Os desafios da mudança por Jamile Comin, psicóloga

Por Jamile Comin, psicóloga, CRP 07/33359

Jamile Comin, psicóloga Foto: Marlove Perin

Os desafios gerados pelas mudanças no período de pandemia compreendem a dimensão cognitiva e a dimensão afetiva. Na dimensão cognitiva, houve a reorganização da rotina; e na dimensão afetiva, surgiu o sentimento de
angústia.
É necessário ter criatividade para lidar com as mudanças, bem como ressignificar as vivências. As dimensões cognitiva e afetiva encontram-se interligadas. No período de pandemia, e naquele que se seguir a ela, será preciso desenvolver novo hábitos e novas formas de relacionar-se com as pessoas. Como psicólogas (os) tem-se o papel de incentivar mudanças de hábitos, de construção de ambientes saudáveis, acolhendo demandas e considerando o sujeito como ser único, responsável por suas experiências.
Engana-se quem pensa que haverá um retorno à “normalidade” ou que a situação que vivemos é de simples resolução. Será preciso encontrar novas formas de viver, de aprender e de conviver a partir da suspensão gradual das restrições e do retorno às atividades.
Enquanto sujeitos, questionar-se sobre as possíveis consequências. Os desafios gerados pelas mudanças no período de pandemia compreendem a dimensão cognitiva e a dimensão afetiva. Na dimensão cognitiva, houve a reorganização da rotina; e na dimensão afetiva, surgiu o sentimento de angústia.
É necessário ter criatividade para lidar com as mudanças, bem como ressignificar as vivências. As dimensões cognitiva e afetiva encontram-se interligadas.
No período de pandemia, e naquele que se seguir a ela, será preciso desenvolver novo hábitos e novas formas de relacionar-se com as pessoas. Como psicólogas (os) tem-se o papel de incentivar mudanças de hábitos, de construção de ambientes saudáveis, acolhendo demandas e considerando o sujeito como ser único, responsável por suas experiências. Engana-se quem pensa que haverá um retorno à “normalidade” ou que a situação que vivemos é de simples resolução. Será preciso encontrar novas formas de viver, de aprender e de conviver a partir da suspensão gradual das restrições e do retorno às atividades. Enquanto sujeitos, questionar se sobre as possíveis consequências. Os desafios gerados pelas mudanças no período de pandemia compreendem a dimensão cognitiva e a dimensão afetiva. Na dimensão cognitiva, houve a reorganização da rotina; e na dimensão afetiva, surgiu o sentimento de angústia. É necessário ter criatividade para lidar com as mudanças, bem como ressignificar as vivências. As dimensões cognitiva e afetiva encontram-se interligadas. No período de pandemia, e naquele que se seguir a ela, será preciso desenvolver novo hábitos e novas formas de relacionar-se com as pessoas. Como psicólogas (os) tem-se o papel de incentivar mudanças de hábitos, de construção de ambientes saudáveis, acolhendo demandas e considerando o sujeito como ser único, responsável por suas experiências.
Engana-se quem pensa que haverá um retorno à “normalidade” ou que a situação que vivemos é de simples resolução. Será preciso encontrar novas formas de viver, de aprender e de conviver a partir da suspensão gradual das restrições e do retorno às atividades. Enquanto sujeitos, questionar-se sobre as possíveis consequências. Os desafios gerados pelas mudanças no período de pandemia compreendem a dimensão cognitiva e a dimensão afetiva. Na dimensão cognitiva, houve a reorganização da rotina; e na dimensão afetiva, surgiu o sentimento de angústia. É necessário ter criatividade para lidar com as mudanças, bem como ressignificar as vivências. As dimensões cognitiva e afetiva encontram-se interligadas.
No período de pandemia, e naquele que se seguir a ela, será preciso desenvolver novo hábitos e novas formas de relacionar-se com as pessoas. Como psicólogas (os) tem-se o papel de incentivar mudanças de hábitos, de construção de ambientes saudáveis, acolhendo demandas e considerando o sujeito como ser único, responsável por suas experiências.
Engana-se quem pensa que haverá um retorno à “normalidade” ou que a situação que vivemos é de simples resolução. Será preciso encontrar novas formas de viver, de aprender e de conviver a partir da suspensão gradual das restrições e do retorno às atividades. Enquanto sujeitos, questionar-se sobre as possíveis consequências dessas novas formas na cognição e no afeto, é algo premente. Primeiramente é importante reaprender a ouvir. Aproveitar o momento de recolhimento para escutar a si mesmo, a família e as pessoas próximas. Ouvir atentamente é um caminho para o conhecimento, de si e dos outros, e para a ressignificação do que foi vivido. Como consequência, é importante criar oportunidade para que as pessoas se manifestem. O silêncio não é uma boa estratégia para lidar com a dor e a adversidade. Cada indivíduo significa de modo diverso o que está acontecendo e, portanto, tem o direito de compartilhar a sua experiência. Vidas foram impactadas. Portanto, é preciso ter sensibilidade para com o outro, possibilitando uma conexão sensível que fomente a reflexão. Convido que você se dê a oportunidade de ficar consigo, de ficar com os familiares próximos, de humanizar a convivência com as pessoas e com o trabalho, de buscar equilíbrio. Proporcione acolhimento, cooperação, esteja atento ao momento presente, ao sentido especial da vivência.

