Espumante da Cooperativa Vinícola Garibaldi ganha medalha de ouro na Suíça

Concurso Mondial des Pinot, que avalia rótulos da variedade, reuniu mais de 1,2 mil exemplares, oriundos de 29 países. Já são 85 as condecorações recebidas pela marca gaúcha ao longo de 2019

Prestigiados cada vez mais no Rio Grande do Sul e no Brasil, os espumantes da Cooperativa Vinícola Garibaldi também têm consolidado seu espaço mundo afora, com premiações constantes em diversos eventos internacionais do setor. Desta vez, o reconhecimento veio de Sierre, na Suiça, onde o Garibaldi Pinot Noir Brut Rosé arrebatou mais uma Medalha de Ouro para a Cooperativa.
Entre os dias 16 e 18 de agosto deste ano, a cidade sediou a mais recente edição do concurso Mondial des Pinot, que avalia rótulos desta variedade. No total, foram analisadas 1.212 amostras da bebida, apresentadas por 410 diferentes produtores. A competição envolveu 29 países e contou com um júri de 59 especialistas.
Com a nova conquista, a Cooperativa Vinícola Garibaldi chega à impressionante marca de 85 condecorações recebidas por seus rótulos ao longo de 2019. Em 2018, a Garibaldi sagrou-se a vinícola brasileira mais premiada, com 86 títulos e medalhas – recorde que está prestes a ser superado.

Sobre o Espumante Garibaldi Pinot Noir Brut Rosé
Elaborado através do método Charmat, o Espumante Garibaldi Pinot Noir Brut Rosé tem em sua composição 100% de uvas da variedade que o identifica. Também carrega, no olfato, um aroma de frutas vermelhas como morango e amora, combinado com um toque cítrico. No paladar, sua acidez refrescante dá equilíbrio e marca de forma estruturada e cremosa. Este é mais um dos rótulos da Cooperativa Vinícola Garibaldi que conquistou ouros em outras importantes premiações no Brasil e no exterior.

Embrapa lança livro sobre o Cancro europeu no Brasil

Pesquisadores Ana e Sílvio com Jairo Carbonari, MAPA – Photo: Viviane Zanella

capa do livro

Considerada uma das piores doenças que ataca os pomares de maçã no mundo, o cancro europeu ganha destaque na produção científica do Brasil, com a publicação elaborada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
Segundo Silvio André Meirelles Alves, pesquisador da Embrapa Uva e Vinho e um dos editores da obra, essa é a primeira publicação a tratar exclusivamente da temática do Cancro Europeu no Brasil. “Nossa ideia foi reunir neste livro informações obtidas desde a entrada da doença ao Brasil, em 2011, até às principais orientações para o seu controle até o momento, as quais foram definidas ao longo da realização de Projetos de pesquisa que contaram com o aporte financeiro do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento”, relata ele.
Alves também foi o coordenador do Projeto “Cancro europeu das pomáceas – uma ameaça à pomicultura brasileira: diagnóstico, impacto econômico, epidemiologia, controle e transferência de tecnologia”, cujos resultados deram origem ao livro; para o pesquisador os avanços ainda não garantiram a eliminação completa da doença, mas possibilitam uma convivência sem prejuízos na produção, caso sejam seguidas as recomendações técnicas obtidas pela pesquisa.
Ao longo das 190 páginas, organizadas em treze capítulos, os 26 autores de diferentes instituições de pesquisa, extensão rural, universidades públicas e privadas, dividiram-se na tarefa de relatar a história recente do Cancro no Brasil. Para a pesquisadora da Embrapa Uva e Vinho e também editora da publicação, Ana Beatriz Czermainski, o livro traz mais subsídios para pesquisas e ações futuras na continuidade do enfrentamento do problema do Cancro.
Ana Beatriz destaca que foi possível identificar novas possibilidades de melhorar o conhecimento epidemiológico do Cancro e de outras doenças, mas que ainda há espaço para mais avanços, sobretudo quando for possível associar os dados meteorológicos coletados e processados pela Embrapa aos dados de severidade registrados pelas empresas privadas produtoras de maçã. É uma rotina que poderá ser estabelecida”, complementou.
O livro “O Cancro Europeu no Brasil” está sendo comercializado ao custo de R$ 20,00 na Sede da Embrapa Uva e Vinho, em Bento Gonçalves, e na Estação Experimental de Fruticultura de Clima Temperado, em Vacaria.
Mais informações sobre o projeto, publicações técnicas e outros dados sobre o cancro europeu estão disponíveis em http://ow.ly/emlA30hJ4Zl.

