Live: Indução de brotação de gemas na cultura da macieira: considerações técnicas para o ciclo 2021/2022

 

A garantia de uma boa safra de maçãs começa no início da primavera, com a brotação das plantas. Esse é um manejo bastante complexo, que varia a cada ano, pois leva em conta as particularidades climáticas, envolvendo uma série de variáveis, como o número de horas de frio acumuladas no inverno, até a escolha do produto e da dose a serem aplicadas para garantir uma brotação uniforme.
Para auxiliar produtores, consultores e técnicos neste importante manejo, a Embrapa Uva e Vinho promove a live Indução de brotação de gemas na cultura da macieira: considerações técnicas para o ciclo 2021/2022, às 15h30, do dia 05 agosto, no Canal da Embrapa no Youtube. O evento será conduzido pelo pesquisador Fernando José Hawerroth, especialista na área de fisiologia e manejo de frutíferas de clima temperado, que irá apresentar as informações de pesquisa atualizadas sobre o tema.
Hawerroth antecipa que, além das informações relacionadas ao acúmulo de frio em regiões produtoras e o prognóstico climático para indicação de épocas de indução de brotação, também irá apresentar as principais alternativas de indutores de brotação e respectivas indicações de uso. Ele ainda adianta que “é imprescindível considerar a idade do pomar para esse manejo, pois a estratégia de indução de brotação em pomares adultos é diferente das recomendas para pomares em formação”. Depois da palestra, o pesquisador irá responder as perguntas dos participantes encaminhadas via chat.

SERVIÇO:
O que: Live Indução de brotação de gemas na cultura da macieira: considerações técnicas para o ciclo 2021/2022
Quando:, às 15h30, do dia 05 agosto
Aonde: Canal da Embrapa no Youtube: link: www.youtube.com/watch?v=SZ8G_ilRlhs
Palestrante: pesquisador Fernando José Hawerroth, especialista na área de fisiologia e manejo de frutíferas de clima temperado