Rumo ao centenário, Vinícola Aurora aposta na sucessão rural com programa para jovens filhos de cooperados

Projeto é um incentivo para a permanência no campo e está auxiliando no aumento do quadro associativo e na implantação de melhorias na produção de uva

Jéssica Bellé consolidou no Aprendiz Cooperativo vontade de permanecer no meio rural Crédito: Simone Pegoraro Bellé

A Vinícola Aurora, que completou 90 anos em fevereiro, está empenhada na continuidade da atividade rural e na ampliação do número de associados. Uma das ações desenvolvidas é o programa Aprendiz Cooperativo do Campo, que desde 2017 capacita jovens de 14 a 24 anos incompletos, filhos de associados da cooperativa, para que permaneçam na viticultura, com ênfase no cooperativismo e na gestão das propriedades. Desenvolvido em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Estado do Rio Grande Do Sul (Sescoop/RS), o programa já capacitou 60 jovens.

Giovani Sonaglio participou do primeiro grupo Aprendiz Cooperativo da Vinícola Aurora Crédito: Divulgação /Acervo pessoal

O viticultor Renê Tonello, que preside o Conselho de Administração da Cooperativa Vinícola Aurora, enaltece o programa como uma ferramenta importante para a continuidade de muitas famílias na atividade. Tonello, que também vem de família produtora de uvas há três gerações, destaca que a formação dos jovens vem ao encontro da busca constante por modernização e pela valorização das mais de 1,1 mil famílias associadas.
“O programa é um grande incentivo para que esses jovens possam dar continuidade ao trabalho da família e, além disso, ajudar na profissionalização das propriedades. Estamos há uma década do centenário da Aurora e sempre focados na melhora constante da matéria-prima e dos produtos”, resume.
Filha de cooperados, Jéssica Bellé, 20 anos, viu no Aprendiz Cooperativo a oportunidade que estava buscando de ter contato com outras pessoas da mesma faixa etária, de dividir seus anseios e de consolidar a vontade de permanecer no meio rural. Jéssica, que mora na Linha Buratti, em Bento Gonçalves, deu continuidade à sua formação e, hoje, cursa Agronomia no Instituto Federal do Rio Grande do Sul.

Programa foi a ponte principal para Amanda Lerin se associar à Aurora Crédito: Divulgação / Acervo pessoal

