2020-2022. A direção de superintendência da Cooperativa Vinícola Aurora continua a cargo do executivo Hermínio Ficagna. As eleições ocorreram na terça-feira, dia 6, das 8h às 17h, seguindo todos os protocolos de saúde e as medidas de distanciamento necessárias para o controle do coronavírus. O resultado foi divulgado na quarta, dia 7, para as famílias associadas e aos 500 colaboradores da empresa.
Com propriedade na Linha Buratti, em Bento Gonçalves, o novo presidente, Renê Tonello, tem 58 anos e é cooperativado da Vinícola Aurora desde 1980, dando continuidade ao trabalho da família. Seu avô, Antônio Guilherme Tonello, é associado há 88 anos e seus filhos Júlio e Marcos também são.

Com propriedade na Linha Buratti, em Bento Gonçalves, o novo presidente, Renê Tonello, tem 58 anos e é cooperativado da Vinícola Aurora desde 1980

O senhor tem a sua história de vida na Cooperativa Aurora. Desta trajetória, o que lhe orgulha mais?
A Cooperativa Aurora foi fundada em 1931 quando 16 famílias dedicadas à viticultura decidiram unir suas forças. Meu avô e meu bisavô, participaram desde o começo de sua fundação. Minha trajetória começou com meus pais trabalhando na agricultura e, aos 18 anos eu me associei. Já passei pelo conselho fiscal, como coordenador, depois pelo conselho da administração, inclusive em 2014 concorri a Presidência. Sempre fui ligado ao cooperativismo, com 15 anos de idade fiz o meu primeiro curso de cooperativismo, em seguida fiz o de capacitação rural e gestão de liderança. No ano passado, mais um curso de Cooperativismo através da faculdade Federal de Santa Maria, através do Sicredi.
O que fez o senhor concorrer à Presidência?
Pela história da minha família, meu pai passou pelo conselho, meu avô também passou, todos tinham uma trajetória e a vontade de cooperar e isso me estimulou a seguir em frente. Temos 8 hectares de vinhedos e sabemos da importância de cuidar do que é nosso, e a Cooperativa Aurora é nossa vida. É importante o associado acompanhar o que se passa dentro da Cooperativa, inclusive o objetivo da nova direção é fazer com que o associado participe mais e um dos projetos é nos irmos mais vezes ao Núcleo para conversar com o associado.
O que pretendemos para o próximo ano, claro sempre com o consenso do Conselho, trazer os jovens para dentro da Cooperativa, para mostrar para o associado, qual é a potência que a Aurora tem, pois a maioria conhece a empresa por fora e nós queremos mostrar a realidade, a empesa por dentro e estimular a cuidar do que e nosso. Hoje o jovem tem muito mais possibilidades de crescer na propriedade da família. Queremos a proximidade, a reciprocidade com o produtor rural.
O objetivo da Aurora é estimular nos jovens o interesse em dar continuidade ao trabalho no campo e, ao mesmo tempo, proporcionar a eles mais conhecimento e capacitação para esse trabalho nos próximos anos. “Seguimos nos empenhando para que nossos jovens se identifiquem com a atividade de vitivinicultura e com o trabalho cooperado. Nós temos que crescer juntos, temos que evoluir juntos “diz Renê Tonello.
A Vinícola Aurora produz mais de 60 variedades de uvas, cultivadas em 2,8 mil hectares de área. As 1,1 mil famílias cooperativas estão presentes em 11 municípios da Serra Gaúcha, com sede em Bento Gonçalves.

Investimento de R$ 1,2 milhão para restaurante na área central de Monte Belo do Sul

Saiba como será a Francesco Trattoria, comandada pelos chef Diego Piccinini Gerhardt e Francisco Ferri, que deve ser aberta em dezembro


Com previsão para inaugurar na segunda quinzena de dezembro, Monte Belo do Sul terá mais um empreendimento na área central, a Francesco Trattoria. O restaurante será no charmoso casarão de 1938 no coração do município, em frente à Igreja São Francisco, que fez parte da história de Monte Belo do Sul. O negócio é comandado pelos empreenderes Francisco Ferri e os irmãos Diego e Douglas Piccinini Gerhardt.

Com previsão para inaugurar na segunda quinzena de dezembro, Monte Belo do Sul terá mais um empreendimento na área central, a Francesco Trattoria. O restaurante será no charmoso casarão de 1938 no coração do município, em frente à Igreja São Francisco, que fez parte da história de Monte Belo do Sul. O negócio é comandado pelos empreenderes Francisco Ferri e os irmãos Diego e Douglas Piccinini Gerhardt.