Serviço
Livro: O Cancro Europeu no Brasileira
Editores técnicos: Sílvio André Meireles Alves e Ana Beatriz Czermainski
Entidades apoiadoras: ABPM, Agapomi
Aquisições: Embrapa Uva e Vinho ou pelo email: cnpuv.publicacoes@embrapa.br

Rogério Capoani é eleito para presidência do CIC-BG na gestão 2020-2021

Crédito das imagens, Barbara Salvatti/Exata Comunicação

O empresário do ramo imobiliário, Rogério Capoani, foi conduzido ao cargo de presidente do Centro da Indústria, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves para a gestão 2020/2021. A eleição ocorreu em assembleia realizada na sede da entidade na manhã do dia 25 de novembro. No cargo, ele sucede a Elton Paulo Gialdi, que comandou o CIC-BG no período de 2018/2019.
Capoani exerceu atividades nas funções de 1° Vice-Presidente de Assuntos de Prestação de Serviços do CIC-BG na atual gestão; foi diretor-geral da 29ª ExpoBento e diretor de eventos da 28ª ExpoBento. A solenidade de posse e apresentação da diretoria que acompanhará Rogério Capoani na presidência do CIC-BG ocorrerá em dezembro.

Cooperativa Vinícola Garibaldi é a melhor fornecedora de espumantes do estado pelo quinto ano consecutivo

Premiação do Carrinho Agas 2019 foi entregue no dia 25 de novembro, em Porto Alegre

As celebrações de fim de ano começaram mais cedo para a Cooperativa Vinícola Garibaldi: a marca comemora a outorga do prêmio Carrinho Agas 2019 como o Melhor Fornecedor de Espumantes do estado pelo quinto ano consecutivo. A entrega foi na noite de 25 de novembro, em Porto Alegre. Promovida pela Associação Gaúcha de Supermercados, a homenagem tem como base uma pesquisa espontânea realizada junto aos maiores supermercadistas do Rio Grande do Sul, que colocaram a Garibaldi no topo do ranking pelo quinto ano consecutivo.
A vitória sela um período de intenso trabalho, no qual a vinícola aumentou em 50% a comercialização de espumantes somente no primeiro semestre. A projeção segue otimista, e é de fechar o ano com a bebida representando ao menos 20% do volume total produzido pela marca – mas sendo a responsável por quase 40% do faturamento geral.
Além da qualidade e da consolidação de produtos já consagrados junto ao público consumidor, a constante inovação é um dos fatores que fazem com que a Garibaldi seja novamente a mais lembrada no ramo. Sempre apostando na premissa de demonstrar a versatilidade do espumante e sua incrível capacidade de harmonização com os mais diferentes momentos – dos eventos protocolares aos encontros despojados – a Garibaldi tem seguidamente presenteado o mercado com belas surpresas sob seus rótulos.
Em abril, a cooperativa apresentou o primeiro Prosecco Rosé do Brasil e, provavelmente, do mundo. Já carimbado com premiações, o Garibaldi Prosecco Rosé Brut tem em sua composição até 5% de uvas Pinot Noir, e brinda os apreciadores com um perfil aromático mais complexo, de notas florais, cítricas e de frutas vermelhas frescas.
Em agosto, na própria Expoagas 2019, a estrela da vez foi o Garibaldi Prosecco Ice, espumante especialmente elaborado para ser degustado com gelo. Embora ainda seja uma novidade no país, o consumo da bebida com gelo, inclusive em drinks, é um hábito bastante difundido no exterior. Para permitir que, mesmo após a diluição, a composição não perca suas características, a linha Ice apresenta mais frescor e uma concentração maior de açúcar. O percentual mais alto de uva Prosecco, na combinação com vinho Moscato, garante o equilíbrio ideal entre intensidade aromática e doçura.
Diante desta evolução permanente, desenvolvida em sintonia com as criações tradicionais que já têm seu espaço nas taças brasileiras e estrangeiras, o resultado não poderia ser outro. “Recebemos essa premiação com muito orgulho, pois ela simboliza a confiança que os supermercados depositam em nossa marca e, ao mesmo tempo, coroa nossos esforços para fazer com que o consumidor final tenha acesso a produtos de qualidade, feitos a muitas mãos. Seguramente, entraremos em um novo ano ainda mais animados e, principalmente, desafiados a continuar crescendo. Um brinde a todos que estão envolvidos em nosso processo produtivo, pois essa é uma conquista coletiva”, afirma Oscar Ló, presidente da Cooperativa Vinícola Garibaldi.