“Quando saí da escola em 2018 não tinha muita certeza do que queria fazer da vida, aí recebi o convite para ser um Aprendiz e isso acabou despertando em mim uma paixão muito grande pela agricultura. Comecei a pensar mais seriamente na questão da sucessão rural familiar, na qualidade de vida que temos trabalhando com a viticultura e decidi realmente me aprofundar nesta atividade”, conta Jéssica.
A jovem agricultora cita as aulas de cooperativismo e de gestão como fundamentais para o trabalho que desenvolve com os pais na propriedade.
“Tenho orgulho de dizer que, hoje, eu também sou associada à Aurora e que no futuro muitos destes jovens estarão muito bem capacitados para assumirem funções na direção da cooperativa. Acredito que esse seja o maior legado deste programa”, finaliza.
O também filho de cooperado, Giovani Sonaglio, 20 anos, conta que participou do primeiro grupo Aprendiz Cooperativo da Aurora e que levará as lições do programa para a vida inteira. Ele destaca que as disciplinas do curso ajudaram na decisão de fazer da viticultura e do cooperativismo uma profissão e um modo de vida.
“Tive a honra de fazer parte dessa história com outros jovens, tivemos a oportunidade de aprendizado que pode ser usado tanto na propriedade rural como na própria vida. Minha experiência no curso complementou a minha decisão de continuar na propriedade e me associar à Aurora, pois pude ter acesso ao funcionamento de uma cooperativa de uma forma mais detalhada. Fico muito feliz por esse projeto ter dado certo e ter continuidade. É uma oportunidade para todos que fazem parte dessa grande família que é a Cooperativa Vinícola Aurora”, acredita.
Ponte para o cooperativismo
A jovem Amanda Lerin, 19 anos, que mora em Pinto Bandeira, na Linha Palmeiro, na comunidade de São José da Busa, relata que o Aprendiz Cooperativo do Campo foi a ponte principal para ter se tornado associada à Vinícola Aurora. Filha de cooperado, ela também cita o apoio que sempre recebeu da família para que a tão proclamada sucessão rural virasse realidade.
“Dentro do programa aprendi muito mais do que poderia imaginar: todo o funcionamento da cooperativa, a parte financeira e administrativa para a minha propriedade, outras maneiras de diversificar a produção e de aproveitar tudo que minhas terras têm a oferecer. No programa pude enxergar o real valor da propriedade, contando com o constante incentivo que o programa dá para a permanência na viticultura e na atividade agrícola como um todo”, pontua.
Amanda garante que, hoje, consegue colocar em prática o que aprendeu no programa tanto na propriedade como na cooperativa, fazendo parte das decisões em assembleia, entendendo sobre as prestações de contas, opinando e fazendo valer a responsabilidade de ser associada.

Pastorello afirma que o programa incentivou que fizesse melhorias na atividade vitícola Crédito: Divulgação / Acervo pessoal

“Me orgulho de fazer parte dessa Cooperativa, que traz o sustento para minha família há muitos anos e incentivo outros jovens a fazer parte dessa história”, diz.
Guilherme Pastorello, 19 anos, também mora em Pinto Bandeira, na Linha Brasil, e já havia se associado antes mesmo de participar do programa. Vindo de família de viticultores cooperados – pai e o avô são sócios – ele diz que aos 16 anos buscou a emancipação e no ano seguinte entrou no quadro associativo.
“Desde pequeno sempre tive muito claro que queria continuar na agricultura. Não há valor que pague a vida que temos aqui. Quando comecei a fazer o programa tive ainda mais certeza de que esse é o futuro, com as amizades que se criaram, com todo o aprendizado, são grandes incentivos para a continuidade deste trabalho na viticultura”, destaca.
Pastorello afirma que o programa incentivou que fizesse melhorias na atividade vitícola, com uso de implementos agrícolas e modernização cada vez maior de todos os processos: “Na prática, isso possibilita uma qualidade maior da uva e, por isso, um retorno financeiro muito melhor”, garante.

Pesquisador Adeliano Cargnin é o novo chefe-geral da Embrapa Uva e Vinho

Pesquisador Adeliano Cargnin é o novo chefe-geral da Embrapa Uva e Vinho (crédito: Viviane Zanella)

O pesquisador Adeliano Cargnin é o novo chefe-geral da Embrapa Uva e Vinho (Bento Gonçalves, RS). O mandato será de dois anos, prorrogável pelo mesmo período por mais duas vezes, por decisão da Diretoria da Embrapa, podendo chegar a seis anos no total. A data da cerimônia de transmissão e posse, que acontecerá em formato virtual, ainda será marcada pelo Gabinete do Presidente da Embrapa, mas o pesquisador já passa a exercer oficialmente o cargo a partir do primeiro dia de maio de 2021.
Desde janeiro de 2018, Cargnin estava à frente da Chefia de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Embrapa Uva e Vinho. Ele substitui o chefe-geral da Unidade, José Fernando da Silva Protas, que, a pedido da Diretoria Nacional da Embrapa, ocupou o cargo interinamente desde março de 2019. Protas retorna para as suas atividades como pesquisador na área de Socioeconomia, após mais de quatorze anos em cargos de gestão na Unidade.
Integrando a equipe de gestão, o pesquisador João Caetano Fioravanço assume a Chefia de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, e seguem na chefia Marcos Botton, à frente da Transferência de Tecnologia, e Joelsio José Lazzarotto, na Administração.