O espaço fica em uma casa de 250 m2 de área construída, divididos em 2 ambientes, salão inferior e salão superior com capacidade para até 88 pessoas. O ambiente foi revitalizado para que os visitantes se sintam à vontade pela beleza do lugar. O projeto é assinado pelo arquiteto Samuel Dall Alba, traz diversas inovações, a começar pela estrutura de cozinha aberta, típicos de uma trattoria italiana. O investimento é de aproximadamente R$ 1,2 milhão. “Temos aplicado estes recursos no planejamento estratégico, em treinamento de equipes, desenvolvimento de conceitos e projeto arquitetônico, entre outros investimentos”, explica Diego Piccinini Gerhardt.
Em seu cardápio, a Francesco Trattoria contará com três serviços: almoço, cafés/ aperitivos e jantar à lá carte, com especialidades de uma gastronomia italiana, voltado para o corte de carnes, frutos do mar, massas e risotos. As receitas tradicionais da Itália, algumas resgatas pelas avós dos empreendedores, são receitas de família e mesclam o tradicional com um pouco de contemporaneidade. Para as sobremesas, um cardápio tradicional com tiramissú, sagu com creme e doces da época de vindima. Além disso, a casa contará com uma adega de vinhos e espumantes dos viticultores de Monte Belo do Sul.


O cardápio está sendo elaborado pelo chef Diego Gerhardt e sommelier Francisco Ferri. As receitas dos drinks e cafés por Douglas Piccinini Gerhardt, sendo todas receitas de origem italianas.
Conforme os empresários envolvidos no processo, o projeto vem sendo desenvolvido a dois anos e a ideia do restaurante em Monte Belo foi motivada pela localização privilegiada do munícipio, acessos, e também pelo interesse da administração municipal em apoiar empreendimentos que possam se integrar ao desenvolvimento local e pelo potencial turístico que vem crescendo na região.
Inicialmente o horário será de quartas a domingos das 11 às 22:00 horas durante a semana e das 11 até o último cliente aos finais de semana.
O restaurante está selecionando pessoas para trabalhar no restaurante e interessados enviar o CV para rh@francescotrattoria.com.br e que a prioridade será para os moradores de Monte Belo do Sul.


Fotos Divulgação

Safra de pêssego inicia com redução na produtividade e busca por inovação da gestão

 

Créditos: Tauê Bozzetto Hamm

Fruticultores de Pinto Bandeira, maior produtor da fruta in natura do Estado, relatam perdas que variam de 40% a 60% e utilizam software para atender exigências da legislação e planejar manejo para próximo ciclo com objetivo de minimizar os prejuízos
Produtores de pêssego dos municípios de Pinto Bandeira, Farroupilha e Bento Gonçalves iniciaram a colheita deste ano usando a tecnologia para facilitar a gestão, trazer ganhos de produtividade e reduzir as perdas que podem chegar a 60%. Mesmo sem uma previsão oficial de quebra – segundo o escritório regional da Emater/RS-Ascar, os números serão divulgados em novembro – produtores de Pinto Bandeira, município que responde por 30% da produção da fruta na região, relatam perdas que variam de 40% a 60%. A causa dessa redução foram as geadas que aconteceram nos meses de agosto e setembro, especialmente a que caiu na região na madrugada do dia 21 de setembro.
Em 2019, ano em que a incidência de granizo também causou prejuízos, foram colhidos 37,3 milhões de quilos da fruta. A Serra Gaúcha possui 3,6 mil hectares de pomares de pêssego, sendo que 1,1 mil ficam localizados em Pinto Bandeira.


