Agroindústrias começam a receber rótulos adequados aos padrões legais


Seis das 11 agroindústrias familiares que participam do Projeto de Extensão “Análise dos rótulos de estabelecimentos cadastrados no Programa de Agroindústrias Familiares do Município de Bento Gonçalves”, receberam, na semana passada, de forma individual e online, os resultados das análises realizadas. Esse trabalho é desenvolvido pelo IFRS – Campus Bento Gonçalves, juntamente com a Emater/RS-Ascar, parceira da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), com a colaboração das secretarias municipais da Saúde e de Desenvolvimento da Agricultura.
Além de beneficiar os estabelecimentos com a verificação e adequação dos rótulos à legislação vigente, o projeto também vai contribuir para a formação dos alunos da Tecnologia em Alimentos do IFRS. “Isso era uma necessidade que a gente tinha, até porque a questão legal é bem complexa, e é preciso fazer uma análise muito criteriosa e que é diferente para cada atividade, seja farináceos, doces, produtos de origem animal ou bebidas, então esse projeto traz uma grande contribuição”, explica o extensionista rural da Emater/RS-Ascar, Neiton Perufo.
Segundo ele, o trabalho teve boa aceitação e as agroindústrias que receberam os resultados estão dispostas a fazer as adequações, sendo que algumas vão substituir os rótulos e outras irão mantê-los, mas fazer as correções.
As agroindústrias contempladas no projeto são: Rossi Produtos Caseiros, Janete Produtos Coloniais, Agroindústria Familiar Gemille, Ovos Polônia, Nossa Horta, Piccola Cantina, Vinhos Porão do Vale, Vinhos Speranza, Geleias Ivani, Casa Rebello e Casa da Serra. A proposta do grupo de trabalho é que após o encerramento com a entrega de todos os resultados o projeto tenha continuidade, beneficiando outras agroindústrias do município. Atualmente, Bento Gonçalves conta com 37 empreendimentos inclusos do Programa Estadual de Agroindústria Familiar (Peaf) e Selo Sabor de Bento.

MCom Comunicação completa 11 anos e dobra cartela de clientes em meio à pandemia

Empresa especializada em assessoria de imprensa ainda registrou aumento de 40% no faturamento, na esteira da necessidade de empresas estarem mais próximas do público

Sócios da MCom Comunicação, os jornalistas Cassiano Farina, Martha Caus e Camila Ruzzarin unem expertises para atender clientes de todos os setores e celebram 11 anos de empresa. Crédito: Tatiana Cavagnolli

A MCom Comunicação completa 11 anos em abril mostrando fôlego extra em tempos de pandemia. A empresa que tem sede em Caxias do Sul e escritório em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, dobrou a cartela de clientes e aumentou em cerca de 40% o faturamento entre os meses de março de 2020 e março deste ano. Em mais de uma década, a MCom soma mais 50 clientes atendidos para uma centenas de trabalhos contínuos ou pontuais e materializou, através do serviço de assessoria de imprensa, seu carro-chefe, cerca de R$ 350 milhões em mídia espontânea, gerada a partir de releases, notas e outros materiais produzidos.
Atualmente, a empresa dirigida pelos jornalistas Camila Ruzzarin, Cassiano Farina e Martha Caus tem entre seus clientes a Vinícola Aurora, CDL Caxias do Sul, Ballardin Malhas, Voltatec Energia e The Beatles no Acordeon, além de trabalhos realizados para empreendimentos como GURI Restaurante, BWB Incorporadora e AgroD, para entidades como Ibravin, Segh – Região Uva e Vinho e CDL Farroupilha, instituições como Sebrae e ABS-RS, projetos culturais como o filme Legado Italiano e os livros “Retratos da Uva e do Vinho” e o “Vigor da Canção Popular Italiana no Rio Grande do Sul” e feiras e eventos como Festa Nacional da Maçã (Femaçã), Wine South América, Dia do Vinho Brasileiro, Semana Municipal da Gastronomia de Caxias do Sul, entre outros.
A jornalista Camila Ruzzarin acredita que a expansão em um ano difícil para a maioria dos setores demonstra a necessidade de investimentos em comunicação como reforço de imagem e de reputação.
“Percebemos uma preocupação muito grande das empresas e organizações em estreitar os laços com o público e, para isso, a comunicação é fundamental. Notamos também um interesse cada vez maior em ações de relacionamento, tanto com jornalistas como com influenciadores digitais, como ferramentas para atingir o máximo de pessoas possível em canais diferentes”, relata.
O também jornalista Cassiano Farina lembra que, antes do nascimento da MCom Comunicação, em 2010, a marca criada pela sócia-fundadora Martha Caus já atuava no segmento de assessoria de imprensa, de marketing e endomarketing, e que buscou a formalização para expandir o negócio.
“A Serra Gaúcha é uma região com uma diversidade econômica bastante ampla, com demandas para a comunicação empresarial, setorial e com uma atividade agrícola e cultura pujantes. Nesse terreno fértil é que o que plantamos lá atrás, em parceria com muitas pessoas que acreditam num trabalho que é feito de forma profissional, ética, estratégica e transparente, que completamos hoje 11 anos dispostos a continuar nesta caminhada”, garante.
Os números da atuação da MCom confirmam esta ideia, com mais de 50 clientes atendidos, cerca de 50 press trips (organização de viagens com jornalistas) para os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, além do desenvolvimento de, pelo menos, 50 ações de relacionamento com jornalistas e influenciadores digitais, 15 gerenciamentos de crises de comunicação nas áreas empresariais e setoriais e produção e edição de, aproximadamente, 80 conteúdos impressos, como revistas corporativas, informativos, folders entre outros.

