Dia do Apicultor: profissionalização é fundamental para a atividade

Neste domingo (22/05) é comemorado o Dia do Apicultor. A data faz referência a Santa Rita de Cássia, conhecida como a padroeira dos apicultores. A apicultura é uma atividade viável às pequenas propriedades rurais, contribui significativamente para a polinização de culturas agrícolas como frutas, verduras e grãos, possibilita a diversificação de renda das famílias, além de auxiliar na preservação do meio ambiente. Embora considerada uma atividade complementar na maioria das propriedades rurais, a apicultura exige capacitação técnica dos produtores, visando tornar a atividade mais eficiente.
O extensionista rural e assistente técnico regional da Emater/RS-Ascar, Vivairo Zago, destaca que nas propriedades rurais assistidas pela Instituição na região administrativa de Soledade a apicultura é realizada, em sua maioria, em propriedades familiares, sendo a apicultura complementar a outras atividades como a bovinocultura de leite e produção de fumo, por exemplo.
O extensionista frisa que a capacitação técnica dos produtores é fundamental para obter melhores resultados. “A apicultura vem muito bem como uma atividade geradora de renda nas propriedades familiares, mas os produtores precisam se capacitar, fazer cursos, aprender e melhorar questões como produtividade, através do monitoramento e manejo das colmeias durante todo o ano. Além disso, a estrutura para a produção de mel é importante: equipamentos apícolas, local para extração de mel, acesso e transporte até os apiários. Embora não seja a primeira atividade produtiva em muitas propriedades, se ela for tratada como uma atividade profissional terá melhores indicadores”, comenta.
A Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), promove cursos e dias de campo voltados para apicultores e agricultores que possuem interesse em investir na atividade. “A Emater tem um trabalho expressivo com apicultores em vários municípios que consiste na assistência técnica e na capacitação desses produtores, por meio da realização de cursos e reuniões técnicas voltadas a toda a cadeia produtiva da apicultura, da produção à comercialização”, destaca Zago.
Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Soledade estima-se que a atividade seja desenvolvida por 1.100 apicultores, com produção estimada em 2022 em 180 toneladas. “Considerando que esse ano a safra de outono não foi tão expressiva em relação ao ano passado. Essa redução tem haver com o cenário climático dos meses de março, abril e maio, os quais se caracterizaram por períodos prolongados de tempo úmido chuvoso, associado à temperatura amena, culminando com o surgimento do frio no início de maio”, explica Zago.
No Vale do Rio Pardo os municípios com número maior de apicultores e produtores mais estruturados são Santa Cruz do Sul, Encruzilhada do Sul, Vera Cruz e Venâncio Aires. “Inclusive em Santa Cruz temos a cooperativa Copromel, que envolve vários municípios do entorno, adquirindo o mel de produtores associados e não associados”. A organização de apicultores familiares em Associações e Cooperativas fortalece a categoria em todos os aspectos, como no acesso a políticas públicas, manutenção e ampliação da atividade, comercialização, entre outros fatores importantes. Já no Alto da Serra do Botucaraí, Barros Cassal tem se destacado. “Esse município tem um número expressivo de produtores que entraram na apicultura e querem tornar a atividade rentável”, observa.
Em algumas regiões ou municípios onde as culturas anuais predominam e ainda há utilização de agroquímicos de forma desordenada a apicultura é um grande desafio, pois alguns princípios ativos de inseticidas utilizados no manejo de pragas afetam os enxames, muitas vezes causando a morte. “Por outro lado percebe-se um avanço nessa questão, com redução de casos, mas sempre ocorre”, comenta.
Zago observa que um aspecto importante quanto a comercialização é o fato do mel ser pouco consumido pelos brasileiros, sendo a média de 60 gramas por habitante. “Precisamos trabalhar estratégias para elevar o consumo interno de mel, considerando que o mel é um alimento e não somente remédio, como entendido por boa parte da sociedade”. Uma alternativa citada pelo extensionista é a inserção do produto no Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).
A exportação de mel é importante para estabilização dos preços e da demanda, no entanto a exportação não tem uma regularidade. “Esse cenário causa instabilidade da comercialização do produto. Agora estamos vivendo um momento de exportações em baixa. Enfim, no quesito comercialização o desafio é vender o mel produzido com valor viável”.
Devido às suas características, a maioria das propriedades familiares possui perfil para desenvolver a apicultura, já que dispõem de áreas de reserva, Área de Preservação Permanente (APP), pastagens, florestas plantadas, frutíferas, hortaliças e culturas anuais. Essas áreas possuem inúmeras espécies melíferas que contribuem para alimentar as abelhas e produzir mel. “Eu acredito muito na apicultura em nossa região e em todo o Rio Grande do Sul. Temos muito potencial para crescer na apicultura gaúcha. Logicamente há regiões com mais potencial ou aptidão, principalmente as que mantêm mais preservados os recursos naturais”.

