Alejandro Cardozo é o Enólogo do Ano 2021

Uruguaio que tem o Brasil como sua casa desde 2002, é conhecido como o ‘mago do espumante sul-americano’

Alejandro Cardozo foi eleito pelos colegas enólogos

Alejandro Alberto Cardozo Rapetti foi eleito Enólogo do Ano 2021 pelos enólogos que integram o quadro social da Associação Brasileira de Enologia (ABE). A homenagem foi prestada em jantar do Dia do Enólogo e dos 45 anos da entidade, realizado na sexta-feira, 22 de outubro, no Centro Empresarial de Bento Gonçalves, reunindo cerca de 140 pessoas. O último encontro presencial havia sido em 25 de outubro de 2019, ou seja, há 700 dias. Por isso, esse reencontro foi marcado por muitos brindes.
A escolha seguiu um regulamento de três etapas, envolvendo os enólogos associados da entidade. Na primeira, eles indicaram um enólogo, levando em consideração critérios como formação em Enologia e Viticultura, trabalho em prol do profissional de Enologia, cinco anos de experiência na atividade, estar exercendo a atividade, atuação setorial, inovação tecnológica, ser associado a ABE, no mínimo, há três anos e estar em dia com a Tesouraria. A segunda etapa foi marcada pela seleção dos três mais votados na primeira, respeitando a pontuação pela sua vida profissional, considerando experiências, formação e reconhecimento perante seus pares. A avaliação e homologação do resultado se deu na terceira etapa e foi feita por um comitê formado pelos que já foram homenageados com a distinção. Eles deram uma nova pontuação, atribuída pela percepção que o grupo tem de cada um dos três profissionais. Carisma, experiência, formação, participação e reconhecido desempenho na atividade determinaram a aprovação final.
Alejandro Cardozo presta consultoria para mais de 20 vinícolas, além de bodegas no Uruguai, Chile e Peru. Ele também já elaborou espumantes em Portugal. Especializado em Enologia tanto em Portugal quanto na Espanha, é colecionador de prêmios em Concursos e publicações especializadas. Sua atuação é reconhecida em diversos países e hoje é chamado por muitos de ‘o mago do espumante sul-americano’. Poliglota, viaja o mundo sempre movido pela paixão pelo vinho. Desde 2017, é sócio proprietário da EBV – Empresa Brasileira de Vinificações, onde elabora vinhos e espumantes para diversos projetos, inclusive o seu: Yoo Wines. Também é sócio da Estrelas do Brasil e atende marcas como Varaschin, Cantina das Neves, Cheti Produções, Sozo, Don Basílio e Guatambu.

Retrospectiva dos homenageados
Enólogo do Ano 2004 – Antônio Czarnobay
Enólogo do Ano 2005 – Gilberto Pedrucci
Enólogo do Ano 2006 – Firmino Splendor
Enólogo do Ano 2007 – Adriano Miolo
Enólogo do Ano 2008 – Ismar Pasini
Enólogo do Ano 2009 – Nauro José Morbini
Enólogo do Ano 2010 – Lucindo Copat
Enólogo do Ano 2011 – Daniel Dalla Valle
Enólogo do Ano 2012 – Dirceu Scottá
Enólogo do Ano 2013 – Juliano Daniel Perin
Enólogo do Ano 2014 – Delto Garibaldi
Enólogo do Ano 2015 – Christian Bernardi
Enólogo do Ano 2016 – Flávio Angelo Zílio
Enólogo do Ano 2017 – Carlos Abarzúa
Enólogo do Ano 2018 – Cedenir Fortunatti
Enólogo do Ano 2019 – Leandro Santini
Enólogo do Ano 2020 – Edegar Scorteganga
Enólogo do Ano 2021 – Alejandro Alberto Cardozo Rapetti