Trajetória e perfil
Adeliano Cargnin possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Pelotas (2003), mestrado em Fitotecnia (Produção Vegetal) pela Universidade Federal de Viçosa (2005) e doutorado em Genética e Melhoramento pela Universidade Federal de Viçosa (2007). Ingressou na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária em abril de 2007, como pesquisador na Embrapa Cerrados (DF), na área de Recursos Genéticos e Melhoramento Vegetal.
Já em seu primeiro ano de empresa estava envolvido na gestão. Além de integrar o comitê gestor e a vice-liderança do Projeto de Agroenergia, foi supervisor substituto do Núcleo de Produção de P&D em produção vegetal e membro substituto do Comitê Técnico Interno (CTI), estrutura tanto deliberativa como consultiva, que acompanha a correta condução de todos os projetos, desde a concepção até a apresentação de resultados.
Em junho de 2010, foi transferido para a Embrapa Trigo (Passo Fundo – RS). Na unidade assumiu a liderança e a gestão do projeto em Rede “Bancos Ativos de Germoplasma de Cereais”, além de atuar diretamente em projetos de melhoramento genético de trigo e também ser membro do Comitê Técnico Interno (CTI).
Desde 2014 está atuando na Embrapa Uva e Vinho (Bento Gonçalves – RS). Liderou o projeto Seleção de clones de variedades viníferas visando maior qualidade dos vinhos de Indicações Geográficas, que já está na fase II. Em janeiro de 2018 assumiu a Chefia de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação
Saiba mais sobre o pesquisador Adeliano Cargnin acessando seu currículo Lattes.

Sobre a Embrapa Uva e Vinho:
A Embrapa Uva e Vinho é uma unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Sua sede está localizada no município de Bento Gonçalves, RS, principal região produtora de uvas e vinhos do Brasil, onde estão os setores administrativos, de transferência de tecnologia e de pesquisa. Conta ainda com duas estações experimentais: de Fruticultura de Clima Temperado, em Vacaria, RS, região dos Campos de Cima da Serra e de Viticultura Tropical, em Jales, SP. A Unidade conta com um quadro de pessoal composto por 144 colaboradores com capacitação e experiência em diferentes áreas do conhecimento, dedicados à pesquisa, desenvolvimento e inovação, das cadeias produtivas da vitivinicultura e das fruteiras de clima temperado.

Cooperativa Vinícola Garibaldi traz sugestões de receitas para saborear no Dia das Mães

Dicas de pratos são da Dona Odete Bettú Lazzari, que dirige o restaurante Osteria Della Colombina

Amor de mãe não se compara, não é? Por isso, a Cooperativa Vinícola Garibaldi foi buscar os conhecimentos gastronômicos de uma chef matriarca amorosa para deixar o Dia das Mães, além de carinhoso, muito saboroso.
Dona Odete Bettú Lazzari, 71 anos, é mãe de quatro filhas e dirige o conhecido restaurante Osteria Della Colombina, no interior de Garibaldi. O lugar é referência na Serra gaúcha por servir pratos típicos regionais de maneira original e com afeto: o restaurante fica no porão da residência dos Bettú e, ao final das refeições, os comensais são brindados com colombinas, um pãozinho em formato de pombinha.
Esse carinho dispensado aos clientes é o mesmo que dona Odete dedicou às filhas Rosângela, Raquel, Roselaine e Raíssa, todas envolvidas com o restaurante. Viúva aos 47 anos, ela precisou criar sozinha as meninas e administrar uma propriedade de 13 hectares. Em 2001, depois de apostar no turismo rural alguns anos antes, abriu a osteria servindo pratos com gastronomia afetiva. No caso, um afeto que vem estimulado há gerações. Algo que está, de certa forma, ensinado nos cadernos de receitas da mãe de dona Odete, guardados há anos por ela.
Para esse Dia das Mães, ela sugere um cardápio completo. O prato principal é a tradicional “suca con el pien”, ou abóbora recheada, na tradução do talian. Para a sobremesa, uma receita retirada especialmente dos cadernos da mãe de dona Odete: pudim de laranja.
Em vídeo, Dona Odete explica o passo a passo das receitas. Para deixar o prato principal do jeitinho dela, a cozinheira não se furta em ensinar segredos repassados por sua mãe. “Para um bom recheio, ela me ensinou, precisa duas porções de pão ralado e uma de queijo parmesão ralado”, diz, emendando: “o segredo do recheio é a noz-moscada”, entrega.
Para saber como fazer sua casa se transformar, ainda que por um dia, na Osteria Della Colombina, basta seguir as receitas abaixo ao pé da letra. E para não errar na harmonização, a Cooperativa Vinícola Garibaldi sugere o espumante Garibaldi Pinot Noir, por sua intensidade de sabor, para o prato principal, e o Moscatel Garibaldi, com seu teor de açúcares residual mais elevado, para acompanhar a sobremesa. E, claro, a garotada pode participar dessa comemoração afetiva com o saudável suco de uva integral da cooperativa. O brinde e o afeto estão garantidos!
“La Suca Con el Pien” ou Abóbora Recheada com o Pien

