Assinados contratos da Lei Aldir Blanc em Pinto Bandeira

Os contratos contemplados pela Lei Aldir Blanc foram assinados no dia 07/12 na Prefeitura de Pinto Bandeira. Os selecionados apresentaram projeto por meio do edital de Chamada Pública disponível no site da prefeitura. Quatro projetos foram selecionados para receberem o dinheiro, são eles: Espaço Felicitta (histórias que contam); Grupo Ricordo Del Paese (Filó Italiano- A casa da nona); Jeverson Carelli (Programa Trilhos) e Nelcir Carelli (Hino à Pinto Bandeira). Diante do momento de pandemia da Covid-19, todos os projetos serão apresentados por meio das plataformas Youtube, Facebook ou Instagram, para todos poderem acompanhar.  Os horários e dias das apresentações serão comunicados pelas redes sociais da prefeitura e dos selecionados posteriormente.

Lei Aldir Blanc
A Lei nº 14.017, de 29 de junho de 2020, carinhosamente denominada Lei Aldir Blanc, foi criada com o intuito de promover ações para garantir uma renda emergencial para trabalhadores da Cultura e manutenção dos espaços culturais brasileiros durante o período da pandemia do Covid‐19

Campanha dos Sindicatos Regional Serra entrega prêmios

Na terça-feira, dia 15/12, em Garibaldi, ocorreu o sorteio dos prêmios da Campanha dos Sindicatos Regional Serra. Os prêmios foram entregues pelo Presidente Cedenir Postal.
Os premiados foram:
Prêmio de R$1.000,00 – Evanir Colle, Linha Armênio, Monte Belo do Sul
Prêmio de R$500,00 – Paulo Festa, Linha Leopoldina, Bento Gonçalves
Prêmio de R$500,00 – Avelino Varnier, Linha 40 da Graciema. Bento Gonçalves.
São 22 sindicatos que todos os anos sorteiam dois prêmios de R$ 500,00 para cada sindicato e mais cinco prêmios entre os 22 sindicatos.

Vinhos Nacionais é a maior loja de rótulos brasileiros

Portfólio ultrapassa 800 rótulos ‘brazucas’ de seis estados brasileiros. Meta é ter exemplares de todas regiões produtoras para conversar com o novo consumidor

Foto: Diivulgação

De gaúchos, a Vinhos Nacionais nasceu física há 10 anos e desde o ano passado passou a contar com loja virtual. O vinho brasileiro se tornou o cerne do negócio ainda em 2018, mas a virada de chave aconteceu mesmo na metade de 2019, quando a marca entrou para o mundo digital. A escolha já demonstrava que não poderia ter sido melhor, e este ano, com a pandemia, os sócios viram saltar de 30% para 90% a venda de vinhos e espumantes brasileiros. Hoje, são mais de 800 rótulos de 73 vinícolas localizadas em seis estados brasileiros, sendo eles: Bahia, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
Mas o trabalho de garimpar novos rótulos não para, ainda mais quando o desafio é ter opções também do Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso e Pernambuco, onde também há produção de vinhos e espumantes. “Rodamos o mundo inteiro e seguimos apaixonados por vinhos nacionais. Nos tornamos ativistas do vinho brasileiro, tanto que a nossa loja virtual só tem rótulos nacionais. E a pandemia está permitindo que os consumidores descubram, percebam e aprovem a qualidade e diversidade dos rótulos daqui”, destaca Leonardo Curra, que divide a empresa com o irmão César, a mãe Eloisa e o pai Julios. “A Vinhos Nacionais é um lugar de liberdade. Aqui abrimos garrafas e mentes”, ressalta.
Administrador e sommelier, Léo, como é conhecido, explica que a mudança de comportamento do apreciador de vinhos gerada pelo Coronavírus, também influenciou na escolha do rótulo. Hoje, a preferência recai sobre produtos com maior valor agregado. “Os mais procurados são vinhos com valor acima de R$ 100. Antes da pandemia a realidade não era essa”. Léo relata que este ano já foram vendidas 60 mil garrafas, enquanto todo ano passado foram 33 mil e em 2018, 20 mil. “A procura pelos vinhos nacionais vem aumentando, consideravelmente, e isso nos deixa muito felizes. Acertamos na escolha, mas acima de tudo, vemos que o brasileiro já tem a percepção de que o nosso vinho tem qualidade, diversidade de estilos e excelente relação custo-benefício”, comenta.
Antes da pandemia, a loja chegava a ficar com um vinho nacional de R$ 300 parado por mais de 2 anos, o que não acontece atualmente. Com rótulos de vinícolas de pequeno, médio e grande porte, a Vinhos Nacionais tem como regra conhecer todas as vinícolas, degustar os produtos e ter uma política de negociação capaz de oferecer ao consumidor final preços justos. “Nenhum rótulo entra para o nosso portfólio sem antes ser degustado e aprovado por nós, safra a safra”, garante. A loja opera com rótulos com preços que variam de R$ 29,90 a R$ 799, com entrega em todo o país, sendo que São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul são os grandes mercados de atuação. Além de vinhos, espumantes e sucos de uva, a loja também vende azeites de oliva do Brasil.

