Sistema Fecomércio-RS inaugura nova escola Senac em Bento Gonçalves

Divulgação Senac-RS

A comunidade de Bento Gonçalves e região receberá uma nova e moderna escola do Senac no dia 5 de abril (terça-feira). Na data, às 19h, acontece a cerimônia de inauguração no novo endereço – localizado na Travessa Silva Paes, 415, bairro Cidade Alta. O evento contará com a presença de autoridades estaduais e regionais, representantes do Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac, imprensa e convidados. Atualmente, o Senac fica localizado na rua Saldanha Marinho, 820.
O projeto conta com 1.994,76 m² e terá 13 espaços para aulas, sendo três salas multiuso, duas salas de Idiomas, um laboratório de Informática, três laboratórios de Beleza Multiuso (Maquiagem, Massagista, Cabeleireiro, Barbeiro e Manicure), quatro laboratórios de Gastronomia, além das áreas administrativas e de atendimento, espaços de convivência e estacionamento. A mudança de localização trará novidades. Entre elas a Cozinha Show para eventos, e a Sala Bar destinada a cursos da área.
O presidente do Sistema Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, destaca que as novas instalações do Senac Bento Gonçalves representam um ganho em termos de conforto, inovação e sustentabilidade para a comunidade escolar. “O Sistema Fecomércio-RS está presente em Bento Gonçalves promovendo lazer, cultura, saúde, bem-estar e educação para a comunidade, por meio do Sesc e do Senac. A escola é uma entrega importante para a comunidade, que poderá contar com uma estrutura mais moderna e novos cursos alinhados às demandas mais recentes do mercado de trabalho. A região da Serra tem um alto potencial de desenvolvimento, e o Senac exerce esse importante papel de preparar os profissionais para atender a demanda crescente”, afirma.
A diretora do Senac Bento Gonçalves, Rosangela Jardim, também salienta que o projeto da escola está totalmente alinhado às necessidades da região e do comércio local. “Nosso portfólio de cursos passou por um processo de revisão e inovação pensando em atender ainda melhor os setores como o Turismo e a Gastronomia, tão importantes para a Serra Gaúcha. Por isso a mudança de espaço físico vem acompanhada de novidades, como os cursos relacionados à Cozinha Artesanal. Também seguiremos atuantes em áreas já consolidadas como Beleza e Idiomas, em laboratórios totalmente remodelados com novos equipamentos”, explica.

Diversificação do portfólio de cursos
Atualmente o Senac Bento Gonçalves capacita nas áreas de Beleza, Comunicação, Gastronomia, Gestão e Negócios, Idiomas, Informática e Saúde, por meio de cursos presenciais e a distância. Na nova escola, um dos focos será a oferta de capacitações relacionadas à Cozinha Artesanal com a previsão de qualificações inéditas como: “Fermentação natural para preparo de pães”, “Classificação e degustação café”, “Sommelier: cervejas”, “Harmonização gastronômica com cachaças”, “Gastronomia para pessoas com restrições alimentares”, “Técnicas de preparo da charcutaria artesanal “, além de cursos avançados de Cozinha e Confeitaria, para quem já atua na área e busca aperfeiçoamentos.

Nova construção e sustentabilidade
A estrutura da nova escola Senac foi construída pensando na sustentabilidade. O prédio contará com cisternas para armazenar água da chuva, placas fotovoltaicas, iluminação interna e externa em LED; carregador rápido para carro elétrico em uma vaga de estacionamento no subsolo; brises nas fachadas e cortinas nas esquadrias para controle solar, evitando o desperdício de energia elétrica com ares condicionados, e bicicletário para incentivar o transporte alternativo e sustentável. Além de uma horta vertical, que abastecerá os cursos de gastronomia. A nova escola terá capacidade para atender 238 alunos por turno e contará com formações nas áreas de Comércio, Gestão, Informática, Beleza, Saúde, Gastronomia e Idiomas, com cursos presenciais e a distância.
Mais informações sobre os cursos oferecidos pelo Senac Bento Gonçalves podem ser acessadas no site www.senacrs.com.br/bento, ou pelo Whatsapp 54 9647-1436.