Ingredientes:
½ kg de carne de gado moída
½ kg de carne de frango (coxa e sobrecoxa)
3 xícaras de pão ralado (pão dormido)
2 xícaras de queijo parmesão ralado
1 colher (café) de noz moscasda ralada bem fina
3 ovos inteiros
4 colheres (sopa) banha
1 abóbora cabotiá de 1,5kg
6 cravos da índia
Salsa, cebola, sal e pimenta a gosto

Modo de preparo do Pien:
1. Numa panela, refogar a cebola na banha e cozinhar a carne moída, adicionando os condimentos, até ficar bem soltinha. Ir adicionando pequenas quantidades de água para a carne não grudar na panela. Fazer o mesmo processo com o frango, separadamente. Cozinhar bem e moer o frango.
2. Colocar as carnes num recipiente para deixar amornar.
3. Misturar as carnes, o pão, os ovos levemente batidos com um pouco de sal. Por fim, adicionar o queijo, a noz-moscada e a salsa picada. Amassar com as mãos até que a massa fique bem homogênea e firme. Dependendo do tamanho dos ovos, às vezes se faz necessário adicionar um pouquinho de água morna para que a massa fique na devida consistência.

Modo de preparo da Abóbora Recheada com o Pien:
1. Lave bem a abóbora, depois faça quatro cortes na parte do cabo da abóbora, retire o quadrado, e com auxílio de uma colher retire todas as sementes e raspe bem o interior dela, deixando-o bem liso.
2. Após, coloque o pien, preenchendo totalmente o interior da abóbora. Tampe a abóbora com o quadrado/tampa que foi retirado.
3. Leve ao fogo uma panela, coloque 2 colheres de sopa de banha bem cheias. Coloque a abóbora, uma colher de sopa de sal por cima dela e uma cebola grande em vários pedaços, além de umas ramas de salsa (não picadas) e 6 cravos-da-índia distribuídos por cima da abóbora. Caso prefira, adicione um dente de alho.
4. Com fogo baixo, vire a abóbora seguidamente e não a deixe secar, acrescentando um pouco de água. A panela deverá estar sempre bem tampada, para o vapor ajudar no cozimento. Este cozimento leva em torno de 2h. A abóbora deve ficar levemente macia.

“Pudim de laranja”

Ingredientes
4 ovos
8 colheres (sopa) de açúcar
colheres (sopa) de farinha de trigo
Suco de duas laranjas
2 xícaras (chá) de leite

Modo de fazer
1. Bata bem os ovos. Após, coloque o açúcar e mexa bem para dissolver.
2. Após, ainda mexendo, incorpore a farinha de trigo.
3. Siga mexendo e despeje o suco de laranja.
4. Por fim, coloque o leite e mexa. Reserve.
5. Coloque um pouco de açúcar para caramelar uma fôrma de pudim.
6. Feito esse processo, despeje o líquido reservado na fôrma.
7. Cozinhe em banho-maria por cerca de 30 a 35 minutos.
Acesse mais fotos e os vídeos com o preparo das receitas neste endereço: https://bit.ly/330Cutu