Segue plantio da soja iniciado nos últimos dias

Foto: Ivo Dahlke

Nas regiões administrativas da Emater/RS-Ascar de Ijuí, Santa Rosa, Porto Alegre, Santa Maria, Soledade, Bagé, Frederico Westphalen e Pelotas, produtores iniciam a semeadura da soja. A elevada umidade no solo durante praticamente toda a semana não permitiu avanços significativos.
De acordo com o Informativo Conjuntural, produzido e divulgado na quinta-feira (21/10) pela Gerência de Planejamento (GPL) da Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), os produtores seguem com dessecações e preparo de novas áreas e se organizam com o escalonamento do plantio a fim de minimizar os impactos de períodos de estiagem previstos nos modelos climatológicos. Em algumas localidades, sojicultores estão lavrando e gradeando as áreas devido à alta infestação de ervas de difícil controle com herbicidas, aproveitando a atividade para aplicar e incorporar calcário.
O tempo instável no Estado restringiu os avanços no plantio do milho, que alcançou 70% da área total cultivada, estando em germinação e desenvolvimento vegetativo. O custo de produção se elevou significativamente, em especial devido à alta no preço dos fertilizantes. Os valores pagos pelo tratamento extra ou complementar nas sementes de milho para o controle da cigarrinha também contribuem para o maior custo de produção.
Na semana, predominaram dias nublados, com temperatura quente durante o dia e mais baixa à noite. Em algumas localidades, as chuvas foram fortes, de elevado volume, acompanhadas de ventos e granizo, promovendo assim danos às lavouras. Por conta da umidade, a colheita do trigo avançou de forma lenta no Estado, chegando a 9%, outros 51% da área cultivada está em fase de maturação, 35% em enchimento de grãos e 5% em floração.

OLERÍCOLAS
Na regional da Emater/RS-Ascar de Bagé, o período foi marcado por temperaturas elevadas durante o dia e baixas na madrugada. Houve uma sequência de dias chuvosos, diminuindo a necessidade de irrigação, mas dificultando outras operações de manejo na olericultura. Na Fronteira Oeste, em Manoel Viana, produtores aproveitaram períodos secos para semear culturas de verão – abóbora, moranga, pepino e tomate. As culturas de inverno estão sendo colhidas e comercializadas na Feira do Produtor, que retomou atividades e frequência semanal. Parte dos produtores já atendem clientes fixos na cidade e aproveitam o mesmo dia para entrega de produtos. As escolas estaduais e municipais organizaram calendário semanal de entrega com agricultores familiares participantes do Pnae.
FRUTÍCOLAS
Na regional administrativa da Emater/RS-Ascar de Ijuí, avança a colheita de pêssego, com aumento da produtividade nas cultivares de ciclo médio em virtude de não terem sofrido danos com as geadas no final de julho. Há baixo pegamento de frutos dos citros em geral. Seguem em desenvolvimento as culturas do melão e melancia; as primeiras lavouras implantadas encontram-se em início de floração.

PASTAGENS
As áreas de campo nativo continuam incrementando a oferta de forragem, favorecida pela boa disponibilidade de umidade no solo, luminosidade e elevação das temperaturas registradas em parte da semana. Nos Campos de Cima da Serra, estão com bom desenvolvimento, aumentando significativamente a oferta.
As pastagens anuais de inverno estão em final de ciclo, mas azevéns tetraploides com manejo adequado da adubação e pastoreio controlado ainda oferecem boa oferta de volumoso, mesmo com algumas plantas emitindo estruturas reprodutivas nas áreas com baixa lotação de animais. As pastagens de aveia estão com ciclo praticamente encerrado, resultando em baixa disponibilidade de massa verde de qualidade reduzida.