Estiagem afetou a produção gaúcha
A estiagem que provocou quebra de safra em diversos tipos de culturas, também prejudicou a produção de mel no Rio Grande do Sul em comparação com o ano passado. Inicialmente se trabalhou com a expectativa de uma safra semelhante a de 2021, mas está se observando que houve redução, em alguns casos chegando à 50%. “De formal geral, toda vez que se tem falta de chuvas, a tendência é que o volume e a qualidade do mel produzido aumentem. Porém, temos um estado muito grande, de regiões que foram muito prejudicadas pela estiagem e por isso alguns enxames perderam produtividade”, avalia o extensionista rural João Alfredo Sampaio.
Segundo Sampaio, o que está se observando é que a estiagem chegou ao ponto de prejudicar a produção de néctar e desta forma houve redução na produção de mel. A expectativa que se tinha no dia 11 de abril não se confirmou. A Federação de Apicultura do Rio Grande do Sul (Fargs), em contato com as associações de apicultores, realizou um levantamento nas duas primeiras semanas de maio e está trabalhando com uma redução de até 50% de produção em relação ao ano passado. Os dados de produção de mel para 2021 ainda estão sendo computados pelo IBGE. Em 2020, o Rio Grande do Sul produziu 7.467 toneladas métricas de mel.
Sampaio cita como principais entraves da apicultura no Rio Grande do Sul a necessidade de uniformizar a tecnologia de produção, em um cenário composto por 60% de pequenos produtores; fortalecer associações; elaborar legislação específica para o setor; verificar o uso de agrotóxicos; e reverter o quadro de eliminação das plantas nativas.

Programação do 11º Polentaço de Monte Belo do Sul segue neste domingo

Tombo da polenta de 800kg e distribuição do alimento para os visitantes

Foto: Marlove Perin

Quentinha, cremosa, coberta por um molho de carne saboroso e salpicada por muito queijo colonial – assim foi servida aos visitantes a polenta, protagonista do 11º Polentaço, que iniciou hoje (21) e segue até amanhã (22) em Monte Belo do Sul.
No primeiro dia da programação, 800kg do alimento foram apreciados pelo público que circulou pela praça Padre José Ferlin. O tombo da polenta gigante foi uma das atrações da tarde – mas não só. O dia foi de curtir o melhor da gastronomia local, vinhos, espumantes e sucos de uva de qualidade diferenciada e, ainda, shows artísticos e apresentações culturais variadas. Antes de ir embora, o visitante pôde levar um pouquinho de Monte Belo do Sul para casa, adquirindo artigos coloniais e artesanais produzidos pelas agroindústrias expositoras.Quem não conseguiu acompanhar a abertura do Polentaço – ou quer repetir a dose de diversão – pode aproveitar o domingo para visitar a cidade, em uma viagem emoldurada pelas belas paisagens naturais que conduzem até a localidade. O segundo – e último – dia da décima primeira edição do evento inicia ao meio dia (veja agenda abaixo), ou seja, programa ideal para um demorado e prazeroso almoço em família ou com os amigos. Às 14h30 está programado para ocorrer o tombo de outra polenta gigante, também com 800kg, e posterior distribuição aos visitantes.
O11º Polentaço ocorre de forma integrada à 9ª Festa do Agricultor, promovidos pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e pelo Centro de Tradições Italianas. No primeiro dia da programação desta edição, foram servidas 2.500 porções de polenta, com estimativa de público em torno de 5 mil pessoas prestigiando o evento ao longo do dia.
Exposição de esculturas de polenta premia vencedores
No Polentaço, a polenta é, além de iguaria gastronômica, matéria-prima para expressão da arte. Ali, ela é transformada em obras que revelam aspectos marcantes da cultura local, fortemente alicerçada no legado da imigração italiana. A Exposição de Esculturas feitas com polenta, uma das únicas mostras do gênero no mundo, premiou os vencedores desta edição na noite de sábado. Entre os critérios avaliados estiveram criatividade, tema escolhido, originalidade e trabalho expressos em cada peça.

Primeira colocada na Exposição de Esculturas de Polenta – ‘Imigração Italiana, o embarque em Gênova, no navio Colomba’- Crédito Exata Comunicação, Alessandro Manzoni

Segunda colocada – ‘A colheita do milho’- Crédito Exata Comunicação, Alessandro Manzoni

O Troféu destaque para obra ‘La casa del Nonno Bépi’- Crédito Exata Comunicação, Alessandro Manzoni

Entre as 41 inscritas nesta edição, a campeã foi a obra ‘Imigração Italiana, o embarque em Gênova, no navio Colomba’, assinada pela Comunidade São Pedro – que recebeu o troféu Cagliera D’oro. A segunda colocada foi ‘A colheita do milho’, de autoria da Confeitaria Benvenutti, e premiada com a Cagliera Dargento. A escultura ‘Velho Casarão’, do Sítio Pitanga Nativa, ficou com a Cagliera Di Bronzo, na terceira colocação. O Troféu destaque, a Cagliera Nera, foi para a Comunidade Nossa Senhora de Caravaggio, com a obra ‘La casa del Nonno Bépi’, feita apenas com polenta. As vencedoras receberam, também, prêmios das empresas Multimóveis, Decibal Móveis, Carraro Móveis, Vinícola Cavalleri e Loja Carol Modas.Para conhecer todas as esculturas, é possível visitar a exposição, que segue aberta durante todo o domingo.