Bebendo Liberdade
O reposicionamento da Vinhos Nacionais vem para conversar com o consumidor que, como a empresa, encontrou nos vinhos brasilieros um mundo novo, um ato de transformação e de liberdade para o consumo da bebida. Assim, além de contar agora com novo logotipo, que valoriza a intensidade, a clareza e as linhas orgânicas, a empresa assume um novo posicionamento institucional: Bebendo Liberdade.

Goles de história
A loja física da Vinhos Nacionais nasceu há 10 anos em Flores da Cunha. Em 2016, mudou-se para Caxias do Sul e no ano passado entrou para o mundo digital. A direção geral da empresa cabe ao pai Julios César Curra, que tem a esposa Eloisa Viapiana Curra como Diretora Financeira. Os filhos, César Curra, Sommerlier Internacional e Diretor de Compras, e Leonardo Curra, Especialista em Vinhos e Diretor Comercial, atuam mais diretamente com o mercado. A loja física está localizada na rua Bento Gonçalves, 2.921, no bairro São Pelegrino, em Caxias do Sul. O endereço da loja virtual é www.vinhosnacionais.com.br.

Cooperativa Vinícola Garibaldi reafirma excelência de produtos com coleção de reconhecimentos

Em 2020, marca conquistou 67 distinções em concursos pelo mundo

Fotos: Cassius Fanti

Nos últimos anos, os produtos da Cooperativa Vinícola Garibaldi experimentaram uma forte tendência de internacionalização. A presença em concursos mundo afora veio coroada por um grande número de premiações – 67 somente neste ano –, alavancando a imagem da marca no Brasil e no mundo, com produtos de qualidade certificada internacionalmente.
Mas como uma vinícola de forte presença comunitária consegue obter tamanho alcance global? A resposta está no fazer bem feito. “Gostamos de empregar paixão em todas as partes do processo que envolve elaborar um rótulo. É o manejo no campo, o constante contato com o associado, o cuidado na colheita e nos métodos de vinificação”, aponta o presidente da cooperativa, Oscar Ló.
Depois de ter sido pelos últimos dois anos seguidos a vinícola brasileira mais premiada, a marca gaúcha voltou a registrar em 2020 um desempenho performático em conceituados concursos mundiais. Foram distinções em países-ícones da produção vitivinícola – Itália e França – e também em nações que importam grande quantidade de vinho, caso da Inglaterra.
Na Itália, a vinícola estreou no exclusivo 5StarWines – The Book 2021, guia internacional organizado pela Vinitaly, a maior feira de vinhos do país. E com dois produtos, Garibaldi Prosecco Rosé Brut – o único do Brasil e o Espumante Garibaldi Moscatel. Na França, o feito foi com o Espumante Garibaldi Chardonnay, eleito o melhor do Brasil entre os participantes do concurso Citadelles du Vin, enquanto o Garibaldi Espumante Prosecco Rosé, o Garibaldi Espumante Moscatel e o Garibaldi Espumante VG Extra Brut saíram medalhados do Decanter World Wine Awards, na Inglaterra.
Outro destaque foi a medalha conquistada no mais antigo concurso de vinhos da Ásia, o Japan Wine Challenge, realizado em Tóquio, no Japão. O Espumante Moscatel Amaze, produção exclusiva para o mercado internacional, saiu do certame com medalha, a única de uma vinícola brasileira na prova.
Mas as quase 70 premiações alcançadas neste ano também tiveram a contribuição de conquistas obtidas no Brasil. Por aqui, por exemplo, o Riesling Granja União concedeu à casa o título de melhor vinho branco não aromático da Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2020. A vinícola também saiu do Brazil Wine Challenge com o maior número de espumantes premiados do certame – oito no total.
Com esse retrospecto obtido tanto nos certames internacionais quanto nos nacionais, a Cooperativa Vinícola Garibaldi reafirma as estatísticas como uma das vinícolas brasileiras mais premiadas no mundo – título do qual foi bicampeã em 2018 e em 2019. Mas reforça, principalmente, as peculiaridades de seus produtos, assinados pelo talento de quem está há quase 90 anos fazendo o que mais sabe: engarrafar qualidade em cada rótulo.

