Manejo das plantas de cobertura do solo será o foco da Emater/RS-Ascar no Vitis Aurora

De 25 a 27 de maio, as novidades tecnológicas para o setor vitícola estarão em destaque na 6ª edição do Vitis Aurora, promovido pela Cooperativa Vinícola Aurora, com apoio da Emater/RS-Ascar, Embrapa Uva e Vinho e Prefeitura de Pinto Bandeira. A feira acontece das 9h às 17h, no Centro Tecnológico de Vitivinicultura Aurora, em Pinto Bandeira.
Voltado para agricultores, estudantes e profissionais da área da Agronomia, o Vitis Aurora terá duas palestras técnicas a cada dia (às 10h30 e 13h), entre elas sobre sistema de irrigação e linhas de crédito para viticultura, com o extensionista da Emater/RS-Ascar Douglas Corso, além de demonstrações de novas técnicas e tecnologias no manejo e cultivo da videira, e de expositores de máquinas, implementos, mudas e fertilizantes, entre outros.
A Emater/RS-Ascar terá um estande no local, onde extensionistas irão demonstrar e explicar o manejo das plantas de cobertura do solo nos parreirais. O extensionista da Emater/RS-Ascar Enio Ângelo Todeschini explica que o manejo e conservação do solo e da água é uma das prioridades da Aters na região, e por isso o tema sempre está presente nos eventos. “As plantas de cobertura têm reflexos na proteção do solo contra a erosão, pois as perdas de solo, adubos, sementes ou calcário, empobrecem a terra e o assoreamento de mananciais de água. A introdução de plantas de cobertura resulta no incremento de matéria orgânica, que é a base da vida microbiana no solo”, esclarece.
A Emater/RS-Ascar também está mobilizando agricultores para viagens técnicas ao evento, que serão patrocinadas pela Sicredi, de municípios de diversas regiões do Estado. Informações sobre a feira podem ser obtidas pelo telefone (54) 3455-2032, com o setor agrícola da Aurora.

Tratores Tramontini Antonio Carraro para toda família

“Empoderada”, é assim que Diva Marcolim Flamia se define ao operar os tratores Tramontini Antonio Carraro para ajudar o esposo nas tarefas da lavoura

Ao chegar à propriedade da família Flamia na Linha Ferri, interior de Bento Gonçalves, o casal recebe a nossa reportagem. Quem apresenta todas as atividades desenvolvidas ali e conhece cada detalhe da produção é Dona, 55 anos, agricultora e esposa de Auri Flamia 59 anos.
Vindos de uma tradição familiar na viticultura a família investiu no trator de montanha da Série 5800 da Tramontini Antonio Carraro. O supercompacto de 50 cv se adapta a diferentes exigências e chega para atender necessidades específicas dos pomares, vinhedos, cafezais, aviários, etc.
A família tem 16 hectares de vinhedos e toda a estrutura foi adaptada para ser trabalhada com o trator, que já são dois! Os produtores explicaram que topografia da região, onde estão seus vinhedos, tem muita subida e a tração do trator é 4×4 integral, o que traz segurança e confiabilidade nas manobras. “Aprendi a dirigir o trator,
porque eu quero trabalhar nas minhas terras. Isso faz eu me sentir empoderada.
Minha intenção não é competir  com os homens, nem ganhar deles, mas trabalhar junto com eles” agregando valor ao negócio, diz Diva.


Jornal Gazeta News: O que mudou na vida de vocês depois que viraram clientes da Tramontini através da aquisição do trator com tecnologia da Italiana Antonio Carraro?
Diva e Auri Flamia: Melhorou a qualidade do trabalho, tivemos mais tranquilidade pela segurança que o trator nos proporciona.


Jornal Gazeta News: A empresa sempre cumpriu com o prometido?
Diva e Auri Flamia: Sim cumpriu e cada vez vem ofertando tratores melhores com mais conforto e segurança.

Jornal Gazeta News: Que cuidados vocês têm com seu trator para que ele tenha maior durabilidade?
Diva e Auri Flamia: Faço as revisões em dia, nos períodos certos e realizo as manutenções periódicas mantendo o trator em condições de funcionamento. Desde o momento da entrega do trator o técnico nos deu dicas de revisões para a longevidade da máquina.

Jornal Gazeta News: Como está o trator TN 6400 Major, mais antigo?
Diva e Auri Flamia: O trator está bom, com 1800 horas e manutenção em dia. As revisões são feitas conforme o manual. Estar em dia com a manutenção da máquina vem nos garantindo maior durabilidade, redução de despesas com manutenção e, principalmente, minimiza o risco de a máquina quebrar durante períodos importantes como o de pulverização e da colheita da uva.

Jornal Gazeta News: De uma maneira geral, como o vocês avaliam os sistemas de segurança do trator Tramontini Antonio Carraro? Diva e Auri Flamia: O trator tem estabilidade ao transitar em terrenos acidentados e facilidade de circulação em parreirais com subidas. Aqui na nossa região é muito comum termos morros e espaços reduzidos, com o trator conseguimos fazer as manobras com segurança, conforto e a qualidade de operação.

Jornal Gazeta News: Precisaram de pós-venda? Foram bem atendidos?
Diva e Auri Flamia: Tivemos sim o pós-venda, nos sentimos lembrados e valorizados
pela marca. Sempre fomos bem atendidos. Sinceridade e transparência são o que os
clientes esperam de uma empresa, na Tramontini temos isso.