Mesmo com a perda no volume que deverá ser colhido nesta safra, os produtores têm usado, cada vez mais, a tecnologia como aliada na melhoria da gestão dos pomares, buscando otimização no uso de insumos e redução dos custos de produção nos próximos ciclos. Entre as inovações que já podem ser vistas nesta colheita está o aplicativo AgroD, desenvolvido pela empresa caxiense AgroD Tech.
O fruticultor Nestor Rubbo, produtor da linha Silva Pinto Norte, em Pinto Bandeira, registrou uma perda que deverá ficar acima da média da região. Rubbo projeta colher de 25 a 30 toneladas, o que significa uma perda de 60% na comparação com o ano passado. Mesmo sendo o primeiro ano em que está usando o AgroD, Rubbo já observa benefícios do emprego da tecnologia no campo.
“O caminho é cada vez mais informatizar, reduzir os custos e aumentar a produtividade. Nesta safra, em que sofremos com a geada, pudemos observar quais áreas foram mais afetadas e nos prepararmos para os próximos anos. A tendência é de continuarmos usando a tecnologia ao nosso favor, ainda mais por ser um aplicativo fácil de ser operado e que substitui o caderno de campo”, antecipa.
Já na linha Jansen, no mesmo município, o produtor Adriano Rigon relatou uma perda levemente inferior à de Rubbo, entre 40% e 50%, e deverá colher cerca de 180 toneladas da fruta, em 11 hectares. Para Rigon, o AdroD ajuda no controle maior do uso de agrotóxicos, além de atender as exigências de rastreabilidade da Instrução Normativa 2 (INC MAPA/ANVISA nº 02/2018)
“Vai ser muito importante para que o produto já saia da propriedade etiquetado, pronto para o mercado”, adianta Rigon, que deve começar a colher na segunda quinzena de novembro.
O diretor técnico da Associação dos Produtores de Fruta de Pinto Bandeira (Asprofruta), Heleno Facchin, avalia que o uso do aplicativo pelos produtores ajuda a fazer uma gestão responsável, com redução de perda de insumos e, consequentemente, maior qualidade da fruta.
“O produtor é cobrado todos os dias para que entregue um pêssego com boa sanidade, sem resíduos, e com um padrão de qualidade que é exigido pelo próprio mercado”, opina.
O engenheiro agrônomo e sócio da AgroD Tech, Tauê Bozzetto Hamm, explica que o aplicativo auxilia o produtor na tomada de decisões na gestão da propriedade, além de atender à legislação que exige rastreabilidade dos produtos.
“Com essa maior facilidade para os registros dos manejos e produção dos pomares de pêssego, o produtor vai conseguindo, ao longo dos meses e dos anos, ter um bom histórico de informações, seja na questão técnica do que foi aplicado, da adubação, e dos demais custos. No momento em que o produtor começa a ter esses dados de produtividade e custos, separados por variedade e por parcela específica do pomar, ele consegue avaliar quais pomares estão mais rentáveis, mais produtivos. Ele pode, por exemplo, definir até mesmo a troca de algumas cultivares, deixando de produzir as que mais sofrem com a geada ou com o granizo”, ilustra.
SOBRE O AGROD
Desde 2018 no mercado, o software AgroD tem ajudado centenas de produtores de uva, pêssego, morango, maçã e hortifrúti. A ferramenta funciona como um caderno de campo digital, substituindo as antigas anotações sobre uso de agroquímicos e fertilizantes, com o objetivo de comprovar o uso correto destes insumos. Todo o manejo dos pomares e as colheitas são registradas através de aplicativo para smartphone que funciona de forma off-line, trazendo economia de tempo e praticidade ao dia a dia do produtor rural. O AgroD gera automaticamente relatórios de rastreabilidade dos produtos e também etiquetas com QR Code, o que atende à Instrução Normativa (INC 2/2018), que exige a rastreabilidade e identificação de vegetais frescos.
Créditos: Tauê Bozzetto Hamm

Cave do Sol estreia no Brazil Wine Challenge com duas Medalhas de Ouro

A arte de transformar uvas em excelentes vinhos trouxe à recém inaugurada Cave do Sol, vinícola do Vale dos Vinhedos, duas Medalhas de Ouro conferidas pelo 10º Brazil Wine Challenge, promovido pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), sendo o único concurso do Brasil com a chancela da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV). As distinções vieram para o Cave do Sol Merlot 2016 e o Solar do Vale Espumante Moscatel.
Para o enólogo da vinícola, Roque Piccoli, a conquista é o reconhecimento de muito trabalho do vinhedo à mesa do consumidor. “Não podíamos brindar a chegada da Cave do Sol de maneira melhor. Receber duas Medalhas de Ouro de um dos mais importantes concursos da América Latina, com um júri técnico altamente qualificado é motivo de muita comemoração, nos enche de orgulho e nos dá a certeza de que estamos no caminho certo”, celebra o enólogo.
Com uma longa tradição na elaboração de vinhos que começou ainda em 1927, a Família Passarin ganha mais um motivo para comemorar sua inauguração no roteiro enoturístico mais charmoso do Brasil. Aberta desde o dia 4 de setembro, a vinícola chega oferecendo experiências em torno de um complexo que reúne vinheria, loja, cave, área de eventos. O mix de produtos, além de variado, exibe a qualidade dos vinhos e espumantes brasileiros.