Silo secador aumenta qualidade dos grãos e evita perdas

 

Crédito foto: Rejane Paludo

O agricultor que colhe seu produto, faz a pré-limpeza, seca e armazena o grão na sua propriedade tem uma série de vantagens em relação àquele que terceiriza essas etapas da cadeia produtiva de grãos. Durante a Expoagro Afubra, que acontece em Rio Pardo, no Rincão Del Rey, até o próximo sábado (26/03), os agricultores poderão conhecer as vantagens do silo secador de grãos, além de acompanhar todas as etapas do processo de secagem e armazenagem, as máquinas de pré-limpeza, o processo de carregamento dos silos, a estrutura e a construção do silo, “e também importantes etapas no manejo de grãos e de pragas de grãos armazenados”, diz o extensionista rural da Emater/RS-Ascar, Josemar Parise.
Ele explica que a qualidade do grão secado com ar natural é bem superior à do secado em altas temperaturas. Além disso, com a secagem e armazenagem na propriedade, o agricultor não tem custo com frete, nem com taxas de armazenagem, secagem, não tem quebra técnica também com taxas de expurgo. “Com isso, o agricultor, sendo dono do produto, consegue obter melhores preços no mercado, quando estes forem mais favoráveis, e também pela qualidade superior do grão. E ele tem posse do resíduo gerado no processo de pré-limpeza (grão quebrado), que serve para alimentar os animais”, salienta.
Embora o custo de construção dos silos varie conforme o tamanho, Parise afirma que, só com as perdas que o produtor deixa de ter em função de secar e armazenar o produto na propriedade, ele já paga os custos de construção em média de cinco a seis anos. “Os silos podem ser construídos em estruturas simples, como varandas de galpões, ou feita uma estrutura específica, porque o grão nesse espaço é seco e armazenado no mesmo local”, ressalta.
O agricultor Anderson Rafael da Silva Barros, de Santa Cruz do Sul, cultiva dois hectares de milho para uso na propriedade e construiu um silo com capacidade de 245 sacos. Ele explica que já armazenava o produto em sacos, mas tinha perdas significados pelo ataque de roedores e do caruncho. “Assim a gente produz e não tem perda, fica sempre milho novo. Valeu a pena, a gente está muito feliz com a construção do silo, foi um grande avanço. O benefício é muito grande, a qualidade que o produto tem, quando conservado numa temperatura ideal, é grande e a gente pode ter o produto sempre à mão, porque cada vez que tem que buscar o grão fora da propriedade sobe o custo”, afirma Barros.

Cerca de 5 mil pessoas passaram pelo Vieni Vivere la Vita, em Monte Belo do Sul

Edição especial do Festival comemorou os 30 anos de emancipação do município, e teve programação nos dias 19 e 20 de março

Público se divertiu assistindo a apresentações musicais e aproveitando a farta gastronomia, vinhos, espumantes e sucos de uva e, também, o artesanato local. Crédito Crédito Vagão Filmes.

Monte Belo do Sul comemorou os 30 anos de sua emancipação política ontem (20) de forma especial: celebrando, também, o sucesso da terceira edição do Vieni Vivere la Vita: cerca de cinco mil pessoas prestigiaram o festival, cuja programação ocorreu no sábado e no domingo, pelas ruas do centro da cidade.

Monte Belo do Sul comemorou os 30 anos de sua emancipação política ontem (20) de forma especial: celebrando, também, o sucesso da terceira edição do Vieni Vivere la Vita: cerca de cinco mil pessoas prestigiaram o festival, cuja programação ocorreu no sábado e no domingo, pelas ruas do centro da cidade.
“O resultado superou nossas expectativas e estamos muito contentes por isso. Essa edição especial, realizada em um momento emblemático, consolida a vocação turística de Monte Belo do Sul e, de forma muito significativa, contribui com os negócios locais, representados pelos expositores participantes, além, claro de valorizar a cultura e o talento dos artistas regionais”, disse o secretário municipal Álvaro Manzoni, de Cultura e Turismo.
Pela Praça José Ferlin e arredores, o público se divertiu assistindo a apresentações musicais e aproveitando a farta gastronomia, vinhos, espumantes e sucos de uva e, também, o artesanato local. A festa, aos pés da Igreja Matriz de São Francisco de Assis, padroeiro de Monte Belo, teve seu ponto alto na tarde de domingo (20) com a praça lotada por um público oriundo de quase todos os municípios da Serra, bem como turistas de outros estados. “As pessoas estavam carentes desse tipo de evento que vende um turismo sustentável, de experiência, que agrega valor ao nosso potencial turístico e movimenta a economia, principalmente dos empreendedores que neste ano vieram em maior número para apresentar seus negócios na praça”, afirmou Manzoni.

