Selos dos Correios homenageiam a viticultura brasileira

Em meio aos preparativos para as celebrações do final de ano, os Correios prestam uma homenagem para um produto que é presença confirmada na mesa dos brasileiros nesta época: as uvas. No dia 22 de dezembro, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos lança uma coleção com cinco selos comemorativos, homenageando cultivares de uvas brasileiras, desenvolvidas pelo Programa de Melhoramento Genético ‘Uvas do Brasil’, coordenado pela Embrapa Uva e Vinho.
As uvas BRS Vitória, BRS Magna, BRS Lorena, BRS Margot e Moscato Embrapa foram as selecionadas dentre o portfólio de 21 cultivares já lançadas pelo Programa, que é conduzido há 43 anos pela Embrapa, para celebrar esse importante momento. “O lançamento é o reconhecimento de um trabalho que, ao longo dos anos, vem rendendo bons resultados e competitividade para a vitivinicultura nacional, ainda mais num ano muito especial em que completamos 45 anos de atuação”, pontua José Fernando da Silva Protas, chefe-geral da Embrapa Uva e Vinho.
Ao saber da emissão dos selos, o pesquisador aposentado Umberto Camargo, que foi o idealizador do Programa de Melhoramento Genético ‘Uvas do Brasil e esteve envolvido no desenvolvimento das cinco cultivares homenageadas, ficou feliz com o reconhecimento e valorização de todo um trabalho de pesquisa que revolucionou a vitivinicultura nacional. “A participação dos produtores e do setor produtivo foram fundamentais para que o Programa avançasse, disponibilizando cultivares adaptadas ao clima brasileiro. É uma alegria ver a vitivinicultura em diferentes regiões graças às cultivares desenvolvidas pela Embrapa”, comemorou.
“O Brasil recebeu cultivares customizadas para as suas condições de solo e clima, mais resistentes às principais doenças, com ou sem sementes, maior quantidade de açúcar, maior coloração e sabores diferenciados, tudo ajustado às demandas e perfil da vitivinicultura nacional. E que bom que estão sendo eternizadas em selos”, destaca Patrícia Ritschel, pesquisadora e atual coordenadora do Programa de Melhoramento Genético ao lado do também pesquisador João Dimas Garcia Maia. E ela antecipa que em breve os produtores e consumidores terão novidades que irão ampliar ainda mais o cultivo da videira em diferentes regiões de Norte a Sul do Brasil.
A partir de hoje, os selos estarão disponíveis para aquisição na loja on line dos Correios e em janeiro estarão disponíveis nas agências, quando irá ocorrer o lançamento oficial. E quando forem disponibilizadas, uma surpresa: os selos serão aromatizados com cheiro de uva.
Saiba mais em: https://www.embrapa.br/uva-e-vinho/programa-uvas-do-brasil
Conhecendo melhor as homenageadas:
BRS Lorena
Finalidade: Elaboração de vinho branco aromático e frisante, com marcante sabor moscatel.
Produção: Sudeste, Nordeste e Sul.
Descrição: Cultivar de uva branca indicada para a elaboração de vinhos brancos de mesa, aromáticos e frisantes. Plenamente adaptada às diferentes condições climáticas do Brasil, faz grande sucesso entre os produtores, tanto da Serra Gaúcha, do Sudeste ou do Semiárido Brasileiro, pela sua alta produtividade (25-30 t/ha), ciclo precoce, elevado conteúdo natural de açúcar e acidez equilibrada. Seus vinhos apresentam um sabor moscatel bastante marcante.
BRS Magna
Finalidade: Elaboração de suco de uva com coloração violácea intensa, alto conteúdo de açúcares e sabor aframboesado.
Produção: Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul.
Descrição: É uma cultivar completa para a elaboração do suco de uva, podendo ser usada sozinha ou em combinação cortes com outras cultivares, com o objetivo de melhorar a qualidade da composição com cultivares tradicionais, por exemplo, a Isabel, garantindo mais cor, doçura e sabor ao produto final. Ela apresenta ampla adaptação climática e já está sendo produzida nas principais regiões brasileiras. A ‘BRS Magna’ foi a responsável por possibilitar e viabilizar a elaboração de suco de uva no Vale do Submédio São Francisco (PE e BA).
BRS Vitória
Finalidade: Consumo in natura – uva de mesa sem sementes.
Produção: Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul.
Descrição: Desenvolvida especialmente para os produtores brasileiros do Semiárido, essa uva de mesa preta sem sementes conquistou, com seu sabor aframboesado, a preferência nacional, superando inclusive as uvas importadas. Ela já é responsável por cerca de 20% da produção de uvas de mesa no Vale do São Francisco, principal polo produtor e exportador de frutas no Brasil. É comercializada em todo país, podendo ser encontrada nas principais redes de supermercados e até em pequenos comércios de bairro e também já é exportada para a Europa e Estados Unidos.
BRS Margot
Finalidade: Elaboração de vinhos tranquilos e frisantes
Produção: Sul
Descrição: Tradicionalmente, o nome moscato é atribuído a uma única variedade, porém moscato ou moscatel é um conjunto de aromas e sabores característicos de grande número de uvas aromáticas, como Moscato Branco e Moscato Giallo. A ‘Moscato Embrapa’ integra esse grupo: uva branca, moscatel para elaboração de vinho branco meio seco, de sabor tipicamente aromático, de baixa acidez e agradável ao paladar do consumidor brasileiro. A ‘Moscato Embrapa’ tem 75% de Vitis vinifera em sua constituição genética, garantindo semelhança aos vinhos finos de moscato.