Associação Caxiense de Atenção ao Idoso atende 95 pessoas semanalmente em Caxias do Sul

Scan conta desde maio com uma nova equipe que atende diariamente idosos acima dos 65 anos

Associação Caxiense de Atenção ao Idoso atende 95 pessoas semanalmente em Caxias do Sul Foto: Divulgação SCAN

Há um lugar, no centro de Caxias do Sul onde idosos participam diariamente de atividades como artesanato, informática, música, dança. A Scan- Associação Caxiense de Atenção ao idoso, atende semanalmente a 95 pessoas acima dos 65 anos.
A Associação Caxiense desenvolve projetos socias, e atualmente oferece um serviço de convivência e fortalecimento de vínculos, buscando assim de forma coletiva, integração social e de exercício da cidadania. Na Associação, os idosos participam de atividades que qualificam a convivência familiar e evitam o isolamento.
A Scan desde março deste ano conta com um quadro permanente de oito novos funcionários fixos, sendo que cinco deles ficam diariamente no local e os demais ficam três vezes por semana. O quadro é formado pelo Gerente de Serviço Social Clenio Lopes, a Assistente Social Claudenise Fries, as educadoras sociais Andressa Tiscoski e Daniele Mazzochini, uma auxiliar de limpeza, e dois professores e uma cozinheira.
A estrutura está totalmente voltada para atendimento dosidosos e o trabalho contou com o financiamento da Prefeitura de Caxias do Sul e Secretária Municipal do Esporto e Lazer – SMEl, através do Financiamento Municipal de Desenvolvimento do Esporte e Lazer – FIESPORTE, que proporciona as condições para execução do projeto esportivo.
O serviço de convivência e fortalecimento de vínculos ocorre das 8h até as 17h, são grupos pela manhã e a tarde. Atualmente é custeado pelo fundo municipal do idoso – sendo o único recurso público, demais despesas são pagas através da arrecadação (roupas vendidas no brechó, telemarketing e doações espontâneas). A Scanbusca através do projeto garantir os direitos dos idosos e dar melhor qualidade de vida para os mesmos, explica o Gerente de Serviço Social Clenio Lopes.