Jornal Gazeta News: Você confia na Tramontini Antonio Carraro?
Diva e Auri Flamia: Sim confiamos, porque temos um bom atendimento e sinceridade.

Jornal Gazeta News: O senhor hoje tem confiança para indicar o trator Tramontini Antonio
Carraro para outro produtor?
Diva e Auri Flamia: Tenho confiança sim. O trator Tramontini Antonio Carraro, que é um trator de montanha é muito superior aos outros maquinários convencionais porque transita em morros, oferecendo segurança.
Um dos diferenciais do trator TRX 5800 é a reversibilidade. De forma fácil e prática, o próprio operador pode, em uma ação rápida, mesmo durante a lida no campo, girar o “cockpit” invertendo banco, painel, direção e pedais, sem precisar manobrar o trator para dar continuidade ao serviço, conforme a demanda de trabalho.

MOTOR
O modelo compacto, com motor Yanmar 50 HP, possui a mesma transmissão traseira antes utilizada, somente, em tratores mais potentes, com motores de 70 HP a 90 HP. A caixa é sincronizada, com 24 velocidades, sendo 12 para frente e 12 para trás (com opcional de 32 velocidades), com inversor sincronizado. “Ele tem mais lastro e robustez, é um híbrido entre outros dois modelos de produtos, o TN 5800 Major e o TRX 7800 explica o gerente de vendas,
Everton Coutinho. O Sistema hidráulico possui bomba de 16 cm cúbicos, que proporciona vazão de 43 litros por
minuto. Além disso já vem com radiador de óleo, um item inovador para um trator desse porte.
RENDIMENTO
“Outra novidade é a opção tomada de potência (TDP) econômica, que o operador pode selecionar em uma situação em que não há demanda por tanta força. Isso deve resultar em economia de combustível na hora do trabalho, quando estiver em condições normais”, completa Jardel Bittencourt, gerente de pós-vendas e engenharia. “Para acionar a TDP basta pressionar um botão, independente, situado no painel do veículo. É fácil de fazer e simples de
desligar”. Ainda no painel, há a opção de bloqueio da tração traseira, que pode ser acionada a qualquer momento, com o simples toque de um botão, mesmo em situações de risco. O bloqueio do eixo dianteiro permanece sendo acionado por pedal.
SEGURANÇA
Os tratores de montanha Tramontini Antonio Carraro são compactos, baixos e têm estabilidade ao transitar em terrenos acidentados e facilidade de circulação em parreirais e entre pomares de frutas, situações muito comuns em regiões como a Serra gaúcha. Algumas características presentes nos modelos da marca: são isodiamétricos, com pneus do mesmo tamanho, já havendo disponibilidade de um modelo com rodas desiguais, que possui a mesma
essência necessária para garantir os diferenciais dos tratores de montanha; têm tração realmente 4 x 4. Também possuem baixo centro de gravidade, com o peso distribuído na altura das rodas.
O sistema “ACTIO”, permite que trabalhem com 15 graus de articulação horizontal entre os eixos dianteiro e traseiro, o que faz com que todas as rodas permaneçam no chão, mesmo em terrenos acidentados. Além disso, têm bloqueio dianteiro e traseiro.
O gerente comercial da Tramontini, Everton Coutinho, explica que a possibilidade de realizar manobras, em espaços reduzidos, vem abrindo novos mercados. “Nossos tratores têm maior agilidade em manobras com raio de giro muito pequeno, por isso, além das culturas perenes, estamos entrando bem no mercado de produção de aves. Existe uma demanda para tocar implementos muito pesados dentro de aviários, que são imensos, mas não havia trator adequado. Nossa máquina não é mágica, é resultado de um processo de engenharia muito pensado. Ela oferece segurança e facilita o trabalho do produtor, também em situação de risco, o que é um diferencial”. Com estrutura reforçada, apesar de compacto, o novo modelo da Série 5800 tem peso médio de 2200 kg.. E, mesmo com lastro, mantém a característica de menos peso atrás e mais peso na frente, suportando até 3,5 toneladas de lastro, com implementos, devido à sua robustez traseira, podendo o operador adequar os lastros ao seu perfil de trabalho. “Quando o operador, por exemplo, coloca um pulverizador ou uma carreta, a plataforma toda fica no chão. É uma grande ferramenta para manter o trabalho, normalmente, em locais montanhosos. Tudo isso sem compactar o solo, mas facilitando todo o trabalho a campo”, explica Everton.
Os técnicos também destacam que enquanto um trator agrícola convencional opera, no limite, a 12 graus de inclinação, os tratores desse modelo podem ser usados em locais com até 25 graus de inclinação e oferecer total segurança.

PEÇAS DE REPOSIÇÃO
Em relação às peças de reposição e manutenção, a Tramontini afirma que a empresa atende integralmente qualque necessidade dos clientes. Além disso, o departamento de engenharia da empresa já trabalha no desenvolvimento de componentes nacionais que estão sendo gradativamente adicionados aos tratores italianos.

REVISÕES
O trator Tramontini Antonio Carraro da Série 5800 traz também, vantagem nas revisões do veículo. A primeira, com 50 horas, é oferecida gratuitamente pela própria Tramontini. A segunda, com 200 horas e a terceira, com 400 horas, são só do motor, o que significa custo bem mais em conta. A revisão da transmissão, com troca de alguns filtros e óleos de distribuição, só será necessária em 600 horas de uso. Nas próximas 2 revisões seguintes,
seguem somente a vistoria no motor e assim por diante.