Para o diretor presidente da Cave do Sol, Arnaldo Passarin, chegar aos 86 anos e poder ver um sonho concretizado sendo reverenciado por quem mais entende de vinho, os enólogos, é uma grande felicidade. “Que possamos seguir brindando a vida, a família e os grandes sonhos. E que a Cave do Sol possa seguir fazendo o melhor em vinhos e espumantes para proporcionar prazer às pessoas que compartilham desta nossa paixão”, comemora.
Todos os produtos estão disponíveis na loja física e virtual (www.cavedosol.com.br) da vinícola com distribuição para todo o país.
👉Os rótulos premiados
Cave do Sol Merlot 2016
Elaborado a partir da seleção de uvas Merlot cultivadas na Serra Gaúcha – variedade emblemática do Vale dos Vinhedos – este vinho chega com 12% de graduação alcoólica, devendo ser apreciado com temperatura entre 16°C e 18°C. De coloração intensa vermelho-violáceo, traz aromas finos, com notas de frutas vermelhas e geleias que conferem elegância ao vinho. Macio e estruturado, tem bom volume de boca, além de equilíbrio com os seis meses de amadurecimento em carvalho francês. O Cave do Sol Merlot 2016 é uma excelente dica para acompanhar carnes vermelhas, bovina, caprina, assados com recheio, aves nobres, massas, fiambres e queijos de massa dura.
Solar do Vale Espumante Moscatel
Blend de moscatos cultivados na Serra Gaúcha, este espumante é marcado por seus aromas de fruta de pomar como pêssego, acompanhado por notas de limão siciliano e flores brancas. Sua doçura tem perfeita harmonia com a acidez que faz deste espumante uma excelente companhia para alguns queijos com geleias, salada de frutas, mousse de limão, bolo de coco e folhados doces. Tem coloração amarelo palha, com reflexos esverdeados. Possui ótima formação de coroa. Este espumante denota aromas de fruta de polpa branca como o pêssego, notas de limão siciliano e flores brancas. No paladar, perfeito equilíbrio entre o doce e a acidez refrescante. Agradável sensação proporcionada pelo perlage persistente. Com 7,5% de graduação alcoólica, ideal ser apreciado com temperatura entre 6°C e 8°C.
SOBRE A CAVE DO SOL
A mais nova vinícola do Vale dos Vinhedos está encravada no coração do roteiro enoturístico mais famoso do Brasil (km 20,7 da Rodovia RS 444), numa área de 36,6 mil metros quadrados. São 5.125 metros quadrados de área construída, 2.367 deles destinados ao enoturismo, distribuídos em três andares, totalmente projetado dentro das premissas de acessibilidade. O ambiente convida a imergir num rico cenário de objetos considerados peças de museu que, além de preservar a história da família e da vitivinicultura brasileira, também compõem obras de arte concebidas por artistas, valorizando talentos locais. É uma viagem pelo tempo num passeio que transcende o imaginário.

São Marcos conta com nova agroindústria

Produtora de aipim descascado no município de São Marcos, a agroindústria Fênix foi inaugurada na tarde de sexta-feira (16/10) com a presença do presidente da Emater/RS, Geraldo Sandri, e autoridades locais.
“Hoje eu estou realizando um sonho”, afirmou o proprietário Ivanir Michelon, agradecendo o apoio da família e instituições.
Para Sandri, a inauguração da agroindústria é o resultado do trabalho e da união de várias entidades que fazem acontecer e a concretizam um sonho da família. “Eu vejo o brilho no olhar de todos que se pronunciam nesta solenidade, porque é a política pública se materializando e a família cada vez mais feliz. E isso vale muito”, destacou.
Além da entrega do certificado de inclusão no Programa Estadual de Agroindústria Familiar do Governo do Estado (Peaf) para a Fênix, as outras quatro agroindústrias familiares do município receberam placas de identificação: Sapore Del Forno, Tomé, Lazzaretti e Alho Roxo Forte.
A ação integra as comemorações da Semana da Alimentação no município, promovida pela Emater/RS-Ascar, Prefeitura, Sicredi, Sindicato dos Trabalhadores Agricultores Familiares, Câmara de Indústria e Comércio e Câmara de Dirigentes Lojistas.

