Livro dos 100 anos do Esportivo será lançado no dia de aniversário do Clube

Obra de 328 páginas, assinada pelos jornalistas Alceu Salvi Souto e Fabiano Mazzotti, perpetua a imponente caminhada alviazul no período de 1919 a 2019 e será apresentada em 28 de agosto

Fabiano Mazzotti e Alceu Salvi Crédito: Idovino Merlo

Centenário desde agosto de 2019, o Clube Esportivo Bento Gonçalves terá sua singular história perpetuada em livro. “Um século alviazul”, é o título da publicação idealizada para marcar os 100 anos da instituição, cuja história possui íntima ligação com o desenvolvimento da cidade onde está inserido. Organizada pelos jornalistas Alceu Salvi Souto e Fabiano Mazzotti, a obra é resultado de dois anos de pesquisa e chega ao público em uma data especial: 28 de agosto de 2020, dia de comemoração dos 101 anos do clube identificado pelas cores azul e branco.
A vida do Esportivo, antes espalhada na memória de diferentes gerações de admiradores e torcedores, agora está reunida, formando um conjunto de informações que se apresenta como verdadeiro patrimônio do clube, também conhecido como “o alviazul da capital brasileira do vinho”. Textos, fotografias e links para acessos a áudios e vídeos na internet estampam as 328 páginas da edição de luxo, elaborada com capa dura e impressão toda colorida. Uma versão sonora acompanha o livro, oferecendo acessibilidade de conteúdo a deficientes visuais ou pessoas com dificuldade de leitura.
Suas folhas reproduzem as lembranças dos entrevistados, enaltecem importantes conquistas e rememoram destacados feitos em que o Esportivo atuou como protagonista no cenário do futebol gaúcho. Com apresentação do presidente da Federação Gaúcha de Futebol (FGF), Luciano Hocsman, o livro valoriza os personagens que dedicaram suor dentro e fora dos gramados para fazer o clube chegar a essa emblemática marca de um século em plena atividade. “Mais do que um registro escrito, é um merecido presente para todas as pessoas envolvidas com o Esportivo e um trabalho que enriquece a biblioteca do futebol no Rio Grande do Sul”, comenta Fabiano Mazzotti.

Obra terá lançamento virtual
Financiado pela Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal, o livro é resultado de um projeto que necessita ser encerrado até o final de 2020.
Diante do cenário instaurado pela pandemia do novo coronavírus (COVID-19), o lançamento não poderá ser presencial, em um evento aberto ao público, como planejado pelos idealizadores. Atendendo aos protocolos de segurança determinados pelas autoridades competentes, a apresentação da obra será virtual, por meio de uma transmissão online, dia 28 de agosto, às 20 horas. A live será veiculada pelos perfis do autor Fabiano Mazzotti (fabiano.mazzotti) e oficial do Clube Esportivo (ClubeEsportivo) ambos na rede social Facebook com duração de 50 minutos.
Durante a apresentação, a obra poderá ser comprada em canais digitais que estarão oferecendo o produto. O livro físico poderá ser adquirido a partir do dia seguinte ao lançamento, em livrarias de Bento Gonçalves (Aquarela, APP, Dom Quixote e Paparazzi), na secretaria do Clube Esportivo ou com os autores. Outras atividades de promoção da obra devem ser realizadas na Feira do Livro de Bento Gonçalves e ExpoBento.
Responsáveis pelo trabalho, Alceu Salvi Souto, Fabiano Mazzotti e a equipe de produção lamentam não poderem realizar o lançamento da obra com a presença física das pessoas, transferindo para encontros individuais o clássico e tradicional ato de autografar o livro.

Livro “Um século alviazul” – ficha técnica
Financiamento: Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Patrocínio máster: Ceran – Companhia Energética Rio das Antas.
Patrocínio: Mérica Transportes e Logística, Meber Metais, Centro da Indústria Comércio e Serviços de Bento Gonçalves (CIC-BG), Pozza, Bento Transportes, Cinex, Todeschini, Geremia Weg Cestari Redutores, Anderle Transportes, Grepar Supermercados, Pan Eletric, Adubare Compostos Orgânicos, Pratomil Restaurantes Empresariais, Super Apolo, Família Salton, Italínea, Casttini, Multimóveis, Vinícola Aurora, Aleplast Embalagens Plásticas, Giordani Turismo e Eventos, Don Giovanni, Madem, Politorno Móveis, Lex Empreendimentos Imobiliários, Transportes Bertolini Ltda, Rinaldi, Carraro Móveis e Imopur.
Realização: Secretaria Especial da Cultura (SEFIC)/Ministério do Turismo/Governo Federal.

Dados do livro:
Formato: 24cm x 28cm
Páginas: 328
Capa: dura
Miolo: couchê fosco 150gr.
Preço:
R$ 70,00 (preço promocional de lançamento para os 400 primeiros exemplares)
R$ 90,00 (preço normal)

Serviço:
O que: lançamento do livro “Um século alviazul”, contando a história centenária do Clube Esportivo Bento Gonçalves
Quando: 28 de agosto, às 20 horas
Onde: transmitida pelos perfis no Facebook ‘fabiano.mazzotti’ e ‘ClubeEsportivo’
Informações:
Fabiano Mazzotti: (54) 9 9991 6778 – fabiano@fabifoto.com.br

Conheça vinhos produzidos por celebridades

Artistas das mais diferentes vertentes investem na bebida ao redor do mundo

A paixão pela bebida faz com que muitos famosos desejam produzir o seu vinho em sua propriedade, com vinhedos e paisagens encantadoras. Vários foram influenciados pelo simples prazer de tomar a sua própria bebida. Aqui, listamos alguns rótulos que carregam grandes nomes mundiais.

Galvão Bueno
O narrador esportivo teve o privilégio de conhecer muitos lugares devido a sua profissão. Nos países europeus, como Portugal, Espanha, França e Itália, teve um contato maior com a cultura do vinho e desenvolveu sua paixão. Em 2009, adquiriu uma propriedade em Candiota, na Campanha Gaúcha, onde iniciou seu projeto de implantação de vinhedos e também dos seus vinhos. O primeiro foi o Bueno Paralelo 31, um vinho tinto com corte bordalês, uma escolha do próprio Galvão.