PARCERIA
A parceria entre a centenária empresa italiana, líder mundial na comercialização de tratores de montanha com a brasileira Tramontini foi fechada em 2016, as primeiras vendas começaram no ano seguinte. A estrutura básica vem pronta da Itália e parte da montagem é finalizada na fábrica de Venâncio Aires .Mais que um trator a Tramontini afirma que vende um conceito, por isso seu cuidado tão grande com o pós-venda.
Com profissionais treinados atende diretamente os produtores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Minas Gerais, onde tem maior atuação. Com quase 1.000 máquinas vendidas, entende ser um trabalho contínuo que, certamente, vai trazer cada vez mais frutos para o mercado brasileiro e para os agricultores, com ganho de produtividade, maior conforto e segurança aos operadores.

TRAMONTINI
A Tramontini Máquinas atua nos segmentos Elétrico, Náutica, Geração de Energia, Motores, Máquinas, Jardinagem, Microtratores e Tratores. A empresa foi fundada em 1984 por Derci Tramontini, um apaixonado pelo setor agrícola e por máquinas, que faleceu no mês de em janeiro/2021, aos 87 anos.

Bewine Resort: lançado o maior parque temático do vinho do mundo

Com a proposta de potencializar o turismo de luxo na Serra Gaúcha, empreendimento será construído em Bento Gonçalves, no Vale dos Vinhedos, com investimento de R$ 300 milhões

Imagens do Bewine | Crédito OSPA

Vivenciar um mundo de experiências únicas para aproveitar a vida, aguçar os sentidos e eternizar momentos. O Bewine Resort nasce sendo referência no turismo de luxo com a proposta de oferecer, para cada momento, uma intensidade de exclusividade no empreendimento que integra o complexo hoteleiro e temático do vinho que será construído no Vale dos Vinhedos, a ‘Toscana Brasileira’, no município de Bento Gonçalves, na encantadora Serra Gaúcha. O lançamento que despertou os sentidos de um seleto grupo de convidados, autoridades e imprensa ocorreu na noite de segunda-feira (06), no Santorini Garden, e foi transmitido pelo canal do YouTube do Bewine.
O projeto, que é referência global em experiências imersivas de entretenimento e hospedagem conectadas ao universo do vinho, surge sendo considerado o maior do mundo no segmento. Os números comprovam isso: terá uma piscina com maior borda infinita do planeta, com 190 metros lineares; e a maior adega vertical do mundo, com 11 andares (sendo dois no subsolo) e capacidade para mais de 18 mil garrafas de vinho, com foco voltado à bebida nacional.
Foodmarket com praça de alimentação gourmet, restaurante exclusivo no skyglass com vista panorâmica de 180° do Vale dos Vinhedos e rooftop suspenso também integram a estrutura do complexo minuciosamente pensado para o lazer da família. Afinal, quanto custam as férias? O Bewine oferecerá experiências por meio do sistema de multipropriedade, quando a aquisição é feita uma única vez e o cliente torna-se dono do apartamento, podendo usufruir de outras estruturas conveniadas em todo o mundo.
O Bewine Resort é um empreendimento distinto, com design único, anexo ao parque temático, e será gerido pela Wyndham, a maior empresa hoteleira do mundo. Serão 421 unidades, todas com varanda privativa, divididas em três tipos – a Deluxe Suite Terrace, a Premier Suite Terrace e a Luxury Suite Terrace, essa com piscina com borda infinita privativa. Bar, Espaço Fogo, spa, centro de convenções, área fitness, espaço para crianças e adolescentes e quadra poliesportiva poderão ser usufruídos pelos hóspedes no empreendimento. Um heliponto com aeronave própria ofertará passeios panorâmicos e fará, mediante agendamento, a ligação com os aeroportos de Caxias do Sul e Porto Alegre.
O hotel foi projetado para interagir com o relevo, de forma que seja integrado com a paisagem vitícola do Vale. Nele haverá um elevador inclinado, com trilhos, onde serão contadas as histórias do Vale dos Vinhedos e do empreendimento de uma forma bem tecnológica. Outra atração para despertar um novo sentido por meio de experiências exclusivas.

Imagens do evento – Crédito Luís Henrique Bisol

O mundo do vinho é infinito
O parque foi idealizado para aumentar exponencialmente a circulação de turistas na Serra Gaúcha que são apaixonados por vinhos e que priorizam momentos únicos. O maior jardim suspenso do mundo percorrerá os quase 2 quilômetros de extensão do complexo. Além disso, uma praça com atividades e espaço para shows que comportarão até 6 mil pessoas são atrativos do empreendimento que terá uma área com dança das águas, ao estilo do hotel Bellagio, em Las Vegas (EUA).
A proposta do Bewine Resort é totalmente diferenciada. A estrutura foi propositalmente pensada para ser hi-tech e interativa. Por meio da tecnologia, será possível proporcionar aos hóspedes uma volta ao mundo quando o assunto for vinho por meio de experiências sensoriais. Um museu interativo fará com que o público se sinta como se estivesse caminhando por uma colina na Toscana, sentindo a brisa do Pacífico na costa do Chile ou o calor da Califórnia no Napa Valley – despertando sentidos.
Na Universidade do Vinho, que contará com um anfiteatro, serão ministrados cursos e palestras, com imersões em microrregiões vitivinícolas do mundo, sendo concedidos certificados por meio de parcerias com entidades representativas do setor. No espaço Terroirs do Mundo serão apresentadas três dimensões: Velho Mundo, Novo Mundo e Novíssimo Mundo, que também contarão com suporte tecnológico para serem apresentadas as mais variadas regiões produtoras, despertando o conhecimento nos apreciadores da bebida.