Plantio do trigo chega a 75% da área prevista para o RS

Foto: Mairo Trentin Piovesan – extensionista rural da Emater/RS-Ascar

Segue o plantio do trigo no Rio Grande do Sul, com 75% das áreas previstas para esta safra já semeadas. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), na quinta-feira (1º/07), as lavouras implantadas estão em emergência e desenvolvimento vegetativo inicial, com bom estande de plantas e boa sanidade.
Na região de Santa Rosa, onde o plantio do trigo atinge 82% da área, a semeadura ocorreu somente em topo de coxilhas e solos bem drenados. O volume significativo de chuvas, aliado aos dias nublados com baixa temperaturas, resultou em acumulação de água em baixadas e áreas mal drenadas, e a falta de sol causa uma coloração mais amarelada nas plantas recém-emergidas, apesar de que a condição de menor temperatura tem contribuído para a boa sanidade das plantas. Produtores se preparam para a adubação de cobertura nitrogenada, já que as lavouras emergiram há cerca de 30 dias, intervalo recomendado para esse manejo. Produtores aguardam a ocorrência de geadas para promover o maior perfilhamento das plantas. A semeadura do trigo deverá se intensificar nesta semana com a melhoria do tempo e redução da umidade do solo, pois essa época é considerada a melhor para o plantio por evitar possíveis perdas por geadas em setembro quando ocorre floração do trigo, fase de desenvolvimento suscetível a grandes perdas pelo frio.
Na regional de Bagé, a perspectiva é de expansão de cerca de 25% da área de trigo em relação à do ano anterior, atingindo em torno de 103 mil hectares de cultivo em 2021. O aumento significativo de área foi condicionado pelos resultados favoráveis da última safra e pela perspectiva de rendimentos satisfatórios, considerando a cotação do produto. As expectativas de área levantadas em maio foram superadas, com aumento expressivo em parte da Fronteira Oeste, como em Alegrete, onde a área foi triplicada, e com a retomada dos cultivos em municípios que não cultivaram no ano anterior, como Dom Pedrito, na Campanha. Cultura em implantação. Estima-se que 60% das lavouras tenham sido semeadas.
Canola – Na regional de Santa Rosa, 82% da área está na fase de germinação e desenvolvimento vegetativo e 17% das lavouras já estão em florescimento e 1% na fase de enchimento das síliquas. A cultura apresentou bom desenvolvimento nas últimas semanas e porte aproximado de 20 centímetros. Com o clima mais úmido, produtores estão atentos à ocorrência de doenças foliares e no caule. Outra preocupação são as lavouras em estádios reprodutivos, como floração e enchimento de grãos, em função da perspectiva de ocorrência de geadas nesta semana. Já na regional da Emater/RS-Ascar de Ijuí, a cultura está em estádio de desenvolvimento das folhas da haste principal e inicia a emissão dos brotos laterais, se aproximando do estádio de roseta, muito importante para a resistência a geadas. Produtores realizam o controle de ervas daninhas e a aplicação de adubação nitrogenada em cobertura. O preço médio é de R$ 128,50/sc. de 60 quilos.
Aveia branca grão Na regional da Emater/RS-Ascar de Frederico Westphalen, a cultura apresenta bom desempenho. Das lavouras, 80% se encontram em desenvolvimento vegetativo e 20% em floração. Na de Soledade, a totalidade das lavouras estão implantadas. Da mesma forma que com o trigo, as condições climáticas da semana favoreceram a cultura, proporcionando condições adequadas de desenvolvimento vegetativo inicial.
Cevada – Nas regionais de Frederico Westphalen e Soledade, lavouras estão em desenvolvimento vegetativo. Na de Erechim, entre 60 e 70% do plantio está concluído; cultivos em germinação e desenvolvimento vegetativo. As chuvas da última semana prejudicaram o andamento do plantio e acumularam perdas por erosão. Na regional de Ijuí, há redução significativa da área cultivada com cevada devido à retração do mercado comprador. O produtor não tem garantia de recebimento do cereal nas unidades mais próximas de suas lavouras e não conta com logística para transporte até o centro comprador de Passo Fundo. As lavouras implantadas estão com boa emergência, em estádio de desenvolvimento vegetativo e estabelecimento inicial adequado.
PASTAGENS E CRIAÇÕES
O excesso de chuvas, a baixa insolação e o frio intenso estão sendo prejudiciais à maior parte das áreas com espécies forrageiras. Sob tais condições, o campo nativo praticamente não oferta forragem, e com a falta de radiação solar e o excesso de umidade no solo até as espécies cultivadas de inverno reduziram a capacidade de rebrote. Nas áreas diferidas e com carga moderada de animais ainda são observadas algumas touceiras de plantas com valor forrageiro, porém de pouca qualidade.
Na maior parte das regiões, as pastagens com azevém continuam relativamente atrasadas, sem condições de manter carga animal significativa em grande parte das propriedades. Em áreas onde a aveia apresentava porte maior, foi observado o acamamento das plantas em função das fortes rajadas de vento. A alta umidade no solo nas áreas em pastoreio facilitou o arranquio de plantas e o amassamento pelo pisoteio, reduzindo a qualidade e capacidade de rebrote.
BOVINOCULTURA DE LEITE – Gradativamente, os criadores estão superando o vazio forrageiro. A produção leiteira aumentou devido à maior utilização das pastagens cultivadas de inverno e também ao acréscimo de animais em parição. Porém o excesso de chuvas e o frio intenso durante o final da semana dificultam o acesso às pastagens cultivadas, aumentando a necessidade de maior suplementação com silagem e ração aos animais.
Em termos sanitários, há considerável melhora em relação à presença de ectoparasitos, porém novamente houve problemas com mastites e com a qualidade do leite, provavelmente relacionados ao acúmulo de barro nos locais de acesso à ordenha ou de descanso dos animais. Essa condição também dificulta o trabalho e o manejo, sendo desconfortável tanto para os animais quanto para os produtores que precisam realizar as atividades de manejo a campo.
Em relação ao mercado, houve um aumento significativo do preço das vacas e novilhas prenhes, com progressiva redução da oferta dessas categorias. Com a valorização da pecuária de corte, o valor de comercialização de terneiros e vacas de descarte obteve aumento. Há tendência de reajuste a maior no preço pago por litro de leite ao produtor, o que tem deixado os produtores novamente satisfeitos com a atividade, apesar do custo de produção, que continua elevado.
APICULTURA – As condições meteorológicas não foram favoráveis à apicultura, devido ao excesso de umidade e de frio, impedindo a movimentação externa das abelhas e aumentando o consumo das reservas internas das colmeias. Com isso foram intensificados o monitoramento e o fornecimento de alimentação energética artificial. Os produtores gaúchos realizam os manejos de inverno, com práticas como controle da varroa, diminuição do alvado, revisão no ninho para troca de quadros velhos, inspeção das crias e da postura da rainha e reserva de mel. Muitos aproveitam o período para construir caixas novas, reparar caixilhos e melgueiras, fazer reaproveitamento da cera descartada, entre outras atividades necessárias, externas às colmeias propriamente ditas.