Embrapa aponta que pitaia pode ajudar no controle de glicemia, colesterol e ansiedade

Estudo desenvolvido pela Embrapa Agroindústria Tropical mostrou que a pitaia possui potencial para auxiliar no controle do colesterol, da glicemia e da ansiedade. Segundo exames laboratoriais realizados com animais, a fruta foi eficaz na redução do colesterol total, do LDL e dos triacilgliceróis e na elevação do HDL (“colesterol bom”).
Em animais diabéticos, as doses de 200 mg/kg e 400 mg/Kg mostraram atividades farmacológicas promissoras, reduzindo a glicemia. Os testes demonstraram efeito ansiolítico e ausência de toxicidade nas concentrações avaliadas. A Embrapa afirma que os resultados são promissores, pois contribuem para a manutenção da saúde.
Porém, conforme a pesquisadora Ana Paula Dionísio, do Laboratório de Processos Agroindustriais da Embrapa, ainda há um longo caminho entre os estudos e os testes clínicos em humanos. Dessa forma, Dionísio ressalta que não se deve substituir remédios pela ingestão de pitaia.
Os estudos com a pitaia são liderados por cientistas da Embrapa especializados em alimentos funcionais, com a participação da Universidade Estadual do Ceará (Uece), Universidade Federal do Ceará (UFC) e Universidade de Fortaleza (Unifor).
Apesar dos benefícios à saúde que vêm sendo pesquisados, a fruta nativa das florestas tropicais da América Central e do Sul, Índia e Malásia é pouco produzida no Brasil, podendo ser encontrada no mercado a preços elevados.

MetSul alerta para estiagem severa no Rio Grande do Sul

Meteorologistas estimam que seca que está por vir pode ser pior que a registrada no começo do ano Foto: Giovani Bombassaro

Segundo dados da MetSul, o fenômeno La Niña atua desde agosto no Oceano Pacífico Equatorial e deve seguir impactando o clima do Sul do Brasil durante os próximos meses. Hoje, o La Niña tem intensidade moderada, mas a expectativa é que entre dezembro e janeiro atinja forte intensidade trazendo estiagem.
As tendências indicadas por modelos de clima são preocupantes, segundo os meteorologistas. Quase todos os modelos de clima internacionais apontam para o período da safra de verão 2020/2021 uma perspectiva de chuva abaixo a muito abaixo da média, em particular no Rio Grande do Sul.
Na Metade Norte, habitualmente, tende a chover mais no verão pela latitude e maior proximidade do canal de umidade do Sudeste e do Centro-Oeste do país, mas no Sul e no Oeste a climatologia aponta menos precipitação nos meses de verão.
A MetSul Meteorologia adverte que o Sul do Brasil passará por mais uma estiagem que pode ser, em alguns locais, mais severa do que a de 2019/2020, porque não houve recomposição hídrica suficiente. Com isso, pode ocorrer perda de produtividade, inclusive com quebra de safra em diferentes localidades, escassez de água para consumos humano e animal com racionamento em alguns municípios, baixa acentuada de níveis de rios e outros mananciais como barragens e açudes, além de risco de fogo em vegetação.
Foto: Giovani Bombassaro

Rapidez na concessão do selo Sabor Gaúcho atrai novas agroindústrias

Foto: Arte/Seapdr

A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) concedeu em 2020, até o mês de setembro, 417 selos Sabor Gaúcho a agroindústrias do Rio Grande do Sul. Foram 300 agroindústrias que já estavam aguardando as mudanças nas regras de concessão do selo e 117 que fizeram a solicitação após a nova resolução.
A mudança que simplificou a concessão do selo foi definida por meio da resolução nº 001/2020, publicada em 07/02/2020. Ela estabelece que os empreendimentos rurais já inclusos no Programa Estadual de Agroindústria Familiar (Peaf) passam a ser automaticamente habilitadas para utilizar a marca de certificação nos rótulos de seus produtos. A medida também dispensa a renovação de autorização de uso a cada cinco anos.
O secretário Covatti Filho afirma que com a mudança na resolução, foi simplificado um processo que acabava por penalizar o pequeno produtor. “Neste novo formato, as agroindústrias aceleram o processo, uma vitória tanto para quem dependia de um processo demorado quanto para o Estado, que reduz a quantidade de processos administrativos a serem analisados”, ressalta o secretário.
“Hoje pra fazer o selo Sabor Gaúcho basta estar incluso no Peaf. Até o início do ano, tinha que ser assinado um contrato com o Estado, que passava por uma análise jurídica para depois ser liberado. O processo todo demorava um tempo, cerca de três meses”, destaca Maluza Machado, Chefe da Divisão de Organização de Agroindústrias Familiares da Secretaria.