SOBRE A MCOM COMUNICAÇÃO
A MCom iniciou suas atividades em 2010, atendendo, desde então, entidades setoriais, empresas de atuação tanto no mercado interno quanto externo, cobrindo eventos e produzindo conteúdo editorial. Por ter uma equipe que já atuou em veículos de imprensa, assim como ter integrado departamentos de comunicação de âmbito nacional e internacional, traz aos seus clientes o conhecimento adquirido por meio da atuação real de seus profissionais.
A empresa oferece serviços customizados e desenvolve projetos exclusivos para cada cliente, com estratégias proativas, abrangendo desde a assessoria de imprensa, gestão de crise (prevenção e gerenciamento), media training (treinamento de porta-vozes), produção de conteúdo editorial até ações promocionais com a imprensa e influenciadores digital (press kit, viagens e eventos).
A MCom possui sua sede em Caxias do Sul e conta também com escritório em Bento Gonçalves, ambos na Serra Gaúcha, facilitando os atendimentos em cidades vizinhas.

Vinícola Aurora lança vinho comemorativo aos 90 anos

Blend de quatro variedades tintas, de safras especiais, celebra as nove décadas da vinícola mais premiada do país. Produto une a tradição com inovação, ao levar o consumidor para uma imersão na história da empresa através da tecnologia de Realidade Aumentada

Rótulo traz um convite para que consumidor tenha acesso a aplicativo com elementos que remetem à história da empresa Crédito: Eduardo Benini

Quatro variedades de uvas, de três safras especiais, que resultaram num grande vinho. Esta é a receita para celebrar em grande estilo as nove décadas da Vinícola Aurora, completadas em fevereiro deste ano. Acaba de chegar para o consumidor o rótulo Aurora 90 Anos, um vinho tinto elaborado com 30% de Cabernet Sauvignon 2015, 50% de Merlot 2018, 15% Tannat 2018 e 5% de Cabernet Franc 2019. Foram elaboradas 36 mil garrafas do vinho que é vendido por R$ 90, na loja da Aurora, junto à unidade Matriz, em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, ou pelo telefone (54) 3455.2095.
Neste ano, a Aurora traz uma inovação no contrarrótulo, com um QR Code que leva à uma animação sobre a história da vinícola mais premiada do país, desde a fundação, em 1931, por 16 famílias, até os dias atuais, quando está consolidada como líder de mercado em vinhos finos, sucos de uva e cooler. A tecnologia utilizada é a Realidade Aumentada.

Blend histórico marca os 90 anos da Vinícola Aurora Crédito: Eduardo Benini

Com passagem de 12 meses por barricas de carvalho americano, o Aurora 90 Anos foi elaborado exclusivamente com uvas da Serra Gaúcha, onde o solo é argiloso, com presença de rochas de basalto, topografia com declive moderado a baixo, clima frio à noite e moderadamente quente durante o dia. Sua coloração é rubi intensa com reflexos vermelho profundo. E os aromas de alta intensidade remetem ao café, tabaco, baunilha, mentol, fruta vermelha madura (ameixa) e fruta preta madura (cassis). Em boca, é um vinho equilibrado (álcool/acidez), persistente, mineral, com taninos aveludados bem presentes.
O presidente do Conselho de Administração da Vinícola Aurora, Renê Tonello, destaca que o produto segue a tradição da vinícola mais premiada do país, de lançar um vinho comemorativo a cada cinco anos – o primeiro foi no cinquentenário, em 1981.
“É um vinho que está à altura das comemorações pelos 90 anos da Aurora, que traduz toda a história de uma empresa que é alicerçada no trabalho, na dedicação das 1,1 mil famílias produtoras e na evolução tecnológica que nos dá condições de elaborar um produto como esse. Esse é um ano mais do que especial para a cooperativa, com mais uma grande safra, e com desafios que são do tamanho da Aurora”, antecipa o presidente.
O enólogo-chefe da Vinícola Aurora, Flavio Zilio, explica que para a elaboração do vinho foram escolhidas algumas das variedades mais representativas e que contam a história da Aurora ao longo dos 90 anos. O profissional acrescenta que o corte com uvas de safras especiais para cada uma das castas traz uma complexidade e um equilíbrio perfeito.
“Como enólogo, tenho muito orgulho de poder dar minha contribuição, junto à toda equipe de funcionários, e levar para o consumidor um vinho muito especial”, reforça Zilio.
Sobre harmonizações, o enólogo afirma que por ser um vinho com muito bom corpo e potencial de guarda, harmoniza perfeitamente com grelhados, churrascos, assados de carnes de caça, queijos de massa dura como o grana e massas com molhos encorpados.