BARRACA DO CAPELETTI
Um dos empreendedores participantes do festival e fez grande sucesso foi a familia que comercializou capeletti e pastel fritos, entre outros pratos de um vasto cardápio. A costureira Eliane Baldasso fritava capeletti, caseiro, vindo de Carlos Barbosa, com a ajuda a nora Renata Facci, dona da banca, há duas edições. Até o meio da tarde de domingo já haviam vendido cerca de 270 quilos de capeletti. “É o carro chefe, tem muita saída”, conta ela, entre sorrisos de satisfação. A segunda iguaria mais procurada é o pastel de queijo, frito na hora por Lurdes Marchiori Faccin, mãe de Renata, A contabilidade indicava até às 16h deste domingo a venda de mais de 600 pastéis de carne e outros 300, aproximadamente, de queijo.

Lurdes Marchiori Faccin e Eliane Baldasso, crédito Silvestre Silva Santos

CUTELARIA AO VIVO
Quem chamou a atenção de boa parte dos visitantes do festival Vieni Vivere la Vita foi o cuteleiro Adelar Filippon, 61 anos. Com uma mini forja elétrica ele tornava ferro em brasa e martelava sobre uma bigorna, dando forma de faca a pedaços de mola e peças de ferro de várias origens. Ele conta que a cutelaria está na família desde o seu bisavô, que era ferreiro na Itália e veio para o Brasil em 1883, e que ele mesmo pratica a arte desde a infância. Com atelier no interior de Monte Belo do Sul, na linha Santa Bárbara, Filippon conta que as facas mais procuradas são as de churrasco, seguidas pelas que são utilizadas na cozinha para corte de carnes, verduras e legumes. Na feira deste final de semana ele fez boas vendas, mas não comentou números. “A procura por facas artesanais cresceu muito, a cutelaria artesanal está em alta, é moda”, diz.

Adelar Filippon, crédito Silvestre Silva Santos

Jenifer Vargas e Larissa Gabriel, crédito Silvestre Silva Santos

PRODUTOS COLONIAIS
Outra banca movimentada foi a de Larissa Gabriel, comercializando produtos coloniais como doces variados, chimias, compotas, figos in natura, queijos e salames, entre outros. Ela conta que sempre participa dos eventos em Monte Belo do Sul, município onde a família produz o que comercializa. A procura é grande principalmente pelas compotas, frutas naturais e doces que são colocados à venda. “A gente vende de tudo, mas nosso carro chefe são as chimias que produzimos o ano inteiro”, revela a dona do negócio.

CASAL COM FRIO
A terceira edição do Vieni Viveri la Vita teve, realmente, cara de outono. A temperatura não ultrapassou os 20 graus e o sol, tímido, disputava espaço no céu nublado. Esse contexto obrigou Rosalina Remus Favero, 88 anos, a se agasalhar fazendo do casaco uma touca, para amenizar o efeito do vento. Mas não a impediu de apreciar de perto a programação do Festival. Ela e o marido, Oli Francisco Favero, 90 anos, são moradores de Santa Tereza, e estavam na cidade vizinha para assistir, principalmente, às atrações musicais. “Nós viemos sempre porque a gente gosta de festa, de ver povo e das apresentações”, afirmou Oli.

Oli Francisco Favero e Rosalina Remus Favero, crédito Silvestre Silva Santos


PRÓXIMA EDIÇÃO
A agenda de eventos de Monte Belo do Sul tem como próximo destaque o ‘Polentaço’, no mês de maio, realizado desde 1996 e conhecido nacionalmente pelo tombo de uma polenta gigante, depois servida aos visitantes. Em novembro, está confirmada a quarta edição do Vieni Vivere la Vita, ainda como parte das comemorações alusivas aos 30 anos de Monte Belo.


QUEM EXPÔS

AGROINDÚSTRIA E ARTESANATO
1)Produtos Coloniais Gabriel
2 Senzafine
3)De Costa Cogumelos e Alho Negro
4)Casa Lovisa
5 Emporium Casa Nostra
6Cutelaria Filippon

GASTRONOMIA
1)Casa Olga
2)Café Faccin
3)Francesco Trattoria
4)Ristorante Nonna Metilde
5)Rota 444
6)Bello Sapore
7)Casa Biasotto
8)Confeitaria Benvenutti

VINÍCOLAS
1)Casa Fantin
2)Vinícola Vallebello
3)Famiglia Tasca
4)Casa Moro Vinhos Finos
5)Faccin Vinhos
6)Vinícola De Mari
7)Vinícola Calza
8)Somacal Vinhos e Licores
9) Casa Marques Pereira
10) Vinícola Monte Bello
11)Dom Riccardo Vinhos Finos