Galvão Bueno Foto: Felix Zucco / Agência RBS

Andrés Iniesta é apaixonado por vinhos. Tanto é que, nesta quinta-feira, o volante do Barcelona apresentou a sua vinícola particular para a imprensa Foto: Divulgação

Ainda no esporte, o jogador da seleção espanhol Andrés Iniesta, também tem sua bodega que leva o nome da família. O sonho começou com o pai na década de 90 quando iniciou o projeto implantando em 10 hectares de vinhedo e, em 2010, a Bodega Iniesta tomou forma. Hoje, conta com mais de 300 hectares de produção e a empresa toma conta de todo o processo, desde a produção das uvas até a comercialização da bebida.

 

 

 

Cameron Diaz

Cameron Diaz está lançando um novo vinho “limpo” que é vegano e orgânico, sem pesticidas químicos agressivos usados ​​para cultivar as uvas Foto: Divulgação

A atriz hollywoodiana lançou recentemente sua marca de vinhos Avaline. Se trata de vinhos brancos e rosés elaborados a partir de uvas orgânicas. A batida pelo bem-estar e pela saúde da atriz iniciou em 2013, por isso, a busca por vinhos “limpos”, sem adição de açúcar e concentrados – não que isso seja a prática em todos, tá? Cameron e sua amiga e sócia Katherine Power buscaram na França e na Espanha, famílias produtoras que se identificassem com seu objetivos e, assim desenvolvessem um vinho branco fresco e mineral e um rosé bem frutado com um toque picante no fim de boca.

Dois tipos: ‘Lançados com um branco e um rosé, os vinhos são limpos, deliciosos, vegan-friendly, feitos com uvas orgânicas e livres de aditivos desnecessários. Com a transparência dos ingredientes em cada rótulo, Avaline visa estabelecer um novo padrão para a indústria do vinho

De acordo com a imprensa Internacional, o vinho rosé “Maison No.9” já pode ser encomendado online mas apenas estará disponível nas lojas físicas no próximo mês Foto: Instagram Post Malon

Post Malone
O cantor norte americano Post Malone também entrou para o universo dos vinhos. Além do sucesso das músicas como “Better Now” e “Circles”, o rosé de nome Maison nº9 também está encantando nas taças. O vinho é elaborado numa vinícola de Saint-Tropez, na Rivieira Francesa e o objetivo do músico era um vinho para ser tomado depois de um dia longo e cansativo, para chegar em casa, beber umas tacinhas e relaxar. Um rosé do sul da França, de coloração clara e atrativa, é o que todos queremos depois de um dia exaustivo.

Fã do Champagne Armand de Brignac, o astro da música e empresário Jay-Z, marido da também estrela Beyoncé, adquiriu a marca em 2014

JAY-Z
O rapper ganhou a fama no mundo do vinho a partir da sua torre de 350 garrafas do champagne Armand de Brignac, em homenagem ao Barack Obama, em 2012. Repercutiu tanto que, em 2014, o cantou adquiriu a marca. Neste ano, durante a cerimônia do Globo de Ouro, o casal Jay-Z e Beyoncé levou o próprio champagne para tomar na festa. Para uns, um luxo, para outros, ostentação.

 

Desde 1999, Sting e Trudie restauraram meticulosamente as dependências da Villa do século XVI. Hoje, a propriedade produz quatro tintos (Message in a Bottle, Sister Moon, When We Dance and Casino delle Vie ), um branco (Message in a Bottle Bianco) e um rosé (Beppe Rosato)

STING
O músico britânico do The Police já é conhecido na produção de vinhos. Desde 1999, ele e sua esposa cuidam e restauram um villa toscana do século XVI. A propriedade conta com o cultivo biodinâmico e elabora quatro vinhos tintos, um branco e um rosé. O diferencial é que todos as garrafas descansam ao som do “Sister Moon”, tocada e cantada por Sting na adega da propriedade.

Bento Gonçalves fechou 2,3 mil postos de trabalho na pandemia

Números referentes aos meses de março a junho foram analisados pelo OECON do CIC-BG

Rogério Capoani – Presidente do CIC BG – Crédito Gilmar Gomes

Desde março, o saldo entre contratações e demissões em Bento Gonçalves tem registrado números negativos que, no acumulado até junho, mostram o fechamento de 2.303 vagas formais. São os efeitos da pandemia no mercado de trabalho, aponta estudo do Observatório da Economia (OECON), a partir dos dados liberados no final de julho pelo Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged).
O núcleo criado pelo Centro da Indústria, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves (CIC-BG) tem como função, além de analisar dados econômicos, oferecer um panorama da situação financeira imposta pela covid-19 não só ao município, mas também ao Estado e ao país. Um dos motivos de seu surgimento está ligado a auxiliar o CIC-BG e o poder público para entender como está sendo projetada a situação do Estado a partir dos protocolos do sistema de bandeiramento. “Com a regionalização da autonomia dos territórios dada pelo governo através do Distanciamento Controlado, a economia será um dos três pilares de sustentação para nossa macrorregião, juntamente com a saúde e com as estatísticas dos critérios adotados pelo governo. Isso nos permite ter uma radiografia do município e da região. Outro motivo é para termos condições de monitorar o futuro do país quanto ao seu endividamento, face aos recursos emergenciais liberados para combater a pandemia, o que afeta também o município e o Estado em uma projeção a longo prazo”, diz o presidente do CIC-BG, Rogério Capoani.
Os números analisados pelo observatório criado pelo Centro da Indústria, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves (CIC-BG) indicam que houve uma redução de 3% na quantidade de empregos formais de dezembro de 2019 (44.277) para junho de 2020 (43.093). São números próximos aos de dezembro de 2016 (42.885), quando o país se encontrava em recessão econômica. “Se o ritmo de crescimento identificado de janeiro e de fevereiro, com saldo positivo de 641 e 478 respectivamente, tivesse permanecido, muito provavelmente em 2020 ultrapassaríamos o número de 2014 (43.725), quando se obteve o ápice na cidade na geração de empregos formais”, avalia um dos estudiosos do OECON, o professor da Universidade de Caxias do Sul (UCS) Fabiano Larentis.
Entre março e junho, a indústria foi o setor que mais contribuiu para o saldo negativo (-1.073), representando 47% do total. Na sequência, aparecem o setor de serviços (-870) e o comércio (-284). Já em junho, a indústria voltou a ter saldo positivo (44), com serviços (-31), comércio (-18) e construção (-13) respondendo pelos maiores saldos negativos.