Aurora 90 Anos Crédito: Eduardo Benini

Inovação marca lançamento
Além de marcar a data com o lançamento de mais um vinho especial, a Vinícola Aurora propõe uma experiência interativa para o público. O gerente de Marketing, Rodrigo Valerio, explica que a empresa faz um convite para que o consumidor conheça mais sobre a história da Aurora, acessando via QR Code, que está no contrarrótulo.
Imediatamente, pode ser visualizado como foi a fundação da cooperativa, galeria de ex-presidentes, fotos e fatos históricos e outras curiosidades sobre a empresa. A realidade aumentada é a integração de elementos ou informações virtuais com elementos do mundo real através de uma câmera.
“Trabalhamos com um conceito de realidade aumentada e interação com o público. A ideia é trazer inovação para uma categoria que geralmente é mais relacionada ao clássico. É uma forma de associarmos o fato histórico dos 90 anos com a busca constante por estreitar esse contato com o consumidor”, resume.

A pandemia da covid e sua dimensão afetiva

Psicóloga Jamile Comin inaugurou consultório em Pinto Bandeira

Nestes últimos treze meses fomos apresentados por uma realidade imposta pela pandemia da covid 19, meu objetivo neste espaço será apresentar a atuação da psicologia no impacto da pandemia covid 19.
Os canais de comunicação nos apresentam notícias diárias sobre o desdobramento e os impactos que a pandemia se manifesta. Desta forma te convido a pensar qual local você ocupa em meio disto? Suspeito dizer que essa reflexão se faz necessária para atenuar as dúvidas que circundam. É indispensável pensar que a dimensão afetiva se encontra comprometida; não tem como negar que estas questões nos angustiam e atravessam nossos processos cognitivos em todas as dimensões.
Acredita-se que todos desejam que esta situação se encerre o mais breve possível, mas, isto ainda não aconteceu e levará um tempo para concluir esta jornada. Nas palavras iniciais deste texto quando te pergunto qual local você ocupa em meio disto se faz necessário entender o que você tem feito para enfrentar as condições impostas pelos órgãos de saúde. O que se torna cada vez mais claro é o significado que se atribui para essa experiência, porque precisamos dar sentido para nós mesmos sobre o que estamos vivendo para que possamos elaborar essas experiências e sentimentos que estamos vivenciando.
Elaborar a experiência neste contexto que estamos vivenciando é contrapor o fato de que não podemos parar de fazer o que é por hábito fazer e aprender com o dia a dia, pois devemos dispor dos recursos que temos para melhor se organizar e é interessante pensar que não existe um modo certo ou errado de pensar, existe o que você consegue com os recursos possíveis que tem. Agindo desta forma você irá avaliar quais serão os desdobramentos deste período inicial para enfrentar a segunda parte pós pandemia, avaliar novos hábitos, analisar nossa forma de se relacionar com as coisas e com a vida.
O papel do psicólogo nessa relação serve para orientar que estamos vivendo uma pandemia que veio para ficar e nosso compromisso é ajudar na mudança de hábito e na construção de ambientes saudáveis. Entende-se que a sociedade em um modo geral foi posta nesta situação sem aviso prévio e essas novas formas de aprender o que fazer
nesta segunda fase exige que saibamos quais as consequências emocionais essa experiência nos possibilitou.
Você que chegou até esta parte da leitura indico que prepare um espaço com as pessoas do seu convívio diário e converse sobre a experiência que a pandemia da covid 19 teve em você, dentro de suas possibilidades para assim elaborar minimamente um processo de elaboração de experiência vivida. A criatividade desta nova forma de estar
exige que façamos uma análise de todo esse espaço de experiência para os novos espaços e relacionamentos que vamos vivenciar.
Nossas vidas foram impactadas por essa mudança e as delimitações impostas ainda não estão prontas, mas, a necessidade de sensibilidade ao outro exige uma conexão humana e sensível para repensar nossas práticas em todas os ambientes. Fica a reflexão de como nossas práticas se apresentam nos espaços durante este tempo. Não é criar uma briga entre certo ou errado, mas, sim do que você tem feito para ressignificar a experiência, quais os cuidados você tomou e o que você entende de tudo isso. Por fim, entender o lugar que você ocupa em meio a isso tudo pois, a tendência que temos é pensar no negativo desta experiência.