Crédito: Vagão Filmes, Augusto Tomasi/Gustavo Bottega e Marlove Perin

Colheita 2022 repete excelência da safra das safras na Vinícola Aurora

Com volume que chega a 66 milhões de quilos de uva, levemente superior ao registrado no histórico ano de 2020. Matéria-prima apresentou média de 1,6 grau Brix a mais em relação à última vindima. Destaque ficou para as variedades viníferas como as brancas Chardonnay e Riesling Itálico e as tintas Pinot Noir, Merlot e Cabernet Sauvignon

A produção foi realizada em 2,8 mil hectares de vinhedos de associados, localizados em 11 municípios da Serra Gaúcha, em um raio de 50 quilômetros Crédito: Zéto Telöken

O que parecia difícil de acontecer na mesma década acabou se confirmando com o término da colheita na Vinícola Aurora. Depois de um período de dúvidas que permeava a safra 2022 em função da estiagem que ainda acomete o Estado do Rio Grande do Sul e a Serra Gaúcha, a natureza, mais uma vez, demonstra toda a sua capacidade de recuperação. Aliada à tecnologia e a assistência técnica contínua junto ao produtor, a vindima deste ano entrega mais uma safra de excelência na maior cooperativa vinícola brasileira.
O volume chegou aos 66 milhões de quilos, um pouco acima ao registrado na safra das safras de 2020 e cerca de 27% menor em relação ao ano passado – que foi histórico pelo recorde de 91 milhões de quilos. Segundo projeções estaduais, a colheita na Aurora representará, aproximadamente, 12% da safra gaúcha (leia mais abaixo).
O enólogo-chefe da Vinícola Aurora, Flavio Zilio, classificou como excelente o grau glucométrico médio da uva nesta colheita, que é o índice que mensura a quantidade de açúcar em graus Brix. Segundo ele, todas as variedades tintas e brancas apresentaram nível de excelente de maturação, com uma média de quase 2 graus Brix a mais em relação à safra 2021.
“Seria injusto citar uma ou outra variedade como destaque, já que a qualidade de todas elas se apresentou de forma muito positiva. Nas tintas destaco a maturação fenólica que permitirá a extração de taninos em um nível muito bom para a elaboração de grandes vinhos. Já nos brancos, a sanidade da fruta foi algo que chamou muito a nossa atenção, tanto nas cultivares mais precoces como as tardias”, garante.
O enólogo valorizou a ocorrência de mais uma safra de excelente qualidade na mesma década. Zilio afirma que a tecnologia empregada na viticultura, o acompanhamento do corpo técnico em todas os ciclos da videira e as condições climáticas tem sido fundamental para a evolução da produção na cooperativa.
“São fatores que nos levam a crer que teremos grandes vinhos no mercado, frutos de mais uma safra histórica”, comemora.

Vinícola Aurora faz acompanhamento técnico junto aos associados para garantir sanidade e boa graduação da matéria-prima Crédito: Dandy Marchetti

Uma safra surpreendente
O coordenador Agrícola da Vinícola Aurora, Maurício Bonafé, lembrou que no início da colheita a preocupação com a seca fez com que os prognósticos acerca da safra deste ano fossem mais modestos. Entretanto, segundo ele, o trabalho preventivo que é realizado ao longo de todo o ciclo vegetativo citado por Zilio e o incentivo à irrigação por parte da empresa ajudaram a reduzir o impacto da estiagem.
“A melhor ferramenta para buscar formas de evitar possíveis situações adversas do clima, como é a que estamos passando constantemente, é a informação e como podemos minimizar o impacto de uma estiagem prolongada. A Aurora, junto com seu corpo técnico, busca todos os anos profissionais para falar sobre a situação do clima antes mesmo do início da brotação da videira. Com isso é possível antever as previsões climáticas e instruir os nossos associados da melhor forma”, explica o agrônomo.
Bonafé detalha que é feita a recomendação e o acompanhamento de plantio de espécies vegetais para cobertura verde sob as parreiras, adubações, podas e demais manejos que limitem os prejuízos.
“Quanto à irrigação, estamos indicando para muitos associados, mas a definição de instalação ou não está atrelada à disponibilidade de água em quantidade adequada na propriedade. A maioria das instituições bancárias são parceiras para financiamento, onde o projeto pode ser realizado pela Emater, com o auxílio dos agrônomos da própria cooperativa. Atualmente, cerca de 10% dos cooperados possuem sistema de irrigação”, estima o coordenador Agrícola da Aurora.