Produção de morango ganha destaque em Serafina Corrêa

Foto: Leandro Ebert- Emater/RS-Ascar

Serafina Corrêa é um município tradicional na produção de grãos, leite e suínos, entretanto, nos últimos anos, a produção de morangos tem chamado a atenção de famílias de agricultores e crescido no município.
José Antônio e Elenice Dondoni são pioneiros na cultura em Serafina Corrêa. Há 10 anos eles decidiram investir neste tipo de produção em sua pequena propriedade de 12 hectares na comunidade Aparecida. Elenice explica que, na época, eles trabalhavam com produção de pepinos, mas o cultivo era rasteiro, no nível do solo e bastante trabalhoso. Então, por sugestão de um técnico, decidiram apostar no morango em substrato visando facilitar a mão de obra. “Na época fomos até ridicularizados por isso, diziam que a gente ia passar fome plantando morango”, frisa.
De acordo com a agricultora, como a atividade era nova na região, eles foram buscar informações em outros locais e estudaram muito pra trabalhar com o cultivo em substrato e suspenso, mas no primeiro ano as primeiras mil mudas foram plantadas ainda no solo. Insatisfeitos com os resultados, através da Emater/RS-Ascar descobriram um produtor de substrato para tomate, mas que vinha sendo usado também para morango e então foram buscar o insumo para passar a cultivar em estufas. “Hoje temos em torno de 7.500 mudas, mas isso veio crescendo gradativamente com o passar dos anos”, ressalta a agricultora.
A produção da propriedade é praticamente toda comercializada diretamente a consumidores finais, com clientes fidelizados e que valorizam os morangos produzidos sem resíduos de agrotóxicos. Além de morangos, a família trabalha com suínos, bovinocultura leiteira e nozes.
Atualmente, já são cinco produtores comerciais no município produzindo 12.500 kg de morango por ano em suas estufas, conforme dados da Emater/RS-Ascar, e nos últimos meses tem aumentado a procura de informações por parte de agricultores interessados em ingressar na atividade. Conforme Eliazer Kosciuk, engenheiro agrônomo e extensionista da Emater/RS-Ascar, o cultivo de morango em substrato vem aumentando em importância, principalmente como alternativa de atividade para aqueles agricultores familiares que estão procurando diversificar a sua produção.
“É uma atividade que tem um retorno do investimento extremamente rápido, pode ser desenvolvida em pequenas áreas, mas demanda um intensivo uso de mão de obra”, relata Kosciuk. Segundo ele, a procura pelo produto ainda é maior do que a produção ofertada e os produtores do município têm obtido uma remuneração acima da média do Estado. No entanto, com o crescente interesse de novos produtores, essa oferta de morangos no mercado local tende a aumentar e, consequentemente, o preço a cair. Esse fator deve ser levado em consideração ao analisar a viabilidade de novos empreendimentos.
Nas últimas semanas, entre os meses de agosto e setembro, sete agricultores do município participaram de um curso de produção de morangos em substrato, ministrado pela Emater/RS-Ascar no Centro de Treinamento de Teutônia (Certa), em formato EAD. De acordo com Maicon Berwanger, coordenador do Centro, o curso tem como objetivo levar conhecimento aplicado para aumentar a eficiência produtiva, otimizando os recursos.
“O cultivo de morangos em substrato é um sistema no qual o agricultor possui maior controle sobre a cultura e, ao mesmo tempo, possui maior dependência da ação humana, daí a importância da capacitação de produtores e extensionistas que trabalhem com ele, principalmente aos que irão ingressar na atividade”, ressalta o extensionista.
A produtora Elenice Dondoni foi uma das participantes do curso e relata que se tivesse tido acesso a uma capacitação dessas quando estavam iniciando na atividade as coisas teriam sido muito mais fáceis e eles teriam feito algumas coisas de forma diferente. “Agora, a partir do curso, temos mais segurança no manejo da cultura”, reforça.
Rodrigo Marcon, responsável pela Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Agronegócio, relata que o município de Serafina Corrêa incentiva a produção de morangos e através da Lei Municipal nº 3023/2013 concede incentivos à agropecuária, fornece a terraplanagem no caso de produtores que constroem suas estufas.
O engenheiro agrônomo Leandro Ebert, extensionista da Emater/RS-Ascar, explica que a horticultura é estratégica para pequenas propriedades familiares e por isso é incentivada pela Extensão Rural no município. De acordo com ele, a produção para entrega à indústria para processamento possui menor valor agregado e, portanto, requer maior escala, o que traz limitações quando a mão de obra é familiar. “No entanto, a comercialização in natura, de produtos sem resíduos de agrotóxicos permite, além da diversificação na propriedade, uma forma de obter uma produção diferenciada de alto valor agregado, remunerando a mão de obra familiar empregada na atividade”, conclui Ebert.