Entrevista com Coordenador da Rede Análise COVID-19, Isaac Schrarstzhaupt

O cientista caxiense de dados Isaac Schrarstzhaupt, coordenador da Rede Análise Covid-19, realiza projeções sobre a evolução do vírus pelo Brasil.  Desde o começo da pandemia da covid-19 no Brasil, o cientista caxiense de
se dedica voluntariamente a esmiuçar a evolução do vírus pelo Brasil. Ele vem usando suas habilidades para analisar dados sobre o avanço da doença no Brasil e no mundo desde o dia 27 de fevereiro de 2020. No começo do mês de março, início da pandemia, fez uma projeção de que o Brasil chegaria ao número de quatro mil mortes diárias no final de abril. A nefasta marca parece estar bem mais próxima: há quatro dias seguidos o Brasil registra mais de 3,6
mil mortes diárias. As projeções dele têm sido balizadas pela realidade, mas com um agravante: o ritmo de contágio na vida real está um dia na frente da estimativa.
Ele é o que se pode chamar de cientista de dados, profissional especialista em avaliar e resolver problemas complexos para a tomada de decisões de empresas. Está na função há seis anos, quando começou a trabalhar com a análise de risco em projetos e com extração de informações de bancos de dados. Está longe de ter conhecimento médico sobre os riscos da infecção, mas sabe que os números não mentem e são fundamentais para dimensionar o impacto da covid-19 numa cidade como Caxias.
Inicialmente, Isaac queria entender o que estava acontecendo. Como interpreta muito mais facilmente o cotidiano a partir desse tipo de informação, não acredita em decisões baseadas apenas na intuição. Com a análise que constrói para a sua própria compreensão, sentiu que poderia ajudar a esclarecer a pandemia para o público. Antes do fatídico março, suas redes sociais estavam praticamente desativadas. Isaac resolveu publicar suas projeções com um viés educativo, demonstrando como os números estão andando ao longo dos dias.