Segmentos mais impactados
No início da pandemia, em março, os primeiros impactos foram sentidos com maior intensidade nos segmentos de fabricação de bebidas (saldo de -106), de produtos alimentícios (-100) e de transporte e armazenagem (-50), seguidos pelo comércio varejista (-37) e pelos serviços de alimentação (-36). Em abril, pior mês do primeiro semestre, o somatório dos cinco segmentos com maiores saldos negativos foi de -756, com liderança para a indústria moveleira (-291). Na sequência, aparecem serviços de alojamento (-165), fabricação de produtos de borracha e plástico (-127), fabricação de máquinas e equipamentos (-88) e serviços de alimentação (-85).
A partir de maio, os números começaram a melhorar. Juntos, os cinco segmentos mais impactados tiveram saldo de -332. Além de fabricação de móveis (-117), serviços de alimentação (-88) e fabricação de produtos de borracha/plástico (-47), destacaram-se negativamente comércio varejista (-44) e fabricação de bebidas (-36). Em junho, o acumulado dos cinco segmentos que mais demitiram ficou em -65, sendo liderado pela área de alimentação (-20), com saldos positivos voltando a aparecer mais fortemente na fabricação de móveis (52) e na fabricação de produtos de borracha/plástico (41). “Algumas das atividades com maior saldo negativo entre admitidos e desligados voltaram a contratar mais”, analisa Larentis.
Os meses da pandemia também podem ter seu impacto medido pela verificação dos saldos negativos e positivos acumulados, tendo como referência cinco atividades em cada situação. De janeiro a junho, os maiores saldos negativos de cada mês totalizaram 1.542 empregos a menos, com o acumulado positivo de 1.002, uma diferença de -540 empregos. “Quando consideramos março a junho, a diferença entre os cinco maiores saldos negativos e os maiores saldos positivos é de -1.170, 2,2 vezes a mais na comparação com o período anteriormente considerado, mais uma evidência do impacto da pandemia”, assegura.
Para também medir os desdobramentos da pandemia, o OECON analisou as 10 atividades econômicas com maiores saldos positivos e negativos de admitidos e desligados em dois períodos distintos, de janeiro a junho e de março a junho. No primeiro semestre deste ano, o total negativo (-1.012) teve contribuição principalmente de serviços de alojamento (-236), alimentação (-193), fabricação de móveis (-147) e comércio varejista (-127). Na outra ponta, o saldo positivo foi de 106 empregos, devido principalmente às contratações do setor de fabricação de produtos de metal (38) e de manutenção de equipamentos (20). Com isso, houve uma diferença de -906 empregos.
Essa conta quase dobra se analisada a partir dos dados coletados entre os meses de março a junho, atingindo saldo de -1.703 postos de trabalho. “Isso representa 74% do saldo total no mesmo período (-2.303)”, observa Larentis. Os setores que mais contribuíram para isso foram fabricação de móveis (-323), alimentação (-229), alojamento (-228), comércio varejista (-208), fabricação de bebidas (-161), transporte e armazenagem (-150) e fabricação de produtos alimentícios (-144). Também aparecem entre as 10 atividades a fabricação de produtos de borrracha/plástico (-112), a fabricação de máquinas e equipamentos (-108) e a construção civil (-58).
O professor também reforça que apenas seis setores tiveram saldos entre admissões e demissões iguais ou superiores a zero nesse mesmo período – fabricação de produtos químicos, fabricação de produtos de madeira, eletricidade e gás, serviços de escritório, agropecuária e outras atividades de serviços.

No Estado e no país
O OECON também analisou os números do Novo Caged para medir os reflexos da pandemia sobre o mercado de trabalho no Estado e no país. Assim como em Bento Gonçalves, o padrão do pico de saldos negativos também foi em abril, sendo -77,9 mil no Rio Grande do Sul e -918 mil no Brasil.
No Estado, entre janeiro e junho o saldo foi negativo em 94.490 pessoas. Um cenário que fica ainda pior quando analisado apenas o período da pandemia (março a junho). “Foram 130.921 empregos formais a menos, um número 39% pior”, diz Larentis.
No país, o acumulado do primeiro semestre aponta para um saldo negativo de 1,19 milhão de pessoas. No período da pandemia, esse saldo negativo salta para 1,53 milhão de postos de trabalho.
Por outro lado, junho apresenta uma perspectiva melhor na análise do saldo entre admissões e demissões, tanto no município quanto no Estado e no país. Depois do ápice do saldo negativo registrado em abril em Bento (-1.448), os meses subsequentes trouxeram regressão desse dado, indo para -645 em maio e para -18 em junho. No Rio Grande do Sul, o sexto mês do ano registrou um acumulado de -4.851, enquanto no Brasil o saldo ficou em -11 mil pessoas.

Empresa traz tecnologia para sanitização de veículos e ambientes comerciais

Transporte Santo Antônio também está fazendo aplicação do procedimento nos ônibus da frota que circula em Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul.

A mobilização coletiva para coibir a proliferação do novo coronavírus reforçou as boas práticas sanitárias e, mais do que isso, motivou a socialização de novas tecnologias capazes de ajudar no combate à pandemia. Uma delas chega a diversos municípios da Serra gaúcha por meio da Transporte Santo Antônio: uma das pioneiras no Estado a adotar o processo de sanitização pelo sistema Fip Onboard (que, por meio de nanopartículas de uma solução biocida, desativa vírus e bactérias, assegurando a desinfecção de superfícies e ambientes). A novidade é fruto de uma parceria firmada com a Marcopolo Next, de Caxias do Sul, que utiliza a tecnologia da AurraTech. O protocolo para uso do sistema nos ônibus foi validado pelo laboratório da Universidade de Caxias do Sul (UCS).
Todos os veículos da empresa utilizados no transporte urbano nos municípios de Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul estão passando, periodicamente, pelo procedimento – que é realizado novamente a cada 72 horas. A medida não gerou qualquer custo extra para os passageiros. “Dessa forma, estamos garantindo aos usuários plena segurança e tranquilidade durante o uso do transporte coletivo, exercitando de forma prática aquele que é um dos principais compromissos de nossa atuação: zelar pelo bem-estar e qualidade de vida das pessoas e das comunidades onde estamos inseridos”, comenta a diretora da Transporte Santo Antônio, Susana Giordani.
Também os demais ônibus e vans da empresa, destinados ao transporte intermunicipal, de estudantes e de grupos privados estão recebendo a sanitização – são cerca de 100 carros, no total. A medida é um dos investimentos feitos para reabilitar a confiança dos usuários do transporte coletivo, recuperando o fluxo de passageiros que sofreu reduções drásticas desde o início da pandemia.