Moscato Embrapa:
Finalidade: Elaboração de vinhos tranquilos e frisantes
Produção: Sul
Descrição: Tradicionalmente, o nome moscato é atribuído a uma única variedade, porém moscato ou moscatel é um conjunto de aromas e sabores característicos de grande número de uvas aromáticas, como Moscato Branco e Moscato Giallo. A ‘Moscato Embrapa’ integra esse grupo: uva branca, moscatel para elaboração de vinho branco meio seco, de sabor tipicamente aromático, de baixa acidez e agradável ao paladar do consumidor brasileiro. A ‘Moscato Embrapa’ tem 75% de Vitis vinifera em sua constituição genética, garantindo semelhança aos vinhos finos de moscato.

Quem disse que tatuagem é para sempre?

Dra. Jéssica Fedrigo Fotos: Divulgação

Seja pelo desgaste da tinta, pelo local escolhido, ou ainda pelo desenho não fazer mais sentido, a remoção de tatuagem está conquistando cada vez mais pessoas.
Afinal, se antes a tatuagem era algo definitivo, hoje, com as novas tecnologias, os desenhos podem ser apagados de forma simples, rápida e muito eficiente! Após uma avaliação médica, que irá avaliar a qualidade da tinta, o tamanho da tatuagem e outros aspectos, o procedimento é feito com o Spectra™ XT, que possui uma das tecnologias a laser mais avançadas do mundo.
O Spectra™ é capaz de remover tatuagens em qualquer tom de pele, e a tecnologia apaga desenhos de qualquer cor e em qualquer parte do corpo – inclusive micropigmentações de sobrancelha. O que varia é o número de sessões, já que o laser age pelo contraste da pele com a tinta. Portanto, peles mais escuras necessitam de mais sessões para serem apagadas, assim como tatuagens em cores claras. Mas a segurança e a eficiência são comuns em todos os casos.
E para quem está se questionando sobre a dor, pode perder o medo! O desconforto é mínimo, e para pacientes mais sensíveis, um anestésico tópico pode ser usado.
Chegou a sua vez de dizer adeus ao passado! A Clínica Dra. Jéssica Fedrigo fica na Rua Senador Joaquim Pedro Salgado Filho, 141, Sala 06 – Cidade Alta, Bento Gonçalves – RS. Agendamentos

Um Natal Borbulhante diferente

De forma especial, a edição 2020 do Natal Borbulhante tem chegado aos bairros de Garibaldi. A Prefeitura de Garibaldi, por meio da Secretaria de Turismo e Cultura tem propiciado aos moradores pequenos momentos de alegria, ao receberem em frente as suas casas, o caminhão Tim-Tim, com atores Cia Teatral Acto vestidos com personagens natalinos e o Quarteto de Saxofones da Orquestra Municipal de Garibaldi, entoando canções de natal. A ação de visita aos bairros teve início na quinta-feira, 17, e seguirá até a terça-feira, 22 de dezembro.
Músicas nos postes ao longo da Rua Buarque de Macedo, no Centro Histórico e a decoração natalina, com muitas luzes espalhadas pelas áreas centrais do município complementam as ações.
Com as atividades restritas, em virtude da pandemia do coronavirus, esta foi a forma encontrada pela Administração Municipal para marcar o período natalino. A bandeira vermelha, estabelecida em toda região, ao longo de mais de duas semanas, impediu a realização da tradicional Noite Branca e também impôs restrições a celebração religiosa, que contaria com a encenação do nascimento de Cristo.
A celebração religiosa ocorrerá nos dias 24 e 31 de dezembro, às 20 horas, internamente, na Igreja Matriz São Pedro e será transmitida pela Rádio Garibaldi AM e também pelo Facebook da emissora. Será permitido a presença de público na celebração, limitado a 30% da capacidade, ou seja cerca de 150 pessoas.