Nova Diretoria
Desde julho deste ano, a Scan – Associação Caxiense de Atenção ao Idoso elegeu a nova diretora, que vai ser presidida entre 2019 a 2021.
Elisabete Hercília Padilha, advogada, foi eleita presidente. Léia da Cunha, do Lar, é a nova vice-presidente. Na oportunidade também foi eleito o primeiro secretário, Marcos Costa do Nascimento, Segundo Secretário, Viviane Zanotto Tosi, Primeiro Tesoureiro, Nelsa Leoni de Campos, segundo Tesoureiro, Cláudio Roberto Martins de Albuquerque e conselho fiscal: José Ivam Rodrigues, Tome Pietá, Alessandra Dambroz e Regina Márcia Mello.
A SCAN, Associação Caxiense de Atenção ao Idoso, é uma OSC (organização de sociedade civil ), de caráter filantrópico e assistencial, sem fins econômicos. A instituição foi fundada em 13 de abril de 1938, sendo a primeira entidade beneficente da cidade.
Aos interessados em fazer doações financeiras ou de roupas devem ligar para (54) 3221-7724 / 3214 – 1590 ou ir até o local que fica na Rua Pinheiro Machado, 2442 Sala 01 – São Pelegrino Caxias do Sul.

Monte Belo do Sul recebe 6 mil visitantes durante o Vieni Vivere la Vita Festival em 2019

Público foi o dobro do registrado na primeira edição do evento. Expositores comemoram negócios

A segunda edição do ‘Vieni Vivere la Vita’ consolidou o festival temático como atração turística no calendário de Monte Belo do Sul (RS). Mais de seis mil pessoas visitaram a cidade para curtir a programação que ocorreu entre os dias 15 e 16 de novembro. O público foi praticamente o dobro do registrado na edição de estreia do evento, em 2018, quando três mil visitantes somaram-se aos cerca de 2,5 mil habitantes do local.
Quem participou do ‘Vieni Vivere la Vita Festival’ pôde aproveitar um misto de experiências: enogastronômicas, degustando o melhor da culinária típica e as mais elaboradas produções vitivinícolas locais; culturais, conferindo de perto o trabalho artesanal de diversos expositores; e artísticas, acompanhando as cerca de 15 apresentações de artistas que subiram ao palco do festival durante os dois dias de atividades.
A alegria e a singularidade que caracterizam Monte Belo contagiaram os turistas que vieram de diversas partes do Estado e do país. O casal Lívia Brandalise e Mário César Soares saíram de Novo Hamburgo, na região metropolitana de Porto Alegre, especialmente para o festival – e atestaram a assertividade no destino escolhido para o feriado prolongado. “A proposta do evento é interessante, se assimila muito com as tradições dos principais roteiros turísticos do mundo, onde sempre há pequenas localidades que celebram seus produtos na praça da cidade, como na Europa”, conta o economista, que visita o evento pela primeira vez. Já Lívia tem origens na localidade, pois seu avô era montebelense. “É sempre bom retornar para vermos como o município vem se desenvolvendo”, reforça.


Expositores comemoram negócios
O saldo positivo do aumento de público nesta edição teve reflexo evidente no movimento econômico registrado pelos mais de 20 expositores locais que comercializaram seus produtos durante a programação do Festival. O clima agradável e o entretenimento em família foi a pedida certa para degustar os bons vinhos e espumantes da localidade. A vinícola Vallebello, por exemplo, comemorou os mais de 150% de crescimento na comercialização das bebidas em 2019, se comparadas as vendas do ano passado. “O balanço com certeza é muito positivo. Essa edição coroou o nosso trabalho, enquanto expositores, valorizando o que é daqui”, destaca o proprietário do empreendimento familiar, Tiago Lazzarotto. Segundo ele, foram comercializadas mais de 180 garrafas das variedades Chardonnay, Pinot Noair, Merlot, Cabernet Sauvignon e Brut Rosé e Branco.
O mais tradicional restaurante da cidade também teve motivos para comemorar mais uma participação no ‘Vieni Vivere la Vita Festival’. Com especialidades da gastronomia local, típica italiana, o Nonna Metilde estima um aumento de mais de 50% nas vendas desse ano. Iguarias como a sopa de capeletti, lasanhas e a tábua de frios – item mais vendido, com cerca de 400 pratos comercializados durante os dois dias – foram sucesso entre os visitantes. “O festival cresceu e nós, empreendedores, colhemos os frutos desse esforço conjunto. É muito bom vermos os produtos do nosso município atraindo visitantes dos mais variados locais”, comenta a proprietária do restaurante, Flávia Faccin Manzoni.