Troféu Empreendedor Jovem 2021 | A força empreendedora de 10 municípios da Serra Gaúcha

16 empresas de 10 cidades são homenageadas pelo Sindilojas Jovem com o Troféu Empreendedor 2021 em evento que reuniu mais de 120 pessoas nesta quinta

Homenageados Fotos: Cesar Silvestro

Dezesseis empresas da Indústria, Comércio e Serviços de 10 cidades da Serra Gaúcha foram reconhecidas com o Troféu Empreendedor Jovem 2021. Organizado pelo Sindilojas Jovem de Bento Gonçalves e com o apoio do Sindilojas, o encontro reuniu mais de 120 pessoas no Centro Empresarial de Bento Gonçalves numa noite de reconhecimento à trajetória dessas marcas e seus líderes. O evento, realizado dia 21 de outubro, contou com o prestígio de diversos prefeitos e lideranças regionais, seguindo todas os protocolos de segurança, inclusive a apresentação do comprovante de vacinação.
De Bento Gonçalves, foram destaque a Crismiolo Empório Gourmet, Restaurante Favaretto, Mackerduz, Casa Infinita, APAE e Globo Moda Homem. As outras nove homenagens foram para Mercado e Armazém Pezzi de Barão, Máquinas Agrícolas Paxeko de Carlos Barbosa, Pilar Utilidades Domésticas de Coronel Pilar, Supermercado São Lucas de Garibaldi, Faccin Vinhos de Monte Belo do Sul, Vinícola Don Giovanni de Pinto Bandeira, Cachaçaria Velho Alambique de Santa Tereza, SS Esquadrias de São Pedro da Serra e Restaurante e Lancheria F2 de São Valentim do Sul. A indicação é feita pelos membros da diretoria do Sindilojas Jovem com base na atuação de cada empresa e empresário.
Com a distinção, o Sindilojas Jovem não apenas destaca, mas também valoriza o empreendedorismo na região. Empresários que investem em novos negócios e projetos, elevando o nome de sua cidade e ajudando a fortalecer o Comércio, os Serviços e a Indústria foram reconhecidos com o Troféu Empreendedor Jovem, que contempla, ainda, responsabilidade social e aspectos culturais. “Com o Troféu Empreendedor Jovem queremos, além de valorizar quem se destaca no seu negócio, incentivar outros gestores a empreender. Cada um dos homenageados é um exemplo a ser seguido”, ressaltou a presidente do Sindilojas Jovem, Claudia Alberici Pinto.
Para o presidente do Sindilojas Regional Bento, Daniel Amadio, poder distinguir o jovem empreendedor que se destaca pela sua performance é também incentivar o empreendedorismo. “Vivemos em uma região povoada por líderes e empreendedores, exemplos que servem de inspiração. É nosso dever valorizar e reconhecer ainda mais num momento como este em meio a uma pandemia que tanto exigiu de nossas empresas coragem e resiliência”, afirmou.
Em pleno Outubro Rosa, a noite também serviu para fazer uma alusão ao mês de conscientização sobre os cuidados e exames de autocuidado que devem ser feitos regularmente. Para chamar a atenção, os guardanapos foram cor de rosa. Por fim, o Sindilojas Jovem convidou todos a participar do próximo evento no dia 2 de dezembro, no Lote 20, Caminhos de Pedra: o Sunset SJ – Momento de Aprendizado e Confratrnização.
Apoiaram o evento: AB Design, Casa Valduga, CDL POA, CIC BG, Fecomércio-RS, Flor Essência, Gráfica Carta, Imobiliária Postal, Italínea Villa Giardino, Matrixx, Net One, Oral Unic Bento Gonçalves, Reserva 88, Serradecor, Sicredi Serrana, Sindilojas Jovem, Sindilojas Regional Bento, Vinhos Lovara e Vinícola Don Giovanni.

TROFÉU EMPREENDEDOR JOVEM 2021
Empresas Bento Gonçalves
Destaque Comércio – Crismiolo Empório Gourmet
Destaque Serviços – Restaurante Favaretto
Destaque Indústria – Mackerduz
Destaque Jovem Empreendedor – Casa Infinita
Destaque Projeto Social – APAE
Destaque Comércio Mais Antigo – Globo Moda Homem

Empresas dos municípios que integram a base territorial do Sindilojas
Barão – Mercado e Armazém Pezzi
Carlos Barbosa – Máquinas Agrícolas Paxeko
Coronel Pilar – Pilar Utilidades Domésticas
Garibaldi – Supermercado São Lucas
Monte Belo do Sul – Faccin Vinhos
Pinto Bandeira – Vinícola Don Giovanni
Santa Tereza – Cachaçaria Velho Alambique
São Pedro da Serra – SS Esquadrias
São Valentim do Sul – Restaurante e Lancheria F2