Evolução enológica foi decisiva na Safra 2021

Novas variedades, manejo nos vinhedos, diversidade e compreensão do terroir foram determinantes para garantir uma safra de qualidade e com grande volume

O Brasil vitivinícola amadureceu. Nos últimos 20 anos, a cadeia produtiva da uva e do vinho passou por uma transformação histórica, mostrando ao mundo que com muito estudo e investimento é possível driblar condições climáticas extremas. O Brasil é um continente de solos, climas, terroirs e neste universo, engenheiros agrônomos e enólogos, se debruçam numa jornada incessante para melhor compreender cada microclima, podendo extrair o melhor de cada vinhedo. São 26 regiões produtoras em 10 estados brasileiros, cada uma com suas particularidades. Mesmo assim, de forma geral, podemos dizer que a Safra 2021, no Brasil, colheu uvas sãs, no ponto ideal de maturação para cada tipo de vinho a ser elaborado. Ou seja, foi uma vindima de qualidade e também de grande volume.
O resultado é reflexo deste conjunto de ações que combinam conhecimento, sensibilidade, tecnologia e natureza. “As últimas safras estão sendo brindadas com vinhos e espumantes diferenciados, com reconhecimento internacional. Aprendemos com o tempo, evoluímos junto com ele. Este ano não foi diferente. O mercado pode aguardar por rótulos com grandes atributos”, garante o presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE), enólogo André De Gasperin. A brotação uniforme nos vinhedos e poucas chuvas no período de floração contribuíram para uma safra de grande volume. Já a qualidade contou com a expertise dos técnicos que fizeram um bom manejo nos vinhedos, permitindo que a colheita acontecesse no tempo certo.
O diretor Técnico em Enologia da ABE, enólogo Vagner Marchi, chama a atenção para a heterogeneidade da Safra 2021, muito maior que a do ano passado. “Dependendo da região e da variedade, a qualidade se diferencia. Equilibrar tudo isso é um desafio. E é aí que entra o trabalho de manejo do viticultor, aliado às particularidades de cada vinhedos e à expertise do enólogo”. Para o ex-presidente da ABE, enólogo Daniel Salvador, esta safra se resume aos avanços em viticultura com a evolução enológica. “Hoje temos uma estrutura invejável, conhecimento, fizemos ensaios permanentes, aprendemos a respeitar e a entender a vinha. Tudo isso impactou nas uvas e, consequentemente, nos vinhos com resultados espetaculares”, ressalta.