Organizadores compartilham méritos pelos bons resultados
Diante dos resultados tão positivos alcançados pela segunda edição do ‘Vieni Vivere la Vita Festival’, um sentimento predomina entre os realizadores da iniciativa: orgulho. O sucesso, expresso pelo número de público visitante, satisfação dos turistas e negócios concretizados pelos expositores reflete o esforço do poder público municipal e dos empreendedores em prol da valorização do que é produzido na localidade. “Monte Belo tem uma vocação turística-cultural muito evidente em nossas tradições e em nossos produtos. A segunda edição do festival mostrou como esse é um evento que tem uma proposta diferenciada e que agrada todos os públicos. Só temos a agradecer a todos que tornaram isso possível, por mais uma edição”, enfatiza o Secretário de Cultura e Turismo de Monte Belo do Sul, Alvaro Manzoni.
O apoio da prefeitura, inclusive, serve de motivação para os empreendimentos sediados no local – evidenciado no salto de 12 para 40 empresas do ramo turístico instaladas na cidade nos últimos anos. “Monte Belo é um município muito próspero, incentivando o empreendedorismo, que alavanca nossa economia. O Vieni Vivere la Vita Festival é a vitrine de tudo o que de melhor é produzido por aqui. A originalidade é a principal marca do nosso produtor, fazendo com que nossa aposta no turismo seja cada vez mais forte”, considera o prefeito montebelense, Adenir José Dallé.

Pelo segundo ano, laudos confirmam danos causados pelo agrotóxico 2,4-D no RS

Análises foram concluídas até agora em 76 amostras coletadas em produções de frutas, todas com resultado positivo para a presença do herbicida usado nas lavouras de soja

Ainda estão em análise outras 73 amostras coletadas em 52 propriedades rurais Foto: Marlove Perin

Das 76 análises concluídas até agora em plantas com suspeita de deriva do herbicida 2,4-D no Rio Grande do Sul, 100% tiveram laudo positivo – número superior ao do ano passado. Os resultados foram divulgados na segunda-feira (25) pela Secretaria Estadual da Agricultura, após ter recebido os exames feitos pelo Laboratório de Análise de Resíduos de Pesticidas da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Ainda estão em análise outras 73 amostras coletadas em 52 propriedades rurais.
Conforme a Divisão de Serviços e Insumos Agropecuários da Secretaria da Agricultura, neste ano já houve denúncias de suspeita de deriva em 41 municípios, atingindo culturas de tomate, ameixa, couve, videira, oliveira, noz-pecã, maçã, caqui, em pastagens e cinamomo.
– A Secretaria da Agricultura tomou todas as medidas e vem desenvolvendo atividades de fiscalização constantes, com objetivo de penalizar o mau produtor, que tenha provocado a deriva – afirma o chefe da Divisão de Serviços e Insumos Agropecuários, Rafael Friedrich de Lima.
As confirmações de novas derivas no Estado ocorreram justamente no ano em que entraram em vigor regras estabelecidas pelo governo estadual após o caso ter ido parar no Ministério Público (MP). Entre as exigências, está a obrigatoriedade de cadastro dos aplicadores.
– Agora temos base pericial para responsabilizar criminalmente quem descumpriu normativas – afirma o promotor de Justiça, Alexandre Saltz, responsável pelo caso.
Além das autuações previstas em instrução normativa, que variam de R$ 2 mil a R$ 19 mil, os produtores rurais podem sofrer sanções nas esferas civil e criminal. A Secretaria da Agricultura já identificou produtores que realizaram aplicação sem assinatura da receita e aplicador cadastrado. Constatou também revendas comercializando agrotóxicos sem exigir a declaração do produtor e a certidão do aplicador, além do profissional não ter colocado na receita agronômica o termo de responsabilidade e de risco.
Em 2018, das 81 análises laboratoriais feitas em 24 municípios gaúchos, 69 deram resultado positivo para contaminação do herbicida 2,4-D em cultivos de uvas, azeitonas e maçãs nas regiões de Campanha, Fronteira Oeste, Central e Campos de Cima da Serra.