Variedades como Chardonnay, Riesling Itálico e Pinot Noir são produzidas na unidade de Pinto Bandeira e se apresentaram com ótima qualidade Crédito: Zéto Telöken

Cuidados no campo
Mesmo com a ajuda do clima para a incidência de mais uma safra que pode ser considerada histórica, vem do trabalho de assistência técnica aos cooperados as condições que permitiram a ótima qualidade da matéria-prima. Uma das ações é a análise das gemas das videiras, onde é possível identificar e prever itens como a sanidade dos cachos e volume que deverá ser produzido no próximo ciclo.
“Costumamos dizer que assim que termina uma safra já iniciamos o trabalho pensando na próxima colheita. Este estudo que fizemos das gemas nos dá uma previsibilidade maior quanto ao tipo de poda que deve ser feita e até mesmo produtividade de cada cacho. Nós simulamos em laboratório o ciclo completo da videira, que nos permite fazer esse levantamento das condições da próxima safra”, explica o agrônomo Bonafé.
O coordenador Agrícola da Vinícola Aurora também cita as pesquisas que são realizadas com variedades alternativas, sempre com o objetivo de levar novidades aos consumidores e extrair o potencial máximo de cada umas das microrregiões abrangidas pela cooperativa.

Volume representa 12% da safra gaúcha
A safra 2022 no Rio Grande do Sul deverá fechar com volume entre 600 e 650 milhões de quilos. Isso significa que a Aurora responde por, aproximadamente, 12% do total de uvas colhidas para processamento no Estado.
A produção da Vinícola Aurora foi realizada em 2,8 mil hectares de vinhedos de associados, localizados em 11 municípios da Serra Gaúcha – todos em um raio de 50 quilômetros das três unidades industriais da empresa, em Bento Gonçalves –, além dos 17,5 hectares de plantados na área da empresa em Pinto Bandeira.
Das 60 variedades produzidas pelos cooperados da Aurora, as primeiras uvas recebidas foram a Chardonnay e a Pinot Noir e as mais tardias foram as Moscatos, as Cabernets Sauvignon e Franc e a BRS Carmen.

Volume e qualidade da matéria-prima da vindima 2022 se assemelham à histórica safra 2020 Crédito: Zéto Telöken

Fecomércio-RS analisa perspectivas para a Páscoa e dá orientações para que comércio e consumidores tirem melhor proveito nas compras

Avanço da vacinação e melhoria nos indicadores da pandemia são sinais favoráveis, mas inflação e crédito mais caro devem limitar compra de ovos e favorecer itens de menor valor

Após dois anos de Páscoa atípica no comércio por conta das medidas mais restritivas contra a Covid-19, a Fecomércio-RS espera, neste ano, uma maior circulação de pessoas no comércio em busca de chocolates para presentear na data, mas alerta que a alta dos preços e a retração na renda das famílias deverá provocar a procura por itens de menor valor. Por isso, em sua avaliação econômica em antecipação à Páscoa, a entidade faz recomendações para que os vendedores possam aproveitar o potencial da data e para que os consumidores consigam utilizar seu orçamento de forma mais eficiente.
A previsão é que a alta nos custos da indústria para produzir chocolates irá refletir nas prateleiras: o cacau, o açúcar, as embalagens e a energia estão mais caros, bem como os royalties dos brinquedos que costumam rechear os ovos de Páscoa. Diante desse cenário, as indústrias devem reduzir a produção de ovos e os lojistas devem preparar os seus estoques com antecedência, experimentar novos fornecedores e fazer parcerias, recomenda a assessoria econômica da entidade.
Já o consumidor sofre com o crédito mais caro. Além disso, observa-se uma redução da massa real de salários, que em dezembro de 2021 foi 1,8% menor em relação ao mesmo período do ano anterior, apesar do aumento do nível de ocupação. A Fecomércio-RS recomenda uma pesquisa de preços, afinal em tempos de inflação as diferenças entre um estabelecimento e outro podem ser significativas. Além disso, o público pode diversificar a cesta do coelhinho adicionando itens como ovos pequenos, e principalmente com barras e bombons, que costumam ter um valor menor do que os ovos tradicionais pela mesma quantidade de chocolate. Quem não abre mão dos ovos recheados com doces ou brinquedos deve se preparar com antecedência: em um cenário de produção retraída, as opções podem ficar mais escassas à medida que a data se aproxima.
Para atrair um consumidor que está lentamente retomando o ânimo para as compras após dois anos atípicos, como demonstra o último ICF-RS (Intenção de Consumo das Famílias) que apontou um nível 32,8% mais alto do que no mesmo período do ano anterior, a entidade recomenda que os lojistas apostem em sua presença digital, preparem os times para o atendimento, pesquisem tendências, criem combos e facilitem as condições de pagamento, sem que isso prejudique o seu próprio fluxo de caixa.
A Fecomércio-RS ainda lembra que a Páscoa não é uma oportunidade apenas para quem vende chocolates: a data eleva a procura por outros itens alimentícios, como peixes, e por viagens, o que pode representar uma oportunidade para destinos turísticos gaúchos.