PROGRAME-SE
O quê: 11º Polentaço
Quando: Domingo, dia 22 (das 10h às 20h)
Onde: Praça Padre José Ferlin, em Monte Belo do Sul
Quanto: entrada franca

Dia 22 de maio
12h: corais Musicando Melodias e Alegria de Cantar (espetáculo artístico Monte Belo)
13h30min: Grupo Vicentino
14h30min: Tombo da Polenta Gigante
14h45min: banda Barbarella
16h45min: Mabolebo Latino América Dança Show
18h: Ragazzi dei Monti

Sistema Hidráulico Baixo desenvolvido pela Unyterra fortalece o mercado de máquinas agrícolas

Os produtores rurais que trabalham com uva, tanto no sistema latada ou espaldeira, agora contam com mais um facilitador para realização das atividades. Trata-se do Sistema Hidráulico Baixo para tratores, desenvolvido pela Unyterra.
Para as duas modalidades de cultivo, é necessário que os tratores tenham dimensões reduzidas, porém, com alta capacidade de tração. Aliado ao uso dos pneus radiais, o novo sistema entrega a oportunidade de alcançar uma altura do solo ao assento de apenas 0,81 m. Assim, permite mais conforto e ergonomia ao produtor rural na operação em culturas com altura limitada. Além disso, com o Sistema Hidráulico Baixo, a Unyterra possibilita o uso de força reversa no levantador do trator, muito útil, por exemplo, no trabalho com pá traseira para construção ou manutenção de patamares e estradas dentro da propriedade.
Com essas características, o produtor rural também sente a diferença com relação ao investimento, pois ele contribui para o melhor custo-benefício na hora de comprar um trator. Mais econômico no uso do combustível, o sistema gera menos compactação do solo, portanto, se torna mais forte e adaptável, sendo ideal para diversos tipos de solo. Além disso, ele possui um raio de giro reduzido, otimizando a execução do cultivo, tornando-o mais preciso e confortável.
O desempenho pode ser conferido com a aquisição dos modelos: Trator 1145 Parreira e Trator 1155 Parreira: Trator Agritech 1145 Parreira Trator Agritech 1155 Parreira
• Rodados 320/70R20 e 7.5L15’ • Rodados 320/70R20 e 7.5L15’
• Rodados 9.5×24’ e 6.00×14’ • Rodados 9.5×24’ e 6.00×14’
• Rodados 11.2×24’ e 7.5L15’
Confira as características exclusivas do Hidráulico Baixo:
• Altura solo/assento de apenas 0,81 m* – Operação com conforto e ergonomia mesmo em vinhedos
antigos onde a altura e reduzida;
• Hidráulico com Força Reversa – Inédito e exclusivo no Brasil, permitindo inigualável desempenho em
operações com equipamentos como plaina traseira e empilhadeira traseira;
• Instalação de até 5 vias de controle remoto – Permite instalação dos comandos em local com
excelente ergonomia de operação;
• Quando montados com pneus 320/70R20 e 7,5L15.