Sócios

VGV de R$ 1,3 bilhão
O Bewine Resort foi incorporado pela Wyndham Hotels & Resorts, a única empresa internacional que administra hotéis de multipropriedades no Brasil, em setembro de 2021. A assinatura do contrato ocorreu durante a edição do Adit Share em Atibaia (SP). O parque ocupará 16 hectares às margens do Km 16 da ERS-444, em Bento Gonçalves, e terá mais de 60 mil m² de área construída.
O complexo foi dividido em três fases, sendo a primeira etapa programada para ser entregue 36 meses após o início das obras pela Andora Construções (a estimativa é o segundo semestre de 2022). Em 48 meses será concluída a segunda fase e, em 60 meses, a terceira e última.
O empreendimento custará mais de R$ 300 milhões, sob responsabilidade de um grupo de investidores holandeses. O Valor Geral de Venda (VGV) é de R$ 1,3 bilhão. A previsão é que sejam gerados mais de 2,4 mil empregos diretos e indiretos em Bento Gonçalves, favorecendo o desenvolvimento econômico da região. O projeto arquitetônico está devidamente aprovado pela Prefeitura de Bento Gonçalves, estando agora em fase de incorporação.
O sistema de multipropriedade será administrado pela RCI, um braço da Wyndham. A formatação de venda está pronta e será divulgada em momento oportuno, com o lançamento de dois pontos comerciais, em Gramado, na Serra Gaúcha; e em Balneário Camboriú (SC). A RCI administra 4,3 mil hotéis em mais de 100 países, totalizando 750 mil opções de hospedagem. Atualmente, são mais de 4 milhões de usuários. Após o início das obras, uma unidade decorada será montada junto ao Vale dos Vinhedos, ampliando o leque comercial presencial, além da plataforma on-line.

Sobre a Andora Construções
A Andora Construções executa obras nas mais diversas áreas, seja corporativa, residencial, industrial ou comercial em todos os formatos, entre eles: design & build, fit out e retrofit, em todo o território nacional. A Andora Construções está localizada em Porto Alegre.

Sobre a Wyndham Hotels & Resorts
A Wyndham Hotels & Resorts é a maior empresa de franquia de hotéis do mundo em número de propriedades, com mais de 9 mil hotéis em quase 95 países em todos os continentes. Por meio da rede de mais de 797 mil quartos, a Wyndham tem presença líder nos segmentos econômicos e midscale da indústria de hospedagem. A empresa opera um portfólio de 21 marcas de hotéis e também é fornecedora de serviços de gestão hoteleira.

Associados participam da 44ª Expointer

 

Uma das mais importantes feiras, a 44ª Expointer, contará com a presença de quatro associados da Cooperativa Santa Clara. O evento que ocorre no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, será realizado de 04 a 12 de setembro.
Na Raça Holandesa, os associados: Itamar Tang, de Farroupilha, levará 13 animais e Mateus Bazzoti, de Ponte Preta, irá com 14 animais. Já as raças Gir Leiteiro e Girolando será representada pelo associado José Amaral, de Caxias do Sul. A programação do gado leiteiro contará com julgamento em ambas as raças e concurso leiteiro na raça Holandesa. A Santa Clara também marcará presença na Casa da Indústria de Laticínios, espaço do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados (Sindilat/RS).
A 44ª Expointer contará com a presença do público, limitado a 15 mil visitantes por dia, e com rigorosos protocolos de saúde para garantir a segurança de visitantes e trabalhadores. Além disso, o uso de máscara será obrigatório e os ingressos serão vendidos antecipadamente pela internet. Já os portões de acesso ao parque ficarão abertos das 8h às 19h30.
Sobre a Cooperativa Santa Clara
Em 2021, a Santa Clara completou 109 anos de história, o que a faz a mais antiga cooperativa de laticínios em atividade no Brasil. A sua sede está localizada no município de Carlos Barbosa e está presente, através de seus mais de 5 mil associados, em mais de 135 municípios gaúchos, atuando nos ramos de Laticínios, Frigorífico, Fábrica de Rações, Cozinha Industrial, Farmácias e 27 unidades de varejo, entre supermercados e mercados agropecuários, nos municípios onde possui associados.

Valle Rustico promove edição especial do Cozinha Na Natureza

Chef Rodrigo Bellora convida chef Jorge Curi para almoço “Do Mar à Montanha”

R$230 por pessoa, a partir das 10h30min Foto: Divulgação

No feriado do dia 07/09, o Valle Rustico promove mais uma edição do almoço Cozinha Na Natureza, um encontro especial que, se o tempo colaborar, ocorre na varanda e jardim do Valle Rustico.
O chef Rodrigo Bellora cozinhará ao lado do chef Jorge Curi, de Pelotas, para um menu com a temática de frutos do mar. O almoço ainda inclui degustação de espumantes que serão apresentados pela Asprovinho, de Pinto Bandeira. “O Cozinha Na Natureza é um projeto que além de apresentar uma fusão gastronômica, me traz a oportunidade de cozinhar ao lado de chefs que são meus grandes amigos, como é o Jorge”, conta Bellora. Os lugares são limitados.
O menu Um misto de Cozinha de Natureza, do chef Rodrigo Bellora com a Fusão Latina, do chef Jorge Curi. É isso que se pode esperar desta edição do evento. O menu será de oito etapas e todos os preparos também terão versões para vegetarianos.