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Guia Descorchados confere mais de 90 pontos para cinco produtos da Vinícola Aurora

om garrafas numeradas e limitadas, espumante Gioia Sur Lie Nature I.P. Pinto Bandeira foi o rótulo mais bem classificado da Vinícola Aurora no Guia Descorchados, com 92 pontos. Este é o primeiro produto sur lie da empresa. Crédito: Eduardo Benini/Vinícola Aurora

Publicação mais importante do continente sul-americano destacou os rótulos Gioia Sur Lie Nature I.P. Pinto Bandeira, Aurora Extra Brut I.P. Pinto Bandeira, Aurora Millésime Cabernet Sauvignon, Aurora Chardonnay I.P. Pinto Bandeira e Aurora Procedências Brut Rosé

O mais importante guia de vinhos da América do Sul, o Descorchados, reconheceu novamente a qualidade dos produtos da Vinícola Aurora. Elencando desde 2018 a lista, pela primeira vez, cinco produtos da marca foram pontuados com notas acima de 90, sendo o destaque máximo para o espumante Gioia Sur Lie Nature I.P. Pinto Bandeira, com 92 pontos.
Comandado pelo jornalista e crítico chileno Patricio Tapia, a edição 2022 ainda distinguiu com excelentes pontuações o espumante Aurora Extra Brut I.P. Pinto Bandeira (91 pontos), o vinho Aurora Millésime Cabernet Sauvignon 2018 (91 pontos), o vinho Aurora Chardonnay I.P. Pinto Bandeira (90 pontos) e o espumante Aurora Procedências Brut Rosé (90 pontos).
O Guia Descorchados também concedeu aos mesmos rótulos os títulos de Melhores Espumantes Charmat, Melhores Superpreço de Espumantes, Melhores Espumantes Extra Brut, Melhores Pinto Bandeira, Melhores Brancos e Melhores Tintos.
Para Flavio Zilio, enólogo-chefe da Vinícola Aurora, entre os fatores que levaram a empresa a alcançar este excelente resultado estão os cuidados que nascem no campo, o acompanhamento técnico para uma matéria-prima de ótima qualidade, o manejo na cantina e a tecnologia aplicada durante a elaboração de cada produto. Ainda segundo ele, isso é reflexo da evolução da Aurora, que une a tradição de 91 anos com a inovação, que vai do vinhedo, passa pelos tanques e barricas, até chegar na mesa do consumidor.
“Essas pontuações acima dos 90 nos deixam muito felizes, especialmente por estarmos em meio a outros grandes produtores vitivinícolas da América do Sul. Sabemos da competência ímpar do Patricio Tapia, da importância e da idoneidade do Guia Descorchados e o que ele representa para o continente. Estamos no caminho certo, não podemos parar. Temos que continuar evoluindo”, avalia Zilio. “Além das notas, três dos nossos espumantes foram destaque também no quesito custo-benefício. É uma característica da Aurora elaborar rótulos de ótima qualidade a um preço acessível para o consumidor, e isso nos orgulha muito”, finaliza.

Os rótulos com mais de 90 pontos
92 pontos
– Espumante Gioia Sur Lie Nature I.P. Pinto Bandeira (Melhores Pinto Bandeira e Melhores Superpreço Espumantes)
91 pontos
– Espumante Aurora Extra Brut I.P. Pinto Bandeira (Melhores Extra Brut, Melhores Pinto Bandeira e Melhores Superpreço Espumantes)
– Vinho Aurora Millésime Cabernet Sauvignon 2018 (Melhores Tintos)
90 pontos
– Vinho Aurora Chardonnay I.P. Pinto Bandeira (Melhores Brancos e Melhores Pinto Bandeira)
– Espumante Aurora Procedências Brut Rosé (Melhores Charmat e Melhores Superpreço Espumantes)

Novo RG será digital e obrigatório veja o que muda e como emitir

O novo modelo de Carteira de Identidade foi anunciado pelo governo federal e deve ser implementado em breve

Aguardada a alguns anos, o governo federal anunciou o novo modelo de Carteira de Identidade Nacional (CID), uma espécie de novo RG que reunirá diversos documentos como CNH, CPF, RG, PIS/Pasep dentre outros em apenas um documento.
O novo RG servirá também como um documento de viagem pelos países do Mercosul, tendo em vista que o novo documento estará seguindo o padrão internacional, com o código MRZ (Machine Readable Zone). Todavia, nos demais territórios fora do Mercosul, ainda será necessário a apresentação do passaporte.