Fiducia Corretora de Seguros 28 anos de história

Uma história de sucesso: assim pode ser descrita a trajetória da Fiducia Corretora de Seguros, atuando no mercado desde 1994. Atualmente conta com nove escritórios totalmente estruturados, sendo oito na Serra Gaúcha e um em Porto Alegre.
A Fiducia também possui frota de veículos própria, o que possibilita um atendimento rápido e eficiente, tanto para contratação de seguro quanto em caso de sinistro, podendo ser acionada 24 horas por dia. Além disso, possui uma equipe de profissionais experientes e capacitados, sempre disposta a oferecer o seguro mais adequado às necessidades dos clientes. A Fiducia atende em vários ramos de seguros, desde os mais tradicionais como veicular, residencial e seguros mais específicos, como é o caso do Seguro Agrícola.
A Fiducia é considerada uma das Corretoras pioneiras no Rio Grande do Sul no ramo de Seguro Agrícola, com 22 anos de experiências em safras, desde 2001. O início de tudo foi com o seguro de uvas, ainda hoje seu carro chefe, porém nos últimos cinco anos foram feitos investimentos para atender também a demanda no seguro de lavoura de grãos.
Para a especialista em Seguro Agrícola da Fiducia, Viviane Giordani Coser, “hoje, o produtor não pode mais simplesmente investir um ano todo de trabalho e dinheiro contando com a sorte. O seguro agrícola se tornou fundamental e indispensável para a saúde financeira da propriedade. O seguro não impede a ocorrência das adversidades climáticas, mas minimiza os prejuízos causados por elas. Devemos ver o seguro agrícola como a primeira linha de defesa do agricultor em relação às mudanças climáticas. À medida em que os desafios para os produtores rurais continuam a crescer, o seguro é como uma rede de segurança, que é cada vez mais importante para a estabilidade do Agro Nacional. O ano de 2021 foi muito difícil para a agricultura, com dois momentos marcantes e dramáticos: um por causa do clima (aqui na região Sul a estiagem) e outro econômico; então se o produtor não tem uma segurança ele desanima e acaba abandonando a atividade, precisamos de equilíbrio para que o produtor permaneça na atividade”, afirma Viviane.

Curso enfoca práticas culturais que devem ser realizadas na viticultura nesta época

Em Garibaldi, o terceiro módulo está previsto para ocorrer no dia 09 de julho Crédito foto: Divulgação Emater/RS-Ascar

Neste mês acontece o 2º módulo do Curso Profissionalizante em Viticultura para Jovens, promovido pela Emater/RS-Ascar, que está em andamento com três grupos de agricultores da região da Serra. Na sexta-feira (13/05), o curso foi realizado na propriedade da família Pagliarini, em Garibaldi, e também foi acompanhado pelo secretário da Agricultura, Lívio Bortolini. No dia 25 de maio será na propriedade de Fábio Colferai, em Nova Roma do Sul, e no dia 31 de maio, na propriedade de Rogério Moro, em Monte Belo do Sul
Cada módulo do curso (serão cinco no total) acontece em uma propriedade de um agricultor participante, e os alunos aprendem fazendo as práticas culturais específicas para cada época do ano.
Em Garibaldi, os extensionistas da Emater/RS-Ascar Enio Ângelo Todeschini e Henrique Thomas Queiroz realizaram prática de coleta de amostra do solo e discutiram sobre o conhecimento que os viticultores precisam ter dos dados que constam no laudo de análise de solo, a fim de que possam gerenciar melhor a adubação e nutrição das plantas. Também houve prática de plantio correto da muda da videira, com orientações sobre a melhor época e a qualidade da muda, entre outras. Com relação aos tratamentos de inverno, eles fizeram a medição da densidade da calda sulfocálcica, a fim de possibilitar uma adequada diluição para cada variedade de parreira, assim como foi demonstrado na prática a forma correta de aplicação da calda. Os extensionistas trabalharam ainda o preparo e plantio das estacas para a produção de mudas, seja de porta-enxerto ou parreira de pé-franco.
Em Garibaldi, o terceiro módulo está previsto para ocorrer no dia 09 de julho. O curso conta com a parceria da Sicredi e das prefeituras municipais no custeio.
Crédito foto: Divulgação Emater/RS-Ascar

Vitis Aurora apresentará inovações e tecnologias aplicadas no cultivo da uva

Sexta edição da feira realizada pela Vinícola Aurora ocorre nos dias 25, 26 e 27 deste mês, em Pinto Bandeira. Aberto ao público em geral, evento terá mais de 70 expositores com soluções para o manejo em todos os ciclos da videira

Vitis Aurora ocorrerá em formato de circuito na área da cooperativa em Pinto Bandeira Fotos: Zéto Telöken