Jorge Curi Foto: Divulgação

Chef convidado
Natural da praia do Cassino (Rio Grande), Jorge Curi está à frente dos restaurantes Madre Mia e Nave, além dos negócios Maledeta Pizza e Mordomia, em Pelotas. Com uma trajetória de mais de 13 anos na gastronomia, Jorge Curi passou por cozinhas internacionais na Inglaterra, Portugal e Havaí, de onde trouxe inspirações e referências para criar sua gastronomia inquieta no Sul do Brasil.
Ele defende os ingredientes da sua região como um manifesto em relação ao consumo e valorização de peixes e frutos do mar gaúchos, e traz o frescor de produtos selecionados para o Cozinha Na Natureza. “O Bellora faz um trabalho de divulgação da cultura gastronômica gaúcha de uma maneira maravilhosa, e nesse encontro quero evidenciar os frutos do mar do Sul do estado que pouco são divulgados”, destaca.
Serviço:
Onde: Valle Rustico (Via Marcílio Dias – Garibaldi/Vale dos Vinhedos)
Quando: 07/09
Horário: A partir das 10h30min
Quanto: R$230 por pessoa.
O que inclui: almoço + degustação de espumantes realizada pela Asprovinho, de Pinto Bandeira com rótulos das vinícolas Cave Geisse, Don Giovanni, Valmarino e Aurora.
Informações e reservas: @vallerustico ou pelo whats (054) 9.8123.0080

Atenção à poda da videira é a recomendação do Boletim Agrometeorológico da Serra Gaúcha

A previsão é de uma excelente brotação em função do prognóstico de frio Foto: VIviane Zanella

Se o frio e as chuvas seguirem a previsão, os produtores terão que dar uma atenção extra na hora de realizar a poda, pois o frio já acumulado e o que ainda está por vir, até o final do inverno, irão possivelmente garantir uma excelente brotação. Por isso, será necessário equilibrar a capacidade de produção e o vigor das plantas, segundo orientação divulgada por pesquisadores da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) e da Embrapa Uva e Vinho na edição de julho do Boletim Agrometeorológico da Serra Gaúcha.
Recomendações de como fazer a poda e garantir uma produção são detalhadas no Boletim pelo pesquisador Henrique Pessoa dos Santos, da Embrapa Uva e Vinho. Ele orienta que a poda é uma prática de manejo importante e que a escolha, a posição e o número de gemas férteis a serem mantidas permitem atingir uma frutificação e produção de qualidade, sem comprometer a vida útil da videira. A poda também irá auxiliar, de modo indireto, nos tratos culturais, ao restringir o vigor e possibilitar uma maior abertura do dossel vegetativo, garantindo maior incidência de radiação solar, aeração e eficiência dos tratamentos fitossanitários.
Para Amanda Junges, pesquisadora da SEAPDR e uma das autoras da publicação, o prognóstico de ocorrência de temperaturas do ar e chuvas ligeiramente acima da média, especialmente em setembro, exigem atenção quanto ao manejo fitossanitário. As orientações nessa área foram feitas pelo pesquisador da Embrapa Uva e Vinho, Lucas Garrido, que reforça que, na poda, deve haver proteção dos cortes (ferimentos) para reduzir o avanço de podridões.
“Durante o período de dormência, muitos fungos fitopatogênicos sobrevivem nos restos culturais e na própria planta, podendo causar doenças na safra seguinte”, alerta Garrido. Estas e demais recomendações sobre o manejo dos vinhedos podem ser obtidas no Boletim Agrometeorológico da Serra Gaúcha Edição Julho 2021, que está disponível gratuitamente na página das duas instituições.

Sobre a publicação
Divulgado desde agosto de 2020, o Boletim Agrometeorológico da Serra Gaúcha é uma parceria entre Embrapa Uva e Vinho e a SEAPDR. A edição de julho de 2021 tem como autores Amanda Heemann Junges e Rafael Anzanello, do DDPA-SEAPDR, e Henrique Pessoa dos Santos e Lucas da Ressurreição Garrido, da Embrapa Uva e Vinho .
Se você quer mais dicas práticas sobre a poda, pode acessar o Vídeo Poda da Videira na Prática, elaborado pela equipe da Embrapa Uva e Vinho em: https://youtu.be/SIuPj3w6HLo

Seca prejudica a plantação de arroz no Rio Grande do Sul

Falta de chuvas preocupa produtores de arroz Foto: Fernando Alves/ TV Vanguarda

A seca está prejudicando o plantio de arroz no Rio Grande do Sul, que começa nas próximas semanas. A previsão é de uma área menor por causa da falta de água para irrigação.
Os gaúchos respondem por 70% da produção nacional e mais da metade das lavouras do estado são irrigadas.
O ciclo do grão dura, em média, 100 dias, caso falte água durante esse processo, a planta pode ter perdas de até 100%, explica o produtor rural Adislau Silveira.
Ano passado, o estado plantou quase 946 mil hectares do cereal. Para essa safra, a estimativa do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) é de uma redução de pelo menos 10% da área cultivada.