Sinal de bons espumantes
O conselheiro da ABE, enólogo Carlos Abarzúa, relata que o inverno de 2020 teve precipitação pluviométrica acima do normal, não impactando o ciclo da videira em dormência. As horas de frio se mantiveram dentro do normal (400 horas abaixo de 7,5ºC), com maior concentração em julho, sendo satisfatório para a plena superação da dormência e para garantir uma brotação uniforme das variedades Chardonnay e Pinot Noir, ideais para espumantes. Foram registradas muitas geadas neste período. Algumas no final do inverno e início de brotação da variedade Chardonnay, sendo necessário a intervenção humana com práticas como uso de calor, aquecimento dos vinhedos com fogões, uso de aminoácidos protetivos.
Segundo Abarzúa, já a primavera de 2020 foi caraterizada por precipitações pluviais abaixo da média histórica para o trimestre. Foram 124mm bem distribuídos. A umidade foi ideal para garantir um bom start do ciclo de brotação da videira. Em outubro, foram apenas 54mm e em novembro 42mm, o que garantiu um florescimento pleno e uma excelente frutificação. A temperatura média foi acima de média histórica na primavera-verão, porém com grande amplitude térmica diária, com dias quentes e noites frias. Por isso, o ciclo não foi antecipado, o que favoreceu a qualidade enológica das uvas precoces. “Podemos dizer que com uma primavera seca tivemos espetacular florescimento e pegamento do fruto, o que garantiu boa produtividade e qualidade dos vinhedos”, explica.
De forma geral, os enólogos destacam a excelente qualidade das uvas utilizadas na elaboração dos vinhos brancos e bases para espumante. Além da boa sanidade e da concentração de açúcares, essas uvas também apresentaram uma acidez natural que garantirá o frescor desse tipo de produto. O testemunho é do vice-presidente da ABE, enólogo Ricardo Morari. Segundo ele, no caso dos tintos, os rótulos de maior volume terão vinhos jovens, frutados e leves. Já os que nasceram da seleção e do intenso manejo nos vinhedos, da concentração de açúcares e maturação fenólica, passando por maceração com casca, resultarão em vinhos com maior tempo de guarda. Em ambos os casos, a sanidade das uvas se fez presente.
Outro aspecto importante a ser considerado é que a estabilidade climática a partir da metade de fevereiro permitiu prolongar a vindima, o que foi importante para atingir essa maior maturação nas tintas. O enólogo Bruno Motter, diretor Técnico em Viticultura da ABE, acredita cada vez mais que cabe aos enólogos ‘sair da cantina’ e ir aos vinhedos, acompanhando de perto cada etapa da formação da matéria prima. “Não podemos parar de buscar novas técnicas e variedades de uvas, formas de manejo, tudo para minimizar a oscilação das safras. Assim, faremos grandes vinhos todos os anos”, destaca.
Além do RS
Se no Rio Grande do Sul, as uvas precoces apresentaram melhores resultados, no Paraná a realidade foi outra. Segundo o vinhateiro Fernando Camargo, essas variedades não conseguiram grandes concentrações de açúcares, porém tiveram boa sanidade. Já as variedades que amadureceram a partir do final de fevereiro alcançaram uma maturação fenólica muito positiva, com destaque para as uvas Malbec, Tannat e Cabernet Sauvignon com graduações alcoólicas acima dos 13% vol.
Em Santa Catarina a maioria dos produtores já finalizou a safra. Em São Joaquim a colheita está em fase de conclusão. De acordo com o enólogo Átila Zavarisse, janeiro foi bem chuvoso, mas as práticas de raleio, desfolha, desbrota, poda verde e várias limpezas no vinhedo ajudaram a manter as uvas sadias. “A produção foi boa, com vinhos no tanque que surpreendem, com qualidade acima da média. As variedades mais tardias foram as melhores com destaque para a Cabernet Sauvignon e Merlot. A sanidade está muito boa”, comenta.
Já em Minas Gerais, conforme informações da enóloga Isabela Peregrino, da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), a safra foi marcada por uma redução na produção, com cachos menores, resultado da estiagem prolongada até meados de novembro. Alguns produtores da região também enfrentaram perdas por granizo. A qualidade das uvas em si foi muito boa, para aqueles que colheram uvas finas entre dezembro e janeiro (Chardonnay e Pinot Noir). Na Serra da Mantiqueira, onde o cultivo é protegido, a qualidade também foi boa, apesar de terem enfrentado um pouco mais de chuva durante fevereiro. Alguns desses produtores ainda estão colhendo suas uvas. Ela explica que a safra de verão é muito menor que a de inverno, quando coletam mais dados, podendo falar com mais propriedade.
No Nordeste do país, mais precisamente no Vale do São Francisco, o calendário é outro. Lá, são realizadas duas safras por ano, com colheita em 10 dos 12 meses. A Safra 2020 está terminando agora. Segundo a enóloga Eloíza Teixeira, tudo indica que 2021 será um ano mais seco que os dois anteriores, apontando para uma safra promissora e sadia. Isso porque o acúmulo pluviométrico de dezembro até agora está em torno de 200mm, quando o normal para o período é de 300mm.
A produção em São Paulo tem se destacado pela ocorrência de duas safras distintas, uma no Inverno e outra no Verão. De acordo com o Doutor Fábio Laner Lenk, coordenador do curso Superior deTecnologia em Viticultura e Enologia do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia São Paulo – Campus São Roque, a ‘Safra de Inverno’, como habitual, ocorreu após um período de baixa pluviosidade, possibilitando a plena maturação dos frutos. As variedades mais representativas foram a Syrah, Pinot Noir, Cabernet Franc e Cabernet Sauvignon. Entre as brancas destaque para a Sauvignon Blanc e Chardonnay. A confirmação do fenômeno climático La Niña foi marcante no início da Primavera e influenciou a ‘Safra de Verão’ devido um período de maior estiagem, sendo benéfico para o controle fitossanitário e antecipação da maturação das cultivares mais precoces e uvas comuns. Porém, ressalta Lenk, com o aumento dos índices de chuvas em janeiro e fevereiro os cuidados com a sanidade das uvas em relação ao míldio (Plasmopara vitícola) e podridões foram intensificados.

Projeções
O Brasil ainda não tem os dados oficiais de fechamento da Safra 2021, mas previsões feitas pela União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra) indicam um resultado de mais de 800 mil toneladas somente no RS. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje o estado mantém 46.774 hectares destinados ao cultivo da uva, com produção em 122 dos 497 municípios gaúchos. Falando de Brasil, a estimativa é de que se atinge 1,4 milhão de toneladas.

Conheça as principais técnicas de rejuvenescimento facial

Aging concept. Comparison of young and old. Real result achieved with work of professional makeup artist. Not CGI.

