Beterraba com mais de 15kg é colhida

 

Beterraba com mais de 15kg Fotos: Divulgação Emater

Mais de 15kg é o peso de uma beterraba colhida na propriedade do agricultor Élcio Pancotto, no interior de Cotiporã.
O superdesenvolvimento da hortaliça, plantada há cinco meses, surpreendeu a família, assistida pela Emater/RS-Ascar local. A beterraba será destinada para o consumo da família, que também produz diversas variedades de uvas de mesa e tem uma indústria de rapadura.

Sistema de Alerta do pessegueiro reinicia com mudanças

Armadilha bola com flores pessegueiros Foto: Vania Sganzerla

É época de distanciamento social, mas pragas e doenças na fruticultura desconhecem essa realidade. Todos os anos, independente de Pandemia, os fruticultores necessitam de orientação técnica para aprimorar o manejo nos pomares. Há cerca de dez anos, a Embrapa e parceiros implementaram o Sistema de Alerta Mosca-das-Frutas para a cultura do pessegueiro, e neste ano, mesmo vivendo a situação da presença do Coronavírus, o Serviço terá continuidade com adaptações às exigências do momento. A partir desta semana, serão realizadas as reuniões semanais e veiculados os novos boletins informativos para safra 2020/2021 para as Regiões de Pelotas e Serra Gaúcha.
As reuniões semanais entre técnicos e produtores parceiros serão virtuais, contando com maior integração e colaboração entre o grupo de trabalho das duas regiões. “No ano de 2020, a equipe da Embrapa Uva e Vinho, de Bento Gonçalves, e parceiros, irão começar a participar das tradicionais reuniões que a Região de Pelotas promove para discussão da situação e definição das recomendações para os produtores”, pontua o pesquisador Dori Edson Nava, coordenador do Serviço.
Os boletins informativos divulgados, que apresentam um panorama de como está a presença da mosca e as recomendações técnicas para o momento da cultura, são frutos desses encontros. Ao longo do programa permanecem como parceiros as Secretarias de Agricultura dos municípios, Emater/RS- Ascar, Associação de Produtores de Pêssego, Sindicato de Trabalhadores Rurais, Universidades, Sindicato das Indústrias de Conservas da região de Pelotas, Cooperativas e Indústrias das regiões envolvidas.
Para o pesquisador Marcos Botton, da Embrapa Uva e Vinho e que coordena o Sistema na Serra Gaúcha, o programa tem sido uma importante ferramenta na tomada de decisão pelos produtores. “Com a integração entre as regiões, teremos mais agilidade para nivelar informações entre os principais polos produtores, adaptando recomendações para as realidades locais”, avalia.
Outra novidade que a equipe está preparando para essa Safra será a reorganização da página do sistema com acesso facilitado aos materiais técnicos, que estarão agrupados por temáticas, e deverá estar disponível no início do mês de outubro.
Os produtores e técnicos interessados em receber o Boletim gratuitamente durante a safra da fruta podem solicitar a inscrição aqui.

Como funciona o Sistema:
O monitoramento da mosca-das-frutas será realizado em pomares de produtores parceiros nos quais foram instaladas armadilhas, permanecendo até o final da colheita. Às segundas-feiras, na região de Pelotas um técnico do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Pelotas irá percorrer as unidades de observação em três municípios – Pelotas, Morro Redondo e Canguçu.
Já na Serra, os técnicos da Emater/RS-Ascar irão monitorar as áreas de produção de pêssego em oito municípios – Bento Gonçalves, Caxias do Sul, Cotiporã, Farroupilha, Nova Pádua, Pinto Bandeira, São Marcos e Veranópolis. A equipe do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS)- Campus BG, também irá apoiar a coleta de amostras.
O monitoramento das moscas-das-frutas é feito através da contagem de insetos capturados nas armadilhas McPhail (do tipo bola), para indicar se a população da mosca está alta ou baixa. O resultado do monitoramento das moscas é avaliado juntamente com os dados climáticos e com a fase do desenvolvimento do pêssego durante as reuniões. Essas informações irão compor o conteúdo dos boletins informativos, que são elaborados durante as reuniões semanais com as instituições parceiras e disponibilizados semanalmente na página do Sistema, via e-mail, whatsapp e nas redes sociais.