Produtores gaúchos planejam safra de trigo

Foto arquivo | Vanessa Almeida de Moraes, em Passo Fundo

A cultura do trigo está em entressafra no Rio Grande do Sul. Na Regional da Emater/RS-Ascar de Ijuí, com a aproximação do final da colheita da soja, os produtores se mobilizam para dar prosseguimento ao planejamento da cultura do trigo. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado na quinta-feira (22/04) pela Emater/RS-Ascar, conveniada à Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), a aquisição de insumos e sementes e o encaminhamento de custeios de lavouras estão em ritmo acelerado, principalmente os projetos técnicos para garantir recursos para a safra.
Na Regional de Santa Rosa, além do encaminhamento de projetos de custeio e a aquisição de semente, é trabalhada a correção da fertilidade e acidez do solo, com aplicação de calcários e corretivos, antes de iniciar o plantio das culturas de inverno. Os custos de produção estão elevados, principalmente em função do preço da semente e da adubação, que sofreram consideráveis aumentos. Por um lado, os produtores consideram positivo o fato de o trigo apresentar preço elevado, o que poderá favorecer a expansão da cultura. Por outro, eles ainda estão pesando custos e riscos da implantação das lavouras.
SOJA E MILHO
Enquanto planejam a safra do trigo, os produtores gaúchos seguem com a colheita da soja, beneficiados pelo clima favorável, chegando aos 61% de área colhida, com 32% em maturação e 7% em enchimento de grãos. Em muitas propriedades pequenas, a colheita já foi finalizada, com bons resultados.
Na Regional da Emater/RS-Ascar de Bagé, a colheita de lavouras avançou e ultrapassa os 50% da área cultivada. Houve dias em que as precipitações paralisaram a operação, reiniciada assim que as áreas de melhor drenagem apresentaram condições, a fim de aproveitar o alto potencial produtivo e a alta valorização da oleaginosa. As produtividades continuam muito satisfatórias, superando a expectativa inicial na região de Ijuí, onde a colheita da soja chegou a 85% e a média é de 3.798 quilos por hectare.
Milho grão – Segue a colheita da cultura das lavouras e atinge 80% da área cultivada no Estado, estando 11% em maturação. Em diversas regiões, a ocorrência de poucos volumes de chuva nas últimas semanas já causa déficit hídrico em lavouras ainda em floração (1%) e enchimento de grãos (8%).
Na Regional de Santa Rosa, a colheita do milho avançou para 85% da área, restando as de safrinha. Nas áreas do milho safra, houve perda 63% de produtividade devido à estiagem de setembro e outubro em relação à média esperada de 8.285 quilos por hectare. A maioria das lavouras de milho safrinha se encontra em formação da espiga/enchimento de grão, apresentando bom potencial produtivo de 6 mil quilos por hectare, apesar do forte ataque de cigarrinha, lagartas, cascudinho e mosca branca; produtores fazem de duas a três aplicações de inseticida. Muitas lavouras que seriam destinadas à produção de grãos apresentam deficiência de crescimento e enchimento de grão, sendo direcionadas para a confecção da silagem, inclusive antecipada, a fim de minimizar as perdas. As chuvas ocorridas durante a semana mantiveram as condições para o desenvolvimento das plantas, e a maioria das lavouras se encaminha para a fase de enchimento dos grãos.
OLERÍCOLAS – Na Regional da Emater/RS-Ascar de Ijuí, aumentou a implantação de olerícolas folhosas em ambiente aberto, com maior ênfase no repolho e na alface. Produtores dão continuidade ao preparo de novos canteiros e à limpeza das áreas cultivadas. Aumenta a colheita da mandioca, com produtividade um pouco abaixo da esperada inicialmente. Segundo produtores, o veranico de novembro prejudicou o desenvolvimento inicial da cultura. Aumenta a procura por semente de alho para pequenas áreas de cultivo. Cultura do tomate em cultivo protegido segue com boa produção e desenvolvimento adequado, condições beneficiadas pelas temperaturas elevadas durante o dia e amenas à noite. Viveiristas ofertam grande de mudas olerícolas em geral cultivadas para autoconsumo.
FRUTÍCOLAS
Caqui – Na Regional de Caxias do Sul, tradicionalmente abril é o mês cheio na maturação, colheita e oferta do caqui. Estão em colheita todas as principais variedades cultivadas na Serra gaúcha, destacando-se, no grupo manteiga, o Rama-forte e o Mikado, também conhecido por Coração-de-boi; no grupo crocante, os destaques no volume produzido, Kioto ou chocolate preto e Fuyu ou chocolate branco. Frutas de ótimo aspecto geral, bom calibre e sabor, porém os de polpa crocante ainda apresentam coloração de intensidade abaixo da plena maturação. Ainda assim, essa situação não inviabiliza seu consumo.
Pêssego – Na Regional de Pelotas, pessegueiros começam a perder as folhas, entrando no período de dormência. As plantas apresentam muito bom desenvolvimento de galhos e gemas nos ramos. Se ocorrer a quantidade de horas de frio adequada para a quebra da dormência das plantas, a expectativa é de boa safra futura.
Oliveira – Na região de Bagé, a colheita foi encerrada. A safra foi superior à do ano anterior, mas o rendimento de azeite ficou abaixo do esperado. As produtividades máximas atingiram uma tonelada por hectare. Já na Regional de Porto Alegre, a colheita está encerrando, confirmando indicativo de produtividade abaixo da expectativa inicial.
PASTAGENS E CRIAÇÕES
A falta de chuvas vem atrasando o desenvolvimento das espécies campestres cultivadas, prolongando o vazio forrageiro outonal. A diminuição da umidade no solo está prejudicando a implantação de novas pastagens e, dessa forma, atrasa o plantio das forrageiras de inverno. Em algumas regiões, os produtores rurais ainda utilizam algumas pastagens de verão, como o tífton, tanto para pastejo como para uso do feno, suplementadas com silagem e concentrados, a fim de garantir a produtividade dos rebanhos.
OVINOCULTURA – De maneira geral, os ovinos de todas as categorias apresentam boa condição corporal. Mesmo com a redução na oferta de pasto, ainda há forragem suficiente para manutenção dos rebanhos. A fase de encarneiramento está tecnicamente encerrada. As matrizes encontram-se na fase de gestação, sendo que as taxas de prenhez relatadas pelos criadores são bastante satisfatórias, devido às condições favoráveis nos meses de verão. Na regional de Bagé, em Caçava do Sul, os criadores que trabalham com encarneiramento mais cedo iniciaram a esquila pré-parto para preparar os nascimentos, que deverão iniciar nos próximos dias.
APICULTURA – Apesar dos dias mais curtos e da redução das temperaturas noturnas, as abelhas continuam ativas, com saídas a campo, aproveitando as floradas predominantes a fim de armazenar alimentos para a manutenção dos enxames. Os apicultores realizam manejos estratégicos para produção de alimentos de reservas para o inverno. Na região de Erechim, a produtividade média está em 18 quilos por caixa. No momento, os produtores realizam a retirada das melgueiras e dão início aos processos de acréscimo de redutores de alvado.
PISCICULTURA – O foco dos piscicultores ainda recai na organização dos viveiros para o próximo repovoamento, reflexo das despescas realizadas na Semana Santa. A distribuição de água vem mantendo-se adequada, mas os produtores seguem sendo orientados a manter o monitoramento nos níveis e da oxigenação das aguadas. Na Regional da Emater/RS-Ascar de Passo Fundo, os níveis dos açudes também estão abaixo do adequado, refletindo na qualidade da água e diminuindo as condições de crescimento dos peixes. Parte dos produtores ainda limpa e prepara os açudes para o próximo repovoamento.