Dra. Jéssica Fedrigo

Rugas na testa e ao redor dos olhos, queda das sobrancelhas, acentuação do sulco entre a boca e o nariz, e excesso de pele embaixo do pescoço, são alguns dos efeitos do processo de envelhecimento. Com a perda da
elasticidade da pele e o surgimento da flacidez, esses aspectos se tornam cada vez mais visíveis, causando um abalo na autoestima de muitas pessoas.
A boa notícia é que existe uma série de procedimentos para reverter a ação do tempo. Aqui na Clínica, por exemplo, dispomos de diversas técnicas de rejuvenescimento facial, com resultados excelentes e muito naturais. Entre as principais, estão: Microagulhamento; Peeling; Toxina Botulínica, Laser Toning, MD Codes™ e Harmonização Facial.
Entre os benefícios proporcionados por estas técnicas, estão a atenuação de rugas, sulcos e olheiras, a diminuição da flacidez na face e o clareamento de manchas. Além disso, com o estímulo à produção de colágeno, torna-se possível obter uma pele mais viçosa e iluminada, com firmeza, sustentação e um aspecto muito mais jovem.
E como hoje existem diversas opções de tratamento, é indicado sempre realizar uma avaliação com um médico, para que ele possa analisar o seu caso e identificar a melhor opção para você . A Clínica Dra. Jéssica Fedrigo fica na Rua Senador Joaquim Pedro Salgado Filho, 141, Sala 06 – Cidade Alta, Bento Gonçalves – RS. Agendamentos e informações podem ser feitas pelo fone 54 981655474.

 

Produtores de uva terão nova opção de cobertura de seguro rural neste ano contra a queda do parreiral

Novidade foi lançada pela AgroBrasil, braço da seguradora Pasqualoto Seguros

Os produtores de uva terão uma nova opção de cobertura de seguro rural a partir deste ano. As frutas cultivadas para a fabricação de vinho poderão ser protegidas contra a queda do parreiral causada por evento climático. A novidade foi lançada pela AgroBrasil Seguros, braço agrícola da seguradora Pasqualoto Seguros.
A nova modalidade reembolsará o custo para recuperar a estrutura danificada aos vitivinicultores e também poderá ser contemplada pela subvenção ao prêmio do seguro rural. As principais causas de queda de parreiral são vento e granizo, segundo o Corretor de seguros Ricardo Pasqualotto. “O objetivo é indenizar também as perdas de produção decorrentes do efeito da queda, que normalmente ocorre quando os parreirais estão mais pesados em virtude do aumento de tamanho dos cachos que se aproximam da fase final de desenvolvimento, ou seja, muito próximos da colheita”, explica Pasqualoto “Nessa fase, a uva se torna muito sensível a qualquer dano mecânico e essa cobertura vem exatamente para cobrir essa perda”, completou.
Além desta novidade, o seguro de uva de vinho cobre perdas por granizo, geada, ajuste de danos, perda de qualidade causada por granizo e fitossanitária e ventos fortes com granizo.
A uva é uma das principais culturas cobertas também pelo programa federal de subvenção ao seguro rural. Foi o quinto produto em termos de apólices contratadas em 2020, com 9,1 mil, atrás de soja, milho primeira e segunda safra e trigo. Foram pagos quase R$ 27 milhões de subvenção aos produtores, 42% de todos os recursos destinados às apólices de seguro rural contratadas para frutas em geral.
O acréscimo no volume de subvenções foi de 21%. Principal produtor de uva do país, o Rio Grande do Sul também foi o que mais acessou o PSR. O Estado concentrou 82% das apólices contratadas em 2020, com mais de 7,4 mil, e 81% da área segurada, 27,5 mil hectares.
Entre 2009 e 2019, foram pagos R$ 264,1 milhões em subvenção ao seguro rural pelo governo federal aos produtores de uva e mais de R$ 383,7 milhões em indenizações por perdas por parte das seguradoras, segundo dados do Ministério da Agricultura.
A Pasqualoto Seguros atende pelos fones (54) 3462-3555 | (54) 99119-1757 | 54 9 8123 7078 | Email: pasqualotto@pasqualotto.com.br.