A evolução do vinho brasileiro nas últimas décadas não é coincidência ou obra do acaso. Para atingir patamares de qualidade que colocam o país entre os principais produtores do Novo Mundo, ocorreu uma verdadeira revolução tecnológica que começa no vinhedo e que pode ser apreciada na taça. Uma amostra deste processo poderá ser conferida no 6º Vitis Aurora, que será realizado nos dias 25, 26, 27 deste mês, no Centro Tecnológico Vitivinícola da Vinícola Aurora, em Pinto Bandeira, na Serra Gaúcha. A empresa é maior cooperativa vinícola do Brasil.
Em formato de circuito, o evento reunirá mais de 70 expositores, apresentando variedades de máquinas, implementos, ferramentas, mudas, fertilizantes e defensivos. Aberto ao público em geral, o Vitis Aurora deverá reunir especialmente agricultores, estudantes e profissionais das áreas de agronomia e de enologia.
O coordenador Agrícola da Vinícola Aurora, o agrônomo Maurício Bonafé, informa que as unidades técnicas da cooperativa apresentarão as inovações tecnológicas no manejo e cultivo da videira que são desenvolvidas nas propriedades dos viticultores associados à empresa.
“Vamos apresentar uma série de projetos e programas de pesquisa que são realizados pela equipe de agrônomos da Aurora. São iniciativas voltadas para melhorar a qualidade da matéria-prima, auxiliar na gestão de propriedade, reduzir custos de produção, reduzir os impactos da aplicação de defensivos ao meio ambiente e também para a saúde do viticultor”, relata.
Bonafé cita como exemplos que serão demonstrados o aplicativo de caderno de campo e controle de custos de produção, o projeto que monitora a fertilidade de gemas como estratégias para a poda e do sistema de monitoramento para controle do míldio, conhecida popularmente como mufa (Sistema Croop). Também serão apresentados os programas de testes e desenvolvimento de novas variedades e de clones de videiras, além de novas tecnologias para aplicação de tratamentos fitossanitários.
O programa Juntos para Competir, realizado através da parceria entre a Aurora, o Senar e o Sebrae e que possibilita diversas melhorias na propriedade rural, também terá um espaço de demonstração que inclui informações sobre o Programa Alimento Seguro (PAS) para a uva.
Com 1,1 mil famílias associadas, a Vinícola Aurora produz mais de 60 variedades de uvas, cultivadas em 2,8 mil hectares de área. As famílias cooperadas estão presentes em 11 municípios da Serra Gaúcha: Bento Gonçalves, Veranópolis, São Valentim do Sul, Guaporé, Cotiporã, Monte Belo do Sul, Santa Tereza, Pinto Bandeira, Vila Flores, Farroupilha e Garibaldi.

Expositores englobam todos as etapas do ciclo produtivo
O 6º Vitis Aurora trará expositores que apresentarão soluções para uso em todas as etapas do ciclo da videira. O circuito começa com as estruturas para construção de vinhedos, passa por viveiros com produção de mudas certificados pelos órgãos oficiais e com demonstração de sistemas de irrigação. Outras soluções para amenizar os impactos das intempéries, como a cobertura plástica de vinhedos e informações sobre seguro agrícola, também compõem as atrações da amostra.
O maquinário completo que é utilizado na parreira e em outras atividades da propriedade, como tratores, pulverizadores, máquinas para colheita da uva e implementos, fertilizantes, defensivos agrícolas, caminhões e veículos de passeio completam o circuito do Vitis Aurora. Também serão realizadas, ao longo da exposição, palestras técnicas sobre manejo no cultivo da videira e ao dia a dia no campo.
O presidente do Conselho de Administração da Vinícola Aurora, Renê Tonello, ressalta que o evento é uma oportunidade para que tanto os associados à cooperativa como outros agricultores possam conhecer as novidades relacionadas à viticultura. O presidente acrescenta que a empresa tem desenvolvido diversos projetos que visam a qualificação da produção, a redução de danos ao meio ambiente e à saúde e de melhorias na gestão das propriedades rurais.
“O Vitis Aurora é uma feira que não visa o lucro, ou que tenha um aspecto mais comercial. É um evento voltado para melhorar o manejo e para levar informações que ajudam no dia a dia do produtor rural. Também é uma oportunidade de trocar experiências com outros agricultores, acessar tecnologias que já estão disponíveis e melhorar a rentabilidade do negócio”, destaca Tonello.
O 6º Vitis Aurora tem apoio da Prefeitura de Pinto Bandeira, Embrapa e Emater/RS, com patrocínio do Sicredi, UniAgro (Bayer), ADAMA e CATR (Basf). A realização é da Vinícola Aurora.

Monte Belo do Sul celebra Polentaço no próximo final de semana

Encontro será dias 21 e 22 de maio tendo como atrações tombo de polenta de 800kg e exposição de esculturas feitas a base da iguaria

Fotos: Marlove Perin

A polenta talvez seja o prato regional que melhor identifique, na culinária, a herança deixada pela marcante presença do povo italiano na Serra. É justamente num dos municípios que mais preservam esse legado, Monte Belo do Sul, que a polenta ganha um festival gastronômico para exaltá-la como uma espécie de patrimônio imaterial da região.
Entre os dias 21 e 22 de maio, o pequeno município promove a 11ª edição do Polentaço.  Em pleno coração da cidade, a Praça Padre José Ferlin, os grandes atrativos do Polentaço gravitam em torno, claro, da tradicional mistura de farinha de milho, água e sal.