Municípios com laudos positivos até agora
Bom Jesus, Cacequi, Cachoeira do Sul, Candiota, Dilermando de Aguiar, Dom Pedrito, Ibiaçá, Jaguari, Jari, Maçambara, Mata, Minas do Leão, Pinhal da Serra, Piratini, Protásio Alves, Ronda Alta, Santana do Livramento, Santiago, Santo Ângelo, São João do Polêsine, Silveira Martins, Toropi, Viadutos.Como denunciar
•O produtor que suspeitar de deriva de agrotóxico deve comunicar a Secretaria da Agricultura pelo telefone (51) 3288-6296, WhatsApp (51) 98412-9961 ou e-mail denunciahormonais@agricultura.rs.gov.br.
•No site agricultura.rs.gov.br, banner Denúncias 2,4-D, é possível conferir as informações que devem constar na queixa.

Entenda as regras para aplicação
O governo do Estado publicou instruções normativas para regrar o uso de agrotóxicos hormonais, como o 2,4-D, nas lavouras do Rio Grande do Sul. Nesta safra, a vigência é para os 24 municípios onde foram confirmados casos de deriva no ano passado. A partir de 2020, as exigências valerão para todo o Estado. Entenda as mudanças:
•O produtor rural e/ou aplicador devem assinar termo de conhecimento de risco e de responsabilidade para uso do produto.
•O aplicador de herbicidas hormonais deve fazer um curso específico de, no mínimo, 16 horas, para ser autorizado a usar os produtos.
•O treinamento é exigido para o cadastro de aplicadores feito na Secretaria Estadual da Agricultura.
•Após a utilização do agrotóxico, o produtor rural deve fazer o registro de aplicação e declarar à Secretaria da Agricultura.
•A venda de agrotóxicos hormonais deve ser orientada, ou seja, as revendas também poderão ser responsabilizadas pelo uso incorreto do produto.

Tecnovitis acontece na próxima semana na comunidade do 8 da Graciema, no Vale dos Vinhedos

O parreiral modelo é uma das atrações da Tecnovitis Fotos: Marlove Perin

Elson Schneider, o presidente do Sindicato Rural da Serra Gaúcha, promotor e realizador do evento

Em sua 3ª edição, a Tecnovitis, maior encontro do setor vitícola do país, será realizada de 04 a 06 de dezembro, das 10h às 18h, na comunidade do 8 da Graciema, no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves. A realização é do Sindicato Rural da Serra Gaúcha, com o apoio de várias entidades. O evento é considerado o maior encontro de fornecedores para o setor vitícola e tem entrada franca, sem necessidade de cadastro antecipado.
A feira vai proporcionar o contato dos produtores de uvas viníferas e de mesa com novas tecnologias, equipamentos e produtos da viticultura. A programação terá painéis técnicos sobre rastreabilidade, tecnologia no cultivo da videira e agroindústria, além de palestras técnicas, oficinas e uma audiência pública para tratar dos impactos do acordo entre Mercosul e União Europeia na cadeia vitivinícola. Além disso, agroindústrias do município e da região, principalmente vinícolas familiares, irão expor e vender seus produtos durante a feira, em 16 espaços. “Nossa expectativa é muito positiva, estamos trabalhando para receber cerca de 20 mil visitantes, pois o evento será de integração, comercialização e muito conhecimento aos nossos viticultores do estado e outras regiões do país. Estamos com mais de 100 expositores e estimativa de 10 milhões de reais”, destaca Elson Schneider, o presidente do Sindicato Rural da Serra Gaúcha, promotor e realizador do evento.