Produtores de uva terão nova opção de cobertura de seguro rural neste ano contra a queda do parreiral Foto: Divulgação

Meber comemora ingresso em rede lojista e presença em 40 pontos de venda no Estado

Marca estará presente na Benoit a partir de abril

Acessórios Meber Metais – Crédito Guilherme Jordani

Quem visitar a rede de lojas de departamento Benoit a partir do mês de abril encontrará, pela primeira vez, metais da marca Meber na seção de artigos para casa e construção. Com a nova parceria, os produtos da indústria bento-gonçalvense serão ofertados em 40 pontos de venda do grupo, em diversas localidades do Rio Grande do Sul.
O mix escolhido para inaugurar a aliança traz soluções como torneiras e acessórios (toalheiros, saboneteiras, porta-shampoo, entre outros) diferenciados pela atrativa relação custo-benefício: são itens competitivos e combativos, para convencer o cliente das lojas Benoit conhecer e experimentar os metais Meber. Apostando no sucesso comercial da parceria, a empresa está aplicando uma série de movimentos para incentivar as vendas. Um deles envolve a capacitação de colaboradores da Benoit, que receberão treinamento técnico comercial ao longo do mês. O objetivo é detalhar os atributos dos produtos, munindo os atendentes com informações de qualidade para ajudar e embasar a tomada de decisão dos clientes na hora da compra. A Meber também disponibilizará materiais de comunicação para aplicação nos pontos de venda, ampliando a visibilidade da marca junto às gôndolas das lojas da rede.
Os esforços realizados em prol da aliança com a Benoit justificam-se, também, pelas oportunidades de expansão para a parceria: atualmente, a rede conta com mais de 250 lojas espalhadas pela região Sul. Ingressar de forma plena nesses locais é considerado um reforço importante aos já 4 mil pontos de venda onde a Meber está presente por toda região Sul – e, sem dúvida, marco a comemorar no ano em que a indústria de metais completa 60 anos de atuação, com posição de relevância entre as cinco principais fabricantes do segmento no país.

Produtos Meber – Crédito Guilherme Jordan

Sobre a Meber Metais S/A
A Meber fabrica metais sanitários, com um mix composto por linhas completas para banheiros, lavabos, cozinha e jardim, incluindo peças de design diferenciado. Com 60 anos de atuação, ocupa posição de relevância no segmento, sendo líder de mercado no Rio Grande do Sul, e posicionada entre as cinco principais marcas em âmbito nacional. A sede, em Bento Gonçalves, abriga um parque fabril de 10 mil metros quadrados de área construída onde são produzidos os mais de quatro mil itens de seu portfólio.

ABE dá voz às mulheres

Com sucesso na estreia, ‘Entre Mulheres e Vinhos’ entra para o calendário oficial de eventos da entidade

Andreia, Ivane, Patrícia, Luciana (tela), Regina, Bruna e Deisi

Degustado por homens e mulheres de diversas partes do Brasil, o ‘Entre Mulheres e Vinhos’ abre um novo espaço neste universo que há tempos deixou de ser exclusivamente masculino. Com goles de ousadia, determinação e profissionalismo, sete mulheres compartilharam suas histórias com o vinho, a convite da Associação Brasileira de Enologia (ABE). O encontro realizado nesta quarta-feira, 31 de março, nasceu online, em meio a uma pandemia global, mas já conquista lugar cativo na agenda de eventos da entidade para 2022. Mais de 900 pessoas acompanharam a live, que segue disponível no canal da ABE, no Youtube. Uvibra/Consevitis-RS – Governo do Estado do Rio Grande do Sul, Essência di Fiori, Sicredi Serrana, Todeschini, Verallia, Biotecsul e Cuvée Vinoboutique foram patrocinadores.
Com muito a dizer, Andreia Debon, Bruna Cristofoli, Deisi da Costa, Ivane Fávero, Luciana Froes, Patrícia Possamai e Regina Vanderlinde, repartiram suas vivências para promover o vinho brasileiro e, principalmente, dar voz às mulheres. O estúdio foi montado na Cuvée Vinoboutique, no Vale dos Vinhedos, empreendimento que deverá abrir as portas ao público na metade de abril. Durante pouco mais de 1 hora, elas entreteram antigos e recentes fãs do mundo do vinho, mostrando todo conhecimento e atuação das mulheres neste setor.
O presidente da ABE, enólogo André de Gasperin, encerrou o evento agradecendo e homenageando as mulheres que cada vez mais se destacam no setor vitivinícola brasileiro. “Elas conquistaram um espaço que sempre foi predominantemente masculino e estão mostrando que competência não depende de gênero”.
Além de conhecer histórias de empreendedorismo, amor, atitude, inovação e profissionalismo, o público também participou pelo chat. Para estimular uma maior interação, seis perguntas foram sendo lançadas ao longo do evento. O autor da primeira resposta certa de cada uma foi ganhador de um espumante com colágeno.
Perguntas, respostas e ganhadores
1 – Qual foi a primeira mulher brasileira a fazer Enologia? Adelina Majola
Ganhadora: Maria Inês Balsan (RS)

2 – Qual a viúva mais famosa do mundo do vinho, conhecida pelo seu champagne com rótulo laranja? Veuve Clicquot
Ganhador: Fábio Fedi (SP)

3 – A ABE tem mais de 300 enólogos associados em todo o Brasil. Quantas são mulheres? 58
Ganhadora: Giseli Scopel (RS)