Novidade, serviço estendido a automóveis e espaços comerciais
A garantia de esterilização que o processo de sanitização Fip Onborad aplicado pela Transporte Santo Antônio oferece aos ônibus de sua frota pode ser estendida, também, a automóveis (usados para trabalho ou passeio) e espaços físicos (estabelecimentos comerciais, restaurantes, consultórios médicos, entre outros). O sistema tem múltiplas aplicações, todas elas com o mesmo rigor de eficácia comprovada.
Quem investe nesse sistema esta fazendo uso de uma tecnologia validada pela norma francesa NFT72-281, cujo processo utiliza somente saneantes aprovados pela Anvisa. O mesmo recurso é utilizado na Unidade de Saúde de Guijorna, na Espanha, devido aos bons resultados obtidos no laudo de análise microbiológica. “O veículo ou ambiente que exibe o selo da sanitização Fip Onboard apresenta-se como muito mais seguro perante o usuário, ou seja, é um argumento que tranquiliza o consumidor do serviço ou frequentador do espaço, pois ele tem a certeza de estar em um local livre de presenças microbianas. É, sem dúvida, um grande serviço que os profissionais e estabelecimentos prestam a seus clientes, zelando por seu bem-estar e saúde”, explica Leonardo Giordani, diretor da Transporte Santo Antônio.
Além da eficiência, há vantagens adicionais como a economia de até 99% na utilização de água, saneante e energia, redução de falhas humanas, preservação do colaborador, que não entra em contato com os químicos, e cuidado com a durabilidade dos estofados e quaisquer outras superfícies, uma vez que o processo não molha nem gera efluentes.
O processo de aplicação é rápido: em automóveis, leva apenas 5 minutos; e em ônibus não ultrapassa os 25 minutos (em veículos maiores). Nos ambientes, o tempo é determinado conforme o total de metros quadrados a serem sanitizados. Os valores são acessíveis, especialmente se analisados na relação custo x benefício. A sanitização de automóveis fica em R$ 30,00, por exemplo.

Entenda como ocorre a sanitização pelo sistema Fip Onboard
O sistema Fip Onboard, desenvolvido pela Marcopolo e utilizado de forma colaborativa pela Transporte Santo Antônio sanitiza superfícies e espaços através de nanopartículas de uma solução biocida. Ela é aplicada com a tecnologia ‘Fog in Place’, gerando uma nevoa que cobre 100% da área a ser desinfectada. As nanopartículas transformam-se em um filme protetor, tornando o ambiente seguro após a aplicação. Em poucos minutos, bactérias e vírus são desativados, pois são eliminados ao entrar em contato com a nevoa, garantindo a proteção contra doenças – entre elas a Covid-19. O ciclo de sanitização dura por até 72 horas – após esse período, é necessário repetir o processo.

Como utilizar o serviço
As sessões de sanitização ocorrem mediante agendamento, feito exclusivamente por meio de uma plataforma online, que informa o horário disponível para realização do serviço e permite, inclusive, o pagamento eletrônico. Para contratar, basta acessar https://www.nextservices.com.br/fip
Crédito das imagens: Bárbara Salvatti

Deunir Argenta segue na presidência da Uvibra

Deunir Argenta segue na presidência da Uvibra Foto: Morgane Coloda

Pandemia e assuntos em trâmite foram decisivos para a recondução que foi aprovada em Assembleia Geral Ordinária, realizada nesta segunda, 04, via Plataforma Zoom
O Coronavírus impactou a rotina de empresas, entidades e pessoas no mundo inteiro. No Brasil não foi diferente. As mudanças na agenda do setor vitivinícola, decorrentes da pandemia, além de temas setoriais que seguem em tramitação, levaram a União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), a reconduzir a Diretoria Executiva, com exercício 2019/2020, até 30 de abril de 2021. O empresário Deunir Argenta segue na presidência, dando continuidade aos trabalhos de representatividade e defesa do setor junto aos Governos, além de atuar no associativismo, fortalecendo a cadeia produtiva com parcerias junto a instituições afins.
A reeleição do Conselho de Administração, do presidente, vices e diretores, além dos membros dos Conselhos Fiscal e de Ética e do Núcleo de Auditoria Estratégica Interna (NAEI) foi aprovada por unanimidade em Assembleia Geral Ordinária, realizada nesta terça-feira, 4 de agosto, via Plataforma Zoom. O grupo é formado por 16 pessoas, entre empresários, lideranças e profissionais do setor.

Trigo entra na fase de floração no RS

O clima dos últimos períodos, com elevação das temperaturas e predomínio de sol no Rio Grande do Sul, favorece o desenvolvimento do trigo, que está com 2% das lavouras em floração e 98%, em germinação e desenvolvimento vegetativo Foto: Divulgação

O clima dos últimos períodos, com elevação das temperaturas e predomínio de sol no Rio Grande do Sul, favorece o desenvolvimento do trigo, que está com 2% das lavouras em floração e 98%, em germinação e desenvolvimento vegetativo. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (06/08), em parceria com a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) nas regiões de Pelotas, Frederico Westphalen e Santa Rosa, as lavouras de trigo estão em desenvolvimento vegetativo. Na de Pelotas, há áreas com ciclo atrasado que têm se ressentido com o efeito dos dias frios que vêm ocorrendo, favorecidas pelo aumento gradual da temperatura. Em geral, os cultivos se apresentam bem implantados e com bom estande de plantas.
Na região da Emater/RS-Ascar de Santa Rosa, o ciclo da canola avança com plantas já entrando em maturação, mas a fase predominante é a floração (68%). As geadas ocorridas em julho, associadas à queda de granizo em algumas áreas, provocaram danos nas lavouras em floração e início da formação da síliqua, o que fez reduzir a expectativa da produtividade média para 1.567 quilos por hectare. Em geral, os cultivos se apresentam com bom estado e bom estande de plantas, e o florescimento proporciona uma linda paisagem.
Nas regiões de Santa Maria, Ijuí e Frederico Westphalen, a predominância de dias ensolarados favoreceu o desenvolvimento da aveia branca. Na de Santa Maria, 18% das lavouras já chegaram na floração. Na de Ijuí, os cultivos apresentam plantas bem desenvolvidas, evoluindo para o estágio reprodutivo. Já na região de Frederico Westphalen, 80% das lavouras se encontram em enchimento de grãos e em bom estado, com estimativa de produtividade de 2.800 quilos por hectare.
Na cevada, nas regionais de Ijuí, Erechim e Frederico Westphalen, predomina a fase de desenvolvimento vegetativo. Na de Ijuí, há preocupação dos produtores com chuvas no período de maturação, pois frustrações em anos anteriores – resultantes do excesso de precipitações – não possibilitaram atingir o padrão de qualidade estipulado pela indústria cervejeira. Na região de Erechim, as lavouras estão sendo monitoradas para realização de tratamentos fúngicos. Na regional da Emater/RS-Ascar de Frederico Westphalen, 50% das áreas se encontram em fase de emergência e desenvolvimento vegetativo, 20% em floração e 30% em enchimento de grãos. O desenvolvimento da cultura é bom, e a produtividade esperada é de 3.600 quilos por hectare.