Créditos: Carina de Borba

Cartilha da Vinícola Aurora orienta produtores para cuidados com produção e comercialização da Safra 2020/2021

Informativo inclui dicas de higiene e cuidado com os equipamentos a fim de evitar contaminação pelo coronavírus

Renê Tonello Presidente da Cooperativa Vinícola Aurora Fotos: Marlove Perin

A Cooperativa Vinícola Aurora preparou uma cartilha com orientações voltadas ao produtor rural sobre as normas de safra 2020/2021 e recomendações gerais para o período de colheita da uva, o transporte, a qualidade da fruta e o cronograma de recebimento. O documento apresenta 20 páginas e será entregue até a segunda quinzena de dezembro. As medidas estão alinhadas com as exigências do Padrão de Qualidade estabelecidas no documento “Normas de Safra”. “Neste ano não realizamos a reunião de final de ano e nem a confraternização, por causada da pandemia, pedimos desculpas aos associados, estamos nos adaptando a atual situação e seguindo as diretrizes de segurança estabelecidas para conter o avanço da Covid-19. Saúde em primeiro lugar, sempre. Isso é o mais importante. Por isso a Cooperativa estará entregando a cartilha “Normas de Safra” explica Renê Tonello Presidente da Cooperativa Vinícola Aurora.
Renê ressalta que, por se tratar de recomendações, “visa também higienização durante atividade de colheita da uva”. Lembra ainda que, como o coronavírus pode persistir por horas ou dias, a depender da superfície, da temperatura e da umidade do ambiente, uma das estratégias mais importantes para evitar a exposição é redobrar os cuidados com a higiene e seguir as diretrizes de segurança estabelecidas pelo Decreto Municipal.

Cartilha com orientações voltadas ao produtor rural sobre as normas de safra 2020/2021

Justiça reconhece como tempo especial a atividade de vigilante, com ou sem o uso de arma de fogo

Por Francesca Casagrande Luchese, advogada, OAB/RS 75.584

Francesca Casagrande Luchese

Importante e recente notícia do meio previdenciário: o Superior Tribunal de Justiça (STJ) julgou procedente o direito de vigias e vigilantes se aposentarem mais cedo. A decisão, tomada em 09/12, reconheceu o direito à aposentadoria especial da categoria, inclusive para aqueles que não usam arma de fogo no exercício da sua função. Logo, quem exerce ou exerceu tal atividade deve estar atento à possibilidade de uma aposentadoria mais vantajosa ou, ainda, de revisar seu benefício caso já seja aposentado.
Também nesse mês de dezembro ocorreu a mudança do fator previdenciário. Uma nova tabela entrou em vigor e atinge as pessoas que entram na regra de transição do pedágio de 50% para se aposentar. Ela não atinge os segurados já aposentados e nem quem tinha direito a aposentadoria antes da reforma da previdência entrar em vigor.
Outra informação recente dá conta que o INSS planeja iniciar em janeiro de 2021 uma operação pente fino. Segurados que recebem ou receberam auxílio-doença e aposentadoria por invalidez são o alvo. As notificações serão enviadas pelo correio, SMS, portal Meu INSS ou até mesmo pelo caixa eletrônico no banco onde o segurado recebe o benefício. Nesse caso, é necessário adotar as medidas certas para não correr o risco de ter o benefício suspenso ou, até mesmo, receber alguma cobrança da Autarquia.
E, para finalizar, lembramos que a prova de vida continua suspensa. Está garantido, até o final de 2020, que não haverá a suspensão dos benefícios dos segurados que não realizaram a prova de vida neste ano.