4 – Quando se comemora o Dia do Vinho no Brasil? 1º domingo de junho
Ganhador: Gilberto Pedrucci (RS)

5 – Quantos estados brasileiros têm produção de uvas e vinhos? 10
Ganhadora: Silvana Gatto (RS)

6 – Escreva o nome de outras três mulheres ligadas ao mundo do vinho.
Ganhadora: Aline Rosa (RS)

TEMAS E MULHERES
MEDIAÇÃO: ANDREIA DEBON – Jornalista e sommelière
Viagens, Enoturismo e Amor: IVANE FÁVERO – Turismóloga e blogueira
Empreender não tem sexo, nem idade: BRUNA CRISTOFOLI – Enóloga e gestora
Vinho é coisa de mulher: DEISI DA COSTA – Sommelière
Histórias com Aromas e Sabores: LUCIANA FROES – Jornalista
Bella Wines – O espumante com colágeno: REGINA VANDERLINDE – Doutora em Enologia e Presidente da OIV – PATRÍCIA POSSAMAI – Enóloga e Sommelière
Link de acesso: https://www.youtube.com/watch?v=on4AS41yt-4

Temperaturas amenas melhoram a engorda do gado de corte

Crédito foto: Cora Silveira- Emater/RS-Ascar

As temperaturas mais amenas dos últimos dias melhoram a engorda do gado de corte devido ao maior conforto térmico e pela diminuição de ectoparasitos, como moscas, que molestam os animais. De acordo com o Informativo Conjuntural produzido e divulgado, nesta quinta-feira (01/04), pela Gerência de Planejamento da Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), a fase produtiva nesse momento tem como foco a gestação das matrizes e engorda dos terneiros e terneiras nascidos no ano passado. Já as vacas vazias estão sendo comercializadas, adequando assim a lotação por hectare, necessária para o inverno.
O rebanho bovino segue em boas condições corporais, com ganho de peso na maior parte das categorias; mas devido ao final do ciclo das pastagens estivais, o ganho de peso é menos expressivo. Com a colheita da soja, estão sendo semeadas gramíneas para cobertura e adubação verde, especialmente espécies como aveias, que serão utilizadas pelos animais no sistema de integração lavoura-pecuária.
Em relação ao aspecto sanitário, segue o controle do carrapato bovino, cujo período de maior infestação está próximo. As vendas de animais permaneceram pontuais, e espera-se aumento no volume de negócios conforme avançar a colheita das lavouras de soja e arroz irrigado. Os preços continuaram aquecidos na venda de terneiros e animais para engorda no sistema de integração lavoura/pecuária, e a expectativa é que atinjam valores ainda mais altos após a finalização das safras de grãos.

BOVINOCULTURA DE LEITE
O ciclo das pastagens anuais de verão está finalizando, e as de inverno ou recém-implantadas ou ainda não foram semeadas. As chuvas auxiliaram na manutenção das pastagens perenes de verão, ainda muito utilizadas em diversas regiões, mas mesmo assim é observada a queda de produção de leite. Com a redução na oferta de pastagens, os produtores direcionaram as melhores opções de alimento para as matrizes em lactação. Assim, as fêmeas jovens e vacas vazias permaneceram em áreas de campo nativo ou nas pastagens de qualidade inferior.
Este período é destinado à implantação do planejamento forrageiro de inverno, ao preparo da sobressemeadura das áreas com espécies perenes e ao cultivo no período normal das forrageiras de inverno. As temperaturas mais amenas melhoram o conforto térmico dos animais durante o pastejo e auxiliam na redução da presença de ectoparasitos. Os produtores aproveitam a época para vacinações preventivas e obrigatórias. As chuvas provocaram acúmulo de barro nas proximidades dos locais de ordenha, o que demandou aumento da atenção para evitar contaminação do leite.

GRÃOS DE VERÃO
As culturas de verão apresentam bom desenvolvimento, beneficiadas pelo clima favorável, com umidade e calor. A maturação das lavouras foi favorecida pela umidade, no entanto, tal condição reduziu e mesmo suspendeu os trabalhos de colheita da soja, que já atingiu 27% da área total cultivada. Outros 39% estão em fase de maturação, 31% em enchimento de grãos e apenas 3% ainda em floração.
As chuvas da última semana beneficiaram novamente as lavouras de milho. A colheita atingiu 70% da área implantada com a cultura. Áreas colhidas mais ao Sul do Estado apresentam boas produtividades. Outros 14% estão fase de maturação, 12% em enchimento de grãos e 4% em floração.
Na maioria das regiões rizícolas, a produtividade dessa safra será maior que a estimada inicialmente. O grão colhido é de boa qualidade, e a colheita chegou a 57% da área, mesmo com alguns dias de chuva que paralisaram a atividade. Outros 39% estão em fase de maturação e 4% em enchimento de grãos.