CULTURAS DE VERÃO
Soja – Os produtores seguem planejando as atividades da próxima safra. Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, o momento é de planejar e adquirir insumos. Em geral, os custos de aquisição estão semelhantes aos da safra passada, situação que permite estimar boa rentabilidade, já que os preços da soja estão mais elevados. Os preços tiveram nova elevação em relação à semana passada: a saca de 60 quilos foi cotada na média em R$ 106,00.
Milho – Produtores intensificam o planejamento das atividades e a busca de financiamento para a safra seguinte. Na região da Emater/RS-Ascar de Ijuí, realizam atividades de preparo com rolagem e dessecação das plantas de cobertura, preparando para implantação da cultura. Os agricultores se informam sobre o comportamento do tempo em agosto, principalmente sobre temperatura e possibilidade de formação de geadas, a fim de definir o melhor momento de semeadura. Os preços vêm sendo cotados entre R$ 42,00 e R$ 45,00/sc. de 60 quilos. Com os preços elevados da soja e a expectativa de manutenção da cotação para a próxima safra, a área de milho para essa safra deverá ser menor, em virtude de os produtores optarem pelo cultivo da oleaginosa. O preço médio se encontra estável, a R$ 43,50/sc. de 60 quilos.

PASTAGENS E CRIAÇÕES
O clima ensolarado da semana favoreceu as pastagens anuais de inverno em todas as regiões do Estado, propiciando excelente taxa de crescimento e oferta de forragem aos animais. A diminuição do excesso de umidade nos solos e as boas condições de luminosidade colaboraram para o rebrote das pastagens cultivadas de inverno. Na regional de Porto Alegre, as pastagens de inverno estão em pleno pastejo e desenvolvimento vegetativo; no entanto, seu potencial produtivo não vem sendo satisfatório.
Ovinocultura – De modo geral, os ovinos se encontram em boas condições nutricionais, principalmente os manejados em pastagens de inverno. Com a maior oferta de pastagens cultivadas de aveia e azevém, melhora o escore corporal do rebanho. Nos campos nativos, continua baixa a oferta de biomassa. Na regional de Bagé, rebanhos mantidos em campo nativo apresentam redução de peso.
É bom o estado sanitário dos ovinos. Os produtores monitoram a infestação de verminose, avaliando a condição sanitária, especialmente das fêmeas gestantes. No final da gestação, é importante a imunização contra clostridioses. Além disso, o baixo volume de chuvas registrado durante o mês de julho também refletiu em melhores condições de piso e consequentemente baixa incidência de problemas de casco.

Pimentas tradicionais e fáceis de plantar para você cultivar na quarentena

3 variedades têm manejo simples e se adaptam até mesmo a pequenos espaços

Condimento usado em diversas receitas da culinária brasileira, a pimenta dá um toque de sabor e aumenta a ardência dos pratos. Utilizada de diferentes formas – como molho, em pó, em grãos e até de maneira ornamental, a pimenta pode ser plantada em pequenos espaços e é fácil de ser cultivada em casa ou no apartamento.Diante do período de quarentena pela pandemia de coronavírus, rês sugestões de pimentas para você plantar em casa de maneira acessível e simples. Reserve o espaço, separe as ferramentas e mãos na terra!

Pimenta vermelha

Por ser sensível a baixas temperaturas a pimenta deve ser cultivada nos meses de calor (Foto: Pixabay)