Dois deles são marcantes e dignos de figurarem em rankings de raras estatísticas mundiais. Um é o tombo da polenta, ou seja, o momento em que ela deixa o tacho gigante, após estar pronta, para ser colocada sobre um enorme recipiente. Tudo ali é superlativo, já que são 800 quilos de polenta virados na hora. Logo depois, em porções, o prato é oferecido gratuitamente com molho para os visitantes – na última edição, em 2019, foram distribuídas mais de 4 mil delas.Os visitantes terão dois momentos para acompanhar esse momento icônico do evento: no sábado, dia 21 de maio, às 14h45min, e no domingo, dia 22, às 14h30min.
Outra curiosa atração é a Exposição de Esculturas de Polenta. Em 2019, 30 peças foram inscritas para essa que é considerada a única mostra do gênero no mundo. O evento é levado a sério, tanto que além de exposição ocorre uma avaliação das esculturas, sendo as três melhores e o destaque da competição premiados com troféus e presentes ofertados por patrocinadores.

Neste ano, os troféus Cagliera D’Oro, D’Argento e di Bronzo, serão entregues, respectivamente aos 1º, 2º e 3º colocados, juntamente com uma cozinha Sicília (Multimóveis), dois balcões multiuso (Decibal Móveis) e uma escrivaninha (Carraro Móveis). Já o destaque, entregue para a melhor escultura feita unicamente de polenta, ganhará a Cagliera Nera e um prêmio surpresa.O 11º Polentaço, que neste ano tem como atração simultânea a 9ª Festa do Agricultor, também é uma iniciativa para promover e valorizar a produção local. Espalhadas ao redor da principal praça da cidade, onde ainda é montado o palco para as atrações artísticas, barraquinhas comercializam vinhos, espumantes, produtos coloniais e artesanato, oferecendo um panorama das riquezas do município. Nesta edição, uma das novidades propostas pela organização do evento é a presença obrigatória de diferentes preparos a base de polenta em cada uma das barraquinhas do ramo gastronômico. A visita a Monte Belo do Sul, município vizinho de Bento Gonçalves com cerca de 2,7 mil habitantes, é uma oportunidade para vivenciar como o tempo anda numa típica cidadezinha do interior. Ali, mesmo depois de quase 150 anos do início da imigração italiana, muitos hábitos e costumes seguem sendo cultivados, como o cultivo da uva, a lida agrícola e pastoril e, claro, o preparo da polenta. Afinal, assim foi construída a identidade do município. E é isso que Monte Belo celebra com o Polentaço, a iguaria que alimentou o corpo de imigrantes e descendentes a fim de que eles mantivessem vivos os sonhos de uma vida melhor.

Serviço
O quê: 11º Polentaço e 9ª Festa do Agricultor
Quando: dias 21 e 22 de maio
Onde: Praça Padre José Ferlin, em Monte Belo do Sul
Quanto: entrada franca

Pesquisas com biocarvão apontam caminhos para a menor dependência na importação de fertilizantes

Fertilizantes formulados a base de biocarvão proporcionaram ganhos de até 21% na produtividade do milho e 12% na eficiência de uso do nitrogênio pelas plantas. – Foto: Aline Peregrina Puga

A Embrapa Meio Ambiente, em pesquisas feitas em parceria com a empresa Carbosolo Desenvolvimento Agrícola Ltda., comprovou que fertilizantes organominerais à base de biocarvão têm boa disponibilização de nutrientes e, no caso do nitrogênio e potássio, essa liberação pode ser mais lenta e gradual na comparação com fontes convencionais solúveis, prevenindo contra perdas excessivas no sistema e aumentando o potencial de absorção pela cultura.
No experimento, implementado no âmbito da fase 2 do programa de Pesquisa Inovativa em Pequenas Empesas – PIPE, da Fapesp, biocarvões feitos à base de cama de frango e torta de filtro de cana-de-açúcar foram enriquecidos com nitrogênio, fósforo e potássio minerais.
Foram, então, testados para avaliar a possibilidade de reciclagem de parte dos nutrientes a partir das biomassas, reduzir o uso de fontes minerais solúveis (mais de 80% importadas) e obter um produto com características especiais para o aumento da eficiência de uso dos nutrientes pelas plantas.

A eficiência do fertilizante de biocarvão
Os fertilizantes organominerais nitrogenados à base de biocarvão foram desenvolvidos numa fase anterior dessas pesquisas. Os testes então realizados validaram diferentes proporções de biocarvão e da fonte nitrogenada convencional (29% a 51% de biocarvão e 5% a 20% de nitrogênio) para maior eficiência agronômica e ambiental dos fertilizantes.
As formulações com 10% e 17% de nitrogênio e 51% e 40% de biocarvão proporcionaram ganhos de até 21% na produtividade do milho e de 12% na eficiência de uso do nitrogênio pelas plantas. O desempenho ambiental desses fertilizantes à base de biocarvão foi expresso pela emissão de óxido nitroso – N2O, por unidade de produto agrícola e resultou em mitigação das emissões líquidas de gases do efeito estufa e sequestro de carbono no solo quando se considerou o aporte de carbono via biocarvão.