Monte Belo do Sul ganha espetáculo natalino drive-in neste sábado

Neste sábado, dia 19, Monte Belo do Sul terá atração de Natal, a partir das 19h30min, na Praça Padre José Ferlin em formato drive-in, ou seja, as famílias deverão acompanhar e permanecer dentro dos veículos. Serão exibidos videoclipes de artistas locais e apresentação do Grupo Acordes, do projeto “Monte Belo: Música, Canto e Dança”. Em seguida, o Papai Noel irá distribuir presentes às crianças da cidade. A programação também será transmitida pelo Facebook Visite Monte Belo (fb.com/visitemontebelo).
A Prefeitura Municipal salienta que estará seguindo todos os protocolos de prevenção à Covid-19 e pede a colaboração e cuidados da comunidade para vivenciarmos um momento especial, de alegria e celebração.

André de Gasperin é o novo presidente da ABE

De Caxias do Sul, enólogo conduzirá a entidade até o final de 2022

André de Gasperin é o novo presidente da ABE Foto: Tatiana Cavagnoli

A Associação Brasileira de Enologia (ABE) tem nova Diretoria para o biênio 2021/2022. Conduzida pelo jovem enólogo André de Gasperin, da Vinícola Don Affonso, de Caxias do Sul, a diretoria foi eleita por aclamação em Assembleia Geral realizada na sexta-feira, 4 de dezembro. Gasperin assume o posto do enólogo Daniel Salvador, que esteve à frente da entidade em 2019 e 2020. A nova equipe, já empossada, terá sua primeira reunião ainda este ano.
Com a celebração da ‘Safra das Safras’, a ABE viveu um ano histórico, isso sem contar a pandemia do Coronavírus, que levou a entidade a se reinventar, mantendo-se mais ativa do que nunca. “Foi um ano difícil, especialmente em relação a saúde, a economia e as mudanças necessárias em decorrência do vírus. Mas para o vinho, vivemos um momento espetacular. Enfim, o brasileiro descobriu o seu vinho, o vinho brasileiro. E nós, enólogos do Brasil, não apenas brindamos, mas trabalhamos arduamente para cumprir nosso calendário de ações de promoção do vinho, valorização e qualificação do enólogo. Foi trabalhoso, mas surpreendente, porque fomos além. Mesmo sem estar perto, sem a emoção do presencial, conseguimos unir multidões em torno do vinho. Só tenho a agradecer”, celebra Salvador.
O novo presidente assume com o desafio de seguir o trabalho da ABE, superando resultados. “A ABE vem numa ascendente e isso é fruto do trabalho de todas diretorias que empenhadas sempre seguiram a mesma missão. O enólogo é o centro de todo planejamento, a razão da existência da entidade. Vamos dar sequência, intensificando projetos como o Banco de Dados do Espumante, a Avaliação Nacional de Vinhos, além de cursos, palestras e missões técnicas úteis para a qualificação dos associados”, destaca Gasperin.

