Fiducia Corretora de Seguros 28 anos de história

Uma história de sucesso: assim pode ser descrita a trajetória da Fiducia Corretora de Seguros, atuando no mercado desde 1994. Atualmente conta com nove escritórios totalmente estruturados, sendo oito na Serra Gaúcha e um em Porto Alegre.
A Fiducia também possui frota de veículos própria, o que possibilita um atendimento rápido e eficiente, tanto para contratação de seguro quanto em caso de sinistro, podendo ser acionada 24 horas por dia. Além disso, possui uma equipe de profissionais experientes e capacitados, sempre disposta a oferecer o seguro mais adequado às necessidades dos clientes. A Fiducia atende em vários ramos de seguros, desde os mais tradicionais como veicular, residencial e seguros mais específicos, como é o caso do Seguro Agrícola.
A Fiducia é considerada uma das Corretoras pioneiras no Rio Grande do Sul no ramo de Seguro Agrícola, com 22 anos de experiências em safras, desde 2001. O início de tudo foi com o seguro de uvas, ainda hoje seu carro chefe, porém nos últimos cinco anos foram feitos investimentos para atender também a demanda no seguro de lavoura de grãos.
Para a especialista em Seguro Agrícola da Fiducia, Viviane Giordani Coser, “hoje, o produtor não pode mais simplesmente investir um ano todo de trabalho e dinheiro contando com a sorte. O seguro agrícola se tornou fundamental e indispensável para a saúde financeira da propriedade. O seguro não impede a ocorrência das adversidades climáticas, mas minimiza os prejuízos causados por elas. Devemos ver o seguro agrícola como a primeira linha de defesa do agricultor em relação às mudanças climáticas. À medida em que os desafios para os produtores rurais continuam a crescer, o seguro é como uma rede de segurança, que é cada vez mais importante para a estabilidade do Agro Nacional. O ano de 2021 foi muito difícil para a agricultura, com dois momentos marcantes e dramáticos: um por causa do clima (aqui na região Sul a estiagem) e outro econômico; então se o produtor não tem uma segurança ele desanima e acaba abandonando a atividade, precisamos de equilíbrio para que o produtor permaneça na atividade”, afirma Viviane.