Primeiro Festival Lãs do RS ocorre virtualmente

A lã natural como patrimônio cultural é destaque no primeiro Festival Lãs do RS – Fio da Meada que acontecerá de forma online nos dias 25, 26 e 27 de outubro, com transmissão pelo canal Lãs do RS do YouTube. A proposta, que internacionaliza a iniciativa brasileira Lãs do RS, tem como objetivo promover a lã e seus conhecimentos, divulgando o artesão e seu artesanato, bem como capacitar esses agentes da cadeia produtiva da lã.
O festival será totalmente gratuito e possibilitará o intercâmbio de ações intercontinentais pelo esforço do reconhecimento do saber-fazer da lã como patrimônio cultural brasileiro. Durante o evento, acontecerão palestras com representantes das iniciativas da Europa e América Latina, oficinas técnicas de educação para o patrimônio ministradas pelas artesãs da lã do Rio Grande do Sul, além de oficinas de capacitações em parcerias com a Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social, FGTAS, pelo Programa Gaúcho de Artesanato e RS Criativo. Durante o festival, será lançada a Feira Lãs do RS, que possibilitará a comercialização de artesanato, ferramentas e insumos direto do produtor relacionados aos conhecimentos da lã.
Na tarde do dia 25 de outubro, às 14h, a artesã da lã Noemi Lemos do município de Mostardas/RS ministrará a oficina Fio da Meada Cobertor Mostardeiro, trazendo para o público um pouco desta técnica com a lã natural reconhecida como patrimônio municipal. A roda de conversa terá a participação da historiadora e pesquisadora, Marisa Oliveira Guedes, e da museóloga e gestora cultural Letícia de Cássia. Após, às 15h, é a vez da oficina de capacitação para os artesãos Trilha de Capacitação em Gestão – Artesanato bem-feito, negócio bem sucedido, ministrada pelo administrador Joelton Nunes, especialista em Gestão Avançada, Comportamento Organizacional e Logística Empresarial, evento em parceria com a FGTAS – Programa Gaúcho de Artesanato. Inscrições para esta capacitação devem ser feitas através do link; https://www.sympla.com.br/trilha-de-capacitacoes-em-gestao——artesanato-bem-feito-negocio-bem-sucedido__1369668
A abertura do evento, ocorre às 19h30, com presença dos representantes das instituições parceiras. Logo após, às 20h inicia o ciclo de palestras que contará com os conhecimentos de Nathalie Ketterle que foi co-organizadora do 1º Dia Europeu da Lã e fundadora e gestora da Kollektion der Vielfalt, ONG que visa a promoção e preservação das raças de ovelhas indígenas alemãs. Nathalie também é membro fundadora da European Wool Association, EWA, fundação filantrópica com sede em Chipre que tem como objetivo qualificar a coordenação das associações e grupos europeus com foco na economia circular da lã e retorno da fibra como recurso sustentável à sociedade.
No dia 26, às 14h, a artesã Dalva Mothci do município de São Miguel das Missões/RS ministrará a oficina Fio da Meada Poncho Bichará Missioneiro, indumentária carregada de significado para a região sul do Brasil. Já às 16h, acontece a oficina de capacitação RS Feito à Mão: Lã e Criatividade em parceria com o programa RS Criativo/Sedac, ministrada pela artista e empreendedora Cylene Dallegrave. À noite, às 20h, a antropóloga social e Diretora do Departamento de Patrimônio Cultural Imaterial do Uruguai, Letícia Canella, falará sobre o processo de patrimonialização do saber-fazer da lã uruguaia.
O Festival se encerra no dia 27 de outubro com a oficina, às 14h, Fio da Meada Crochê Jacquard, ministrada por Nilza Peres Oliveira e Ziza Barcellos do município de Jaguarão. Esta é uma técnica patrimônio cultural imaterial do município desde 2016. Logo mais, às 16h, a última oficina de capacitação Desvendando o MEI com a contadora, especialista em gestão de empresas do MEI, Micro Empresa Individual e projetos culturais, Priscila Evangelista. À noite ocorre o lançamento da Feira Lãs do RS, proposta contínua de comercialização de artesanato, ferramentas e insumos da lã natural brasileira.
Fio da Meada é um projeto viabilizado com recursos do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, por meio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura, edital SEDAC FAC Movimento 2019. A ação faz parte do projeto Lãs do RS e tem como parceiros institucionais: Emater/RS – Ascar, Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social – FGTAS, RS Criativo, Associação Pampa Gaúcho de Turismo – APATUR, Museu Antropológico do Rio Grande do Sul – MARS, Associação Brasileira de Criadores de Ovinos – Arco, Federação das Cooperativas de Lã do Brasil – Fecolã, Associação Brasileira de Criadores de Ovinos Naturalmente Coloridos – ABCONC, Associação para o Desenvolvimento Sustentavel do Alto Camaquã – ADAC, Associação para Grandeza e União de Palmas – AGRUPA, Associação em Defesa da Ecologia Ampla e da Arte – Ecoarte, Associação Pampa Gaúcho de Turismo – APATUR, Prefeitura Municipal de Bagé, Jaguarão e São Gabriel, Gestio Consultoria e Paramount Têxtil.
Inscrições gratuitas em https://bit.ly/3b2PjI4