Bons resultados
A decisão de criar o Sistema de Alerta surgiu depois da safra 2008/2009, na qual caminhões lotados de pêssego foram perdidos na metade Sul do estado em função do ataque da mosca-das-frutas e de alterações nos produtos autorizados para a cultura. A crise foi uma oportunidade para que o pesquisador Dori Edson Nava, da Embrapa Clima Temperado, criasse o Sistema e implantasse uma nova visão na produção, com o monitoramento da praga no campo e escolha do método de controle adequado para a situação
Há quatro anos o sistema chegou na Serra Gaúcha, onde é realizado numa parceria entre Embrapa Uva e Vinho e Emater-RS/Ascar. Na avaliação do extensionista rural da Empresa de Extensão, Enio Ângelo Todeschini, que acompanha o sistema junto aos produtores, “o programa tem contribuído decisivamente na orientação dos fruticultores para o controle da praga de forma racional, com uso de iscas tóxicas e/ou aplicações de produtos registrados para a praga, refletindo em menor custo de produção e aumentando ainda mais a segurança alimentar para o consumidor”.
A região de Pelotas possui aptidão para produção de pêssego para indústria, enquanto que a região da Serra atende a produção de pêssego de mesa. As duas são responsáveis por atender mais de 95% da oferta de pêssego no país, sendo que o sistema de alerta também será realizado no município de Pinto Bandeira, que foi reconhecido como a capital Estadual do Pêssego de Mesa.

Aplicativo auxilia produtores na gestão da propriedade rural

Cooperativa Vinícola Garibaldi oferece tecnologia de forma pioneira a associados

Aplicativo Vinícola Garibaldi, o Aegro é utilizado por mais de 4 mil produtores e cobre mais de 1,5 milhão de hectares produtivos – Fotos: Augusto Tomasi

Os aplicativos para mobile e desktops transformaram a vida moderna, tanto nos assuntos pessoais como nos corporativos, facilitando a comunicação e o controle de processos produtivos, por exemplo. Essas comodidades tecnológicas estão, agora, auxiliando os associados da Cooperativa Vinícola Garibaldi a melhorar ainda mais a gestão sobre o cultivo dos vinhedos – e, o melhor, sem custo algum para o viticultor.
A cooperativa está disponibilizando às mais de 400 famílias associadas acesso ao aplicativo Aegro. O software, desenvolvido para maior eficiência e controle dos negócios rurais, integra as rotinas do campo e do escritório, organizando todos os dados da propriedade.
Por meio dos recursos do app, o produtor consegue ter melhor gestão sobre patrimônio, máquinas, operações agrícolas, finanças e comercialização. “De forma prática, o aplicativo exibe indicadores e gráficos que auxiliam na tomada de decisões mais assertivas, além de manter uma base de dados históricos que pode ser acessada facilmente, quando for de seu interesse”, comenta a assistente técnica da cooperativa, Lara Silvestrin.
Para que a funcionalidade seja plena, o produtor precisa alimentar o app com informações. Desse modo, ele pode visualizar em tempo real, por exemplo, variedades de uva que trouxeram mais rendimentos ou quais despesas podem ser reduzidas. “Todas as informações importantes da propriedade rural ficam armazenadas no aplicativo, ao alcance imediato do produtor, num aplicativo fácil de usar, desenvolvido especialmente para a rotina no campo”, diz a coordenadora de Marketing da Aegro, Ágatha Melo.

Outra das facilidades do app é que ele não depende do sinal da internet, precário em algumas localidades rurais, para funcionar. “O produtor pode registrar uma operação diretamente da lavoura enquanto está offline, e os dados vão ser sincronizados automaticamente quando ele chegar no escritório”, comenta Ágatha. O Aegro é utilizado por mais de 4 mil produtores e cobre mais de 1,5 milhão de hectares produtivos.