Quem é André de Gasperin?
Enólogo, Mestre em Biotecnologia pela Universidade de Caxias do Sul e com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, André de Gasperin é o Diretor Técnico e Enólogo Chefe da Vinícola Don Affonso e do Grupo DG do Brasil, de Caxias do Sul. É diretor da ABE desde 2015. É diretor de Agronegócios da CIC de Caxias do Sul. Foi professor de Viticultura e Enologia na Fisul, no curso de Tecnologia em Enoturismo. No IFRS – Campus Bento Gonçalves, foi docente de Enologia, Microbiologia e Química Enológica. Atuou como analista em técnicas cromatográficas no Laren – Laboratório de Referência Enológica e no Ibravin. Também estagiou na Embrapa Uva e Vinho.
Gasperin já participou como degustador internacional em concursos realizados no Chile, Hungria, Itália e Espanha, sendo que nestes dois últimos foi presidente de júri. Foi degustador do Corpo Técnico da Avaliação Nacional de Vinhos nas edições de 2005 a 2020, e da Seleção dos Melhores de Caxias do Sul nas edições de 2005 s 2020. Também foi presidente de mesa do Brazil Wine Challenge 2020.

DIRETORIA GESTÃO 2021/2022
Presidente: André Miguel de Gasperin
Vice-Presidente: Ricardo Morari
1° Tesoureiro: Dario Crespi
2° Tesoureiro: Christian Bernardi
1º Secretário: Daniel Salvador
2ª Secretário: André Larentis
Diretor Social: Felipe Bebber
Diretor de Eventos: André Peres Jr.
Diretor de Eventos: Jurandir Nosini
Diretor de Degustação: Michel Zignani
Diretor de Degustação: Mario Lucas Ieggli
Diretora Cultural: Bruna Cristofoli
Diretor Técnico em Viticultura: João Carlos Taffarel
Diretor Técnico em Viticultura: Bruno Motter
Diretor Técnico em Enologia: Leocir Bottega
Diretor Técnico em Enologia: Vagner de Vargas Marchi

Presidente amplia diplomacia para Agricultura

Foto: Divulgação

O presidente Jair Bolsonaro autorizou a expansão da rede diplomática brasileira dedicada ao agronegócio, uma de suas principais bases eleitorais. Por decreto, o presidente ampliou de 25 para 28 o número de adidos agrícolas do País no exterior, uma demanda do setor.
O aumento do número de adidâncias dedicadas ao agronegócio valerá a partir de 2021. Os novos postos não foram informados. Os adidos passarão a ter um prazo de quatro anos contínuos de missão no exterior. Atualmente, eles permanecem por dois anos, renováveis por mais dois.
Os adidos agrícolas são profissionais selecionados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para trabalhar nas embaixadas brasileiras no exterior, com objetivo de abrir mercados aos produtos brasileiros e acompanhar a regulação do setor, como a imposição de barreiras fitossanitárias.
De acordo com a Secretaria-Geral da Presidência, haverá também um aperfeiçoamento nas regras de seleção dos servidores do ministério e entidades vinculadas para a função. O decreto com as mudanças foi publicado na quinta-feira no Diário Oficial da União.
No mês passado, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina promoveu um encontro com 22 adidos agrícolas brasileiros e anunciou a criação de três postos neste ano, em Paris, na França, Berlim, na Alemanha, e Camberra, na Austrália. Segundo o governo, a escolha dos países se deu pela relevância deles no mercado agrícola mundial e por sediarem organismos internacionais como a Organização Mundial da Saúde Animal e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Produtores de vinhos da Campanha estimam em R$ 200 milhões prejuízo por deriva de 2,4-D

Associação que reúne vinícolas da região indica quebra de até 40% na produção de uvas nas propriedades afetadas

A aplicação do herbicida atingiu, entre outros cultivos, os parreiras de uva Foto: Divulgação Associação Vinhos da Campanha / Divulgação