Sicredi Serrana encerrou 2020 com mais de 126 mil associados e crescimento de 3,8% no resultado líquido

Cooperativa apresentou seus dados em assembleia digital ao vivo, realizada na noite de 23 de março

Pela primeira vez em sua história de 35 anos, a Sicredi Serrana realizou uma assembleia digital ao vivo aberta à participação de todos os seus mais de 126 mil associados, o fato inédito ocorreu na noite de 23 de março. Na oportunidade, os principais temas e dados da cooperativa em 2020 foram apresentados aos associados, dentre eles:
– satisfação dos associados em 81,7 pontos, nível considerado de excelência conforme a metodologia universal de pesquisa utilizada, a NPS (Net Promoter Score).
– incremento de 1,9 bilhão em recursos administrados, um crescimento de 43,8% em relação a 2019. Vale destacar que, nos últimos cinco anos, a cooperativa cresceu 3,5 vezes o volume de recursos administrados, saindo de 1,88 bilhão em 2015 para 6,6 bilhões em 2020.
– crescimento superior a 3,8% no resultado líquido, passando de 76,92 milhões em 2019 para 79,86 milhões em 2020.
– inadimplência de 0,32%.
– inauguração de duas agências na área de atuação atual: a agência sustentável, em Veranópolis; e a agência dedicada exclusivamente para o agro em Bento Gonçalves.
– ampliação da área de atuação da cooperativa para mais cinco municípios no estado do Espírito Santo a partir de 2021: Vitória, Vila Velha, Serra, Cariacica e Viana.
Vale reforçar que a decisão de expandir a área de atuação foi analisada e discutida em 2020 em diversos fóruns e está embasada na solidez que a Sicredi Serrana possui em sua região de atuação. Na Serra Gaúcha e Vale do Caí, a instituição financeira cooperativa responde por 26% das pessoas físicas e 56% das pessoas jurídicas, considerando as informações populacionais baseadas na estimativa do IBGE 2020.
Considerando valores depositados e emprestados, deteve, em 2020, 33% de participação, em relação ao mercado. Já analisando somente o crédito comercial, essa participação está em 48% do mercado, e no crédito rural, 58%. Com a expansão, a Sicredi Serrana segue com o objetivo de ser uma cooperativa única na sua essência. Priorizando o seu modelo de negócio e o seu relacionamento com os associados e com a comunidade na perspectiva do propósito e do círculo virtuoso, que considera conhecer os associados, ter interesse verdadeiro em bons negócios, gerar resultados admiráveis e fortalecer o compromisso com a comunidade.

Compromisso com a comunidade ganhou ainda mais relevância em 2020
Em razão da pandemia do COVID-19, a Sicredi Serrana cancelou a edição 2020 do Fundo Social. Os recursos, no valor de R$1.151.493,70, que seriam investidos em projetos de educação e cultura, foram redirecionados à saúde através dos municípios de Barão, Bento Gonçalves, Bom Princípio, Carlos Barbosa, Farroupilha, Flores da Cunha, Garibaldi, São Marcos, São Sebastião do Caí e Veranópolis. O valor foi destinado a hospitais e entidades, para ações como ampliação de leitos, aquisições de respiradores, compra de materiais, entre outros.
O turismo foi outra frente que teve um olhar especial por parte da cooperativa. Cerca de 250 mil reais foram investidos em projetos para fortalecer a segurança e a sustentabilidade desse segmento, transmitindo confiança para o turista.
A Serrana também apoiou iniciativas e entidades que, em um movimento de coragem, migraram os eventos presenciais para modelos híbridos ou virtuais. Também seguiu com o seu plano de sinalização dos destinos turísticos preparando a região para quando for possível voltar a receber o turista com qualidade e excelência.
Os associados e a comunidade que tiverem interesse em saber mais sobre as ações da Sicredi Serrana ao longo de 2020, poderão acessar o relatório anual digital, disponível no site da cooperativa: www.sicrediserrana.com.br.