Início das floradas de primavera estimulam polinização das abelhas

Os dias ensolarados da última semana, associados às temperaturas amenas, estimularam as abelhas à procura por néctar e pólen. De acordo com o Informativo Conjuntural produzido e publicado pela Gerência de Planejamento (GPL) da Emater/RS-Ascar, na quinta-feira (03/09), na região de Erechim algumas espécies de árvores, como citros, pitangueira, pessegueiros, entre outros, fornecem boa florada., como mostrada na imagem capturada pela extensionista de Cotiporã, Jéssica Zalamena. Houve captura de alguns exames nos últimos dias.
Nas regionais de Bagé e Pelotas, as temperaturas amenas da última semana também favorecem a floração. Na de Bagé, os enxames que receberam alimentação proteica para estimular a postura estão em intensa atividade nas primeiras florações. Aqueles para os quais não foi administrada suplementação alimentar aos poucos retomam sua fase de produção. Os produtores seguem manejando as caixas com substituição de cera e limpeza de colmeias. Já na região de Pelotas, o tempo ameno da semana favoreceu a ocorrência de enxameações, que coincidem com início das floradas de primavera. A floração abundante de espécies nativas e eucalipto provoca uma atividade mais precoce nos enxames. Intensificam-se as atividades de manejo e revisão de colmeias para a próxima safra.

CULTURAS DE INVERNO
A semana anterior iniciou com tempo seco, dias ensolarados, com temperaturas amenas que foram se elevando e, em geral, beneficiaram o desenvolvimento do trigo e auxiliaram na recuperação das plantas atingidas pelas geadas. Neste período, 15% da área cultivada está em fase de enchimento de grãos, 40% em floração e 45% ainda germinação e desenvolvimento vegetativo. No final do período houve mudanças com a formação de nebulosidade e ocorrência de chuvas de baixa intensidade e distribuição variável no Estado, que favoreceram a cultura ao reestabelecer a umidade no solo e devem seguir até a próxima semana.
Na região de Santa Rosa, 14% das lavouras de canola encontram-se em floração, 73% em enchimento dos grãos, 10% em maturação e 3% já foram colhidas. A produtividade das primeiras lavouras foi considerada boa, acima da média esperada. Em geral, as lavouras apresentam boa população de plantas, sem incidência grave de pragas e doenças. Os produtores monitoram as pragas para, se
necessário, realizar as pulverizações com inseticidas.
Os danos pelas geadas na aveia branca das regiões administrativas da Emater/RS-Ascar de Santa Maria, Ijuí e Frederico Westphalen ainda não foram quantificados. Na de Santa Maria, 50% das lavouras se apresentam em fase de florescimento e enchimento de grãos, fase suscetível às geadas; a estimativa inicial de perdas chegou a 20%. Na de Ijuí, por estar em estágio de desenvolvimento mais avançado e mais sensível aos efeitos da geada, a aveia foi fortemente prejudicada pelo evento climático adverso. As lavouras onde os danos foram severos serão utilizadas somente como cobertura de solo, não sendo viável dar continuidade à condução das mesmas para colheita de grãos. As estimativas apontam para perdas superiores a 50% do potencial produtivo de toda a área cultivada na região. E as lavouras de cevada da regional da Emater/RS-Ascar de Ijuí foram fortemente danificadas pelas geadas, impactando de forma expressiva na projeção de volume de produção final e na qualidade dos grãos. A condição fitossanitária é muito boa, mas o potencial produtivo reduziu.

CULTURAS DE VERÃO
Intensificam-se os preparos das áreas para implantação das culturas de verão (soja, milho, arroz e feijão), seguindo os plantios da safra 2020-2021 nas regiões recomendadas pelo zoneamento agrícola de risco climático, favorecidos pelo predomínio de tempo seco associado a precipitações de baixa intensidade.

HORTIGRANJEIROS
Na regional de Caxias do Sul, a cultura do alho segue com desenvolvimento normal, mas em algumas lavouras as plantas estão amareladas, provavelmente devido às mudanças bruscas de temperatura ocorridas durante as duas últimas semanas. Na regional de Soledade, áreas de batata-doce começam a ser preparadas para plantios em setembro. As mudas desenvolvidas em estufas serão transplantadas nas próximas semanas (plantios precoces). No campo, as brotações novas utilizadas para mudas foram danificadas pela geada.

FRUTÍCOLAS
Em decorrência do calor ocorrido na semana anterior ana regional da Emater/RS-Ascar de Santa Rosa, a brotação de culturas como a videira foi acelerada. Os produtores realizam a proteção com fungicidas, principalmente em função de possível ocorrência de antracnose. A poda de frutificação foi concluída. As frutíferas de clima temperado – como o pêssego e a ameixa, que estavam em florescimento e sofreram com a geada de 21 e 22 de agosto – perderam a floração inicial, sendo necessário observar se irá ocorrer nova floração a partir de agora sem prejuízo à produtividade das plantas. Segue a colheita da laranja Valência; demais variedades de citros estão em fase inicial de floração.

