Pulverização Eletrostática TSBJet

Maior eficiência no aproveitamento e redução de aplicações pulverizadas

Tecnologia de Pulverização Eletrostática TSBJet para aplicação em videiras já está sendo utilizada na propriedade de Leo Francischina em Monte Belo do Sul

Cada vez mais tem-se exigido do produtor rural a utilização correta e criteriosa de agrotóxicos. Dessa forma, conhecer apenas o produto a ser aplicado não é suficiente. É fundamental encontrar a forma correta de aplicação para garantir que o produto alcance o alvo de forma eficiente, uma vez que sempre ocorrem perdas nas aplicações pulverizadas.

Produtores Giovani Mazzochi e Leo Francischina fazem uso da Tecnologia de Pulverização Eletrostática TSBJet

Dentre as ferramentas que podem ajudar na redução de perdas nas aplicações, destaca-se o uso da eletrostática, que consiste em um sistema que carrega eletricamente as gotas. Pensando nisso, a empresa de Tecnologia Sul Brasileira desenvolveu a Tecnologia de Pulverização Eletrostática – TSBJet, que se diferencia dos demais sistemas já existentes por ser o único que funciona em condições extremas de umidade e molhamento dos módulos indutores, sem entrar em colapso de funcionamento em condições de campo, mesmo após aplicações sem qualquer tipo de limpeza.
A pulverização eletrostática TSBJet tem por objetivo produzir gotas carregadas eletricamente. Essa carga elétrica provoca uma força de atração entre as gotas e a superfície da planta. Isso faz com que ocorram menores perdas por deriva, pois há maior entrega de gotas, melhor deposição nos alvos, eficiência de aplicação, eficácia dos defensivos, sanidade das culturas e, consequentemente, potencial produtivo, explica Adriano Marin, sócio proprietário da TSBJet.

Tarde de Campo, em Monte Belo do Sul, reuniu produtores e técnicos na demonstração do uso da Tecnologia de Pulverização Eletrostática TSBJet.

No município de Monte Belo do Sul, o agricultor Leo Francischina, da Comunidade São Marcos, relatou que, com a utilização da pulverização eletrostática, houve redução de 50% do volume de água e, ainda, economia de tempo e de defensivos aplicados. “Reduzi a quantidade de aplicações de 18 tanques de água para 9, além da economia do tempo de parada para abastecimento do trator, garantindo um melhor aproveitamento do produto em comparação com a aplicação de agrotóxicos por pulverizadores convencionais”, disse Leo, que tem 9 hectares de vinhedos.
Quem também faz uso da pulverização eletrostática TSBJet é o produtor Giovani Mazzochi, que possui 90 hectares de maçã em Lajeado Grande. “Antes de adquirir o equipamento, fiz testes durante um ano no meu pomar. Utilizava 1000 litros por hectare e, agora, com um tanque faço cinco hectares, além da economia de 8% de produto aplicado”,
explica. “A relação entre custo e benefício do uso da eletrostática é favorável, uma vez que o investimento é rapidamente amortizado pelo menor custo das operações e pela menor necessidade de insumos, quando comparado com a pulverização convencional”, ressalta Mazzochi.

O produtor Giovani Mazzochi, que possui 90 hectares de maçã em Lajeado Grande Foto: Divulgação produtor

Esse sistema de pulverização pode reduzir as perdas por deriva quando comparado ao tradicional. Gotas finas podem aumentar a cobertura das aplicações, porém estão mais suscetíveis à deriva. Por outro lado, gotas grossas são menos propensas a isso, mas são sujeitas a não se fixarem no alvo e escorrerem para o solo. A taxa de aplicação deve ser ajustada, de forma a permitir um molhamento adequado das folhas e que ocorra o mínimo de perda por escorrimento das gotas.

Garantia de maior entrega de produto no alvo comprovada

Para os produtores Leo Francischina e Giovani Mazzochi, o desenvolvimento do Pulverizador Eletrostático é visto como uma forma de contribuir com o meio ambiente, com a saúde de quem consome os produtos, além de gerar economia aos agricultores.

Vantagens da utilização da Pulverização Eletrostática
Maior rendimento dos defensivos agrícolas;
* Menor perda por evaporação;
* Menor perda para o solo;
* Menor perda por deriva;
* Melhor absorção dos defensivos;
* Melhor cobertura;
* Maior entrega de defensivos na planta;
* Redução do consumo de combustível;
* Redução do tempo de reabastecimento e preparo da calda;
* Economia de água;
* Menos risco de contaminação da lavoura vizinha;
* Redução do tempo de reabastecimento e preparo da calda.