Uma década de estudos
Desde 2011, a Embrapa Meio Ambiente, em parceria com o Instituto Agronômico (IAC), a Esalq/USP e empresas do setor privado, estuda e desenvolve pesquisas e inovação com biocarvão, que aliam a reciclagem de subprodutos, resíduos na agricultura, o aumento da eficiência de uso dos nutrientes, além de contribuir para uma agricultura de baixa emissão de carbono.
Nos primeiros estudos, os objetivos estavam relacionados com o potencial agronômico e ambiental de uma série de biomassas, como cama de frango, lodo de esgoto, restos de madeira, bagaço de cana, torta de filtro, entre outros, relacionando algumas propriedades de interesse nos biocarvões, com as características da biomassa original e com a temperatura de pirólise – processo de decomposição térmica a elevadas temperaturas (250°C a 300ºC) da matéria orgânica na ausência ou baixa concentração de O2.
“Essa fase inicial foi de grande aprendizado e obtenção de resultados sobre a composição química dos biocarvões, potencial de liberação de nitrogênio, porosidade, retenção de água, capacidade de troca de cátions, entre outros”, explica o pesquisador da Embrapa Meio Ambiente Cristiano Andrade.
Mais recentemente, em alinhamento com demandas do Ministério de Minas e Energia e com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), via Plano Nacional de Fertilizante – PNF, dados de estabilidade do carbono de biocarvões e seu impacto no sequestro de carbono no solo foram reunidos e discutidos para fundamentar a possibilidade de uso do biocarvão em políticas públicas e procedimentos para contabilidade de carbono de sistemas de produção e/ou produtos. “Esse esforço será lançado, em breve, como capítulo de livro, e mostrará, dentre outros aspectos, que o biocarvão pode resultar em taxas de sequestro de carbono no solo da ordem de 3 a 4 t ha-1 por aplicação, função da elevada estabilidade do carbono no biocarvão, da emissão evitada de óxido nitroso pela fonte mineral nitrogenada, da preservação do carbono do próprio solo e do aumento de produtividade e aporte de carbono pela cultura”, destaca Andrade.
O modelo de negócio para o biocarvão pode envolver diferentes frentes, com destaque para a fabricação de fertilizantes especiais a base de biocarvão; e a viabilização de soluções regionais e/ou setoriais para resíduos orgânicos e subprodutos, gerando valor e renda em diversas cadeias produtivas. Ambos os modelos têm forte aderência ao desafio nacional de redução da importação de fertilizantes e ao desafio global para uma agricultura de baixa emissão de carbono, aliada no combate às mudanças climáticas.
A forte dependência da agricultura nacional quanto a importação de fertilizantes minerais representa uma fragilidade do setor, que rediscute tal situação quando há alta nos custos de aquisição dos fertilizantes ou risco de desabastecimento. Essa situação é histórica no país, mas, hoje, o caminho para redução dessa dependência está organizado no PNF, recém-lançado pelo Mapa. Dentre as alternativas destacadas no PNF estão o aumento da eficiência de uso dos nutrientes pelas plantas e a reciclagem de nutrientes a partir de subprodutos e resíduos.

SOL – Soluções YANMAR revoluciona o trabalho no campo com o lançamento de dois novos produtos

Aliando modernidade e tecnologia, a SOL – Soluções YANMAR, concessionária oficial da YANMAR nas regiões de Vacaria, Montenegro e Caxias do Sul, apresenta novas opções de produtos na área do agronegócio, incluindo o novo Trator YM 347A e a Colheitadeira YH880. Confira as características específicas de cada um:

Trator YM 347 A
O YM 347 A é um trator puro sangue YANMAR, com design moderno, muito conforto, ergonomia e segurança. Apresenta motor Yanmar modelo 4TNV88, um dos motores mais eficientes do mercado, e uma transmissão fabricada pela própria Yanmar, conjunto eficiente e de projeto inteligente, oferecendo, dentre
outras vantagens, a transmissão principal totalmente sincronizada. Além disso, conta com uma alavanca do reversor localizada próxima ao volante de direção, que permite a reversão de movimento sem gerar ruído de engrenagens e de forma suave.
• Design moderno e inovador;
• Conforto, ergonomia e segurança;
• Baixa compactação de solo;
• Eixo dianteiro blindado;
• Motor mais silencioso;
• Reversor sincronizado;
• Tomada de força independente, com acionamento elétrico- hidráulico.