Emater/RS-Ascar orienta sobre manejo das plantas de cobertura do solo

Em estágio de floração a grão leitoso, as plantas de cobertura do solo implantadas em áreas de culturas perenes (fruticultura) ou anuais (lavouras) requerem manejo neste período. Na região da Serra Gaúcha, conforme o extensionista rural da Emater/RS-Ascar João Villa, predomina o uso de espécies como azevém, nabo forrageiro, ervilhaca e aveia nas áreas de fruticultura, e de aveia, azevém e mix (diversidade) de espécies nas lavouras de grãos.
De acordo com Villa, o manejo pode ser realizado de formas diferentes. “Na fruticultura pode-se deixar as plantas ao natural amadurecendo naturalmente, terminando o seu ciclo e simplesmente não fazer nada, a não ser aquela pisada na hora da poda, principalmente na videira, ou o passar das máquinas sobre as plantas também pode ser suficiente”, diz. Na fruticultura é dispensável o uso de herbicidas (que causam danos às plantas cultivadas), não sendo necessária a dessecação desde que a planta proporcione uma boa cobertura de solo, suprimindo a emergência de plantas invasoras. “Já nas áreas de lavoura se tem a opção de fazer a rolagem com rolo faca durante o período propício, conforme a espécie. As gramíneas, em geral, na fase de grão leitoso, o nabo forrageiro e a ervilhaca na floração, e o mix, conforme a espécie mais crítica em relação à possibilidade de rebrote. No geral, nas áreas de lavouras de grão o manejo tradicional é a dessecação com herbicida e depois o plantio 30 a 40 dias após a dessecação”, destaca.
Conforme Villa, o uso das plantas de cobertura continua crescendo na região, pelos benefícios que elas trazem. “Um deles é a conservação do solo através da cobertura e proteção proporcionada pelas plantas e raízes. Mas, principalmente o aumento da fertilidade em função de que algumas das espécies colocam nitrogênio no solo, outras reciclam nutrientes, principalmente o fósforo, e o mais importante de tudo é que elas ativam a biologia do solo, aumentam a vida do solo fazendo com que os microrganismos benéficos venham proporcionar um melhor desenvolvimento das plantas cultivadas na palhada”, salienta.

Emater/RS-Ascar estima segunda maior safra de verão da histórias

 

Depois de uma severa estiagem, a agricultura gaúcha se recupera e a primeira Estimativa da Safra de Verão 2020/2021 da Emater/RS-Ascar indica a segunda maior safra da história. Em uma área total de 7,8 milhões de hectares (1,8% superior ao ano anterior), deverá haver uma produção 40,2% maior que a safra passada, atingindo 32,5 milhões de toneladas dos principais grãos de verão (soja, milho, arroz e feijão). A maior safra do Estado foi em 2017, com mais de 33,6 milhões de toneladas de grãos colhidos.
Devido à pandemia e ao isolamento social, os dados foram divulgados em coletiva de imprensa virtual, na manhã desta quinta-feira (10/09). O evento contou com a participação do secretário de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Covatti Filho, do presidente da Emater/RS, Geraldo Sandri e de mais de 110 participantes que acompanharam o lançamento por meio da transmissão simultânea no Facebook e no canal do Youtube do Rio Grande Rural da Emater/RS-Ascar.
De acordo com o levantamento, a soja tem a expectativa de maior aumento na produção (68,8%) e na produtividade (65,7%) em relação à última safra, possibilitando uma colheita de cerca de 19 milhões de toneladas, sendo 3,1 ton/ha, em uma área de 6 milhões de hectares, apenas 1,6% maior que no ano anterior.
Segundo o diretor técnico da Emater/RS, Alencar Rugeri, os dados apresentados foram coletados de 7 a 21 de agosto. “É importante ressaltar que eles estão baseados na tendência apresentada pelas produtividades médias municipais registradas ao longo dos últimos 10 anos. E, por isso, estão muito acima do resultado obtido na última safra que foi prejudicada pela estiagem”.
Confira a estimativa para os demais grãos de verão