Uma reportagem publicada pela Gaúcha ZH noticia quebra entre 35% e 40% na safra de uva, um milhão de garrafas de vinho que deixarão de ser produzidas e prejuízo de R$ 200 milhões na safra 2020/2021. Esse é o balanço parcial que a Associação Vinhos da Campanha Gaúcha faz sobre os impactos causados pela deriva do herbicida 2,4-D nos parreirais da região.
A conta é baseada em cima dos relatos coletados em 16 propriedades da Campanha, com aproximadamente 350 hectares de vinhedos. O presidente da associação, Valter Pötter, aponta que os produtores têm laudos da Secretaria da Agricultura que confirmam rastros do produto químico nas videiras. Nesta segunda-feira, a entidade deverá concluir a conta dos prejuízos, incluindo as perdas relatadas pelas grandes vinícolas.
O 2,4-D é utilizado por produtores de soja para eliminar o inço antes do plantio. No entanto, a má aplicação do produto e a pulverização em condições climáticas inapropriadas podem fazer com que ele seja carregado pelo vento e atinja outras plantações nas proximidades. Nas videiras, os impactos podem ser notados nas folhas retorcidas, no abortamento de flores e no nascimento desuniforme dos cachos.
Mesmo com a criação de instruções normativas do governo estadual e a realização de treinamentos junto a sojicultores nos últimos anos, o problema persiste pela terceira safra consecutiva.
Tem produtores que estão arrancando os vinhedos e parando com a atividade. É um projeto de gerações, todo um investimento grande na agroindústria e no turismo rural, que se perde – lamenta Pötter
Na terça-feira, a Associação Vinhos da Campanha realizou reunião para decidir como reagirá à situação.

Resíduos Presentes
Na primeira leva de análises para verificação de suspeitas deriva no Estado, metade das 18 amostras tiveram resultado positivo para a presença de herbicidas hormonais. Os dados, divulgados pela Secretaria da Agricultura, são os primeiros da atual safra – no total, foram 64 coletas em 61 propriedades no período de 1º de agosto a 5 de novembro.
É a terceira safra com a confirmação de resíduos. Aplicado em lavouras de soja para o combate da buva, o herbicida 2,4-D tem “viajado” até outras culturas, ocasionando perdas e prejuízos. Nesse primeiro lote, o resíduo foi verificado em uva, ameixa, oliveira e tabaco.
No total, fora 66 denúncias encaminhadas à secretaria no período alta de 83% em relação a igual período de 2019 – se considerado qualquer tipo de agrotóxico. Nos caso específico de herbicidas hormonais, são 39 denúncias, ante 34 no ano passado.

Casos de deriva do agrotóxico 2,4-D dobram em um ano no RS, com 140 laudos comprovados em 2019
Das 170 coletas com suspeita de deriva do herbicida 2,4-D no Rio Grande do Sul em 2019, 140 tiveram resultado positivo para o agrotóxico, o equivalente a 82,3%. O número é o dobro de casos confirmados em 2018, que ficou em 69. No ano passado, outras 15 amostras tiveram laudo negativo e 15 aguardam parecer de laboratório. Em 2020, novas coletas já foram realizadas, segundo a Secretaria da Agricultura.
O químico é utilizado no preparo das lavouras de soja e atingiu culturas de tomate, ameixa, couve, uva, oliveira, noz-pecã, maçã, caqui, pastagens e cinamomo.

Cooperativa Sicredi agência de Pinto Bandeira entrega cartilha “Eu não caio em golpe”

A Cooperativa Sicredi agência de Pinto Bandeira realizou a entrega para a comunidade da cartilha “Eu não caio em golpe”. O objetivo é visar a prevenção da população contra os diversos crimes que estão ocorrendo na região.
“Temos exemplares físicos que serão entregues as famílias locais, e também eletrônico para que possamos atingir rapidamente a população e sermos agentes de prevenção” explica Iliane Ceccon Tondo Gerente da Unidade Sicredi.
A ação é uma parceria do Consepro Pinto Bandeira, Brigada Militar, Prefeitura Municipal de Pinto Bandeira e Sicredi. Estiverem presentes na entrega o Presidente e vice do Consepro, Flávio Dalle e Cláudio Fossa, Comandante da Brigada local – Soldado Quevedo e Soldado Aguirre, Eliberto Da Campo, representando a Prefeitura Municipal.

Festival Digital é realizado em Monte Belo do Sul e divulga próxima edição do Vieni Vivere lá Vita Festival

O terceiro e último dia do Festival Digital foi celebrado no último final de semana em Monte Belo do Sul. O lançamento do fotolivro digital e videoclipes dos grupos de canto e dança expressaram a autenticidade de Monte Belo e a essência do evento.
Também foi anunciada a data da próxima edição do Vieni Vivere la Vita Festival, para os dias 12 a 15 de novembro de 2021, na praça central Padre José Ferlin.