Vinhos: da excelência do presente ao aprendizado do passado

Por Viviane Weirich, advogada, OAB/RS 117.008

Viviane Weirich, advogada

A última Avaliação Nacional de Vinhos trouxe ainda mais prestígio à produção de vinhos nacional, especialmente aos gaúchos e muito mais, àqueles da Serra Gaúcha, demonstrando a excelência da produção vitivinícola, que engloba desde o plantio da videira até o momento final, em que o primeiro gole aguça o paladar do consumidor e enche de orgulho toda uma cadeia de produção comprometida em despertar as melhores experiências aos adeptos do vinho e da própria gastronomia que aqui se consolidou. Parabenizá-los é pouco: há uma considerável distância entre aquele que planta a videira até o momento da primeira taça servida.
A produção de vinhos traz em sua essência o saber fazer dos imigrantes que por aqui se estabeleceram. Passado mais de um século, a produção evoluiu e dispensa qualquer comparação com vinhos de outros lugares do mundo, porque o que aqui é produzido tem a essência daqueles primeiros produtores, que ensinaram a se preocuparam em consolidar o conhecimento para as próximas gerações.
Esses imigrantes partiram de diferentes regiões da Itália e assim, trouxeram saberes distintos, tanto na elaboração dos vinhos quanto da própria gastronomia. Essa distinção, sentida ainda na gastronomia, perde-se com a industrialização do vinho. Os alimentos guardam em sua essência o tempero, os ingredientes e a forma de fazer, tanto que, não comemos “Canederli” no Vale dos Vinhedos, no entanto, encontramos restaurantes que oferecem esse prato na região norte do município, com forte influência da região do Tirol. Os vinhos que encontramos nos Caminhos de Pedra não são da mesma variedade
que os que estão à disposição dos consumidores no Vale dos Vinhedos. Isso tem uma explicação: a cultura, ainda que dos imigrantes italianos, é distinta, assim como é na própria Itália.
Isso permite fomentar a agroindústria, organizando os produtores rurais para que elaborem seus próprios vinhos com parte de sua produção de uvas e que façam, seguindo as normas básicas de higiene e de saúde vigentes,
resgatando os saberes seculares que restaram consolidados, possibilitando a comercialização de um produto diferenciado que guardará em cada uma de suas garrafas a história daquela localidade, remetendo por certo, à região da Itália de onde partiram seus ancestrais.
Parte-se da necessidade de se organizar essas comunidades, através de um incremento da gestão pública focada nesse propósito, tudo isso, objetivando consolidar o agricultor em sua propriedade, dando-lhe ganhos que poderão complementar seu sustento nos períodos de entressafra, além de aproximá-los do turista, diminuindo assim, a distância entre a videira e a taça, sendo essa uma justa e devida homenagem aos imigrantes italianos e seus descendentes pela qualidade dos vinhos que hoje brindamos.

Cave do Sol ganha novas obras de arte

Instalações feitas com peças da antiga vinícola reverenciam a história da família e da vitivinicultura brasileira compondo um museu com passeio interno e a céu aberto

Vista Cave do Sol Foto: Cave do Sol Foto Augusto Tomasi

Quem visita a Cave do Sol, no Vale os Vinhedos, se depara com um monumento moderno, contemporâneo. Mas ao conhecer mais de perto a vinícola descobre que o empreendimento está impregnado de arte e história. Antigas peças e equipamentos da vinícola desativada deram origem a obras de arte pelas mãos de artistas locais. Ao todo são 18 peças de diversos portes que fazem um caminho que passeia pelo jardim da empresa e por vários ambientes internos. Oito delas acabam de ficar prontas, juntando-se às demais que estão no local desde a inauguração da vinícola no início de setembro. Todas têm o Sol como protagonista.

Roda Sol Fotos: Jeferson Soldi

Na área externa, o anfitrião Sol Negro, as Uvas ao Sol e os Destiladores ganham a companhia do Jardim do Sol, uma coleção delirante de plantas de diferentes formatos e cores vibrantes. Construída com peças de diversos equipamentos antigos, a obra nasceu para alegrar os visitantes e homenagear a natureza local. A inspiração partiu de plantas originais da região, mas as cores foram escolhidas pelo próprio artista, Rubens Sant’Anna. A obra está localizada ao lado do espaço pet. Ainda na parte externa está o Painel Solar de Controle, próximo ao Destilador. A peça representa a complexidade do processo que foi e está cada vez mais complexo. São operações que exigem controle de pressão, de temperatura, de vazão. Hoje, peças esquecidas e superadas, testemunhas de uma era que foi determinante na evolução do que se tornou automação.