Milho
Área 786,9 mil ha (+4,7%)
Produção 5,9 milhões ton (+43%)
Produtividade 7,5 ton/ha (+34,8%)

Arroz
Área 967,4 mil hectares (+1,7%)
Produção 7,5 milhões ton (-2,1%)
Produtividade 7,8 ton/ha (-3,9%)

Feijão primeira safra
Área 37,3 mil ha (+0,8%)
Produção 64,5 mil ton (+19%)
Produtividade 1,7 ton/ha (+17,6%)

Milho silagem
Área 356,8 mil hectares (+0,7%)
Produção 12,9 milhões ton (+43%)
Produtividade 36,2 ton/ha (+41,6%)

Emater/RS-Ascar e Seapdr realizam 5ª Webinar Pró-Milho nesta quarta-feira

Nesta quarta-feira (02/09), às 9h, a Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) e a Emater/RS-Ascar realizam a quinta edição do Webinar Pró-Milho/RS, com o tema “Visão e Expectativa de Consumidores no Rio Grande do Sul”. A transmissão será ao vivo e simultânea pelo Facebook e pelo Youtube do Programa Rio Grande Rural da Instituição.
A abertura será realizada pelo titular da Seapdr, Covatti Filho, pelo presidente da Emater/RS, Geraldo Sandri, o presidente da Associação Gaúcha de Avicultura e Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do RS (Asgav/Sipargs), Eduardo dos Santos, o diretor do Sindicato das Indústrias e Produtores de Suínos (Sips), Rogério Kerber, e pelo presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin.
As palestras desta edição abordarão o Programa Pró-Milho, ministrada pelo diretor do Departamento de Política Agrícola da Seapdr, Ivan Bonetti; o milho e o desenvolvimento do setor agropecuário, proferida pela superintendente do Ministério da Agricultura no RS, Helena Pan Rugeri; e o Cenário para o Milho e Proteínas Animais para 2021, tema abordado pelo diretor da Cogo Inteligência em Agronegócio, Carlos Cogo.
O evento contará ainda com dois debatedores, o diretor de Commodities da Seara Alimentos, Arene Trevisan, e o presidente da Cooperativa Dália Alimentos, Carlos Alberto de Figueiredo Freitas.
Faça a sua inscrição https://cutt.ly/5webforms
Acesse a transmissão https://cutt.ly/5promilho

Cooperativa Vinícola Garibaldi revitaliza vinho frisante Relax

Com nova roupagem, rótulo chega ao mercado com proposta disruptiva de consumo

Relax Cooperativa Garibaldi Crédito das imagens: Estúdio Philogus

Ele combina algumas características do vinho com outras qualidades marcantes do espumante. Assim ganhou a condição de ser uma bebida eclética por excelência. O vinho frisante Relax, da Cooperativa Vinícola Garibaldi, chega aos consumidores oferecendo não apenas a associação desses atrativos como, também, uma proposta revitalizada. Com novo rótulo, evoca a inspiração do mundo da moda para acompanhar os apreciadores nas mais variadas situações de consumo – num happy hour, na preparação para a balada, na beira da piscina e onde mais o paladar pedir e a imaginação permitir.
A embalagem remodelada traz detalhes de florais – com destaque para a ‘costela de Adão’, queridinha do momento no mundo fashion – aplicados sobre fundos em tons de amarelo, para o frisante branco, e com nuances de rosa, para a variedade rosé. Com essa inspiração, pretende, literalmente, cair no gosto de jovens consumidores interessados em descobrir novos sabores, especialmente os millenials.
O vinho frisante Relax da Cooperativa Vinícola Garibaldi é elaborado com as mesmas uvas utilizadas na produção dos tradicionais e premiados espumantes que carregam o rótulo da marca. Isso garante à bebida característica aromática bem intensa e colocação viva e brilhante. Fabricado no processo de fermentação natural, tem perlage marcante na taça.
A novidade está sendo comercializada em âmbito nacional e chega ao consumidor antes dessa primavera. Outras informações podem ser obtidas em www.vinicolagaribaldi.com.br

Ficha técnica | Vinho Frisante Relax
Volume: 750 ml
Elaboração: Gás natural de segunda fermentação, idêntico ao processo Charmat.
Branco Demi sec
Variedade: Moscato Branco, Trebbiano e Riesling Itálico
Tipo: Vinho Frisante Branco Demi-sec
Visual: Coloração amarelo palha com reflexos esverdeados, aspecto brilhante e perlage leve.
Olfato: Aromas com notas de limão, abacaxi e um toque mineral.
Paladar: Leve e suave, com acidez equilibrada e refrescante.