Novo RG
O novo RG tem como objetivo simplificar a vida dos cidadãos criando um cadastro único para os brasileiros. Onde, o novo documento utilizará o CPF e um QR Code para que seja realizada a identificação eletrônica de forma online e offline dos brasileiros.
Logo, a partir da emissão do novo documento, os brasileiros estarão livres da necessidade de andar tanto com o RG quanto com o CPF ou ainda qualquer outro documento que seja apresentado no novo RG digital.
A documentação será constituída através de dados pessoais e biométricos do cidadão (foto do rosto e digitais de todos os dedos das mãos).
O RG digital terá um visual único para todos os cidadãos do país, o documento também deve ter um tamanho reduzido e será emitido tanto em papel como temos atualmente nos outros documentos como uma versão digital.
Outra vantagem para o novo documento é a implementação de diversas camadas de segurança, sendo assim, além de simplificar a vida do brasileiro, o novo documento também reduzirá significativamente o número de falsificações de documentos.

Como emitir o novo
A emissão do novo RG digital será expedida pelas secretarias de Segurança Pública dos estados e Distrito Federal, que serão responsáveis pela distribuição do documento de forma gratuita à população.
s secretarias têm o prazo de até 3 de março de 2023 para implementar todas as mudanças para a emissão do novo RG digital, todavia, alguns estados como Minas Gerais devem começar a emitir os primeiros documentos ainda no primeiro semestre deste ano.
Apesar dos estados terem um prazo para implementação, o governo já desenhou como funcionará o processo de emissão do novo RG digital, que deve seguir os seguintes passos:
Passo 1: recolher as impressões digitais dos brasileiros que serão inseridos na BDCN (Base de Dados de Identificação Civil Nacional).
Passo 2: Após cadastramento biométrico o cidadão deverá baixar o aplicativo DNI (Documento Nacional de Identidade), para realizar um pré-cadastro (app ainda não disponível).
Passo 3: Após o pré-cadastro a operação será finalizada em um ponto de atendimento físico ou virtual das secretarias de Segurança Pública.

O que fazer com o RG atual
O documento de identidade atual ainda será valido, validade esta que será de 10 anos para os cidadãos que possuam até 60 anos de idade. Já para os idosos acima dos 60 anos, o atual RG continuará valendo por um período de tempo indeterminado.

Resumo de mudanças
No geral, o novo RG digital contará com as seguintes mudanças:
•Número usado para o registro do novo documento será o do CPF;
•A autenticidade poderá ser checada por QR code, inclusive ‘offline’, sendo assim, apenas o CPF será considerado;
•O RG não substitui o passaporte;
•O novo documento poderá ser considerado apenas em viagens internacionais a países do Mercosul, a mudança é para facilitar a verificação da validade do documento;
•A população também terá acesso à carteira de identidade digital pelo Gov.br;
•Quando for emitida uma carteira de identidade em uma unidade da federação diferente daquela onde foi feita a primeira, ela passa a ser considerada segunda via;
•O documento contará com o código MRZ, o mesmo emitido em passaportes;
•Além disso, o cidadão poderá optar por incluir informações de saúde em seu documento no momento da emissão como o grupo sanguíneo, se é doador de órgãos e informações sobre casos particulares de saúde, que possam contribuir para salvar a vida do cidadão;
•O visual do documento também será único para todo o país.

Projeto de Lei que institui a Carteira de Identidade do Empreendedor Rural é aprovado