 

Começa a colheita do pêssego em Pinto Bandeira

Começa a colheita do pêssego em Pinto Bandeira

No sábado (23) na propriedade de Rogério Longo, na Linha Brasil, interior de Pinto Bandeira, aconteceu a solenidade de abertura oficial da Safra do Pêssego 2019/2020. A cerimônia, que precede a realização da 5ª Festa do Pêssego, nos dias 10, 11 e 12 de janeiro de 2010.
O evento contou com a presença do prefeito Hadair Ferrari, vice-prefeito e presidente da 5ª Festa do Pêssego, Daniel Pavan, das soberanas a rainha Karla Fabrício, as princesas Rubiane Da Campo Rubbo e Francine Foresti, Secretários, Vereadores, produtores da comunidade, do presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STRBG) de Bento Gonçalves – com extensão em Monte Belo, Pinto Bandeira e Santa Tereza -, Cedenir Postal, do vereador de Monte Belo, Onecimo Pauletti, assessores dos deputados Tiago Simon e Sérgio Turra, além de Afonso Hamm, dirigentes da Sicredi Serrana e do banco Banrisul, houve discursos que encerraram com benção do pároco Luiz Antônio Mascarello.
Capital Estadual do Pêssego de Mesa
Pinto Bandeira está confirmada pelo Governo do Rio Grande do Sul como a Capital Estadual do Pêssego de Mesa. A justificativa para o reconhecimento cita que Pinto Bandeira tem, em cerca de 400 propriedades rurais, 1.020 hectares de pêssego cultivados. A produção média é de 18 toneladas por hectare.

Pêssego
Na região de Pinto Bandeira e Caxias do Sul foi finalizada a colheita das variedades superprecoces, como Pampeano e PS 2, e iniciou a colheita, de forma bastante retardada, das variedades precoces, como a Kampai. A variedade Chimarrita ainda não foi colhida. Os frutos apresentam calibre e coloração medianos e sabor razoável. De forma geral, os pessegueiros demonstram boa sanidade e alto vigor. Na região Sul, a cultura do pêssego está em frutificação. Segue a colheita, completando 3% da safra. O amadurecimento é desuniforme. O boletim 12/2019 do sistema de alerta da mosca-das-frutas informa a necessidade de intensificar o uso de isca tóxica, composta de melaço ou proteína hidrolisada e inseticida registrado, e de realizar o controle por cobertura, o Informativo é Emater/RS-Ascar.

Bento Gonçalves se prepara para receber chefes de Estado para a cúpula do Mercosul em dezembro

Cúpula do Mercado Comum do Sul ocorrerá entre os dias 2 e 6 do próximo mês

Presidente Jair Bolsonaro atestou presença Foto: Palácio do Planalto

Bento Gonçalves, na serra gaúcha, será o centro das atenções do Mercosul na primeira semana de dezembro. A cidade, acostumada a realizar grandes eventos, receberá chefes de estado, chanceleres e outros ministros de Estado para a reunião de cúpula do bloco, que ocorrerá entre os dias 2 e 6.
As forças de segurança já estão organizando o esquema há pelo menos um mês e meio, O Ministério de Relações Exteriores faz contato constante com a Prefeitura de Bento Gonçalves e os demais órgãos que estarão envolvidos no encontro. O evento será realizado no Hotel Spa do Vinho, no km 21, da RS-444, no Vale dos Vinhedos.
A expectativa é de que 2,5 mil pessoas estejam na cidade para o evento, entre chefes de Estado, ministros, assessores, agentes de segurança e imprensa. Os chefes de Estado deverão passar a noite de 4 para 5 de dezembro no próprio hotel do evento. De acordo com cronograma publicado no site do bloco, a reunião dos chefes de Estado ocorrerá no dia 5. O presidente Jair Bolsonaro confirmou presença.
O bloqueio territorial de segurança próximo ao hotel do evento começará no dia 1º. Haverá cadastramento de moradores, empregados e donos de empresas da região.
Bento Gonçalves receberá simultaneamente à cúpula do Mercosul mais dois eventos com expectativa de grande público: a Copa Sul-Americana de Futebol Sub-17 e a Feira de Tecnologia para Vitivinicultura – Tecnovitis.