Foto: Fernando Dias/Seapdr

O selo Sabor Gaúcho indica que a agroindústria é proveniente da agricultura familiar e está legalizada sob o ponto de vista ambiental, tributário e sanitário junto ao Peaf.
“A importância do selo está na procedência da agricultura familiar e no seu particular saber fazer, com uma produção de baixa escala e voltada para a fabricação de produtos que trazem identidade com o tradicional, proporcionando a venda em mercados de cadeia curta, minimizando o uso de aditivos e dando mais segurança para o consumidor final”, salienta Maluza.
A resolução 001/2020 também estabelece a prestação de serviços da Seapdr para apoio aos Serviços de Inspeção Municipal (SIM) para a estruturação do Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar, Artesanal e de Pequeno Porte (Susaf) e participação na operacionalização e na concessão do Selo Arte.
Mais informações sobre o selo Sabor Gaúcho pelo email: agroindustria@agricultura.rs.gov.br

Cresce a procura por unhas alongadas em fibra de vidro

Docente do Senac Bento Gonçalves Graziele Barbosa fala sobre a técnica e a importância da busca de profissionais capacitados para aplicação
Já era tendência em 2020 e tem conquistado cada vez mais admiradoras. A unha em fibra de vidro é uma das técnicas de alongamento que tem feito sucesso no mundo da beleza. Segundo a docente do Senac Bento Gonçalves Graziele Barbosa a procura por praticidade e durabilidade aumentou muito nos últimos meses o que tem reforçado a satisfação do público feminino.
Mesmo com todo sucesso, há ainda quem tem dúvidas sobre o procedimento. Há riscos para a saúde da unha? Fica natural? Posso usar por quanto tempo? Qual o custo benefício? Como deve ser feita a manutenção? Graziele garante que a técnica é segura e super indicada para quem tem unhas roídas, fracas ou quebradiças. “Com todo o cuidado ela pode ser usada por tempo indeterminado, fazendo corretamente as manutenções”, salienta, ressaltando que a técnica de alongamento utiliza fios de fibra de vidro fixadas na unha com camadas de gel e a aplicação leva em torno de uma hora e meia a duas horas.
Mas é preciso experiência e expertise para aplicação. A professora alerta para a importância das clientes buscarem profissionais especializadas. “Por exemplo é fundamental saber que a única contraindicação é aplicar a fibra de vidro em unhas com micoses e fungos”, ressalta. E sobre o mito de que a unha precisa ‘respirar’, Graziele garante: “todos os nutrientes que a unha natural precisa vem da corrente sanguínea. Então o uso do gel e da fibra de vidro não traz nenhum impacto”, diz, já adiantando que o verão vem aí e com ele unhas alongadas com aquela pitada de cores vibrantes.

Senac Bento inscreve para curso de Massagista com início neste mês

O Brasil tem uma das populações mais estressadas. Em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou o país como o mais ansioso do mundo, com 18,6 milhões de brasileiros afetados pelo transtorno. O que pode ser uma preocupação para muitos, para alguns é uma oportunidade de negócio. Os profissionais da massagem têm sido uma alternativa para relaxar e auxiliar na estética, junto aos exercícios físicos. Por isso o Senac Bento Gonçalves está com inscrições abertas para o curso de Massagista. As aulas iniciam no dia 27 de outubro e serão realizadas de segunda a quarta-feira, das 18h30 às 22h30.
Essa formação conta com uma carga-horária de 240 horas, capacitando profissionais capazes de atender as demandas do segmento. Com técnicas ocidentais de massagem, o profissional estará preparado para contribuir com a promoção e manutenção da saúde e do bem-estar.
Matrículas e mais informações podem ser obtidas em www.senacrs.com.br/bento, pelo telefone (54) 3452-4200 ou através do WhatsApp (54) 99647-1436. O Senac Bento Gonçalves fica localizado na rua Saldanha Marinho, 820.