Jardim do Sol

Sol Estralado

Ao entrar na vinícola, entre a loja e a vinheria, está a Prensa Solar, uma antiga e preciosa peça que já foi prensa para a extração de suco. Colorida pelo tempo, traz o verde que remete à natureza e a ferrugem que cobre as partes metálicas. Por frestas onde corria o sumo, agora surgem raios de sol que despertam com a aproximação dos visitantes e descansam até um novo espetáculo ao se afastar. A obra ganha vida com luminotécnica.
A maior concentração de peças está na Cave. O Esquadrão Solar, tal qual escudos que defendiam e bloqueavam os bravos centuriões romanos, agora exibe tampas de piletas que se divertem irradiando luzes dançantes a todos que delas se aproximam. O Sol Estrelado é curioso, pois um dia serviu de distribuição de água e de repente se transforma em Sol e estrelas. Para o artista, quando o Sol está acordado, incontáveis estrelas se somam ao seu brilho, e o Astro Rei passa a dominar a escuridão da noite, tendo como companhia as estrelas que se recusam dormir.
Ainda na Cave está O Mil Folhas de Raios de Sol. Usado para o processo de resfriamento por onde passaram milhões de litros de água, agora ganham a companhia dos raios de Sol, dando movimento a uma dança ilusionista luminosa. Manhosos, os raios exigem companhia, repousando quando solitários. Já as magníficas peças que libertaram milhões de litros de suco de uva e vinho confinados em tanques e piletas, se transformaram no Lança Raio Solares, torneiras que hoje lançam raios de Sol ao serem provocadas.

Prensa Solar

Por fim, a Roda Sol. Localizada na Sala do Sol da Cave, esta obra foi construída com o aproveitamento de duas peças: uma pesada chapa de ferro colorida de ferrugem pelo tempo e uma roda que movimentou correias e esteiras para transportar milhões de litros de suco e vinho ao longo de décadas. Assim como nas demais obras, o artista trabalhou a luminotécnica, criando efeitos mágicos de luzes e tons com a aproximação do visitante. É o Sol saudando todos que se aproximam. As obras da coleção de sucatas de arte da Cave do Sol foram criadas e executadas por Rubens Sant’Anna que contou com o Studio Luminescence na parte da luminotécnica.
As Uvas do Sol, um painel medindo 4 metros x 2 metros, que fica no restaurante ao lado do Solarium, foi feita a quatro mãos. Rubens Sant’Anna e Aido Dal Mass assinam a obra que simboliza um cacho de uva, onde os frutos são representados pelos discos do destilador. Além disso, as paredes da cave são revestidas com tijolos da vinícola desativada e a madeira das antigas pipas de até 110 mil litros de vinho deu vida ao mobiliário, um testemunho de que não há vinho sem história. Isso sem contar as dezenas de objetos distribuídos pelo roteiro da visitação, peças que fazem a cronologia do vinho. Quem visita a Cave do Sol degusta arte o tempo todo, da taça a cada detalhe da visita. A abundância do acervo foi inspiração para envolver artistas locais. A Cave do Sol é a única vinícola do Brasil a seguir esta proposta.

Mil Folhas de Raio de Sol

OBRAS
Área externa
Destiladores
Jardim do Sol
Painel Solar de Controle
Sol Negro
Uvas ao Sol

Área interna
A Roda Sol
As Uvas do Sol
Esquadrão Solar
Lança Raios Solares
O Mil Folhas de Raios de Sol
O Sol Estrelado
Prensa Solar

SERVIÇO
De segundas e sábados, das 10h às 17h
Domingos, das 10h às 16h
Contatos: 54 2521.2599 | 54 98418.9882 | turismo@cavedosol.com.br

Tramontini investe no mercado de tratores de montanha

Loja em Bento Gonçalves será inaugurada no dia 15 de outubro (Foto: Divulgação)

A primeira loja da Serra Gaúcha, aberta em Bento Gonçalves, se destaca pelos tratores para agricultura em locais de difícil acesso, desenvolvidos para dar maior segurança ao operador.  Essa loja vem para consolidar os 4 anos de sucesso em vendas que a TramontiniAntonio Carraro vem conquistando em todos os municípios da Serra Gaúcha além de Minas Gerais e Santa Catarina.
A parceria Tramontini e Antonio Carraro iniciou em 2016, com a busca pela introdução no mercado brasileiro dos tratores especiais para cultivos em regiões montanhosas. De olho em um nicho de mercado bastante específico, os tratores para regiões montanhosas, fizeram com que a fabricante gaúcha Tramontini investisse em uma revenda da marca italiana Antonio Carraro no Estado. Um mercado literalmente com alto potencial no Rio Grande do Sul.