Associados podem participar da assembleia on-line até 18 de abril
A assembleia da Sicredi Serrana, realizada em formato digital ao vivo na  terça- feira, 23 de março, oportunizou a participação dos associados nas decisões da cooperativa com simplicidade, agilidade e praticidade.
Os associados que não puderam participar do momento ao vivo têm a opção de assistir o resumo da assembleia e indicar o seu posicionamento para cada um dos temas abordados, garantindo a sua participação.
O vídeo e o espaço de votação estão disponíveis no site https://www.sicredi.com.br/assembleiadigital/ até 18 de abril. Quem não realizou seu cadastro, precisará criar uma senha para participar. Caso os associados tenham dificuldades em cadastrar-se ou votar na plataforma, os canais de comunicação da Sicredi Serrana e os colaboradores estão disponíveis para auxiliá-los. A Serrana reforça que participar da assembleia é contribuir com os rumos da cooperativa e com a construção de uma sociedade mais próspera.

Com investimento superior a R$ 300 mil, AgroD sela parceria que vai auxiliar na gestão das propriedades rurais

Empresa caxiense se une à Domper, de Vacaria, para a integração de novos módulos e funcionalidades do software que leva soluções do campo até a mesa dos consumidores

Uso do aplicativo tem auxiliado produtores no manejo em todas as etapas Crédito: Tauê Hamm

A empresa caxiense AgroDTech acaba de fechar parceria com a Domper Sistemas para a integração de novos módulos e funcionalidades do software de rastreabilidade e gestão no campo. A parceria com o empreendimento que tem sede em Vacaria busca proporcionar soluções de ponta a ponta para os produtores rurais. Com essa integração, os usuários do AgroD passam a contar com soluções para nota fiscal eletrônica de produtor rural, soluções para gestão e rastreabilidade em packing e uma série de novas funcionalidades para gerenciamento de custos.
Com investimento que passa de R$ 300 mil em pouco mais de dois anos de atuação, a AgroDTech se especializou no atendimento das principais necessidades dos produtores de uva, pêssego, morango, maçã e hortículas. Desde a assistência técnica, até o desenvolvimento do aplicativo AgroD, que tem sido usado para a gestão das propriedades rurais e também para o atendimento da exigência de rastreabilidade de todos os produtos, a caxiense AgroDTech passa a contar com a estrutura da Domper para novos desenvolvimentos, atualizações do software, além da integração com as ferramentas que a empresa vacariense já possui para o agronegócio.
A Domper tem uma trajetória de duas décadas como empresa especializada em sistemas de gestão empresarial e de packing na fruticultura. As soluções para a fruticultura, que incluem rastreabilidade no recebimento e movimentação em packing, gestão de estoque de frutas classificadas e em bins, controle de qualidade, controles de bins vazios, gestão financeira, entre outros, passam a incorporar os serviços já atendidos pelo software AgroD. Entre eles, estão as informações de rastreabilidade na etapa de campo, ou seja, informações sobre o uso de insumos e tratos culturais em todas as etapas do manejo.
“A tecnologia é muito dinâmica e com essa parceria com a Domper ganhamos em questões importantes relacionadas à pesquisa, desenvolvimento e atualização do software. Com a integração do AgroD com o software Domper Fruticultura, passamos a oferecer soluções desde caderno de campo digital e rastreabilidade até gestão de packing e de comércio exterior, atendendo de ponta a ponta as necessidades do produtor rural”, antecipa a sócia da AgroD, Janine Basso Lisbôa.
Janine explica que a parceria une a expertise da AgroD no trabalho de campo com a experiência, tecnologia e estrutura da Domper, permitindo a ampliação da atuação de ambas as empresas no mercado. “Nossa projeção é dobrarmos o número de produtores atendidos em 2021”, almeja.
Para o diretor comercial da Domper, Marcelo Boeira, a parceria com a AgroD vai permitir que o produtor saiba de forma exata o custo de cada fruta, ou outra cultura que desejar, o que é inédito em ferramentas deste tipo.
“Essa integração com a AgroD nos dá condições de saber qual é a lucratividade da produção, além de unir numa única ferramenta as soluções para que o seu produto chegue no mercado. Desde a parte de campo, que foi desenvolvida pela AgroD nos últimos anos, aliando à nossa experiência no desenvolvimento de softwares mais voltados para classificação, armazenamento e distribuição, só temos a ganhar e expandir ainda mais essa ferramenta”, projeta Boeira.

Os sócios da Domper, Marcelo Boeira e Eduardo Silva, ao lado dos diretores da AgroDTech, Janine Basso Lisbôa e Tauê Hamm Crédito: Divulgação

Sobre o AgroD
Desde 2018 no mercado, o software AgroD tem ajudado centenas de produtores de frutas e hortaliças, além de vitivinicultores. A ferramenta funciona como um caderno de campo digital, substituindo as antigas anotações sobre uso de agroquímicos e fertilizantes, com o objetivo de comprovar o uso correto destes insumos.
Todo o manejo dos pomares e as colheitas são registradas através de aplicativo para smartphone, que funciona de forma off-line, trazendo economia de tempo e praticidade ao dia a dia do produtor rural. O AgroD gera automaticamente relatórios de rastreabilidade dos produtos e também etiquetas com QR Code, atendendo à Instrução Normativa (INC 2/2018), que exige a rastreabilidade e identificação de vegetais frescos.