Como alimento, a pimenta tem seu lado nutritivo: contém vitamina A e é excelente fonte de vitaminas C e B, além de possuir boa quantidade de magnésio, ferro e aminoácidos. O gosto forte do condimento está presente no caroteno, pigmentação que dá a cor vermelha à planta. Com solo leve, fértil e bem drenado, a pimenta pode ser plantada até em vasos e prefere clima quente. De notório sabor picante, utilizado para realçar receitas culinárias, a pimenta vermelha (Capsicum) também está ganhando fama entre as plantas ornamentais. Cultivada em pequenos vasos,a planta tornou-se objeto de decoração de interiores muito apreciada.
Seu uso como condimento é o principal mercado, mas o interesse pela pimenta como ornamentação vem fazendo diferença nas floriculturas. Uma de suas belezas está na mudança de cor durante o amadurecimento, que vai do verde, passa por tonalidades de laranja e se reveste de vermelho vivo.
A pimenteira se adapta muito bem aos climas quentes. É sensível a baixas temperaturas e não tolera geadas. Por isso, deve ser cultivada nos meses de calor.Há várias espécies de pimenta, com cores, formatos, tamanho e intensidade de sabor diferentes. Podem ser encontradas na forma alongada, arredondada, triangular e quadrada. Algumas chegam a ser adocicadas. Mesmo em vaso, o plantio pode ser para consumo próprio.Como alimento, a pimenta tem seu lado nutritivo. Contém vitamina A e é excelente fonte de vitamina C e B, além de possuir boa quantidade de magnésio, ferro e aminoácidos. Ela também tem efeito emagrecedor ao acelerar o metabolismo do organismo de quem a consome.
Mas o motivo de adicioná-la como tempero nas refeições, sanduíches e salgadinhos, é mesmo pela ardência que provoca ao ser mastigada O gosto forte do condimento está presente no caroteno, pigmentação que dá a cor vermelha à planta.
As mais cultivadas no país são pimenta-de-bode, malagueta,de cheiro, cumari, dedo-de-moça e pimenta-do-reino. Para a ornamentação, escolha variedades de menor porte e cor vermelha. Os melhores solos para o cultivo da pimenteira são os profundos, leves, férteis e bem drenados. Quando plantada no campo, faça em sulcos de 30 a 40 centímetros de largura e 20 a 25 centímetros de profundidade, com uma distância de 80 centímetros. Para o plantio em vasos, a dica é comprar mudas de produtores experientesCOVAS – Há a necessidade de covas apenas para os cultivos nos quais não são feitos os sulcos. O tamanho delas varia de acordo com o tipo de embalagem – bandejas ou saquinhos – da muda, mas um padrão de medida utilizado é 20 x 20 x 20 centímetros.
Assim que as mudas apresentarem cinco folhas, ou atingirem dez centímetros de altura, pode ser feito o transplante para o campo ou vaso. Deve-se ter cuidado para não ferir as raízes ao retirá-las da embalagem. Após esse processo, irrigue regularmente as mudas, mas evite o encharcamento. Na escolha de variedades, dê preferência às mais resistentes. Elas são uma das alternativas mais eficazes no combate às doenças que atacam a pimenteira. Uso de proteção nas mudas, controle adequado das plantas daninhas e aplicação correta de fungicidase bactericidas registrados também ajudam a evitar doenças. As mesmas medidas podem ser utilizadas para impedir a presença de pragas na cultura. Faça a poda após o período de frutificação e no caso de colheitas contínuas. A prática deve ocorrer logo que a produção tenha cessado. A poda estimula o rebrotamento e a produtividade da planta. A pimenteira pode produzir por vários meses, mas isso depende de condições favoráveis, como temperatura, fertilidade e variedade da espécie utilizada. Em geral, a colheita leva de 50 a 55 dias após a floração. Em locais de temperaturas mais elevadas, o desenvolvimento da pimenta é mais rápido.

Pimenta-do-reino

O plantio da pimenta-do-reino é incentivado pela Embrapa (Foto: Thinkstock)

A pimenteira-do-reino é adaptada ao clima tropical e subtropical, onde encontra condições ideais para seu desenvolvimento. Com solo bem drenado, profundo, fértil e rico em matéria orgânica, a pimenteira pode ser plantada em pequenos espaços, mas exige um cuidado permanente. Adaptada ao clima tropical e subtropical daqui, onde encontra condições ideais para seu desenvolvimento, a pimenteira-do-reino ainda tem seu plantio incentivado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Por meio de um trabalho de transferência de tecnologia, a Embrapa tem o objetivo de aumentar a produtividade e a qualidade da pimenta-do-reino, cultura típica da agricultura familiar, com a maioria das áreas de cultivo inferior a 3 hectares.
Os pipericultores experientes já adotam técnicas que favorecem a produção da pimenta-do-reino, que gosta de iluminação solar direta ou sombra parcial. A planta é beneficiada, por exemplo, em sistemasagroflorestais, onde pode ser consorciada com maracujá, acerola, cupuaçu, milho, cacau, mogno, açaí, citros, feijão-caupi, mamão, mandioca, melão e coco.
Trepadeira perene, a pimenteira-do-reino é conduzida a atingir 3 metros de altura em plantios comerciais. Gera de uma a duas vezes por ano pequenos frutos agrupados em espigas e do tipo drupa – polpa carnosa com uma semente –, que são classificados de acordo com o grau de maturação e o tratamento que recebem. No varejo, são vendidas em grãos ou em pó as diferentes versões de pimenta-do-reino, como a tradicional, também chamada de pimenta- preta e pimenta-redonda, além da pimenta-branca ou pimenta-verde.
De clima tropical, quente e úmido, é o preferido da pimenteira-do-reino, que tem bom desenvolvimento em regiões com temperaturas que oscilam entre 23 ºC e 28 ºC durante o ano inteiro, com chuvas regulares e umidade relativa do ar alta – acima de 80%. Mas a planta também tolera cultivos em locais onde a temperatura mínima mantém-se em 15 ºC ou em estufas climatizadas.

Receitas culinárias podem ser transformadas com uma pitada de pimenta-do-reino (Foto: Thinkstock)

Tutor: Vivo da leguminosa gliricídia (Gliciridia sepium), tecnologia desenvolvida pela Embrapa Amazônia Oriental e utilizada por agricultores da região, é o mais recomendado para o pequeno produtor, por reduzir em 28% o custo de implantação do pimental e melhorar a condição do solo, além de outras vantagens. Primeiro, faça uma área matriz degliricídia, usando covas de 50 centímetros de profundidade e espaçamento de 2 por 2 metros. Plante as estacas de 1 a 1,5 metro de comprimento no início da estação das chuvas e, por 40 dias, não extraia os brotos para que o tronco se enraíze e engrosse. Após esse período, retire os galhos e os brotos, deixando três ou quatro galhos acima do tronco. Entre o fim de dezembro e o começo de janeiro, corte todos os galhos do tutor vivo, deixando-o mais ereto. Realize nos meses de fevereiro e março a primeira poda e a retirada dos galhos e brotos, mantendo o tutor com 2,5 a 3 metros de altura, e a segunda, em abril ou maio, deixando de dois a quatro galhos eretos por planta de gliricídia. Das mudas de pimenteira-do-reino deve ser realizado em janeiro e fevereiro, em dias nublados ou chuvosos, em solo bem drenado, fértil, profundo e com pH entre 5,5 e 6. Utilize covas de 40 por 40 por 40 centímetros e com cerca de 15 centímetros de distância do tutor. Para aclimatação, cubra as mudas com folhas de palmeiras por 15 dias e amarre-as às estacas com fitas de plástico ou barbante. Corte os fios quando ficarem apertados, devido ao engrossamento do tutor, o que ocorre após seis meses. Em seguida, amarre novamente. A produção ocorre  de dois anos após o início do plantio e atinge carga máxima a partir do terceiro ano, seguindo até por 20 anos em cultivos bem conduzidos e com boas práticas, com capacidade ainda de gerar duas colheitas anuais em regiões de clima apropriado e com irrigação. De julho a novembro, a colheita dos frutos é realizada manualmente em sacos de aniagem.