Rosé Suave
Variedade: Merlot, Moscato Branco e Riesling Itálico
Tipo: Vinho Frisante Rosé Suave
Visual: Coloração rosa cereja, aspecto límpido e formação de perlage leve.
Olfato: Aromas com notas de framboesa, cereja e um toque de rosas.
Paladar: Leve e doce, com acidez equilibrada e refrescante.
Preço: a partir de R$ 19,00 nos estados da região sul e de R$ 23,00 em São Paulo e demais.

Evento online na Serra é oportunidade para produtores de leite obterem melhores resultados

 

Produtores de leite assistidos pela Emater/RS-Ascar nos 49 municípios da região de Caxias do Sul poderão participar da Semana Online do Leite da Serra Gaúcha, que vai acontecer de 21 a 25 de setembro. Na programação, extensionistas da Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), irão abordar: bem-estar animal sem complicações, 16 mitos sobre pastagens na região e a qualidade do leite: o tarro do desperdício.
O objetivo é sensibilizar os produtores quanto aos temas do evento, que foram escolhidos de acordo com a linha de trabalho prioritária da Emater/RS-Ascar na área do leite na região. Eles foram definidos considerando a realidade e as dificuldades que os produtores enfrentam, oferecendo uma forma de solucionar esses problemas e tornar o leite mais atrativo e rentável para as famílias. Isso baseado nas experiências que vêm sendo desenvolvidas pela Extensão Rural e Social nas propriedades rurais e que têm dado resultados significativos.
“A proposta de desmistificar o leite à base de pasto é porque entendemos que as soluções que devem ser oferecidas às famílias devem considerar as realidades delas e da região, sem necessidade de grandes investimentos em máquinas, instalações, rebanho, etc. A grande maioria das famílias trabalha com uso de pastagens, mas, por alguns mitos e preconceitos, e até falta de incentivo e orientação técnica sobre o sistema, alguns acabam não alcançando os resultados que poderiam ter com ele”, ressalta o extensionista rural da Emater/RS-Ascar, Leandro Ebert, que será um dos palestrantes no evento.
As inscrições são limitadas e podem ser feitas nos escritórios municipais da Emater/RS-Ascar da região da Serra. O evento será transmitido pelo YouTube, sendo que os inscritos receberão um link para acesso.
Posteriormente, os participantes terão o acompanhamento dos técnicos da Emater/RS-Ascar, que recentemente foram capacitados sobre esses temas e irão fomentar esse trabalho nas propriedades da região.

Região da Serra legaliza mais nove agroindústriasRegião da Serra legaliza mais nove agroindústria

Crédito foto: Divulgação Emater/RS-Ascar

Com a entrega de mais nove certificados de inclusão no Programa Estadual de Agroindústria Familiar (Peaf), da Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), nos meses de julho e agosto, a região da Serra chega à marca de 241 empreendimentos legalizados com o auxílio da Emater/RS-Ascar na regularização sanitária, ambiental e tributária. As novas agroindústrias familiares são dos municípios de São Marcos, Farroupilha, Bento Gonçalves, Vila Flores, Antônio Prado, Flores da Cunha, Monte Belo do Sul, Gramado e Nova Prata.
Em Gramado, a entrega do certificado para a agroindústria de Produtos Coloniais Klemann ocorreu na quarta-feira (26/08). A família, com tradição na agricultura na Linha Tapera, viu na agroindústria uma oportunidade de se manter na colônia com mais renda. Juliano e a esposa Luciane também pensaram no futuro da filha pequena, numa possível sucessão rural. Para a legalização do empreendimento, que produz doces e compotas de frutas com matéria-prima própria, especialmente o figo, além de crem, a família diz que o auxílio da equipe da Emater/RS-Ascar, desde o início, foi decisivo. O que a família não contava, era com a pandemia. “A gente tem alguns poucos clientes, é difícil conseguir entrar em um mercado agora, mas devagarinho a gente vai indo, sempre na esperança de melhorar”, afirma Juliano, otimista.