Bento Gonçalves ganha mais uma vinícola colonial

No dia do Enólogo (22/10), a 10ª vinícola colonial do município de Bento Gonçalves, a Buffon, foi inaugurada no distrito de Farias Lemos. Participaram do ato o prefeito Diogo Siqueira, a gerente regional da Emater/RS-Ascar, Sandra Dalmina, a superintendente federal de Agricultura, Helena Pan Rugeri, o chefe da divisão e organização de agroindústrias familiares da Seapdr, Ricardo José Núncio, e demais autoridades.
O jovem Anderson Buffon e a irmã Paloma, ambos estudantes de Enologia, são a 5ª geração da família na produção de uva. “A gente, com a ideia de incrementar a propriedade, ter mais uma opção, decidiu elaborar vinhos e espumantes e registrar a vinícola para comercializar diretamente ao consumidor final, agregando valor”, conta. A vinícola é gerenciada por Paulo e Nilse Buffon e pelos jovens, que são um exemplo de sucessão rural. Conforme Anderson, a família realiza a venda pela internet e já tem parceiros em 10 Estados do Brasil e no Distrito Federal, além de receber turistas no empreendimento. A vinícola está registrada no Mapa com CNPJ e está inclusa no Programa Estadual de Agroindústria Familiar do Governo do Estado (Peaf).
Para a gerente regional da Emater/RS-Ascar, a inauguração de uma agroindústria é a concretização do trabalho da Assistência Técnica e Extensão Rural e Social, que começa na produção da uva, até resultar no empreendimento. Sandra também salientou que Bento Gonçalves é o município da região com o maior número de agroindústrias legalizadas e que isso só é possível devido à união de esforços de várias entidades parceiras e agricultores.

Energia Solar agora é com a Monitora Bento

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Na Cooperativa Vinícola Garibaldi, é tempo de Outubro Rosé

Durante o mês de outubro, 5% das vendas de vinhos e espumantes rosés ocorridas no varejo do Complexo Enoturístico da Cooperativa Vinícola Garibaldi serão revertidos para a Liga de Combate ao Câncer do município.

A responsabilidade social expressa nos valores cooperativos ganha evidência para a Vinícola Garibaldi, em outubro, para uma causa que mexe com a vida de todas mulheres, a conscientização para o controle do câncer de mama. Por isso, a cooperativa transforma o Outubro Rosa em Outubro Rosé. O nome alude à campanha que, neste mês, reverte 5% das vendas de vinhos e espumantes rosés ocorridas no varejo do Complexo Enoturístico para a Liga de Combate ao Câncer do município.
Os produtos rosés ganharam, nos últimos anos, uma atenção especial do consumidor. Em 2020, segundo a Ideal Consulting, esse tipo de bebida teve um incremento no consumo de 35%. A Vinícola Garibaldi tem apresentado seguidos lançamentos dessa variedade, caracterizada por ser mais jovem e leve. Só neste ano, foram três: os vinhos Granja União Merlot Rosé e Garibaldi Pinot Noir Rosé e o espumante Garibaldi ICE Rosé, elaborado para ser consumido com gelo.
São esses produtos que devem incrementar ainda mais o sucesso da proposta do Outubro Rosé. No ano passado, a campanha significou um aporte à entidade de R$ 5 mil. Os recursos foram um importante auxílio para as ações da Liga, ainda mais em meio à pandemia, que restringiu os trabalhos de arrecadação de fundos para a manutenção das atividades. A organização, além de atender a portadores de câncer carentes do município com medicamentos e afeto, atua com campanhas educativas para prevenção e diagnóstico precoce de tumores malignos.
Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa para este ano é de que 66.280 novos casos de câncer de mama sejam diagnosticados no país. Em 2019, 18.295 mulheres morreram no Brasil em decorrência da doença. Embora mais raro, esse tipo de câncer também atinge os homens, mas eles representam apenas 1% do total casos – 227 morreram em 2019 no país acometidos pela enfermidade.