 

Pimenta ornamental
A pimenta ornamental (ou pimenta de vaso) e seus frutos foram selecionados para a decoração de ambientes. Pode até ser consumida, mas, em geral, é muito picante e pouco saborosa. O cultivo pode ser feito com adubo químico ou sólido na formulação NPK mais micronutrientes. Ficar atento à luz direta e à rega em horas de temperaturas mais amenas é fundamental.A pimenta ornamental ou pimenta de vaso e seus frutos foram selecionados para a decoração de ambientes. Pode até ser consumida, mas, em geral, é muito picante e pouco saborosa.
Para o cultivo, pode ser utilizado adubo químico ou sólido na formulação NPK mais micronutrientes, que é vendido em lojas de produtos agropecuários e floriculturas.Siga as instruções na embalagem sobre a dosagem correta. Mantenha a planta em local que receba luz direta, pelo menos uma parte do dia, pois pimentas gostam de luminosidade. E, como não toleram solos encharcados, as irrigações devem ser em quantidade suficiente até ocorrer o gotejamento na parte inferior do vaso. Regue em horas de temperaturas mais amenas, como início da manhã e final da tarde

(Foto: Reprodução/Pixabay)

Vinícola Aurora conquista mais três prêmios internacionais em julho

Empresa ganhou medalhas de ouro e prata nos concursos Challenge International du Vin, Muscats du Monde e International Organic Awards. Suco de Uva Orgânico Casa de Bento estreou nas competições emplacando a classificação máxima

A Vinícola Aurora segue conquistando condecorações ao redor do mundo. Só no mês de julho, três novas medalhas foram somadas as 703 distinções no histórico que consolida a Aurora como a vinícola mais premiada do Brasil. Desta vez, quem trouxe para a Serra Gaúcha os títulos de Ouro e Prata foram os produtos Pequenas Partilhas Cabernet Franc, Aurora Moscatel Rosé e Suco de Uva Orgânico Casa de Bento, que brilharam em concursos na França e no Reino Unido.
O vinho Pequenas Partilhas Cabernet Franc – Safra 2017 trouxe para casa o Ouro na categoria tintos no francês Challenge International du Vin, o mais antigo concurso do mundo. É a segunda vez que o rótulo é reconhecido pelo certame que, em 2019, o premiou com Prata. À venda para os consumidores na faixa de R$ 50, o Pequenas Partilhas Cabernet Franc já abocanhou 13 medalhas em outras importantes premiações, como o inglês Decanter World Wine Awards, o argentino Vinus e o italiano Vinitaly.
Vem também da terra do champagne a medalha de Prata para o Aurora Moscatel Rosé no concurso Muscats du Monde, considerado um dos mais importantes da categoria. Com preço médio de R$ 30, o rótulo também foi o reconhecido pela premiação nos anos de 2019, 2012, 2010 e 2008. O produto soma 15 condecorações em certames expressivos, como os também franceses Citadelles du Vin, Vinalies Internationales e Challenge International du Vin, o argentino La Mujer Elige e o brasileiro Wine Challenge.
Mas não foram apenas as bebidas alcoólicas que foram elogiadas pelos especialistas. Pela primeira vez, a Vinícola Aurora participou de um concurso com o Suco de Uva Orgânico Casa de Bento. E, em sua estreia, o produto conquistou a medalha de Ouro no certame inglês International Organic Awards. Vendido por R$ 14, em média, o litro, o suco é elaborado com uvas totalmente orgânicas e certificado pela Ecocert. É natural, integral, sem adição de água, açúcar, corantes e conservantes, mantendo todas as características das uvas utilizadas, evidenciando o aroma da variedade Bordô, que se destaca entre as demais devido à sua cor e aroma intensos.
“São concursos muito importantes. Ficamos lisonjeados de obtermos grandes pontuações nessas competições de alto nível. A Aurora, assim como o terroir brasileiro, mostra que estamos tendo sucesso com nossos produtos. Já participamos de muitos concursos e sei o quanto a competição é acirrada, com grandes adversários, como produtores do Chile, Argentina, Espanha, Portugal e África do Sul. Para ganhar é preciso estar num estágio de excelência. Temos muito caminho a percorrer, mas um importante trajeto já foi feito. É uma grande satisfação ver o nosso crescimento sendo reconhecido internacionalmente”, avalia Flavio Zilio, enólogo-chefe da Vinícola Aurora.

SOBRE A VINÍCOLA AURORA
A tradição atrelada a tecnologia de ponta contam a história da Vinícola Aurora, a maior e mais premiada do Brasil. Com 89 anos de atuação, a cooperativa alçou voos muito mais altos daqueles imaginados pelas 16 famílias produtoras de uva que a fundaram em fevereiro de 1931. Hoje, a Aurora conta com a dedicação de 1,1 mil famílias associadas, em 11 cidades, e o engajamento de cerca de 500 funcionários divididos em três unidades em Bento Gonçalves e outra em Pinto Bandeira, ambas na região da Serra Gaúcha, no Sul do Brasil.
A arte de criar e reinventar, associadas à virada tecnológica, fazem com que a Aurora continue mirando para longe do horizonte. São 220 itens divididos em 13 linhas da vinícola, vendidos para todo o Brasil e para mais de 20 países. A empresa é líder de mercado no Brasil nas categorias de suco de uva, vinhos finos e coolers. Os sucos de uva representam cerca de 60% da produção da Vinícola Aurora.
A preocupação com a natureza também faz parte do DNA da empresa. A vinícola foi a pioneira no país na implantação de uma fábrica com certificado LEED versão 4.0, ou seja, 100% sustentável.

Sete sugestões de presentes para o Dia dos Pais

Vinícola Aurora indica opções, de acordo com o perfil de cada pai, para celebrar este domingo (9). Produtos podem ser encontrados em supermercados, lojas especializadas e e-commerce parceiros em todo o país

Millésime – Crédito Eduardo Benini

Para estar junto não precisa, necessariamente, estar no mesmo espaço, não é mesmo? Com a pandemia da covid-19, muitas demonstrações de carinho e gratidão deverão ser à distância. Mas nada impede que o almoço de Dia dos Pais, que tradicionalmente reunia a família toda em volta da mesa, seja celebrado virtualmente neste domingo (9) ou que o presente seja entregue por delivery. Muitos filhos não poderão abraçar seus pais na data, mas os brindes podem ser feitos em diferentes formas.
Pensando nisso, a Vinícola Aurora, a mais premiada do Brasil, selecionou sete produtos dos mais de 220 itens que compõem seu portfólio para ajudar você na homenagem de Dia dos Pais. Vendidas em todo o país, as bebidas podem ser encontradas com facilidade em supermercados, lojas especializadas e também em e-commerce parceiros da marca.
As sugestões estão divididas de acordo com os mais variados estilos de pais e os preços também podem se enquadrar em cada bolso. Nesta seleção, os valores variam de R$ 17,99 a R$ 110, em média. Confira!