Colheitadeira YH800
A Colheitadeira YH 880 YANMAR chegou para revolucionar o cultivo de grãos no Rio Grande do Sul. Ideal para a agricultura brasileira, a colheitadeira traz maior versatilidade durante a operação, além de possuir melhor desempenho nas manobras de giro, o que possibilita menos compactação do solo e a torna mais sustentável.
Uma opção mais lucrativa e econômica para produtores de grãos como arroz, milho, feijão e soja, por se tratar de uma máquina compacta, com excelente custo-benefício e alta performance.
• Limpeza de grãos simples e efetiva;
• Maior potência e fácil transporte;
• Ótima opção para os produtores que trabalham com grãos, principalmente, com arroz, milho, feijão e soja;
• Baixo custo de manutenção e operação;
• Menor consumo de combustível;
• Direção Maru: permite um controle preciso das operações sob alta velocidade, trazendo facilidade para curvas e manobras;
• Alta eficiência, mesmo em condições adversas do solo.
• Prejudica menos o solo, deixando menos rastro para o próximo plantio.
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SENAR RS Sempre mais perto do produtor rural

Entre os principais desafios dos produtores rurais no século 21 está o de aumentar a produtividade, garantindo a rentabilidade com eficiência e controle de custos. E o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-RS) está ao lado do homem do campo, levando informação e tecnologia, de forma gratuita, para que alcance seus objetivos. Isso é feito através de ações de Formação Profissional Rural, Promoção Social, Ensino Técnico de Nível Médio e com a inovadora Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), que beneficia milhares de brasileiros do meio rural todos os anos.
No ano passado, mesmo com períodos de isolamento social intensificados, o Senar-RS realizou 3.915 eventos. Entre cursos, programas, palestras, oficinas e seminários, houve um total de 29.722 participantes. Na Formação Profissional Rural, o treinamento mais demandado pelos sindicatos rurais parceiros foi Aplicação Correta e Segura de Defensivos Agrícolas NR-31. O tema tem merecido grande atenção da entidade, empenhada em evitar casos de deriva de herbicidas nas lavouras. Por isso, além de cursos regulares, o Senar-RS levou oficinas de “Tecnologia de Aplicação” para as mais recentes edições da Tecnovitis e Expodireto Cotrijal. “Não há agricultura de altíssimo desempenho sem a utilização de recursos da ciência, através da química e da farmacologia. Isso traz uma carga muito grande de tecnologia, uma discussão complexa, na qual o Senar se coloca como interlocutor entre a ciência e o produtor, que tem de receber todo esse conhecimento em linguagem adequada, compreensível para quem está no dia a dia das propriedades rurais”, disse o superintendente do Senar-RS, Eduardo Condorelli.
A entidade já colhe frutos de seu empenho. De acordo com a Secretaria Estadual da Agricultura, os treinamentos oferecidos dentro do programa Deriva Zero colaboraram com a redução em 43% das denúncias de deriva do herbicida 2,4-D entre agosto e novembro de 2021, em relação ao mesmo período do ano anterior. Nos últimos três anos, mais de 10 mil pessoas passaram pela capacitação. Este ano, mais 5 mil devem passar pelo curso.

PROGRAMAS ESPECIAIS
O Senar-RS oferece à comunidade rural 17 diferentes programas. Entre eles, o Deriva Zero, o Agricultura de Precisão e Programa Boas Práticas Agrícolas (BPA) Uva, até o Programa Alfa – iniciativa que já alfabetizou mais de 21 mil adultos da zona rural. A entidade também atua no ensino formal, oferecendo o curso Técnico em Agronegócio (EAD). Realizado em parceria com o Ministério da Educação, via Rede e-Tec Brasil, a formação é realizada nos Polos de Apoio de Cruz Alta e São Sepé.
O programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) é outra iniciativa bem-sucedida do Senar-RS. Nele, os produtores recebem acompanhamento para solucionar questões sobre produtividade e gestão durante dois anos. A ATeG teve expansão expressiva, passando de 1.993 produtores atendidos no primeiro ano, para 4.900 em abril de 2022. A entidade ainda oferece consultorias, utilizadas como ações complementares à ação educativa realizada pela Formação Profissional Rural. O serviço serve para validação, acompanhamento ou disseminação de conhecimentos adicionais aos trabalhos dentro do processo ensino-aprendizagem. Elas podem ser realizadas em propriedades individuais ou em grupo. No ano passado, foram realizadas 1.736 consultorias, que contemplaram 4.996 participantes.

MAIS PERTO DO PRODUTOR
Com o arrefecimento da pandemia de Covid-19, o Senar-RS tem participado da maioria dos eventos agropecuários do Estado, como a Feovelha, a Tecnovitis, a Abertura da Colheita do Arroz, além da Expodireto e Expoagro e a Fenasoja, onde técnicos ficam à disposição dos visitantes para esclarecer dúvidas e oferecer formações. A oportunidade também é de trocas com os produtores rurais que já estão integrados às atividades. “As pessoas reconhecem a logomarca do Senar e entram no estande para contar que são atendidos por determinado técnico de campo e o quanto o Senar está auxiliando no dia a dia de suas propriedades”, afirmou Gabriela Chaves, integrante do corpo técnico da ATeG, durante a Expodireto.

Cursos, palestras e programas de formação da entidade beneficiam milhares de gaúchos