Crédito da foto: Joel Vargas

Com 36 votos favoráveis e oito contrários, o plenário da Assembleia Legislativa aprovou, na terça-feira (15), o Projeto de Lei 274/2021, que institui a Carteira de Identidade do Empreendedor Rural. A iniciativa é de autoria do deputado estadual Clair Kuhn (MDB).
De acordo com o parlamentar, a proposição atende uma antiga reivindicação da classe trabalhadora rural e quer simplificar e agilizar a vida do homem e da mulher do campo. Além de integrar vários documentos em um só, a Carteira de Identidade do Empreendedor Rural irá agregar a tecnologia da certificação digital.
“Trata-se de um documento, com foto, que irá unificar todos os demais já existentes do agricultor. Queremos facilitar a vida do nosso produtor rural, para quando quiser acessar, por exemplo, um Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), não precise mais carregar um calhamaço de documentos provando que ele é agricultor porque vai estar no chip da carteira digital todas as informações necessárias”, explicou o deputado Clair.
A adoção do documento único será facultativa. A Carteira do Empreendedor Rural será emitida pelos sindicatos rurais, cooperativas e organizações civis sem fins lucrativos. O documento viabilizará a emissão, via internet, de nota fiscal eletrônica de produtor rural; guia eletrônica de transporte de animais; nota eletrônica de serviços; e operações financeiras.
Atualmente, são mais de 760 mil produtores rurais ativos. De acordo com o parlamentar, até o momento, não há documento, com foto, que identifique o agricultor perante terceiros. A ideia é incentivar os órgãos da área agropecuária (cooperativas, instituições, sindicatos e organizações públicas) a desenvolverem novos produtos e serviços voltados ao produtor, inclusive em ambiente online, possibilitados pela existência de um cadastro informatizado com a Carteira de Identidade do Empreendedor Rural.
“Não é pelo tamanho do agricultor, pela propriedade que o produtor tem, que definimos se ele é ou não empreendedor. Se ele tem o bloco do produtor ele é sim empreendedor rural. E este projeto coloca o pequeno, médio e grande no mesmo nível. Precisamos ser inovadores e facilitar a vida do agricultor que tem muito o que fazer na sua propriedade e não pode perder tempo indo e voltando com documentação embaixo do braço”, completou o deputado Clair Kuhn.

De mãe para filha

Conheça a história de Marilene e Janaina, mãe e filha unidas pelo mesmo sonho na área da beleza

O mercado de Beleza está em constante transformação. Durante a pandemia, foram muitos os salões e profissionais autônomos que precisaram se adaptar à nova realidade. Apesar do cenário, o momento é ideal para quem busca de um aperfeiçoamento, uma nova profissão ou quer ir atrás dos seus sonhos. Marilene Sangalli, 56 anos, sempre sonhou em trabalhar na área da Beleza. Desde pequena, já fazia as unhas e os cabelos de suas irmãs. Nascida em Ibiraiaras (RS), ao se mudar para Carlos Barbosa, encontrou, no Senac Bento Gonçalves, uma maneira de realizar seu sonho. Foi quando, em 2003, procurou a escola e conheceu o curso de Cabeleireiro. Entretanto, já atuante na profissão depois de formada, seu sonho não parou por aí. Sua filha, Janaina Baldasso, disse aos 12 anos: “mãe, quero fazer curso de manicure”. Espantada, Marilene respondeu que ela tinha apenas 12 anos. Mesmo assim, aquilo foi um incentivo. Pelo fato de estar sempre com a mãe, Janaina frequentava o salão desde pequena.

Entre outros sonhos profissionais, como auxiliar de dentista ou veterinária, a filha sempre via sua atenção voltada ao salão da mãe. Por isso, chegou a cursar as formações de maquiagem e design de sobrancelhas, mas ainda não era o que realmente queria. “Certa vez ela me falou: acho que gostaria de fazer cabelo, igual a você;”, conta Marilene. Dessa forma, Janaina foi incentivada a realizar um curso profissionalizante. Já presente na vida da família, a escolha foi o Senac. Aos 22 anos, em dezembro de 2021, também se formou no curso de Cabeleireiro da escola. “Para mim, é um orgulho, uma alegria imensa. Poder estar junto com ela é o mais importante. Os anos vão passando e o salão continuará, pois sei que tem uma pessoa que assumirá o meu trabalho. Tenho certeza que ela é e será uma ótima cabeleireira. O pessoal está gostando bastante do trabalho dela”, comenta Marilene. “Trabalhamos juntas há cerca de 11 anos e seguir os passos da minha mãe me dá ainda mais confiança no trabalho, pois tenho uma profissional para me espelhar e ir em busca de novos conhecimentos”, destaca Janaina, que vê a área em grande expansão por sempre haver espaços para salões e clínicas de beleza, assim como a prontidão de muitas pessoas para as mudanças necessárias do setor. Assim como Marilene e Janaina, os interessados na área da Beleza do Senac Bento Gonçalves podem obter mais informações pelo site www.senacrs.com.br/bento, pelo telefone (54) 3452-4200 ou WhatsApp (54) 99255-7649. A escola fica localizada na rua Saldanha Marinho, 820, no bairro Centro.