Reserva Tannat – Crédito Lucca Dani

· Vinho Aurora Reserva Tannat: para pais com personalidade forte e que gostam de aventuras. Preço médio R$ 39,90.
Harmoniza bem: este vinho mostrará toda sua personalidade acompanhando carnes como carré de cordeiro, entrecot grelhado e costela bovina, queijos fortes de massa dura e embutidos, como copa e salame italiano.

· Espumante Aurora Procedência Pinot Noir Brut Rosé: perfeito para pais que não dispensam uma boa festa. Preço médio R$ 39,90.
Harmoniza bem: é ideal para acompanhar frutos do mar em vários preparos, como risotos, paella e moquecas, filés de atum e de salmão, sushis e temakis de salmão, ovas e alguns pratos da cozinha tailandesa.

· Vinho Aurora Millésime Cabernet Sauvignon 2017: recém lançado, é ideal para os pais que gostam de novas experiências. Preço médio R$ 110.
Harmoniza bem: carnes vermelhas em geral, carnes de caça, aves de carne escura, molhos untuosos, massas com molhos de queijos de sabor acentuado e risotos com essas bases.

· Vinho Aurora Colheita Tardia: se seu pai curte bons momentos em família, esse vinho é perfeito para ele. Preço médio R$ 20.
Harmoniza bem: combina com sobremesas como fondue de chocolate, mousse de maracujá, torta de limão, tiramisú e suflê de baunilha. Muito bom também com queijos de mofo azul, como roquefort e gorgonzola.

· Aurora Zero Álcool: similar ao espumante, é indicado para os pais que não consomem bebidas alcoólicas ou buscam uma alternativa aos tradicionais refrigerantes. Preço médio R$ 17,99.
Harmoniza bem: sobremesas como salada de frutas, creme de papaya com cassis e torta de maçã. Excelente para ser consumido sem acompanhamentos.

· Vinho Aurora Reserva Cabernet Sauvignon: é a cara dos pais que amam clássicos, sejam vinhos, músicas ou filmes. Preço médio R$ 39,90.
Harmoniza bem: típico Cabernet Sauvignon, combinará principalmente com pratos com carnes vermelhas, como picanha grelhada, costela de cordeiro, quibe cru, sanduíches de rosbife e filé mignon. Acompanha também strogonoff de frango e queijos como o gruyère.

· Vinho Aurora Reserva Merlot: indicado para pais que sempre gostam de compartilhar uma garrafa de vinho. Preço médio R$ 39,90.
Harmoniza bem: ideal para acompanhar bacalhau, entrecot grelhado e queijos médios.

Colheita Tardia – Crédito Peri Ornelas

Seu pai merece um brinde: dicas de vinhos e espumantes para presentear na data

Cooperativa Vinícola Garibaldi ajuda na escolha das bebidas que mais combinam com eles

Seu pai merece um brinde dicas de vinhos e espumantes para presentear na data – crédito Auguto Tomasi, Vagão Filmes

Dê uma folga para a tradicional combinação de par de meias e gravatas e homenageie seu pai com um presente criativo para comemorar o dia dele. Que tal um vinho ou espumante, para ele degustar em um momento especial? A Cooperativa Vinícola Garibaldi traz dicas que ajudam você a escolher a bebida que mais combina com o estilo do paizão.
Quem tem um pai do tipo clássico pode apostar no Cabernet Sauvignon da Linha Granja União: um vinho tinto com notas de amoras pretas e um toque de menta no olfato, de paladar robusto e denso.
Se o seu pai é um cara conectado, que curte estar por dentro de tudo o que é novidade, pode apostar no Espumante Garibaldi Prosecco Rosé. Ele vai adorar conhecer e experimentar um produto realmente diferente: o primeiro Prosecco Rosé do Brasil, assinado com exclusividade pela Cooperativa Vinícola Garibaldi. O detalhe é que sua composição traz até 5% de uvas Pinot Noir, que imprimem a coloração característica à bebida. Recomende que ele harmonize o prosecco rosé com saladas, peixes leves, frutos do mar, sopas cremosas, canapés e queijos.
Para os papais que fazem o tipo bon vivant, invista num vinho top: Garibaldi Acordes Merlot. Sofisticado e com muita classe, esse rótulo tem identidade e estilo marcantes, para encantar quem gosta de apreciar os prazeres da vida.

Espumante Astral da Cooperativa Garibaldi – Crédito Daniela Radavelli

Já aqueles que têm papais comprometidos com um estilo de vida saudável, vale escolher produtos da linha Astral, de biodinâmicos da Cooperativa Vinícola Garibaldi. O diferencial das bebidas dessa série é que sua produção é feita a partir de técnicas que respeitam o equilíbrio entre a natureza, o homem e o universo. Aliado a isso, a linha Astral é a primeira série de espumantes e sucos biodinâmicos no país certificada por uma auditoria (no Brasil, pela empresa IBD Certificações e pela ABD – Associação Biodinâmica). Também exibe o selo Demeter, gerido pela Associação Demeter Internacional – modelo de cooperação mundial baseado em responsabilidade, transparência e autonomia regional.

Saiba mais:
Vinho Garibaldi Acordes Merlot: a partir de R$ 100,00 (há descontos de 30% para a data)
Vinho Cabernet Sauvignon da Linha Granja União: a partir de R$ 22,00
Espumante Garibaldi Prosecco Rosé: a partir de R$ 30,00.
Espumante Astral: a partir de R$ 79,00
Suco de uva linha Astral: a partir de R$ 15,00
Informações em www.vinicolagaribaldi.com.br

Cooperativa Vinícola Garibaldi apresenta primeiro Prosecco Rosé do Brasil – Crédito Augusto Tomasi