Projeção Certeira
No dia 27 de março de 2020, sua análise apontou que Caxias teria 41 casos confirmados da covid-19 em 18 de abril — esse número foi alcançado dois dias antes. A estimativa para a mesma data era de que haveria oito pessoas internadas — na quinta-feira (16), Caxias tinha 11 pessoas internadas com sintomas da doença, entre
confirmados e suspeitos. Para criar os modelos matemáticos, Isaac Schrarstzhaupt utiliza o software
Geogebra. Na montagem dos painéis gráficos, apela ao programa Power BI, que também é gratuito. As fontes vêm das mais variadas formas. Geralmente, ele precisa criar à mão um dataset (termo para definir o local onde estão centralizados os dados), pois cada site disponibiliza de uma maneira.
Isaac dedica de três a quatro horas diárias para montar os painéis, conferir os dados e verificar se houve alguma modificação em relação aos dias anteriores. Em entrevista ao grupo de alunos disciplina do Projeto Audiovisual da FSG, o pesquisador gaúcho afirma que a quantidade de dias que dura uma quarentena é
importante, mas que é preciso ficar atento principalmente à mobilidade dos moradores. E quanto mais alto o número de infecções, mais dias de quarentena e mais restrições à mobilidade devem ser aplicadas.
Essa é a íntegra da entrevista concedida pelo pesquisador:
https://youtu.be/D2gsQ27W8Kg

Direto da Hungria, Cooperativa Vinícola Garibaldi traz ouro do VinAgora

Fotos: Augusto Tomasi

Única competição internacional de vinhos da Hungria, o VinAgora rendeu mais uma medalha de ouro para a Cooperativa Vinícola Garibaldi. A marca passa a ostentar no espumante Garibaldi Pinot Noir, a partir de agora, o selo dourado do certame, um dos 18 pertencentes aos quadros da Federação Mundial de Grandes Concursos Internacionais de Vinhos (Vinofed).
Em sua 22ª edição, o concurso teve um ano de recordes. Entre 4 e 6 de junho, 60 juízes internacionais degustaram 960 amostras de vinhos oriundos de 16 países. O Concurso Internacional de Vinhos VinAgora, realizado na capital do país – Budapeste –, também teve um limitador de prêmios. Embora a qualidade dos vinhos tenha sido considerada excepcional, com 75% das amostras obtendo mais de 83 pontos, apenas 30% dos vinhos inscritos poderiam receber uma medalha em cada categoria.
Nesta edição, a pandemia dificultou a realização do evento, que recebeu aval para ser realizado no último instante, impondo alguns desafios à organização. A equipe do concurso, chancelado pela Organização Internacional da Uva e do Vinho (OIV), precisou encontrar um local para o evento, montar um júri a despeito das dificuldades de locomoção e, principalmente, realizar a competição de forma segura.
Já premiado em concursos como o francês Challenge International du Vin, o Garibaldi Pinot Noir é um espumante elaborado pelo método Charmat, de coloração vermelho cereja claro e com reflexos rosados, além de ótima formação de perlage. No olfato, percebem-se aromas com notas de morango e amora, com um toque cítrico, enquanto no paladar é estruturado e cremoso, com acidez equilibrada e refrescante.

O jornalista Felipe Machado lança programa de entrevista online e na televisão

O jornalista Felipe Machado, através do escritório Território da Comunicação, lança a partir deste mês de julho, um programa de entrevista online e na televisão.
Trata-se do “20 Minutos”, um espaço semanal com convidados e temas de interesse de Bento Gonçalves e região. O nome do programa é exatamente a duração da entrevista, com perguntas e respostas. Todas as terças-feiras, às 19h, será veiculado pelas redes sociais Facebook, além de transmissão pelos canais youtube (DWR Som e Luz e Território da Comunicação), com hospedagem ainda no site www.difusora890.com.br. A atração na Adesso TV, de Garibaldi, será exibida às sextas no mesmo horário nos respectivos canais de operadoras e pela internet.
O primeiro programa será exibido na terça-feira, 6 de julho, e recebe o prefeito de Bento Gonçalves, Diogo Segabinazzi Siqueira. A produção conta com patrocinadores, além do apoio do CIC/BG e DWR Som e Luz Produções Culturais.
Como assistir:
https://www.youtube.com/channel/UCpleG3CuXCiOXWZ9VE0AZVA
https://www.facebook.com/dwrsomeluz
https://www.facebook.com/territoriodacomunica
www.adessotv.com.br