Segundo o Gerente Comercial da Tramontini, Everton Coutinho, “objetivo é de estar cada vez mais próximo do produtor e mostrar que existe uma tecnologia voltada para agilidade nas manobras, estabilidade nos terrenos acidentados, versatilidade no deslocamento e conforto ao operador. Por isso, trabalhamos com a possibilidade de abrir novas unidades em cidades vizinhas” salienta Coutinho.

Desenvolvidos para dar maior segurança ao operador, apresentam alta performance, são compactos, possuem baixo centro de gravidade, bloqueio do diferencial e raio de giro reduzido. Um dos grandes diferenciais, “Enquanto um trator agrícola convencional opera, no limite, a 12 graus de inclinação, os tratores italianos podem ser usados em locais com até 25 graus (dependendo do tipo de terreno e aplicação) de inclinação com segurança. Ou seja, com um nível de segurança muito maior para o operador, que enfrenta riscos reduzidos de tombamentos”, explica o gerente de vendas, Everton Coutinho.

São cinco modelos comercializados no Brasil, com valores entre R$ 100 mil e R$ 200 mil. O setor de engenharia da Tramontini tem desenvolvido componentes nacionais que estão sendo gradativamente adicionados aos tratores italianos, na fábrica localizada em Venâncio Aires. Na nacionalização entra até mesmo a colocação de cabines, pouco usadas na Itália. As mesmas tem sido produzidas diretamente na serra gaúcha por parceiros locais O produtor
exige ou escolhe a cabine por mais conforto e segurança, questões de clima, mais pulverizações em pomares e videiras e por ser geralmente o próprio dono que opera o veículo, avalia Coutinho. Além disso, por lei, é necessário contar com sirene e luz de ré, entre outros itens.

Margô Perin de Monte Belo do Sul faz uso do trator

Eleitora de 95 anos e 89 não abrem mão do direito de votar em Pinto Bandeira

Amabile Maria De Bortoli Chimelo, eleitora de 95 anos e Irma Maria De Toni Salvati, de 88 anos Foto: Marlove Perin

Mesmo sem a obrigação legal, Amabile Maria De Bortoli Chimelo, eleitora de 95 anos foi até a urna no dia da eleição e exerceu seu papel de cidadã em Pinto Bandeira. Quem também votou, foi Irma Maria De Toni Salvati, de 88 anos.
Ambas afirmaram que sempre participaram de todos os processos eleitorais, em especial as duas últimas eleições porque fizeram questão em votar para o prefeito reeleito, Hadari Ferrari.
Segundo dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que 147.918.483 eleitores brasileiros estão aptos a votar nas Eleições 2020.

Prefeito Hadair Ferrari com Amabile Maria De Bortoli Chimelo, e Irma Maria De Toni Salvati Foto: Divulgação

Voto obrigatório e voto facultativo
Existem 133.377.663 eleitores com voto obrigatório e outros 14.538.651 cujo voto é facultativo. Entre os eleitores com voto obrigatório, a maior parte está na faixa etária de 35 a 59 anos, sendo 67.011.670 no total. Já os eleitores jovens, na faixa etária de 18 a 24 anos, somam 19.040.756 cidadãos.
O eleitorado com voto facultativo apresenta uma curiosidade: existem 65.589 idosos com mais de 100 anos que estão com as obrigações eleitorais em dia e poderão ir às urnas.
Ainda sobre esses eleitores que não são obrigados a votar, mas fazem questão de exercer a cidadania por meio do voto, estão 1.030.563 jovens entre 16 e 17 anos; 8.784.004 idosos entre 70 a 79 anos; e 4.658.495 idosos de 80 a 99 anos.

Vereadores Progressistas de Pinto Bandeira sugerem medidas de combate ao Coronavírus

Um dos temas da próxima sessão legislativa que será realizada no dia 22/12 terá medidas de combate ao Coronavírus em Pinto Bandeira.
Entre as sugestões, indicação dos vereadores progressistas, Adair Rizzardo, Gerson Odorcik e Silvana Ceccon Burlini, assim que disponível destine o recurso financeiro do exercício de 2020 que será devolvido pela Câmara Municipal para aquisição de vacinas ao combate do COVID-19.
Segundo o Presidente do Legislativo, Adair Rizzardo, haverá a expectativa da devolução de recursos no valor de R$229.000,00.