Classificação da Emater/RS-Ascar inicia preparativos para safra da cevada

A Emater/RS-Ascar realizou capacitação dos técnicos classificadores da Gerência de Classificação e Certificação (GCC) que irão atuar junto à Companhia Brasileira de Bebidas – Filial Maltaria Passo Fundo (Ambev). O encontro, que aconteceu em Passo Fundo no início do mês, serviu para nivelar orientações e procedimentos para prestação de serviços no recebimento de cevada na safra que se aproxima.
Para esta safra (2021) está prevista a produção de 129.934 toneladas de cevada, 11,45% a mais do que a safra passada (2020), em 40.773 hectares de área (-2,76), alcançando uma produtividade média de 3.187 kg de cevada por hectare, ou seja, 14,64% a mais do que a safra anterior.
A já tradicional parceria que data de mais de 20 anos entre a Emater/RS-Ascar e a Ambev inclui atividades de assessoria técnica na inspeção e classificação das cargas. “Essa parceria faz com que nossa credibilidade, comprometimento, ética, integridade e a qualidade de nossos serviços seja a cada dia mais visível entre as empresas do setor”, avalia Salete Frare, gerente adjunta da GCC, ao afirmar que toda a cevada produzida no RS é classificada pela Emater/RS-Ascar.
Durante os dias de trabalho, além da Gerência de Classificação e Certificação e dos técnicos classificadores, participaram representantes dos setores de segurança e qualidade da Ambev. Foram abordados temas relevantes, para que a estrutura operacional-técnico-administrativa esteja pronta a atuar no processo de recebimento da safra 2021/2022 de cevada.
A rotina dos classificadores da GCC é composta de ações como análise de amostras prévias coletadas em lavouras determinando o ponto certo de colheita; coleta de amostras da cevada diretamente nos caminhões com determinação de parâmetros de qualidade, como micotoxinas e poder germinativo; e trabalho apoiando a pesquisa de novas cultivares de cevada além de análise do malte cervejeiro.
Foto: Divulgação Emater/RS-Ascar

Aprenda Culinária Japonesa em curso do Senac Bento Gonçalves

A cultura japonesa está presente no Brasil há décadas possibilitando que os brasileiros convivam com a história milenar através de diversos elementos como arte, música e desenhos animados. Na gastronomia não é diferente. Segundo levantamento da Rappi, aplicativo de delivery, a comida japonesa ficou em 2º lugar na lista dos pratos mais pedidos desde o início da pandemia. Ciente deste cenário, o Senac Bento Gonçalves oferta, de forma inédita, a Oficina Culinária de Sushi com 12 horas de duração. As aulas iniciam no dia 12 de novembro e ocorrem às sextas-feiras, das 18h às 22h.
O sushi é uma iguaria tradicionalmente japonesa e que hoje impacta positivamente grande parte da indústria gastronômica global. No Brasil, a culinária foi introduzida nos anos 20, porém era mais consumida por imigrantes do Japão e familiares. Ao longo dos anos o sushi recebeu adaptações da cultura brasileira, portanto é comum encontrar receitas produzidas com temperos nacionais.
Inscrições e mais informações no site www.senacrs.com.br/bentogoncalves Ou pelo telefone (54) 34524200. O Senac Bento Gonçalves fica localizado na rua Saldanha Marinho, 820 – Centro.